Internauta Manoel Carlos comenta no blog

Comentário, na integra, postado na matéria “Discriminar positivamente: uma postura antirracista?“.

Doutora m pareçe que a Senhora bem como todo movimento negro padeçe de uma extrema síndrome de auto negação.
Disriminaçã positive é o mesmoq ue querer aprisionar o s brancos ou não negros pelo fato de pessoas brancas terem, no passado escravizado negros.
Ora, tal prática é injusta, pois no brasil, o mal maior é a pobreza, e não o racismo!
Resolva-se a pobreza e “todos” os negros deixarão as favelas.
A Senhora defende, em certa medida, uma ideologia que nada nos serve…..A senhora se vitimiza, não se aceita, como boa parte das pessoas negras que conheço. Uma pena!
Há uma panacéia em seu pensar: achar que politicas “positivas”, por si só resolverão o “problema”…..(?) Mas que problema? Racismo? Onde?
Ora… cd o racismo brasileiro?
Po onde olhamos vemos negros em cargos e mais cargos de chefia… mulheres negras em novelas…Mulheres negras casando com homens brancos, etc….
Achoque o racismo virou ideologia bancada com dinheiro publico para bancar ao parte dos movimentos negros no Brasil, só isso.

Manoel Carlos

Felicidade

Um cidadão, aqui na rua, amanheceu botando Roberto Carlos pra tocar. Imagine a música que você quiser do repertório do Rei e o palco do evento. O dia amanhecendo, o céu nublado e os passarinhos alvoroçados e cantantes, saltitando sobre o telhado dos escombros da fábrica de bolacha. E imagine que ainda tem gente esperando a felicidade chegar.

Sosígenes Bittencourt

Discriminar positivamente: uma postura antirracista?

cotas raciais

A ideia da discriminação positiva defendida pelo movimento negro e por aqueles que reconhecem que no processo de formação social e econômica do Brasil os negros foram relegados a uma história de negação e abandono, principalmente no que diz respeito ao acesso e participação na dinâmica de mobilidade social, tornou-se um tema sobre o qual não há consenso.

Para que ocorra a discriminação positiva, ou seja, a reparação histórica, o Estado precisa organizar políticas públicas que respondam a essa demanda.  O debate sobre políticas de ações afirmativas pleiteia que entendamos do que se trata. O Professor Titular do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo Kabengele Munanga, assim se refere às políticas de ações afirmativas:

“As chamadas políticas de ação afirmativa são muito recentes na história da ideologia anti-racista. Nos países onde já foram implantadas (Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, Índia, Alemanha, Austrália, Nova Zelândia e Malásia, entre outros), elas visam oferecer aos grupos discriminados e excluídos um tratamento diferenciado para compensar as desvantagens devidas à sua situação de vítimas do racismo e de outras formas de discriminação. Daí as terminologias de “equal oportunity policies”, ação afirmativa, ação positiva, discriminação positiva ou políticas compensatórias”.

No contexto das políticas de ações afirmativas, encontram-se as cotas (um dos mecanismos das ações afirmativas) e outras ações voltadas para a educação, trabalho e cooperação internacional. Espaços que são pré-condições para o acesso às possibilidades de uma vida digna.  O Sistema de Cotas Raciais foi considerado constitucional pelo Supremo Tribunal Federal. Várias universidades possuem políticas de cotas raciais e algumas combinam o critério de raça com o social. Apesar de muitos estudantes que acessaram a universidade pelas cotas já terem encerrado a graduação, muitos se inseriram em programas de pós-graduação stricto sensu e lato sensu e de estarem atuando em diversas áreas, ainda assim as cotas sempre se torna tema de debates “calientes”.

O debate sobre políticas de ações afirmativas e, dentre suas ações, as cotas, se iniciou em 1990, ainda no governo de Fernando Henrique Cardoso, que resultou na criação do Grupo de Trabalho Interministerial para Valorização da População Negra. Em 2001, na Conferência Mundial contra o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Formas Correlatas de Intolerância, em Durban, na África do Sul, o Brasil assinou um Documento, no qual assumiu o compromisso de incluir nas pautas do Estado o atendimento às necessidades da população negra.

