SETE DE SETEMBRO EM VITÓRIA E A ORQUESTRA DE CHÃ GRANDE

(Esta é a apresentação de 2014. Rogaria, encarecidamente, que me enviassem a apresentação de 2015) Mais uma vez, no desfile em comemoração à Independência do Brasil, em Vitória de Santo Antão, a única agremiação que se apresentou sem ser vaiada foi a Banda de Música da cidade de Chã Grande, sob a batuta do maestro Márcio Carneiro de Moura. Primeiro, porque não parece uma banda de música e, sim, uma orquestra. Depois, porque tocou músicas referentes ao evento, dobrados e arranjos musicais em cima de um repertório que a plateia conhecia e reconhecia como de boa qualidade. Não é decente comemorar dada histórica tão relevante de nossos feitos, tocando Bilu Bilu, ou qualquer modinha do repertório da “fuleiragem music”. Por outro lado, as vaias dadas pela gandaia no desfile das Escolas é um sinal demonstrativo da falta de educação do povo. Não se vaia jovem desfilando numa comemoração cívica tão importante, sobretudo crianças, porque crianças não merecem ser vaiadas nem desrespeitas. Mas, uma menina que toca na Banda Musical já me participou que, no próximo ano, ela estará se apresentando em outro município. Portanto, as autoridades da cidade de Chã Grande devem, como incentivo, patrocinar, em parceria com outras cidades, desfiles da Orquestra Pedro Jorge Frassati noutros municípios, para despertar o interesse por trabalho tão brilhante como o que se realiza naquela cidade Salve a Orquestra da cidade de Chã Grande!

Sosígenes Bittencourt

Internauta Zito da Galileia comenta no blog

Comentário postado na matéria “Recreio do Rojão canta “A Coceira do Papai””.

conheci recreio do rojão na radio jurema em vitoria não devemos despresar de resgatar a nossa historia. o pai de recreio se chamava que, era chefe de maracatu em galileia,mudou para vitoria e recreio passou carregar água no jumento para entregar pela cidade depois formou um grupo que usava chapéu de couro e roupas de chita como o mesmo padrão por muito tempo cantou na radio jurema depois radio independência.

Zito da Galileia

Arsenal, Estrelinha e Meiota na 1ª divisão do Vitoriense

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Por Marcio Souza, Futebol no Domingo

O futebol de Vitória de Santo Antão terá três novos representantes na primeira divisão local o ano que vem. Arsenal, Estrelinha e Meiota foram os clubes que mais pontuaram na segunda divisão do Campeonato Vitoriense e consequentemente conseguiram o acesso à elite.  Quatro times passaram pra segunda fase. Além do trio, Canha foi o único que não chegou às ‘’vias de fato’’, porque na rodada decisiva empatou com os estrelianos e foi superado pela Meiota com o mesmo número de pontos. O time do Dique levava vantagem no saldo de gols.

Neste domingo (06), Arsenal e Estrelinha fizeram a grande final no Estádio José da Costa, em Dr. Alvinho.  O jogo ficou empatado em 3×3 e a taça foi mesmo para Cidade de Deus, já que o time da ‘via láctea’ tinha o melhor saldo de gols como critério de desempate. O Arsenal, que representa o bairro do Cajá, terminou o certame como segundo melhor colocado. “Tivemos chances de matar o jogo várias vezes, mas não fomos superiores para isso”, lamentou ao término da partida o goleiro Tony.  A primeira divisão do Vitoriense começa em março, segundo o calendário da Liga Vitoriense de Desportos.

Momento Cultural: Os Sinos – por Henrique de Holanda

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É a torre branca a doce moradia
dos dois mimosos sinos da capela;
desse casal, que em dúlcida harmonia,
canta, numa só vez, a Maristela!…

dentro dessa ilusão, que é toda bela,
dos sinos, em mimosa sinfonia,
choram, também, no dobre, que revela
que a tristeza anda ao lado da alegria.

Nessa união, é bem onde nós vemos
o retrato fiel do que seremos
quando nos amarrarem nós divinos:

quando eu sorrir, contente, sorrirás,
e se eu chorar, também tu chorarás…
Os nossos corações são como os sinos.

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 9).

FRAGMENTOS (TÚNEL DO TEMPO)

Há 27 anos – Março de 1988
*De vírus em vírus, aids do Brasil! De aids em aids, vírus o Brasil!
*Em tempo de Controle da Natalidade, disse o espermatozóide ao óvulo: – Amigos, amigos, fecundação à parte!
*O aposentado anda com medo de que o aposentem do recebimento.
*Parte do funcionalismo ameaça não funcionar,
que será o funcio(não)lismo.
*O pastor negro Jesse Jackson é o mais novo herdeiro espiritual de Martin Luther King. Sua cabeça deve ser à prova de conselho e pedrada.

