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Arquivo do Autor: Arquiles Petrus
Momento Cartório Mais
O tempo de pastas com arquivos intermináveis de papel já acabou. Modernize a administração do seu negócio. Conheça a Gestão Eletrônica de Documentos.
Rua Imperial, 100 – Matriz – Vitória de Santo Antão
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Momento Cultural: Maio – por Corina de Holanda
Maio chegou. E toda a Natureza
Feliz, se enfeita para recebê-lo.
Faz gosto ver, com que capricho e zelo
Procura dar as flores mais realeza.
E elas, muito se alegram, na certeza
Do seu destino neste mês tão belo:
Vão adornar da cândida Princesa
O trono, ou vão servi-lhe de escabelo.
O canto que em voz alta a terra entoa,
Não se houve nela só, nos céus ecoa,
Indo unir-se aos acordes de alegria.
Que os Anjos, como sempre, hoje irmanados,
Tangem nas suas harpas, sublimados,
Sincronizando as glórias de Maria.
Maio de 1970
(Entre o céu e a Terra – 1972 – Corina de Holanda – pág. 28).
O Tempo Voa: Celebração (1978)
Momento Grau Técnico Vitória
Não se preocupe. O esforço de hoje é o seu sucesso de amanhã! #GrauTecnico
MEDO DE VIAJAR DE AVIÃO E OUTROS MEDOS
Estava folheando revistas, de madrugada, e dei de cara com o termo científico que designa o medo de viajar de avião. Você acredita? Duvido que você soubesse que medo de viajar de avião chamava-se PTESIOFOBIA. Anota e põe na carteira para se amostrar por aí.
Numa das viagens que fiz, vindo de Fortaleza, estava ao lado da asa, minha colega só falava na Eternidade e o avião balançava mais do que um barquinho de papel numa bacia d’água. E quem danado ia à cabine? Como a viagem era curta, entornei duas latinhas de cerveja e guardei a vontade de ir ao WC para o aeroporto dos Guararapes.
Mas, medo é medo. O pior é a fobia, que é o medo patológico. Você vê chifre em cabeça de cachorro e teme o que não lhe faria o menor mal. Eu tinha um tio que tinha um medo irracional de gatos. Tomava todas, adorava “gatinhas”, enfrentava um homem, mas temia um gatinho enroscado no sofá. Depois que descobri o termo que designa este pânico, também nunca mais esqueci: AILUROFOBIA. E o mais pitoresco é o medo de ter medo, a tal da FOBOFOBIA. Quem vive lendo, de madrugada, descobre cada coisa danada.
O meu pai era capaz de arrodear um quarteirão para driblar uma rã. Se minha mãe vir uma barata, é capaz de derrubar o prédio para matá-la. Quer dizer, você não tem medo de arriscar a vida para matar aquilo que não significa nenhum risco de morte.
Toda vez que falo de medo de avião, lembro-me de Ariano Suassuna. Perguntado sobre o que achava quando um avião caía, respondeu: – “Eu não fico impressionado quando um avião cai, eu fico impressionado como é que ele sobe.”
Em suma, a humanidade deveria ter medo da depredação do meio ambiente, do desemprego e da pobreza, que transmitem doença e geram violência, isso sim.
Sosígenes Bittencourt
Cacá Soares
Com a música “Uma Chance“, Cacá Soares encanta. A música é de autoria dos vitorienses Samuka Voice, Cacá Soares e deste colunista. Ela faz parte do primeiro álbum do cantor, com participação especial de Bruna Kelly. Ouça!
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Aldenisio Tavares
Momento Vitória Park Shopping
Momento Cartório Mais
Momento Cultural: Caveira – por Henrique de Holanda
Da nudez em que vive na demência,
traduzes bem o desmoronamento.
lar que serviu de abrigo à inteligência
e onde hoje reside o esquecimento.
Outrora tu vivias na opulência:
carne, vaidade, amor, deslumbramento,
beijo, pecado, embriaguez, ardência,
e hoje, de tudo isso, o isolamento.
No mundo, tu viveste mascarada.
