Pitú vence Prêmio Expositor da ABAD 2016

Troféu da Pitú na premiação da ABAD 2016

Estande da marca pernambucana de cachaça foi assinado pela Ampla

A aguardente Pitú arrebatou três categorias do Prêmio Expositor Destaque ENACAB 2016 – 36ª Convenção ABAD do Canal Indireto: Indústria, Agente de Distribuição e Varejo. A marca pernambucana de cachaça conquistou o 1° lugar na categoria de Melhor Ação Promocional, 2° lugar no quesito Melhor Exposição de Produtos e 2° lugar em Melhor Design. A cerimônia de premiação aconteceu nesta quarta-feira (10/08), durante o encerramento da convenção.

A Pitú fez bonito na maior convenção de distribuidores e atacadistas do País. No estande, assinado pela Ampla, os visitantes puderam visitar virtualmente um bar tipicamente nordestino por meio de um óculos rift (realidade aumentada) e escolher entre três opções de petiscos e bebidas que gostariam de degustar. Surpreendentemente, ao tirar os óculos, os pratos escolhidos eram fisicamente servidos. O transporte virtual proporcionou aos visitantes vivenciar o atendimento e conhecer a decoração, o sotaque nordestino e, o melhor de tudo, a comida do bar.

Intervenção do artista Bozó Bacamarte no estande da Pitú. fotodivulgação

Outro destaque do estande da Pitú foi a intervenção do artista urbano Bozó Bacamarte, que pintou uma das paredes com a campanha visual 2016 da marca pernambucana de cachaça, cuja inspiração são as tradicionais pinturas de bares nordestinos que a empresa realiza no mercado. Daniel Ferreira da Silva, o Bozó Bacamarte, é olindense e iniciou sua carreira como artista nas ruas, utilizando a técnicas de grafite até encontrar a xilogravura popular como uma forma de identidade visual.

Prêmio Expositor – O prêmio expositor reconhece o empenho dos expositores da feira na elaboração dos seus estandes. Considerando uma série de critérios de avaliação, a comissão julgadora, sob a coordenação da consultoria POPAI BRASIL, aponta os vencedores em três categorias: Melhor Design de Estande, Melhor Ação Promocional e Melhor Exposição de Produtos. As empresas concorrem dentro de três classificações: Estande Grande (acima de 100m²), Estande Médio (de 51 a 100m²) e Estande Pequeno (até 50m²). Nesta categoria, a Pitú e a Ampla foram vencedoras em dois quesitos.

 Alexandre Ferrer, diretor comercial e de marketing da Pitú, recebe prêmio na ABAD 2016

ABAD – Pela décima segunda vez, a Pitú participou no Encontro Nacional da Cadeira do Abastecimento (ENACAB) – 36ª Convenção ABAD do Canal Indireto: Indústria, Agente de Distribuição e Varejo, entre as maiores empresas do segmento no Brasil. O evento aconteceu em São Paulo nos dias 08, 09 e 10 de agosto, no espaço Expo Exhibittion & Convention Center. Para a marca da cachaça pernambucana, o objetivo é estreitar o relacionamento com clientes de diversos estados e fechar novos negócios.

CineClube Avalovara

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No próximo domingo (14/08), estaremos exibindo a SESSÃO LONGA LIVRE, a segunda sessão que compõe a Mostra do Filme Livre 2016 (MFL). O filme escolhido é o documentário MATARAM MEU IRMÃO, do cineasta paulistano Cristiano Burlan, que, numa investigação sobre a morte de seu irmão, faz uma abordagem inquietante sobre a violência urbana.

Este é o segundo ano que o Cineclube Avalovara participa da ação Cineclubes Livres, promovida pela Mostra do Filme Livre (MFL), que em 2016 está completando 15 anos e tem o objetivo (fascinante!) de disseminar um cinema transformador e possibilitador de novos olhares.

Esta sessão marca a sequência de três semanas seguidas com atividades intensas do Cineclube Avalovara, e nós reforçamos que o apoio de vocês é demasiadamente importante. Compareçam, chamem xs amigxs e nos ajudem na divulgação.

Lembrando também que estaremos com a caixinha de doações voluntárias ao lado do livro-ata para quem puder contribuir para a manutenção do projeto.

SINOPSE
Reconstituindo os detalhes da morte de seu irmão, Rafael Burlan da Silva, ocorrida há 12 anos, o cineasta Cristiano Burlan lança-se a uma jornada pessoal que conduz ao coração de um círculo de violência em torno dos bairros da periferia paulistana, como o Capão Redondo, onde morava a família e o irmão, de 22 anos, que foi morto com sete tiros, em 2001. Explorando as razões do envolvimento do irmão com drogas e roubo de carros, o diretor expõe partes de sua própria história familiar, ouvindo parentes e amigos, cujos depoimentos trazem à tona os destinos de diversos personagens, mapeando o histórico de dolorosas feridas emocionais.

SERVIÇO
Cineclube Avalovara exibe “Sessão Longa Livre”
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 77 min.
Data e hora: 14/08/16 (domingo), às 17h
Local: Silogeu do IHGVSA
Entrada Franca

Momento Cultural: Caveira – por Henrique de Holanda

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Da nudez em que vive na demência,
traduzes bem o desmoronamento.
lar que serviu de abrigo à inteligência
e onde hoje reside o esquecimento.

