CONVITE

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No dia 3 de Agosto, Vitória de Santo Antão comemora a 370º passagem da gloriosa Batalha do Monte das Tabocas.

Para festejar a importante data o Instituto Histórico e Geográfico local promoverá uma solenidade cívica que ocorrerá no dia 31 de julho às 19,30h., no seu auditório, Silogeu Professor José Aragão.

A pauta está assim constituída:

-palestra do professor historiador Biu Vicente da UFPE;

-aposição da foto da nossa presidente de honra professora Eunice Xavier;

-tomada de posse de novos sócios;

-apresentação do site, recentemente criado, do Instituto;

-números musicais.

Venha prestar essa homenagem aquela que durante 20 anos foi a grande timoneira da Instituição.

Contamos com sua presença.

Antecipadamente agradecemos,

Diretoria do Instituto Histórico e Geográfico.

Momento Cultural: Caminhada Fugaz – por Luciene Freitas

Cortando o céu, num clarão, a vida fugaz,
tal Via-láctea incandescente, bela,
no compasso pulsa. Efêmera luz que apraz!
Expande-se, pelo universo se esfacela…

Passa entre os astros e laços de ternura
em suaves voltas une almas, paralelas.
O amor em esplendor navega… à ventura
entre anjos. Crianças riem, serenas, singelas.

Corre a vida, corre contra o tempo,
marcando faces, machucando almas
na jornada fugaz, tal qual o vento,
entre megalegorias de estrelas… vagas.

Meditável tempo: estradas, veredas, ruelas…
onde há coroas de louros ou de espinhos.
Auroras, ocasos, dão matizes a aquarela
que se desenvolve na dureza dos caminhos.

Passa o Sol, a Lua, passam nuvens de carmim,
noite, dia. Vertigem! Tudo se acaba!
Céu ou inferno? Guiados por um Serafim
passamos, rumo ao tudo ou rumo ao nada.

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Certificado da Academia Petropolitana de Poesia Raul Leoni. Petrópolis / RJ. 19-10-2002.
 

Luciene Freitas é Escritora vitoriense, autora de dezenas de livros,
entre adultos e infantis.

 

Momento Grau Técnico Vitória

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SERVIÇO
Grau Técnico Vitória
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Vitória de Santo Antão (Antiga BR232).
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O DESEJO E A DOR

Passamos a vida, submetidos a duas experiências básicas: o desejo, que busca a satisfação, e o afeto que busca evitar a dor. Mas, como evitar a dor, se desejo é vida, e a vida impõe limite aos desejos?

A dor física é uma ruptura, algo que rompe, dói. Uma faca que nos corta a pele, um órgão doente que precisa ser extirpado. Esta dor, nós sabemos teoricamente como resolver. A dor psíquica é uma dor de amor, ou seja, algo que nos desorganiza psiquicamente. É um rompimento com algo que tínhamos ou desejamos e nos falta. É uma dor interior, que nos encarcera, e o mundo desaparece.

Sosígenes Bittencourt

Momento Cultura: Conta à História – por João do Livramento.

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Por Eva veio a desgraça

E a expulsão do paraíso

Adão nem bebia cachaça

Ô homem velho sem juízo!

 

E David que era um grande rei

Além de ungido pelo senhor

Mas quando viu Bate-Seba nua

Na hora o cabra endoidou

 

Achando pouco a traição

Mandou Urias pra morte

Bem na frente do pelotão

Entregue a própria sorte

 

“Ti amo Sansão” dizia Dalila

E o segredo o besta contou

Pois foi quando ele dormia

Que seus cabelos ela cortou

 

Os olhos chegaram a furar

Foi bom pra ele aprender

A em mulher não confiar

Que o resultado é padecer

 

Pois se eu quiser continuar

E nos dias de hoje chegar,

Tem tanta, mais tanta história

Que Papel e tinta vai faltar,

Então quem ler e tiver mãe,

Trate logo desse fogo tirar.

 

João do Livramento.

MÃE, MISSA E BIRIBIRI

Mãe é uma invenção de Deus. Até quem não acredita num Ser Superior, fica desconfiado. Pode-se até analisar o caráter de um ser humano, pela maneira como trata sua mãe.

Apesar de minha genitora ser evangélica desde que veio ao mundo, fui convidado por dois católicos, no Dia das Mães, para assistir a uma missa em latim, ali no Recife. Igreja antiga, cheirando ao tempo, padre entoando latim, discurso sobre a intermediação da palavra no encontro do homem com Deus. Muito bonito. Uma hora inesquecível, um evento memorável. Principalmente, para mim, uma ovelha desacostumada a visitar a Domus Dei e ajoelhar-se para agradecer. Geralmente, nesses êxtases, o homem chora.