Porém, é interessante destacar que durante a Marcha Zumbi contra o Racismo, pela Cidadania e pela Vida realizada no dia 20 de novembro de 1995 foi entregue ao Estado um Documento, no qual os movimentos negros denunciavam a ausência de políticas públicas para a população negra. O ato marcou os 300 anos do assassinato de Zumbi, principal liderança do Quilombo dos Palmares, um território livre em Pernambuco que virou símbolo da resistência ao regime escravista e da consciência negra no país. Em reconhecimento à importância de Zumbi, a data foi transformada em 1971 no Dia Nacional da Consciência Negra. Participaram da marcha cerca de 30 mil pessoas. A marcha influenciou significativamente os rumos da luta contra o racismo em nosso país. O que a população negra tem como políticas públicas é resultado da luta e da organização deste segmento.

            Após as informações acima eu sinto a necessidade de me posicionar a favor das ações afirmativas e no seu conjunto a favor das cotas. Para isto, irei elencar algumas razões:

  1. Precisamos reconhecer que há a discriminação racial e a ideia de que todos são iguais perante a lei não contempla as minorias (politicamente falando). Do texto para o contexto temos um longo caminho a trilhar.
  2. Discriminação positiva corresponde a inclusão, ao invés da segregação, e como já dissemos, tem fundamento constitucional.
  3. A luta deve ser pelo acesso ao ensino público de qualidade para todos, enquanto política pública universal. Porém a experiência histórica aponta para a necessidade das cotas entendidas apenas como um instrumento e uma medida emergencial enquanto se busca outros caminhos para promover a igualdade de acesso ao ensino superior.
  4. Por fim, a desigualdade no Brasil tem a cor dos negros/as. Estamos falando de uma população brasileira em que a maioria é negra e pobre. E que precisa das ações afirmativas para reparar uma violação de direitos que é histórica.

A política de cotas para a população negra como já foi dito anteriormente, teve início nos anos 1990. Porém, as primeiras experiências com cotas no Brasil se deu em 1968. Você conhece a lei nº 5.465, de 3 de julho de 1968 apelidada de “Lei da Cota do Boi”?

Fico por aqui desejando que a vida seja agradável para todos.

Até a próxima!

PQAAAJ0YIQyh4yHm6hlCHLckGKdFtImD30-eAIj2iUJkbKe_ojl4aKUi7WtGxFcQx2c5T6JsM8_uWLJMliPy9koH9dkAm1T1UNhe7KLfmbg1NDHhhct8P1J9G21g

 

Valdenice José Raimundo
Doutora em Serviço Social
Docente na Universidade Católica de Pernambuco
Líder do Grupo de Estudos  em Raça, Gênero e Políticas Públicas – UNICAP
Coordenadora do Projeto Vidas Inteligentes sem Drogas e Álcool – VIDA.
Endereço para acessar este CV:

Palinha do Léo dos Monges: MADALENA

MADALENA (ELIS REGINA)
AUTOR: IVAN LINS

Madalena
O meu peito percebeu
Que o mar é uma gota
Comparado ao pranto meu.

Fique certa
Quando o nosso amor desperta
Logo o sol se desespera
E se esconde lá na serra.

Madalena
O que é meu não se divide
Nem tão pouco se admite
Quem do nosso amor duvide.

Até a lua se arrisca num palpite
Que o nosso amor existe
Forte ou fraco alegre ou triste.

leo

 

 

Leo dos Monges

Botão RSB

Momento Cultural: O HOMEM E A NATUREZA – por MELCHISEDEC

Melchisedec

A ingratidão é condição própria do ser humano, ele raramente reconhece os benefícios recebidos.

A Natureza supre o homem de tudo que é necessário para se manter vivo, entretanto, existem seres humanos que recebem todas as dádivas e são incapazes de agradecer.

A Natureza oferece sem paga, cereais, frutas, vegetais, leite, ovos, açúcar, calor, frio, luz, chuva, sol, água e ar, necessários à vida. Sem ela não haveria luz, calor, frio, chuva, sol e brisa.

Infelizmente o ser humano esquece que a vida é um ato de doação e recepção. O ato de dar implica necessariamente no de receber, porque é dando que se recebe.

O homem envolvido cada vez mais na existência material esqueceu os propósitos da Criação, convertendo-se em ladrão das dádivas da Natureza, por isso, tornou-se transgressor das leis naturais e responsáveis pelos seus atos.