Outrora tu vivias na opulência:
carne, vaidade, amor, deslumbramento,
beijo, pecado, embriaguez, ardência,
e hoje, de tudo isso, o isolamento.

No mundo, tu viveste mascarada.
Hoje, porém, com a face descarnada,
Tens do teu rosto a máscara caída…

Retrato original da humanidade:
Ressaca para toda a eternidade
depois da grande dança desta vida!…

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 12).

RAFAELA DE DEUS E TAPA NO PRECONCEITO

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Rafaela Silva queria conquistar uma medalha para servir de exemplo àqueles que não acreditam no triunfo dos pobres. Lá em Samuel 16.7, a Bíblia diz: O Senhor não vê como o homem, o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração.

Rafaela tinha no coração a vontade de exemplificar e buscou na coragem a virtude para concretizar o seu desejo. E tudo acabou por conspirar em prol do seu triunfo. Favelada da Cidade de Deus, Rafaela ascendeu ao podium da glória. E como se não bastasse, largou o punho, com toda força, no focinho do preconceito.

No píncaro olímpico, Rafaela não era a favelada discriminada da Cidade de Deus, era Rafaela dos homens, deusa de força, mimo da humanidade, Rafaela de Deus.

Glorioso abraço!

Sosígenes Bittencourt

Momento Cultural: Maio – por Corina de Holanda

Corina de Holanda

Maio chegou. E toda a Natureza

Feliz, se enfeita para recebê-lo.

Faz gosto ver, com que capricho e zelo

Procura dar as flores mais realeza.

E elas, muito se alegram, na certeza

Do seu destino neste mês tão belo:

Vão adornar da cândida Princesa

O trono, ou vão servi-lhe de escabelo.

O canto que em voz alta a terra entoa,

Não se houve nela só, nos céus ecoa,

Indo unir-se aos acordes de alegria.

Que os Anjos, como sempre, hoje irmanados,

Tangem nas suas harpas, sublimados,

Sincronizando as glórias de Maria.

Maio de 1970
(Entre o céu e a Terra – 1972 – Corina de Holanda – pág. 28).

PITACO ESPORTIVO: Rafaela de Deus e Tapa no Preconceito

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Rafaela Silva queria conquistar uma medalha para servir de exemplo àqueles que não acreditam no triunfo dos pobres. Lá em Samuel 16.7, a Bíblia diz: O Senhor não vê como o homem, o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração.

Rafaela tinha no coração a vontade de exemplificar e buscou na coragem a virtude para concretizar o seu desejo. E tudo acabou por conspirar em prol do seu triunfo. Favelada da Cidade de Deus, Rafaela ascendeu ao podium da glória. E como se não bastasse, largou o punho, com toda força, no focinho do preconceito.
No píncaro olímpico, Rafaela não era a favelada discriminada da Cidade de Deus, era Rafaela dos homens, deusa de força, mimo da humanidade, Rafaela de Deus.
Glorioso abraço!

Sosígenes Bittencourt

Festa da Saudade abriu novo ciclo de bailes em Vitória de Santo Antão 

Baile da saudade foto Pedro Silva A Voz da Vitória

A condução do evento ficou por conta do empresário e blogueiro Cristiano Pilako. Foto: Pedro Silva / A Voz da Vitória.

A Primeira Festa da Saudade foi um evento familiar e vibrante, reunindo uma boa parte da nata da sociedade da Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata. O baile além de reunir famílias para dançar, serviu para reencontrar amigos, parceiros, políticos e profissionais da imprensa local na noite do último sábado, 06 de agosto, no Clube dos Motoristas – O Cisne. A principal atração musical ficou por conta da Banda Super Oara – Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos, antes, contudo, o público começou a ser animado por duas apresentações musicais, a saber: Quinteto Dourado, liderado por Edmilson, bem como a apresentação de Neide & Pepeu, fornecendo um repertório diferenciado.

A Orquestra foi fundada em 1958 pelo Maestro Beto da OARA e cumpriu em Vitória o seu papel de mais uma vez reunir os festeiros da velha guarda, quando a música escolhida para abrir sua apresentação foi a “Conceição” do inesquecível Cauby Peixoto. A festa foi uma espécie de resgate dos grandes encontros sociais dos clubes que aconteciam “antigamente” na Terra das Tabocas. A condução do evento ficou por conta do empresário e blogueiro Cristiano Pilako, que junto com sua equipe também promove o Bloco Carnavalesco vitoriense A Saudade, fazendo um agradável baile no salão do Clube “O Cisne” que se transformou na pista de dança mais concorrida da cidade.

Ao final, próximo as quatro da matina, o vocalista Elaque Amaral, líder da Orquestra Super Oara, executou frevos e músicas genuínas da República das Tabocas – a exemplo de Taboquinhas, ETsão, Saudade – lembrando assim, o tradicional carnaval vitoriense.

PERFIL da Super Oara AQUI

 Confira as imagens…

Matéria postado no Blog A Voz da Vitória