Há 26 anos – Março de 1989
*Os Estados Unidos querem saber quantos hectares tem a Amazônia. Devem estar querendo se apossar de algum terreno aqui no Brasil.
*Na votação de Aluísio Alves para o Superior Tribunal Militar, foi encontrada uma bolinha a mais, ao final da contagem dos votos. Fizeram “bolinha” na nomeação do ex-ministro.
*A diferença entre Moisés, da Bíblia, e Moisés, candidato a vereador, é que o profeta subiu o Monte Sinai, e o candidato subiu a Vila da Cohab.

Sosígenes Bittencourt

Maçonaria: Setenta e Três Primaveras

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Na noite do último sábado 05/09/2015, a loja maçônica segredo e verdade VI nº53, realizou uma sessão magma em comemoração ao seu aniversário de setenta e três anos de fundação. A referida sessão que ocorreu em seu prédio “histórico” situado na rua Henrique Dias nº 184, contou com a honrosa presença de autoridades maçônicas das lojas coirmãs, “José Vilanova”, “Monte dos Guararapes” e “Djalma Paes” (Vitória), “Trabalho e Firmeza” e “Alpha Centauri”, ambas de (Gravatá), além do quadro da loja e seus familiares, também se fizeram presente os jovens do capítulo demolay “Cavaleiros do Monte das Tabocas nº 345” e demais convidados. A sessão que se deu em caráter aberto, teve início as vinte horas com a entrada do venerável mestre José Marques de Santana que se dirigiu ao oriente, onde já se encontravam as dignidades maçônicas em seus respectivos lugares, e tomando assento , o venerável iniciou a sessão com a abertura do livro da lei (A Bíblia Sagrada), lendo o salmo 133 e então pediu que desse entrada o pavilhão nacional, que conduzido pelo mestre conselheiro da ordem demolay Michel Tiano Lopes, foi saudado com o hino da bandeira e todos de pé cantaram o hino nacional brasileiro sendo o pavilhão nacional acomodado no oriente, onde já estava a bandeira de Pernambuco, após as exortações cívicas, veio o momento ritualístico em que o venerável mestre inquire os oficiais, e os mesmos respondem porquê e para quê ali se encontram, em seguida o mestre instalado e secretário da loja Jorge Guedes Filho ministrou uma breve palestra, na qual explicou as origens da maçonaria, reafirmou o compromisso da instituição para com a dignidade humana através do ideal maçônico “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” e abordou o tema independência do Brasil, esclarecendo o papel fundamental da maçonaria, para que o fato ocorresse, ao final da palestra o aprendiz maçom João Nicodemos, recitou um poema de sua autoria com o título de Setenta e Três Primaveras (veja abaixo), em homenagem ao aniversário da loja, na sequência o mestre de cerimônia circulou “entre os maçons recolhendo doações, as quais sem ter seu conteúdo revelado, foi entregue aleatoriamente, a uma das senhoras convidadas, para quê fizesse uma obra de caridade em nome da maçonaria. Ao final da sessão magma o mestre instalado Prof. Amílcar fez o agradecimento à bandeira nacional, símbolo máximo de nossa pátria e passou a palavra ao venerável mestre que encerrou os trabalhos e pediu que o mestre de cerimônias conduzisse os convidados ao salão de banquetes onde ocorreu a recepção aos convidados.

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Agradecimento à bandeira

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Palestrante Jorge Guedes

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Nas extremidades os veneráveis Arnaldo e Sérgio das lojas de Gravatá no centre o venerável José Marques de Santana ladeado do Deputado da Assembleia Maçônica José Augusto Amâncio Lopes.

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Ubiratan, Krause, Prof. José Augusto, José Marques, Prof. Amílcar, Jorge Guedes, João Nicodemos e Daniel Urbano

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Setenta e três Primaveras

 

Parabéns pra minha loja

Que tem segredo e verdade

Pois trabalham nesse templo

Homens de capacidade

 

Já cruzaram estas colunas

Mestres de grande valor

Conduzidos na verdade

No trabalho e no amor

 

Ela é justa e é perfeita

Mais que uma confraria

Nesta loja aqui se faz

A real maçonaria

 

Posso então a vós dizer

Do orgulho que eu sinto

Fazer parte da história

Que acompanha esse recinto

 

Aqui se erguem as virtudes

E enterram-se os vícios

Nesta luta que é diária

Assumida como ofício

 

Setenta e três as Primaveras

Com segredo e com verdade

Acolhendo a juventude

E lhe ensinando a caridade

 

 

 

 

 

No capítulo demolay

Se aprende a retidão

Educamos nossos jovens

Para o futuro da nação

 

A família e a pátria

Nós juramos defender

O sagrado e o divino

Sabe o maçom reconhecer

 

Quando nós nos reunimos

Exclamamos com vigor

Glória ao grande arquiteto

Do universo o criador.

João Nicodemos.