Para se redimir de suas faltas é necessário que procure, na medida do possível, tentar mudar nas criaturas e em si próprio a mentalidade retrógrada, sempre voltada para o mal, procurando o caminho da iluminação, construindo a paz e o bem estar comum, no seio da sociedade.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 77).

#3BloggerPE será transmitido ao vivo

materia

Por Max Felipe/ imprensa3bloggerpe@gmail.com

Neste final de semana, as lentes das câmeras fotográficas, de smartphones e tablets estarão voltadas para Olinda. Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, a cidade recebe o 3º Encontro Estadual de Blogueiros que irá promover ações propositivas acerca do setor de Comunicação no Brasil.

Em tempo real, o hotsite e o facebook oficial do #3bloggerpe estarão atualizados, cobrindo na primeira noite o jornalista Altamiro Borges (presidente do Instituto Barão de Itararé). Conhecido por Miro, Altamiro abre o evento com a conferência: “Democratizar é preciso – pela regulamentação econômica da mídia”.

Direto de Berlim, na Alemanha, o brasileiro Gustavo Guimarães vai acompanhar toda a transmissão. Formando pela Lawrence University, nos Estados Unidos, Guimarães é pesquisador convidado pela Fundação Alexander von Humboldt. “Quero muito prestigiar, divulgar e mostrar na Europa a união da blogosfera no Brasil”, frisou.

O 3º Blogger é destinado aos produtores de conteúdo para mídias digitais, publicitários, jornalistas, radialistas, estudantes de comunicação social, informática e direito. O evento é promovido pela Associação dos Blogueiros de Pernambuco (AblogPE) e o Centro de Estudos Barão de Itararé. Confira a programação completa AQUI.

E você? Compre já sua pipoca, refrigerante e assiste as palestras, transmitidas ao vivo via Youtube (www.youtube.com.br/ablogpe).

Pé de Pitanga

Debruçado sobre o muro aqui de casa, um pé de pitanga vigia a rua. Mulheres que vêm de bairros distantes passam, de braços dados, a admirá-lo.

– Êi, Maria, vê quanta pitanga!

As pitangas, suspensas no ar, parecem se balançar de vaidade, olhando para lá e para cá.

– Menina, e tem de toda cor!

Alguns pinguços também já as admiraram, lambendo os beiços, ébrios de desejo.

– Isso dá um tira-gosto arretado!

Sinto-me contente com tamanha dádiva. A eugenia uniflora, que dá em quintais, empertigada no canto do muro do meu terraço. Sei que a drupa globosa é comum na Mata Atlântica brasileira e naIlha da Madeira em Portugal. Ao sol vesperal, parecem mimos caídos do céu, esses novelos decálcio coloridos d’aquém e d’além mar.

Bem sei que alguns a futucam com um pau, no intuito de fazer um ponche, chupar minhas pitangas. Nem por isso vou “chorar as pitangas”, me aperrear, ficar me lamuriando. Aliás, lembra-me a célebre reflexão do revolucionário francês Babeuf: Os frutos da terra pertencem a todos, e a terra, a ninguém.

Sou um homem feliz, porque, em meio à struggle for life (luta pela vida), tenho tempo de parar para observar minhas pitangas e produzir esta crônica.

Mimoso abraço!

Sosígenes Bittencourt

Cacá Soares

Com a música “Uma Chance“, Cacá Soares encanta. A música é de autoria dos vitorienses Samuka Voice, Cacá Soares e deste colunista. Ela faz parte do primeiro álbum do cantor, com participação especial de Bruna KellyOuça!

[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/caca-soares.mp3″ text=”Uma Chance – Cacá Soares e Bruna Kelly” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/caca-soares.mp3″]

