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O Tempo Voa Carnaval
Internauta Moises Sales comenta em Coluna O Tempo Voa
Comentário postado na Coluna O tempo Voa Carnaval

é uma foto de grande recordaçoes, e uma época muito importante na minha juventude. o detallhe de eu estar olhando de lado , não é pose pra foto rsrsr , foi uma gata que ia passando e que eu ainda lembro dela kk ta viva ainda rsrsr, so não vo dizer o nome kkkk.
Moises melo de sales
Trio e Frevo
Bom salientar, pessoal, que a história do TRIO ELÉTRICO começa em Salvador, em 1951, quando DODÓ e OSMAR contratam outro músico, formando um trio, e saem em cima de uma FUBICA tocando FREVO PERNAMBUCANO. Era uma homenagem ao que aconteceu no ano anterior, 1950, quando um bloco de Recife parou o Carnaval Baiano com um show de execução de FREVO. Com a palavra MORAES MOREIRA: E o frevo que é pernambucano, ui, ui, ui, ui / Sofreu ao chegar na Bahia, ai, ai, ai, ai / Um toque, um sotaque baiano, ui, ui, ui, ui / Pintou uma nova energia, ai, ai, ai, ai
Agora, se hoje nós tocamos AXÉ, e eles não tocam nosso FREVO, isso é problema nosso.
Sosígenes Bittencourt
Exaltação à Girafa
COMPANHIA DOS MONGES EM FOLIA
O Pereirinha
Momento PITÚ
Agora sim, mô véi! Carnaval chegando, o cabra tem que tá preparado!
Tá bom agora, #NaçãoPituzeira, ou vocês ainda querem mais?
O Tempo Voa Carnaval
Minha fantasia
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A minha fantasia é original e não me custa um tostão.
Estou fantasiado de coroa, e o alfaiate é o tempo.
Embora, sem neto, posso ser o avô das meninas,
sobretudo das solteironas casadoiras e das separadas esperançosas.
A música que canto, nos ambientes por onde passo,
é a modinha de finado Capiba, MODELOS DE VERÃO.
Quanta mulher bonita
tem aqui neste salão
parece até desfile
de modelos de verão
até as viuvinhas
do artista James Dean
vieram incorporadas
hoje a noite está pra mim!
Eu daqui não saio,
eu não vou embora,
tanta mulher bonita
e minha mãe sem nora.
Sosigenes Bittencourt.
Bacalhau Gosto Gostoso
Ouça a música “BACALHAU GOSTO GOSTOSO“, composta por Aldenisio Tavares e Samuka Voice, na voz de Ery Melo.
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Gostou da música? – Baixe a MP3
Aldenisio Tavares
As drogas e suas facetas: Uma pequena nota
Morei por mais de uma década na comunidade de Lídia Queiroz Costa. Estudei no Grupo Escolar de Lídia Queiroz as primeiras séries. Brinquei pelas ruas, na época não tão populosa. Frequentei, assiduamente, por anos, a comunidade de fé com a qual comungo até os dias atuais. Depois minha família mudou para Redenção, onde vivemos. Eu transito muito entre essas comunidades, pois a maioria dos meus parentes mora, ou numa, ou noutra.
Naquela época não víamos pelas ruas tantas pessoas embriagadas e não ouvíamos tantos históricos de famílias, cujos membros fazem uso de drogas, nessas comunidades. Assusto-me quando vejo hoje um dos meninos que estudava comigo, completamente fragilizado fisicamente, emocionalmente e socialmente. Alguns estão tão mudados que se tornaram quase irreconhecíveis.
Na questão drogas / álcool – entendo que o álcool é droga – mas o destaque é porque esta encontra-se entre as lícitas.
Essa questão não está distante de nós; não é apenas o que aparece no noticiário. Está presente nas nossas comunidades! Na nossa vizinhança e, às vezes, na nossa família.
A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas tem proposto várias ações de prevenção, combate e tratamento, mas essas iniciativas não têm alcançado a maioria dos brasileiros, considerando que dentre aqueles não alcançados por tais iniciativas, moradores de Lídia, Redenção e entorno, são brasileiros. No ano passado ouvi por várias vezes dizerem: morreu um “bebinho”. Tornou-se comum o anúncio da morte de jovens, na sua maioria entre 15 – 29 anos, por causa das drogas. Parece até que há uma justificação moral, quando afirmam: “ele bebia” ou “ele usava drogas”. Sendo assim, foi uma escolha dele, se culpabiliza o indivíduo e a questão está encerrada. Enquanto isto, os jovens continuam morrendo. Essa compreensão precisa ser revisitada.
Mas, a faceta das drogas que quero enfatizar hoje é o lugar que as mães ocupam nessa situação. Quero dizer que muitos dos jovens que têm morrido, eu conheço as famílias. Recentemente, conversei com algumas mães e é muito difícil ouvi-las sem ser tomada pela emoção. As mães com as quais conversei, são tementes a Deus, trabalhadoras e amam suas famílias. Ao verem seus filhos sendo cooptados pelas drogas, fizeram tudo que estava ao seu alcance, sem o suporte do Estado, para “salvar” seus filhos e fatalmente estão perdendo, ou já perderam a guerra contra as drogas, no dizer delas.
Essas mulheres estão desenvolvendo diversos adoecimentos. Elas apontaram: perda do sono, depressão, medo, ansiedade… Sem falar que muitas narram que são vítimas do preconceito da comunidade, por serem mães de usuários de drogas. São mulheres com a esperança fragilizada e que têm como única fonte de esperança o Senhor Deus.