Hoje, porém, com a face descarnada,
Tens do teu rosto a máscara caída…
Retrato original da humanidade:
Ressaca para toda a eternidade
depois da grande dança desta vida!…
(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 12).
Momento PITÚ
Vambora, meu povo! 😀
Demorou, mas chegou. O fim de semana tá ai: agora é sair correndo do trabalho direto pra aquele boteco de sempre, sentar e pedir um tira-gosto arretado. Pode até fazer como nosso amigo Janio Charles e dizer pro garçom: “meu amigo, me traga uma felicidade pra beliscar e uma outra pra eu beber!”
Simbora, #NaçãoPituzeira que hoje ninguém segura a gente! 😀
O Tempo Voa: homenagens nos 40 anos da Instituto Histórico (1990)
Momento Grau Técnico Vitória
Durante uma entrevista é importante demonstrar muito bom senso ao falar das empresas pelas quais você passou. Expresse os motivos de desligamento com veracidade, naturalidade e maturidade. Contudo, tenha bom senso e fale somente o essencial. #GrauTécnico
RECORDAR É VIVER
O LEÃO COROADO E AS EXPLICAÇÕES DE ZÉ MARQUES– Vitória de Santo Antão – PE, 25 de julho de 2005

Vez por outra, estou despachando na Pizzaria Chaplin, dou de frente com José Marques de Senna, cujo sobrenome, insiste em observar: é “Senna” com dois “nn”. É uma daquelas figuras injuriadas com a perda da memória nacional. Ou seja, a falta de ensino sobre nossos heróis, tradições e monumentos. Acha fundamental para a preservação de nossa identidade. Entre uma fatia de pizza e outra, discorre, fluentemente, sobre nosso universo histórico. Aliás, relembrar, é por aqui mesmo, haja vista o que Dilson Lira tem de poesia, salva no disco rígido da memória. Mas, são poucos, esses campeões – dos quais Melchisedec faz parte, octogenário e escrevendo livro – meio ignorados pelas autoridades e juventude local. Parece que a bola da vez é a do Trio Elétrico e as danças do tipo Na Boquinha da Garrafa. E poderíamos citar outros, indignados com essa indiferença, como o poeta e ex-metalúrgico Egídio Timóteo Correia, que faz versos mandando cuidar das ruas. E quando chega agosto, aí é que falam sobre Vitória e seus feitos. Pois é tempo de escalar o Monte das Tabocas e comemorar a carreira que os rebelados pernambucanos deram na pirataria batava, justo aqui, a 48 quilômetros da Ribeira Marinha dos Arrecifes (atual cidade do Recife), à Hora do Ângelus, no dia 03 de agosto de 1645. Mas, para não perder o fio da meada, conta Zé Marques que o Leão Coroado é o capitão José de Barros Lima, cuja cabeleira, esculpida no busto, não tinha aquela dimensão. Diz que o prefeito, na época, era Eurico Valois – pronuncie-se “valuá” – e estava celebrando o centenário da Revolução de 1817. A obra é do escultor Antônio Bibiano Silva, nascido em Vitória, em 1889. Aexpressão “Leão Coroado” é uma homenagem ao Leão do Norte. Diz que, quando o coronel de polícia deu-lhe ordem de prisão, a mando do Governo Português, José de Barros Lima enterrou-lhe a espada na virilha, matando-o logo em seguida.
(Saudoso abraço!)
Sosígenes Bittencourt
Martins – O Apaixonado do Brega
Hoje disponibilizamos a música “Minhas Qualidades”, de autoria de Martins. A música é integrande do álbum “Martins – O Apaixonado do Brega”.
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Aldenisio Tavares
EDUCAÇÃO MUSICAL – Abordagem e noção básica referente a arte de compor.
A abordagem referente a composição musical, abrange de modo geral, uma das modalidades ou gêneros, contidos dentro do campo musical. Quando falamos em composição musical, existem duas linhas que podemos pesquisar e assim, explorar o que for possível para que o entendamos e, consigamos produzir melodias, arranjos e letras, sem nenhuma complicação, onde sem o devido cuidado e preocupação, dificultaria os músicos no momento da execução da peça composta. Referindo-se as duas linhas de pesquisas existentes – a erudita e a popular – vamos discutir a linha composicional popular, para que possamos entender o passo a passo do foco apresentado.
