Martins – O Apaixonado do Brega

Hoje disponibilizamos a música “Minhas Qualidades”, de autoria de Martins. A música é integrande do álbum “Martins – O Apaixonado do Brega”.

[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/martins_apx.mp3″ text=”Martins – Minhas Qualidades” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/martins_apx.mp3″]

Aldenisio Tavares

ATENÇÃO: Chamada pública.

13000321_988801681203507_1686405792093451387_n

O Plano Municipal de Cultura (logo abaixo) está disponível para CONSULTA PÚBLICA na fanpage oficial do Conselho Municipal de Cultura (https://www.facebook.com/cmcvsa/) e nos sites e blogs da cidade. No dia 02 de setembro 2016, às 13h, na Escola Municipal Pedro Ribeiro, será realizado o 2º Fórum Municipal de Cultura para debater, avaliar e aprovar o Plano de Cultura. É importante que toda a sociedade participe, sobretudo, a classe artística e os demais agentes culturais de Vitória de Santo Antão. É mais uma oportunidade de debater e aprovar questões importantes para o desenvolvimento cultural da cidade. 

Durante um (01) ano, o Conselho manteve o diálogo aberto com os diversos segmentos artístico-culturais através de reuniões setoriais registradas em atas. Também foram feitas visitas técnicas às comunidades rurais e periféricas. Estudantes, professores, jovens e idosos foram instigados a refletir sobre as demandas da cidade. Escolas municipais, estaduais, faculdades e universidade foram visitadas a fim de desenvolver propostas e colaborar com o desenvolvimento do Plano.

Atenciosamente,
Pablo Dantas – Membro do Conselho Municipal de Cultura e integrante da Comissão de Elaboração do Plano.

 

APOSENTE

Já parou para pensar na estrutura de nossa cidade? Já imaginou como ficaria essa cidade com uma enchente? Não é difícil imaginar o caos estrutural que acarretaria na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, que de “santificada” não se encontra vestígios nenhum. A cidade vem sendo invadida por uma febre de construção de praças como um tipo de “tapa o sol com a peneira”. Mas basta ir ao trajeto de qualquer uma dessas construídas para nos depararmos com o descaso das vias de passagens de carros, do descaso da falta de esgotamento em qualquer bairro. Não há por parte da Gestão presente, não vejo orçamento participativo. Qual a função da Secretaria de Planejamento da nossa cidade? Meros bancos, iluminação sem suporte para aguentar alguns milímetros cúbicos a mais de chuvas. Basta ir ao Centro e ver a desordem de lixos, esgotos com mau cheiro insuportável e quando chove salvem-se quem puder…rsrsrs Pois a avenida é invadida por uns caos de esgotos que não tem saída de agua, então a sujeira que estava debaixo do tapete é mostrada sem qualquer disfarce. Que vergonha! Planejamento significa manipulação de um complexo integrado de técnicas racionais com incidência global e sistêmica atendendo a certos objetivos (PEREIRA, 1978). Mesmo? Como assim? Qual é o objetivo de tantas praças sem nenhuma árvore. Será que essa gestão já ouviu falar em bem-estar, respeito ao meio ambiente? Certamente, não! Ops! Maquiando com praças, excelentíssimo não vai resolver as questões estruturas nem tão pouco sociais de nossa cidade. Outra febre o asfalto que basta olhar a produção sem qualquer reparo nos asfaltos abaixo: questão de redes de esgoto, encanações, etc…Digamos que agora é um ano de pintar os meios fios, aparecer nas ruas, iluminar algumas cidades, mas lembrem-se povo” inocente”: se houver necessidade de reparos não me responsabilizo só daqui uns 3 anos e seis meses!!!!! Camila Aparecida Cerino da Silva Ciências Sociais pela UFRPE.

aposente4

Toni Amorim: 50 anos de composições


Homenageamos o compositor vitoriense Toni Amorim, disponibilizando a música “CIÚME, TEMPERO DO AMOR” de sua autoria, interpretada pelo também vitoriense Ricardo Rico. A música é integrante do álbum Toni Amorim: 50 anos de composições.

[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/toni.mp3″ text=”Ricardo Rico – Ciúme, Tempero do Amor  de Toni Amorim” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/toni.mp3″]

Aldenisio Tavares

Limpeza urbana – por Valdemiro Cruz

“Bom dia Pilako, taí um belo exemplo de organização e respeito ao cidadão contribuinte que foi levar seus filhos ao Colégio Damas hoje. Calçadas obstruídas por galhos com espinhos,  obrigando crianças a caminhar na faixa de rolamento de veículos. Nem a LOCAR,  nem a Prefeitura e nem a AGTRAN apareceram. Será que foram para as Olimpíadas?”

