Foto registrada durante a concentração do Bloco da Saudade (1997). Ex-vereador João Gomes (seu Doca) e sua filha.
Arquivo do Autor: Arquiles Petrus
Momento Grau Técnico Vitória
Que deselegante! Uma pesquisa realizada pela Catho apontou que manter o celular ligado e prestar atenção em possíveis notificações durante uma entrevista de emprego são atitudes que podem demonstrar falta de interesse. Fique ligado! #GrauTécnico
Hoje na História – 14/JUL – por Tadeu Prado
PAPA FRANCISCO E EVO “IMORALES”

Engana-se quem interpreta que o princípio do Comunismo, de repartição do pão, comunga com o princípio cristão. O Comunismo, na repartição, oferece o pitoco à classe trabalhadora e patrimonializa o miolo. Ademais, quem tem juízo, não dá um pio, embora comer calado seja deglutir o pão que o Diabo amassou.
Dada a escalada “progressista” de sua Igreja, presentear o Papa com um crucifixo em forma de foice e martelo, o ícone do Comunismo Soviético, é mesmo que oferecer um canhão a uma carmelita descalça. Evo Morales provocou indignação no susto que deu no Papa. Evo, o presidente da Bolívia, foi “imorales”. Ser comunista é uma coisa, fazer propaganda ideológica em cima do Papa é uma “pegadinha” histórica de mau gosto e um disparo pela culatra.
Passar carão no Capitalismo, chamando atenção para a corrupção, o grande câncer da República, não significa ser Comunista. O Papa tem de se recolher ao Vaticano e lançar suas bênçãos olhando para o céu e recurvando-se diante do horizonte e os quadrantes do mundo. Não dá para sair passeando por aí, aquém e além-mar, arrostando a loucura global do imperialismo mundial.
Sosígenes Bittencourt
Circulando
Ouça a música “CIRCULANDO” composta por Aldenisio Tavares, na voz de Nildo Ventura.
[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/circulando2.mp3″ text=”Circulando – na voz de Nildo Ventura – Composição Aldenisio Tavares” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/circulando2.mp3″]
Aldenisio Tavares
Internauta Fabiana Carneiro comenta no blog
Comentário postado na matéria ““BENEFÍCIOS DA EDUCAÇÃO MUSICAL NA SOCIEDADE DO FUTURO” – por João Bosco“.
“A priori”, parabenizo João Bôsco pela belíssima iniciativa, ao evocar a necessidade da musicalidade na nossa vida cotidiana. Vez que, nos dias atuais a violência, o egoísmo e a falta de amor ao próximo, estão tomando conta dos jovens e crianças.
Existe realmente uma imperiosa necessidade de introduzirmos a música nas escolas, faculdades e universidades. Visto que, já foi demonstrado através de diversos estudos e pesquisas, que a musicalidade apresenta resultados bastante benéficos para o corpo e a alma, pois consegue passar uma sensação de bem estar. Tanto que a música é utilizada como forma de terapia e tratamento.
Os jovens e crianças que são inseridos no “mundo” musical, muitas vezes não se envolvem com as drogas e a violência. Pois a musicalidade…educa, disciplina!!!Fabiana Carneiro
Amigos do Parque
Momento PITÚ
Momento Cultural: Ao meu encontro – por João do Livramento
Quem me busca de verdade
Vai me achar na caridade,
Pois afirmo com certeza
Me apresento na pobreza.
Se um doente é acolhido
Podes crer que fui servido,
E jamais vou esquecer
De quem me veio socorrer.
Se desejas me encontrar
Nos asilos vem me achar,
Mas quem pode acreditar
Que estou neste lugar?
Se sou faminto na criança
Não cobiço tua herança,
O alimento é o que te peço
Serve ao rei do universo.
A oração é importante
E a caridade relevante,
Unindo as duas com amor
Encontrarás teu criador.
João do Livramento
O Tempo Voa: Corrida de Jumento na Matriz (1977)
Momento Grau Técnico
É ou não é pessoal? E conteúdo, é com o Grau Técnico. #GrauTécnico
SERVIÇO
Grau Técnico Vitória
Rua Henrique de Holanda, 1210 – Centro
Vitória de Santo Antão (Antiga BR232).
TEL: (81) 3526.4099
Hoje na História – 13/JUL – por Tadeu Prado
PENSANDO MESMO
Eu sempre imagino que precisamos de dois profissionais antes de mais nada: um psicólogo e um professor de Língua Portuguesa. O psicólogo para nos revelar nossos transtornos psicológicos, e um professor de Língua Portuguesa para nos ensinar a ler e escrever. Infelizmente, estamos nas mãos de transtornos que desconhecemos e sem saber se estamos lendo e escrevendo corretamente.
Sobre mim mesmo, eu vejo poesia em tudo, por isso ando pelo cantinho da calçada. Porém, é o único transtorno do qual não desejo me curar.
Sosígenes Bittencourt
João Caverna canta “O Fim da Solidão” de Toni Amorim
JOÃO CAVERNA interpreta do compositor TONI AMORIM a música O FIM DA SOLIDÃO.