A viagem foi um Café Filosófico. Danei-me a falar, citando a mitologia grega, contando histórias de divindades pagãs, entusiasmado com a sabedoria dos pensadores clássicos. Discorri até sobre o Destino, oAcaso e a Ação do Homem. Talvez, um antropocentrismo meio descabido para o momento, mas um exercício mental louvabilíssimo num universo de tanta asneira e falta de reflexão em que vivemos.

Depois, demos um saltinho lá no Bairro da Torre para visitar um padre, mas não o encontramos. Conhecemos, no entanto, um cidadão que mora pertinho da Igreja, que atende pelo nome de Luiz Anselmo. Aos 65 anos, dizendo-se filho de uma senhora com 100 de idade, anda mais ligeiro do que um menino treloso. Bom de conversa e vaidoso pela longevidade de seus familiares, nos apresentou uma frutinha cítrica, de uns 5 a 8 centrímetros, creditando à mesma benefícios fitoterápicos. Diz que é biribiri. Curioso e enxerido, botei pra falar o que pensava. Quando soube que o mimo da natureza tirava ferrugem de roupa, fui logo dizendo que era antioxidante, continha vitamina C e combatia os Radicais Livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce e doenças degenerativas. Tem jeito?

Dominus Vobiscum!

Bendito abraço!

Sosígenes Bittencourt

Internauta Carlos Filho envia comentário por e-mail

Parabéns Pilako por mais uma excelente matéria sobre a entrada da nossa cidade, ela reflete a realidade de uma cidade que “poderia” ser modelo para muitas outras, várias industrias, inclusive de porte mundial, bons colégios, faculdades reconhecidas nacionalmente, BR duplicada, fácil acesso, Shopping Center com cinemas, comércio forte, perto da capital, acesso às praias e as principais cidades do interior como Caruaru, Garanhuns e Petrolina e tantas outras, mas o que vemos é o descaso, lixo, falta de compromisso, animais soltos, buracos, falta de fiscalização de trânsito, falta d’água, falta saneamento, falta segurança, falta hospitais decentes, falta iluminação, enfim: falta vergonha na cara daqueles que se dizem políticos e administram essa cidade e ainda fazem propaganda de qualquer camadinha de asfalto, que não aguenta uma chuvada, de inauguraçãozinha qualquer para enganar os bestas e correr atrás do voto comprado. Estou em Vitória a 3 anos e nunca vi nenhuma empresa ou a própria prefeitura limpar uma galeria para prevenir a cidade das chuvas, não se faz nada com decência pela cidade, só vemos obras sem nenhum fundamento técnico, sem qualidade, só pra dar um cala boca, como vocês falam por aqui.
É triste e revoltante convivermos com isso.

Carlos Filho

Palinha do Léo dos Monges: A Beleza é você Menina (Bebeto)

A Beleza é você Menina (Bebeto)
Autores: Bebeto/Rubens

Há muito tempo você está no meu caminho
Como posso esquecer?

Lá…laiá….laiá….laiá

A beleza é você, menina….menina
No seu jeito de olhar

O sucesso é você, menina….menina
No seu modo de andar

Alegria é você, menina….menina
No sorriso que dá

Vendaval por amor, menina….menina
Todos querem te amar

Ei, vento, vento, ventou no mar
Se segura no balanço, pro vento não te levar

Ei, vento, vento, ventou no mar
Se segura no balanço, pro vento não te levar

Já sei que não vai ter jeito
Pra poder te conquistar
Se você olhar pra mim, menina
Vou te amar

Já sei que não vai ter jeito
Pra poder te conquistar
Se você olhar pra mim, menina
Vou te ganhar

Ei, vento, vento, ventou no mar
se segura no balanço, pro vento não te levar

Ei, vento, vento, ventou no mar
Se segura no balanço, pro vento não te levar

Como posso te esquecer?
Não tem jeito

Lá…laiá….laiá….laiá

A beleza é você, menina
No seu jeito de olhar

O sucesso é você, menina….menina
No seu modo de andar

Alegria é você, menina….menina
No sorriso que dá

Vendaval por amor, menina….menina
Todos querem te amar

Ei, vento, vento, ventou no mar
Se segura no balanço, pro vento não te levar

Ei, vento, vento, ventou no mar
Se segura no balanço, pro vento não te levar

Ei, vento, vento, ventou no mar
Se segura no balanço, pro vento não te levar

Ei, vento, vento, ventou no mar
Se segura no balanço, pro vento não te levar

leo

Leo dos Monges

Botão RSB