Precisamos procurar entender com clareza o que tem conduzido os jovens a buscarem as drogas, quem são suas famílias, o que estão sentindo nesse processo e assim, demandar dos gestores Municipais, Estaduais e Federais ações que se concretizem. Ações capazes de resgatar a esperança dessas mulheres, cujas demandas estão invisibilizadas.
Valdenice José Raimundo
Doutora em Serviço Social
Docente na Universidade Católica de Pernambuco
Líder do Grupo de Estudos em Raça, Gênero e Políticas Públicas – UNICAP
Coordenadora do Projeto Vidas Inteligentes sem Drogas e Álcool – VIDA.
Endereço para acessar este CV:
População do bairro do Pinga Fogo, sofre com esgoto estourado.
“Pilako segue abaixo as fotos do descado que a cidade de Vitória está fazendo com esses moradores do Pinga Fogo. Esse esgoto está desgraçando a vida dos que moram perto e até dos pequenos comércios como o seu mau-cheiro. Os moradores já procuraram a Compesa mas lá foi dito que era de responsabilidade da prefeitura, mas na prefeitura também dizem o mesmo e eles ficam nesse “lá e cá”. É uma falta de respeito com o contribuinte. Quem poderá nos ajudar?”
Jadson Silva

Momento Cultural: Êxtase – Corina de Holanda
Escancaro a janela de meus sonhos
E me debruço sobre o mundo, rindo,
Ao ver que até nos pantanais medonhos
Estrelas se refletem, traduzindo
A presença de Deus em tudo… Brindo
Então, com meus cantares mais risonhos,
O esplendor dessa lua que, surgindo
Enche de luz recantos tão tristonhos…
E já nem sei onde demore a vista:
Se no infinito azul, em que artista
Faz das estrelas trono da beleza,
Ou se na terra, mares e montanhas,
Rios, vales, florestas… Que tamanhas
Maravilhas pôs Deus na Natureza!
Agosto de 1972
O Tempo Voa Carnavais
O Rei das Coxinhas
Droga e contradições
Adolescente não tem juízo para usar droga. Droga é para usuário, não para dependente. O usuário usa, o dependente não consegue viver sem usar. Droga não pode ser usada em público, por causa do direito do outro. O direito de não conviver com o imprevisível, ao lado de quem está fora da realidade. Em casa, a responsabilidade é da família. Na via pública, a responsabilidade é do estado. O cigarro mata, mas não desmoraliza. O álcool desmoraliza, mas depende da quantidade. A droga faz efeito instantâneo. No Brasil, ninguém jamais proibiu droga. Não há nenhum programa efetivo de combate às drogas. Cidadão de toda escala social a usa: políticos, empresários, vagabundos, cristãos, anjos e demônios. A Polícia não tem o poder de combatê-la sem amparo da Justiça. Na condição dúbia, a própria polícia termina por se envolver com o tráfico. Filosoficamente, ninguém pode ser preso por uso de droga, porque ninguém pode ser condenado por tentativa de SUICÍDIO. Não obstante, todo usuário deveria ser condenado pelos ATOS decorrentes do uso de drogas. E, finalmente, o procedimento deveria ser igual para todos. Não se pode baixar o cacete num drogado esmolambado e alisar um drogado engravatado. O resultado é o que aconteceu no show de Rita Lee. A polícia se irrita e mete o pau no povo, Rita se irrita e mete o pau na Polícia.
Sosígenes Bittencourt
Regresso do “Motoristas”
Ouça a música REGRESSO DO “MOTORISTAS”, composta por José Marques de Sena, na interpretação de Cássio Campos.
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Aldenisio Tavares
Estou voltando para escola.
Depois de mais de duas décadas distante da rotina escolar, ontem, 02 de fevereiro de 2015, voltei para uma unidade de ensino. Apesar do tempo fora da escola, nunca deixei de estudar, apenas, não segui nenhum roteiro pré-estabelecido, estudei o que quis e o que me dava prazer.
Na fase adulta penso que aprender a aprender, seja o melhor dos ensinamentos. Quando criança e adolescente as opções que nos são ofertadas, na esmagadora maioria, não nos são palatáveis. Eis aí, então, o motivo pelo qual as crianças e adolescentes elegem a escola como os últimos lugares dos seus roteiros, apesar de entenderem que é importante e que devem frequentar.
Diz o pensamento do filósofo Friedrich Nietzsche: “nunca é alto o preço a se pagar pelo o privilégio de pertencer a si mesmo”. Voltar a frequentar uma banca escolar depois de certa idade tem suas inconveniências, no entanto, escolher o que quer fazer, como fazer e até a hora de voltar atrás, se for o caso, convenhamos, não deixa de ser um privilégio. Escolhi o curso de história porque me identifico com a disciplina.
Portanto, doravante, também irei me apresentar como estudante, digo estudante e não aluno, pois como diz o pensador, poeta e professor vitoriense Sosígenes Bittencourt: “aluno é uma pessoa que vai para escola e estudante é uma pessoa que estuda.”
Na noite de ontem todos os alunos, recém chegados, foram acomodados no Auditório José Aragão para receber da direção da FAINTVISA palavras de boas vindas e orientações importantes quanto ao funcionamento da instituição. Palestrou na Aula Magna o Diretor Presidente, Ubirajara Junior.
Com relação ao corpo docente e a direção da faculdade gostaria de dizer que, apesar de não conhecer todos, já tenho uma relação de amizade consolidada. Com o diretor presidente, por exemplo, posso dizer que somos contemporâneos dos tempos de “maloqueiragem” no pátio da Matriz. Sendo assim, começo esta nova jornada com vontade e com entusiasmo.




