[powerpress url=../mp3/joaocaverna15.mp3]
Gostou da música? – Baixe a MP3
Aldenisio Tavares
A invasão das motos em Vitória de Santo Antão

Quem anda pelas ruas da cidade de Vitória observa um quantitativo muito grande de motocicletas. Como também é comum ouvir falar sobre os acidentes envolvendo motoqueiros/motociclistas, do excesso de velocidade. Esses dias, depois de escutar um relato de acidente, seguido de morte, que aconteceu no bairro de Lídia Queiroz, passei a observar melhor esse fenômeno em Vitória.
São muitas motocicletas, pilotadas, majoritariamente, por homens jovens. Deixaram de ser um objeto apenas de prazer e de acessibilidade restrita pelos preços altos, como era quando surgiram no Brasil na década de 60, para ser um meio de transporte bastante utilizado, principalmente pela sua praticidade. Em 2011 o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) apontou que a moto era usada por 5,5% da população que vivia nas capitais e por 15% nas demais cidades. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou em 2012 que as motocicletas estavam presentes em 20% das casas, com 12,6 milhões de unidades. Os dados indicam que não é um fenômeno presente em Vitória, mas em todo Brasil.
Percebo que no caso de nossa cidade, também é um meio de conseguir recursos materiais para sobreviver, ou seja, é usada para o transporte de passageiros. Até aqui não tem nenhum problema a equacionar. Mas o que me inquietou é que tenho observado diversas irregularidades no uso da motocicleta. Em Vitória é comum ver crianças sendo carregadas entre o piloto e a mãe; motoqueiros carregando três pessoas, fazendo ultrapassagens perigosas… É válido salientar que existem pessoas que pilotam de forma responsável, mas um quantitativo significativo comete irregularidades e irregularidades põem em risco a vida das pessoas. E para além da banalização da vida, ela continua sendo o maior bem que temos.
Então, eu gostaria que pensássemos rapidamente na vida como um bem de valor imensurável. A vida como um presente do Criador para ser vivida com alegria, saúde, amor, fé, respeito, responsabilidade, dentre outras coisas. Sabe, às vezes parece que as pessoas não entenderam que o que é valioso precisa ser bem cuidado. Colocar sua vida em risco e a de outras pessoas é uma denúncia não vocalizada desse não entendimento.
Outra coisa que devemos pensar é que existem normas e estas estão sendo desobedecidas por absoluta falta de fiscalização. Inicialmente as normas existem não para punir as pessoas, mas para orientar a convivência social, ou seja, elas são necessárias socialmente. É evidente que precisamos estar atentos a normas com conteúdo opressor, capaz de cercear a nossa liberdade, mas a construção de normas que contribuam para uma boa convivência entre pedestres e os usuários dos meios de transporte, no caso em questão as motocicletas, são importantes, pois nesse caso o que está em questão é a vida. E plagiando o comercial da TV: a vida não tem preço! Ou será que tem? Então, quanto vale a vida? Na canção de Engenheiros do Havaí diz que “são segredos que a gente não conta, contas que a gente não faz, quem souber quanto vale, fale em alto e bom som”.
Então eu grito: A vida vale muito!
Cuidemos dela.
Até a próxima.
Valdenice José Raimundo
Doutora em Serviço Social
Docente na Universidade Católica de Pernambuco
Líder do Grupo de Estudos em Raça, Gênero e Políticas Públicas – UNICAP
Coordenadora do Projeto Vidas Inteligentes sem Drogas e Álcool – VIDA.
Endereço para acessar este CV:
Internauta Danielle Alves comenta no blog
Comentário postado na matéria ““BENEFÍCIOS DA EDUCAÇÃO MUSICAL NA SOCIEDADE DO FUTURO” – por João Bosco“.
Parabéns João Bosco! ótimo artigo e excelente iniciativa. “Toda semente plantada é uma esperança lançada”. Concordo plenamente que a cidade necessita de um curso de licenciatura em Música. Fico na torcida e espero que seja uma realidade próxima.
Danielle Alves
Palinha do Léo dos Monges: Sá Marina (Wilson Simonal)
Sá Marina (Wilson Simonal)
Autores: Antonio Adolfo / Tibério Gaspar
Descendo a rua da ladeira
Só quem viu, que pode contar
Cheirando a flôr de laranjeira
Sá Marina vem prá dançar…
De saia branca costumeira
Gira ao sol, que parou prá olhar
Com seu jeitinho tão faceira
Fez o povo inteiro cantar…
Roda pela vida afora
E põe prá fora esta alegria
Dança que amanhece o dia
Prá se cantar
Gira, que essa gente aflita
Se agita e segue no seu passo
Mostra toda essa poesia do olhar
Huuuuuuummmm!…
Deixando versos na partida
E só cantigas prá se cantar
Naquela tarde de domingo
Fez o povo inteiro chorar
E fez o povo inteiro chorar
E fez o povo inteiro chorar…
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Oh!
