MOMENTO PITÚ: Repórter Resenha da Pitú leva humor e criatividade ao Centro do Recife

Ação de marketing da cachaçaria pernambucana foi gravada na Rua da Imperatriz em formato de talk show e já é sucesso no Youtube.

Apostando em ações de marketing que proporcionam uma maior interatividade entre o público consumidor da cachaça e a marca pernambucana, a Pitú inova mais uma vez e lança novo formato da ação “Repórter Resenha”. A série de vídeos já é sucesso entre os pituzeiros no Youtube. O episódio mais recente, publicado no último dia 28 de junho, foi gravado na Rua da Imperatriz, no Centro do Recife, em formato de “talk show”. Em pouco tempo no ar, a publicação já pode ser considerada viral, com quase 20 mil visualizações no site.

Diferente das últimas edições, o cenário da gravação, desta vez, contou com mesinha de petiscos, banners de sinalização e um tecladista que fez a trilha sonora dos quadros. E como não poderia ser diferente, o público caiu na resenha sem hesitar. Durante a pauta, o Repórter Resenha entrevistou figuras irreverentes e propôs o desafio do quadro “Afinando o Gogó”: um karaokê em inglês. Já imaginou? As performances viraram uma completa gréia na Rua da Imperatriz, centro da cidade. O quadro “Desafio do Pituzeiro” arrematou o clima de descontração e espontaneidade resgatando no público a tradição dos pequenos desafios de mesas de bar. Curioso para assistir? Aperta o play no canal da Pitú no Youtube (www.youtube.com/user/PituOficial).

Repórter Resenha – A ação é assinada pela agência Ampla Comunicação. A equipe já gravou os vídeos em diversos formatos e lugares do Grande Recife, do interior de Pernambuco e até da Paraíba. O Repórter Resenha já esteve no Carnaval de Olinda, nos mercados públicos do Recife, no São João de Caruaru, na Vaquejada de Surubim e até na final da Copa do Nordeste 2016, em Campina Grande. A ideia é promover a resenha com humor e criatividade em cada cantinho da Nação Pituzeira.

Momento Cultural: O PODER DA PALAVRA – por MELCHISEDEC

Melchisedec
A palavra no estado pleno de sinceridade e pureza atua com uma força vibratória capaz de mudar o comportamento do homem diante das Leis Cósmicas, removendo toda e qualquer dificuldade, operando uma verdadeira transformação no pensamento humano.

É de bom grado evitar-se pronunciar palavras desagradáveis e ofensivas, mesmo quando se é obrigado afirmar fatos verídicos, visto que, as afirmações devem ser sinceras, sem disfarce, sem sofisma, falando francamente a verdade, procurando não ofender as pessoas. Deve-se proceder de maneira positiva e franca, para que se processe a ajuda da Onipresente Força Cósmica Vibratória desfazendo qualquer dúvida.

Com a Onipresente Força Cósmica Vibratória sobre a terra, a semente da palavra bem pronunciada e repleta de afirmações corretas terá o poder de destruir toda mentira, toda calúnia e todo mal, porque a Verdade prevalecerá sempre como luz diáfana que ninguém poderá ofuscá-la.

É o poder superior da palavra que mudará o mundo.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 79).

UM CERTO MÊS DE JULHO

Em julho de 2014, exatamente há dois anos, mês em que faço aniversário, perdi 3 seres humanos do mesmo ofício. Porque ninguém se diploma na arte de escrever. Escrever é destino, é-se escritor desde menino.

No dia do meu aniversário, 19 de julho de 2014, dia em que comemorei 59 anos que morreram, ou seja, que afundaram na escuridão do passado para nunca mais voltar, faleceu o escritor Rubem Alves, um dos defensores da ideia de que o aniversário não comemora anos de vida, comemora anos que morreram. Daí, o apagar as luzes e soprar uma velinha no escuro.

Isso, depois de haver contabilizado a morte, já no dia 18, do escritor baiano João Ubaldo Ribeiro, uma inteligência notável pelo bom aproveitamento na faina de ler e escrever, e um palestrante das ruas e mesas de bar, característica de quem nasceu para criar personagens e viver como um ator no palco da existência.

E como se não bastasse, logo em seguida, no dia 24, a morte encena a peça de conduzir o escritor Ariano Suassuna à morada eterna. Ariano falecido é um morto que nos permite sonhar, um morto que fala sem emitir palavras, de tanto que comemorou a vida, fazendo da existência uma narrativa, transformando os dias numa palestra.

Enfim, Esses cidadãos não tinham problema com a morte, tinham compromisso com a vida. E se perpetuaram através de suas obras. Deram-se o direito de morrer sem jamais serem esquecidos, concedendo o legado de suas inteligências “urbe et orbe” – à cidade e o mundo.

Inesquecível abraço!

Sosígenes Bittencourt

“Forró da Juliana” de Recreio do Rojão.


FORRÓ DA JULIANA, composição e interpretação do nosso incansável RECREIO DO ROJÃO.

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Aldenisio Tavares

Momento PITÚ

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Deixa a turma correr, o negócio é assistir de camarote. =P

O José Claudiano pode até ser sedentário, mas é cada levantamento de copo que o homi faz, que vixe, ninguém segura!! 😉 Tamo brincando, gente. É sempre bom se exercitar. Por exemplo: quando for beber alterne entre segurar o copo com a mão esquerda e a direita. Equilibrio é tudo. 😉