HOJE: Exposição Ariano Suassuna, vida e memória.

arianoÉ com grande satisfação que o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão realizará, exposição comemorativa pela passagem do primeiro aniversário de morte do escritor Ariano Suassuna. Tendo como princípio norteador, guardar e preservar para a posteridade a memória de personagens e fatos importantes da nossa história, O Instituto Histórico tem a honra de realizar a presente exposição em homenagem a este grande dramaturgo, romancista e poeta, figura singular da cultura nordestina.
A exposição fará uma volta à sua linha do tempo enfatizando sua trajetória admirável, trajetória de vida. Como a lembrança é um sentimento que transita entre admiração e carinho, lembramos o poeta português Fernando Pessoa quando disse, certa vez, que: “O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.” Nesse sentindo, fazendo nossas as palavras do poeta, podemos dizer que Ariano Suassuna foi, sem dúvidas, uma pessoa inesquecível e incomparável, que merece ter seu valor e obra reconhecidos e sua memória sempre lembrada.

Programação:

Abertura:

24-07 19h Conversando sobre Ariano Suassuna e sua importância para a cultura nordestina, roda de dialogo com o prof. Carlos Newton- biografo e amigo pessoal do homenageado.

No momento a exposição estará aberta oficialmente.

A apresentação cultural ficará por conta de poetas da cidade.

Homenagear o poeta Ariano Suassuna, partilhando com o público sua vida e obra, objetos e acontecimentos que fizeram parte de sua vida, afim de guardar para a posteridade o resultado, será apresentar ao público todo o brilhantismo de sua vida e produção artística

Internauta Alexandre Magno comenta no blog

Comentário postado na matéria “Internauta comenta no Blog

Para um jovem devoto buscando seu conselho, o Mestre disse:

“O mundo cria maus hábitos em você, mas o mundo não vai se responsabilizar por suas ações provenientes desses hábitos. Então, por que entregar todo o seu tempo ao mundo? Reserve mesmo que apenas uma hora por dia para a verdadeira exploração científica da alma. Será que o Doador do próprio mundo, de sua família, dinheiro e tudo o mais não merece uma vigésima quarta parte do seu tempo?”

Alexandre Magno Fernandes Moreira

Exposição Ariano Suassuna, vida e memória.

arianoÉ com grande satisfação que o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão realizará, exposição comemorativa pela passagem do primeiro aniversário de morte do escritor Ariano Suassuna. Tendo como princípio norteador, guardar e preservar para a posteridade a memória de personagens e fatos importantes da nossa história, O Instituto Histórico tem a honra de realizar a presente exposição em homenagem a este grande dramaturgo, romancista e poeta, figura singular da cultura nordestina.
A exposição fará uma volta à sua linha do tempo enfatizando sua trajetória admirável, trajetória de vida. Como a lembrança é um sentimento que transita entre admiração e carinho, lembramos o poeta português Fernando Pessoa quando disse, certa vez, que: “O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.” Nesse sentindo, fazendo nossas as palavras do poeta, podemos dizer que Ariano Suassuna foi, sem dúvidas, uma pessoa inesquecível e incomparável, que merece ter seu valor e obra reconhecidos e sua memória sempre lembrada.

Programação:

Abertura:

24-07 19h Conversando sobre Ariano Suassuna e sua importância para a cultura nordestina, roda de dialogo com o prof. Carlos Newton- biografo e amigo pessoal do homenageado.

No momento a exposição estará aberta oficialmente.

A apresentação cultural ficará por conta de poetas da cidade.

Homenagear o poeta Ariano Suassuna, partilhando com o público sua vida e obra, objetos e acontecimentos que fizeram parte de sua vida, afim de guardar para a posteridade o resultado, será apresentar ao público todo o brilhantismo de sua vida e produção artística

Momento Cultural: ESPAÇO – por MELCHISEDEC

Melchisedec

Para nós, seres humanos, o nosso espaço no cosmos, começou a três milhões e quatro centos mil anos, porém, só a trinta mil anos, começamos a entender onde vivíamos e o que éramos.

Conquistamos o fogo, iniciamos plantio das sementes, aprendemos lidar com os animais, aplicamos nosso primitivo talento para criar os instrumentos de trabalho, usando a pedra, depois descobrimos o ferro e o bronze que permitiam um avanço significativo na nossa arte de fazer as coisas.

Com o ajuntamento das pessoas, formamos as tribos, as comunidades agrícolas que foram evoluindo até a formação das cidades.

Nesse vasto espaço cósmico, a nossa memória parece confinada no estreito lugar do planeta em que vivemos. Pouco a pouco vamos aparecendo em forma de escritos históricos para dizer à posteridade o que fomos, o que somos e o que seremos.

Hoje, todas as pessoas de quem ouvimos falar, viveram e lutaram em algum ponto deste planeta.

Todos os reis, sábios, nobres e plebeus, batalhas, guerras, migrações, invenções, tudo que há nos livros, sobre a história do homem, aconteceu aqui.

Dentro desse imenso espaço do universo de onde emergimos, somos um legado de vinte bilhões de anos de evolução cósmica.

Agora vemos nosso planeta à beira da destruição. As máquinas mortíferas inventadas pelo homem para sua própria destruição. É a inversão de valores.

A maldade tomou conta do coração do homem. Agora temos que melhorar a vida na terra e conhecermos o universo que nos criou, sem desperdiçar nossa herança de vinte bilhões de anos numa autodestruição insensata.

O que acontecer no próximo milênio, dependerá do que fazemos aqui a agora, usando a nossa inteligência e a nossa vontade para salvar o planeta.

Lembremos que: “há mais coisas entre o céu e a terra de que supõe vã filosofia”.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 61).

A OSTRA E A PÉROLA

A natureza fala, em silêncio, por isso é preciso silêncio para decifrar sua oração. Para ilustrar minha reflexão, eu me servirei de um exemplo, resumido no texto A Ostra e a Pérola.
“Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas. Pérolas são produtos da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. As pérolas são feridas curadas. Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada NÁCAR. Quando um grão de areia a penetra, as células do NÁCAR começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada. Se você já se sentiu ferido, então produza uma pérola!!! Cubra suas mágoas com várias camadas de amor.”
O grande poeta alemão Goethe aconselhava: Faz da tua dor um poema, e ela será suavizada.
Sublimado abraço!

Sosígenes Bittencourt

Paulo Nascimento e a Banda Real

Paulo Nascimento e a BANDA REAL no CD “Me Faz Feliz“, com a composição deJoão Caverna, a música COCO DA CABRA, com a interpretação de Alcir Damião, Nici e Paulo Nascimento.

[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/bandareal.mp3″ text=”Banda Real – Coco da Caba” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/bandareal.mp3″]

Aldenisio Tavares

Internauta JORDANIA comenta Coluna O Tempo Voa

Comentário postado na coluna “O Tempo Voa: Rua Imperial“.

Lindíssima e Bela Imagem; como esta cidade era linda !!!!
Se este município tivesse sido administrado por gestores oriundos de boa índole(incluso também cultura), estariam preocupados com a memória da terra -nada deveria ser modificado e sim preservados – e esta rua, nos dias atuais, seria ponto turístico .

Meses atrás, de passagem rápida, andando pela rua Imperial fiquei ESTARRRECIDO “mesmo” com a quantidade de carros estacionados, dos dois lados, em cima das calçadas, e também MUITO TRISTE com modificações feitas nas “históricas” casas . Históricas sim porque fazem parte do início da progressão da cidade.

JORDANIA

TADEURua Imperial (ano não registrado). Acervo pessoal de Daniel Andrade.