Solidões

Uma mulher: – Professor, eu estou pensando em passar um tempo sozinha.

Eu: – Posso saber o motivo, madame?

A mulher: – Depois da última decepção que eu tive, eu pretendo passar dois anos sem querer ninguém.

Eu: – Coincidência. Eu também estou pensando em passar uns dois anos na solidão.

A mulher: – Eu sempre me senti solitária.

Eu: – Se você está solitária, eu estou namorando a solidão.

A mulher: – É como se a gente não valesse nada.

Eu: – Façamos o seguinte: vamos passar dois anos na solidão, eu e você? Ninguém bole com ninguém.

A mulher: – Mas, isso não vai dar certo, professor. Eu sou muito fácil de gostar.

Eu: – Talvez, aconteça o que dizia o escritor alemão Rainer Maria Rilke (1875-1926): Amor são duas solidões que se protegem.

Sosígenes Bittencourt 

PEDIDO DE PATROCÍNIO

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PEDIDO DE PATROCÍNIO – 10 CAMISAS POLOS E A PINTURA
A EQUIPE DE BOCHA PARALÍMPICA, O UNICO ESPORTE VOLTADO PARA OS ATLETAS TETRAPLÉGICOS E COM PC, DA ASSOCIAÇÃODOS DEFICIENTES DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO – ADVISA, ONDE PARTICIPAREMOS DO TORNEIO NORTE/NORDESTE QUE SERÁ REALIZADA EM MACEIÓ DE 28 A 30/08/2015, E ESTAMOS PRECISANDO DE ONDE IRÁ 3 ATLETAS, 3 APOIOS E TRÊS PRIFISSIONAIS DA COMISSÃO TÉCNICA, ONDE A FRENTE VEM ESCRITA OS NOMES DA ADVISA/CAV-UFPE E ATRAS O PATROCINADOR QUE DISPONIBILIZAR AS CAMISAS E A PINTURA DAS MESMAS….APELAMOS A QUEM POSSA NOS DÁ ESSA PEQUENA AJUDA, QUE PARA NÓS É ENORME……QUEM PUDER COMPARTILHE.

do Facebook de Alexandre Rogério

MOMENTO CULTURAL: Jaqueira do caminho – por Célio Meira

Dr. Célio Meira (Escritor)

Olha, Amada, esta jaqueira,
na beira dêste caminho:
– na ponta daquele ramo,
as aves fizeram ninho.

Lembras-te? Certa manhã,
cheia de sol, perfumada,
à sombra da ramaria,
fizemos longa pousada.

Esta jaqueira bem velha,
tem vigor e tem beleza:
– É graça de Deus na terra,
– É benção da Natureza.

(migalhas de poesia – Célio Meira – pág. 21).

Recreio do Rojão canta “A Coceira do Papai”

COCEIRA DO PAPAI, música e interpretação de Recreio do Rojão e a sanfona de Duda da Passira.

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Aldenisio Tavares

Padre Clovis Cabral, faz visita a Cidade da Vitória

foto padreNo último domingo, (16), recebemos a ilustre visita do Pe. Clovis Cabral, coordenador do núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade Católica de Pernambuco. A convite da diretoria do Instituto Histórico o mesmo, veio com o intuito de almoçar, conhecer a cidade e iniciar os trabalhos de preparação para a III Semana da Consciência Negra da nossa cidade.

Após salutar refeição, o padre Clovis, resolveu ‘’arruar’’ pelo centro da cidade para conhecer um pouco mais da nossa cultura e costumes. No momento acontecia tradicional feira cultural realizada pela Academia Vitoriense de Letras, entusiasmado com o movimento decidiu ficar e deixar a visita ao centro para outra ocasião. O evento, que teve início com uma bela exposição de artesanatos da região, contou com a presença de jovens artistas que apresentaram a diversidade cultural, que sempre foi um traço forte da nossa cultura. Segundo o Pe. Clovis: ” Foi de um encantamento só e que era a partir de realizações como está que o centro cultural não girava mais só em torno da capital Pernambucana.”

Com o encerramento das atividades na academia o padre retomou sua jornada cultural, visitou o mural, O que te faz Feliz? E deixou suas impressões, seguiu para a praça da matriz, onde pôde observar um pouco da tradição cultural que temos em frequentar e ocupar as praças. Por ocasião encontramos com o amigo, Pilako, que dispondo de muita atenção nos convidou para escrever sobre o momento. Depois dessa meteórica passagem, seguiu para o Instituto Histórico, para prestigiar exposição recentemente lançada em homenagem ao escritor Ariano Suassuna.

Encerro esse breve comentário, agradecendo a atenção dos leitores, ao amigo Pilako pelo espaço, aproveito para acrescentar um “parêntese”, nossa cidade foi, é e sempre será, lugar de importância no que se refere à história e cultura, não deixe participar de eventos como este que aconteceu na Academia, como os que acontecem no Instituto Histórico, todos têm como único e principal objetivo propiciar momentos culturais e sociais para toda sociedade.

 Professora Claudia Vicente

Momento Cultural: OLHOS AZUIS – Por Rejane Dutra Santos

Olhos azuis que olham pra mim, com tanta pureza.
Que brilham, como um brilhante,
cheios de alegria e de vida.
Você menina dos meus olhos.
Você vida da minha vida.
Ser do meu ser.

De olhos azuis, tão ternos e tão meigos.
Posso até compará-los com a beleza do céu ou do mar.
Você minha filha, ainda um bebê,
que fala comigo, numa linguagem sem som, apenas com brilho.

O brilho dos seus olhos.
Anjo de pureza, reflexo de amor.
Meu belo bebê, minha pequenina filha,
Meu anjo, minha alegria.

Rejane Dutra Santos

SERES INTERDEPENDENTES

O ser humano é mesmo um animal INTERdependente. Vivemos um pendurado no outro. Ninguém, no mundo, nasceu para ser INdependente nem DEpendente, mas INTERdependente.

É ilusório pensar que podemos nos amar a tal ponto que possamos dispensar o amor do outro. Não há amor que se baste a si mesmo. Porque o amor não é um sentimento para dentro de si, mas para fora de si, é uma busca do outro.

Sosígenes Bittencourt