Podemos fazer uma comparação, que a composição musical, seja uma carta escrita por alguém que sabe ler e escrever. Se por acaso, uma pessoa que não sabe ler, nem escrever, mas tem uma ideia e quer colocar em um papel, precisará de um auxílio de outra pessoa para registrar esta ideia de forma manuscrita, pois quem está escrevendo, conhece as “ ferramentas” existentes na gramática, no alfabeto, nas vogais e, escreve corretamente. A composição musical vai surgindo através de diversos fatores, por exemplo: um fato real, uma ficção, uma homenagem, um namoro com sucesso, uma desilusão, e, outros fatores existentes na sociedade. Algumas pessoas tem dificuldades neste campo da música, por não saber compor algo e, não conhecer mesmo de forma básica esta técnica, em razão da complexidade existente neste campo musical, onde por algum motivo ou, a falta da oportunidade de encontrar a fonte da pesquisa relacionada a composição musical, no entanto, podemos trabalhar a técnica da composição musical de forma simples, onde iremos descobrindo passo a passo a técnica pessoal de escrever bons arranjos. Vamos trabalhar uma melodia bem simples, que todas pessoas conhecem desde a sua infância, por exemplo: “ Parabéns pra Você! “. Se por acaso um Clarinetista, executasse esta canção muito bem, mas não soubesse distribuir para uma Banda Musical composta por: (03) Clarinetes, (02) Sax Altos, (02) Sax Tenores, (04) Trompetes, (01) Bombardino, (04) Trombones Tenores sem rotor, (01) Tuba Bb, (01) Tuba Eb. Individual, o Clarinetista desenvolveria muito bem, no entanto, para que fosse distribuído para a Banda Musical, ele precisaria conhecer as extensões de cada instrumento musical, a Clave de Fá que é trabalhada por: Trombone, Bombardino, Tuba Bb, Tuba Eb. Mesmo que o Clarinetista não tocasse o Trombone, mas precisaria conhecer a escala ascendente e descendente do Trombone, do Bombardino, das Tubas Bb e Eb, para escrever os arranjos, as peças individuais de cada instrumentos, a grade ou condutor, a peça que fica na estante em frente ao Maestro.
João Bosco do Carmo
http://lattes.cnpq.br/8222363703321930
E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com
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Nesse ano eleitoral, a Cartório Mais pode te ajudar a emitir qualquer certidão que precisar.
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Momento Cultural: FORÇA ESTRANHA – por Adjane Costa Dutra
Imagino nas imagens espelhadas no tempo e no vento,
forças estranhas a percorrerem o espaço…
Do ar que eu respiro,
Do mar por onde piso…
Imagino imagens soltas e desconexas ao vento.
Imagino as pessoas, do que possam imaginar:
Dos instantes da vida.
Imagino os pensamentos soltos a evolarem como imagens;
simples imagens.
Imagino forças estranhas…
Estranho nas estranhezas e sutilezas dos amores falsos,
dos falsos amigos.
Imagino nas teias de uma rede feita por aranhas.
Imagino a melodia que estou a ouvir.
Imagino todos os meus sonhos soltos, dispersos como simples
castelos de areias.
Imagino o que eu escrevo e a fonte de inspiração que jaz numa
lápide fria dos meus sonhos.
Morreram sepultadamente:
sentimentos, esperanças, amores, dores,
e até a força estranha do que não imagino.
(TAPETE CÓSMICO – ADJANE COSTA DUTRA – pág. 47).
Momento PITÚ
Eita lasqueira, tá todo mundo fazendo!
Negócio bom da gota. Dessa vez foi o Pituzeiro Diego Paulo que resolveu fazer a famosa Pituzinha no coco. Tem lugar que a turma chama de “leite de triga”, será que onde tu mora os Pituzeiros chamam de outro nome?
Só uma coisa, vú? Não vá esquecer de enterrar os coquinhos. 😉



