Aldenisio Tavares

Educação e Escolarização – por João do Livramento

Untitled-2

A grande maioria das famílias brasileiras confundem, educação com escolarização, quando na verdade a escolarização é apenas uma parte do processo de educação, onde aprende-se as matérias curriculares. Já a educação, é a formação como um todo de cada indivíduo, ou seja, “formação cultural; social; financeira; religiosa; alimentar e moral”. E que deve começar no convívio familiar desde os primeiros anos de vida. Porém não é isso que temos acompanhado nas famílias. Hoje as crianças vão para as “escolinhas” cada vez mais cedo, achando os pais que isso é benéfico para a criança, mas estudos indicam que as crianças de até 5 anos, devem estar em contato direto com as mães, e que, esta separação precoce, tem gerado reflexos que possivelmente são a causa de tantos jovens “inseguros”. Por outro lado os pais tem negligenciado a educação de seus filhos. Sem a autoridade dos pais e regras a cumprir, as crianças por exemplo, comem o que querem, a hora que querem e onde querem, além de serem deseducados pela mídia, aja vista que uma criança de 5 anos quando chega à escola, já tem assistido mais de 6 mil horas de TV, com programação totalmente inadequada para a sua faixa etária. Pois bem, essas crianças quando chegam na escola, encontram “regras e normas” que devem ser seguidas e pelo fato de não as trazerem como hábito doméstico, não querem cumpri-las, e a escola passa a ser um “obstáculo” em suas vidas, personificado na figura do professor, que muitas vezes chega a ser agredido. Muito se comenta a respeito da obrigação do poder público na educação das nossas crianças e adolescentes, o que é uma reinvindicação legítima, porém, a família não pode se furtar de suas tarefas, que são básicas para a construção de um ser humano com senso de: respeito, deveres, obrigações e por fim direitos. Mas o que vemos é uma retórica em cima dos “direitos da criança e do adolescente”. E não apregoam-se os conceitos de respeito, deveres e obrigações, que devem vir antes de tudo. Precisamos desfazer esse mal entendido urgentemente, caso contrário, continuaremos nesse perigoso equívoco social que nos encontramos hoje, pois basta um olhar atento, para que se identifique o “flagelo sociocultural”, que é infligido a essa geração por nós, que somos seus tutores. Logo se refletirmos um pouco, iremos compreender o fato de que eles serão os tutores da nossa velhice. Por fim encerro com esta frase para sua reflexão, pensem nisso!

“O mundo que nós vamos deixar para os nossos filhos,
depende muito dos filhos que vamos deixar para o mundo.”

 João do Livramento.        

Internauta Pedro Cesar comenta no blog

Comentário postado na matéria “Internauta ALEXANDRE ROGÉRIO responde a comentário de Pedro Cesar“.

Senhores respeitosamente fiz um comentário que gerou insatisfações por parte do senhor Alexandre, é fato!
mas, melhor do que ele se infezar com meus comentários seria o mesmo agir,e não ficar presidindo uma entidade muito importante sem dar a mesma um rumo adequado!
Quantas ações até hj a associação presidida pelo senhor Alexandre já impetrou na justiça contra o poder municipal? Ou ele acha que as reportagens de Pilako vão resover alguma coisa?
Será que o senhor Alexandre não é mais um ingênuo que acredita nas historinhas políticas? Ou, infelizmente usa a associação para se promover pessoalmente?
Quais as ações sociias em andamento?
Entendo que o senhor Alexandre, a quemmuito estimo, deve reconhecer que a associação dele pouco ou quase nada faz pelos deficientes físicos…. acho que esmolas, favores não dignificam o portador de necessiades especiais!
Outra pergunta: JÁ QUE OUTRA ASSOCIAÇÃO ENTROU COM AÇÕES A MESMA SERÁ APOIADA PELO BOM ALEXANDRE? OU FICAR A GUERINHA DOS DERROTADOS?
Amigos esse modelo de vcs já não se sustenta,; se reciclem!
Vcs parecem ter medo! Vejo vcs de governo em governo e nada em favor dos deficientes se faz nessa cidade!
Cd a luta de vcs por calçadas?
Cd a luta de vcs acessibilidade?
Cd a luta de vcs por medicamentos, etc/
Pilako pelo Brasil a fora as associações de deficintes são autonomas, livres,independentes..seus lideres não tem cargos públicos….
As mesmas processam e usam a força da lei para serem respeitados, mas a do Senhor Alexandre nada vejo fazer…..me mostrem por favor!
Diferentemente de vcs a do Senhor Bola já tem tres Ações civis publicas em favor dos portadores de necessidades especiais….viva! ajudem-no! Pois a luta é de todos, e não de alguns!
Mas mesmo assim acho que o bom Alexandre e os seus já estão ultrapassados, e devem ceder o lugar para os que querem trabalhar sem mendigar ajuda de seu “elia” e de outros!
Um forte abraço a vc Pilako e ao amigo Alexandre.!

Pedro Cesar