Deixando versos na partida
E só cantigas prá se cantar
Naquela tarde de domingo
Fez o povo inteiro chorar
E fez o povo inteiro chorar
E fez o povo inteiro chorar
E fez o povo inteiro chorar…
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
E fez o povo inteiro chorar
E fez o povo inteiro chorar
E fez o povo inteiro chorar
E fez o povo inteiro chorar…
Leo dos Monges
Momento Cultural: Áureo Jubileu – por ALBERTINA MACIEL DE LAGOS
Saudação ao nosso “Colégio Nossa Senhora da Graça”, pela passagem gloriosa do seu cinquentenário de fundação em prol do engrandecimento cívico-moral-religioso da nossa tradicional Terra das Tabocas:
– “Hoje… (declara o Calendário):
um fato aconteceu, em tempo ido…
que, registrado foi, nos Anais da História
cívica – moral – artística, da Vitória”.
Remontemo-nos ao ano de 1929…
A terra de Santo Antão
se ressentia, então
de ALGO, que, a sua juventude erguesse
e o casulo rompesse
do marasmo inerte que o envolvia
e livre, pudesse alar-se
na ânsia de ascender
até elevar-se
ao pináculo da Glória,
nas asas da Virtude e do Saber!
Como se fora um Presente
emanado dos Céus
e doado por Deus
eis que se concretiza,
Após muito lutar
o sublime Ideal
de um Apóstolo dedicado
– Cônego Américo Pita,
nosso amado Pastor,
– alma vitoriense
tansbordante de Amor!
Braços erguidos!
e Vitória a bradar:
– “Para o Alto os corações”!
que nos surgiu, egrégio
o nosso Colégio
“Nossa Senhora da Graça”
a brilhar sem jaça
num arroubamento juvenil
plasmando gerações
num lapidar constante,
confiante,
para Deus e o Brasil!
Avante! Colégio bem amado
Através do valor das tuas Mestras
– as “Religiosas da Instrução Cristã”
que, transbordando Amor,
espargindo vão, em toda parte,
a Doutrina sã,
imperecível,
do Divino Redentor!
(SILENTE QUIETUDE – ALBERTINA MACIEL DE LAGOS – pág. 19 e 20)
EDUCAÇÃO ESCOLAR VERSUS EDUCAÇÃO MUSICAL – O duelo da formação e construção da sociedade do futuro.
Vamos abordar a palavra educação na modalidade de “conceito”, para que possamos trabalhar as diversas linhas de pesquisas, que podem partir destes dois conceitos educacionais e assim possamos entendê-los. A escola é o local onde o ser humano ao nascer – desde criança – começa freqüentá-la e o processo da aprendizagem, passo a passo vai sendo construído. Durante este processo de construção acadêmica, acontecerá o surgimento das dificuldades em diversas áreas, tais quais: gramatical, textual, interpretação, produção, ciências humanas, ciências sociais, exatas e etc. Ao analisarmos de forma superficial, ficaria fora deste processo analítico, o adolescente e o adulto, no entanto, ao focarmos de forma mais abrangente, descobriremos que também está incluso, o adolescente e o adulto.
A educação se for defini-la, encontraremos vários ramos da mesma, porém, o assunto abordado neste artigo está focado em duas linhas educacionais que podem e devem servir de enriquecimento intelectual, profissional e social. A primeira linha: a “educação escolar” e a segunda linha: a “educação musical”. Se associarmos escola e música, para “alguns” que tem uma visão apenas artística e empreendedora, cujos objetivos estão direcionados aos dividendos e que a causa social não estar contida em seus planos, realmente não conseguirão observar o valor que a música na qualidade de ciência social pode fazer por um ser humano.
O duelo existente entre estes dois ramos educacionais, “escola” e “música”, apresenta que, quando a educação musical é trabalhada em sala de aula, a educação escolar produzirá mais e, os frutos, os benefícios deste aprendizado, surgirão não no momento, mas a longo prazo. Conforme é apresentado no primeiro parágrafo, onde as disciplinas são mencionadas, em referência a educação escolar. Mesmo com a Lei 11.769 de 18 de agosto de 2008, em atuação e regendo o Curso de Música de forma obrigatória nas escolas regulares, ainda está havendo um quadro deficiente na formação do Corpo Docente, onde às vezes os próprios docentes não tocam nenhum tipo de instrumento musical.
Os Municípios precisam urgentemente, observar e analisar este assunto em pauta, porque, é a formação educacional e social dos discentes, dos docentes, dos Municípios e da sociedade geral, que estão contidos neste processo de aprendizagem e talvez no esquecimento. Quem está preocupado com a causa acadêmica e social e, disponível para participar deste duelo? O duelo já começou!
João Bosco do Carmo
http://lattes.cnpq.br/8222363703321930
e-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com
(81) 3523-1893 – Trabalho
(81) 9793-8116 – TIM
(81) 8435-5757 – Oi
Momento PITÚ
SE LIGUE: QUANDO FOR MERGULHAR, CUIDADO PRA NÃO ENGOLIR ÁGUA, SÓ AGUARDENTE! Emoticon wink
#Ficaadika #Mergulhorochedo #NaçãoPituzeira
Um abraço pro #Pituzeiro Brown, que mandou essa ideia.

