Valdemiro Cruz

20160815_071119 20160815_071124 20160815_071133 20160815_071139 20160815_071144

Momento Cartório Mais

13906740_286841738339438_9111328289156565770_n

O GED disponibiliza diversas soluções para os mais diversos tipos de empresas. Neste post veja o exemplo para Setor de RH.
#RecursosHumanos #Empresas #Documentos#GED #CartorioMais

GED para RECURSOS HUMANOS

O GED é extremamente útil ao setor de Recursos Humanos por conta de seus recursos e funcionalidades.
Processos como admissão e demissão de colaboradores se tornam muito mais ágeis e custam menos a empresas e organizações por conta da rapidez com a qual é possível conduzi-los e disponibilizá-los – digitalizados – para qualquer unidade ou filial, não importa a distância.
Paralelamente, é possível estabelecer um rígido controle acerca dos documentos requeridos aos funcionários – e, assim, evitar problemas com ações trabalhistas, fiscalizações e auditorias. Nesse sentido, ainda, controles de atestados médicos e de funcionários terceirizados ou temporários também podem ser realizados de forma precisa por meio da utilização de uma plataforma eficiente de gestão de documentos.

Alguns benefícios:

Redução de custos: Economize tempo, otimize o quadro de pessoal e libere espaço físico;
Menos riscos trabalhistas: Tenha a documentação completa do colaborador na hora que precisar;
Mais eficiência: Reduza tarefas manuais, compartilhe entre as áreas e evite retrabalho;
Mais segurança: Evite perdas, extravios e acessos não autorizados aos documentos.

O Tempo Voa: Semana da Pátria (1977)

Semana da Pátria – 7 de Setembro de 1977 (segunda administração de dr. Ivo Queiroz)

Solenidade no Tiro de Guerra, prédio da antiga Prefeitura – na Praça do Anjo.

Por traz: Dr. José Xavier de Moraes – Juiz da 1ª vara, Antonio Ageu de Lima – Vereador. Na frente: Dr. Ivo Queiroz – Prefeito, Dr. Rômulo Gomes (falando) – Juiz da 2ª vara, Umberto da Costa Lins – vereador, Evandro Couceiro Costa – Sec. educação e cultura,  José de Alves Filho, Sr. Jose Eudes de Souza – Instrutor Tiro de Guerra.

Professor de Telejornalismo lança livro com história da TV Asa Branca

IMG_0026

A publicação vai ser lançada na próxima segunda-feira, na unidade das Graças da Faculdade Uninassau, e relembra também fatos importantes que marcaram a história do interior de Pernambuco

2016-07-08-PHOTO-00001366Vai ser lançado no próximo dia 15 – no Recife – o livro “ABTV: Fazendo História” do jornalista Luís Boaventura. A publicação mostra a evolução da emissora desde o dia 1ª de agosto de 1991 até os tempos atuais, bem como os funcionários, o trabalho de levar as notícias locais para os telejornais nacionais, além de como é feito o ABTV.

“Diferentemente das histórias que a emissora contou e que se encontram preservadas em um centro de documentação em fitas U-Matic, BetaCam, VHS, em DVD e, mais recentemente, em HDs, a história da própria emissora não está registrada. Ela foi conservada nas lembranças dos diversos funcionários que fizeram parte do processo de consolidação da TV Asa Branca no mercado jornalístico do interior e eu fui atrás dessas histórias”, explicou Boaventura.

Essa é a primeira publicação a registrar a evolução da emissora do interior de Pernambuco. Além de relatar a evolução do canal de TV, Boaventura também faz um relato ano a ano, de 1991 a 2016, dos principais fatos que a emissora cobriu. “Fatos que fazem parte da história de Pernambuco e foram registrados pela Asa Branca como a tragédia da hemodiálise, denúncia de trabalho infantil na Feira da Sulanca, tremores de terra e as enchentes”, exemplifica o autor.

Também foi feita uma busca para encontrar os repórteres que passaram pela Asa Branca e cobriram esses fatos destacados e fizeram comentários sobre o processo de construção da notícia e a repercussão na época. Alguns, inclusive, dos primeiros anos da TV, como Ana Paula Freire que hoje mora no interior de São Paulo e Sérgio Farias, que está no Rio Grande do Norte.

O prefácio é do repórter especial da TV Globo, Francisco José, que trabalha há 40 anos na emissora e conhece muito bem a região onde a TV Asa Branca está inserida, já tendo mostrando ao Brasil as belezas do Vale do Catimbau, a alegria do São João de Caruaru e denunciado o escândalo da mandioca. O repórter destaca o tempo em que trabalhou com Boaventura na TV Globo Nordeste. “Todos sabem que eu gostaria imensamente que ele estivesse até hoje ao meu lado produzindo e editando as minhas reportagens, porque o tempo em que nós tivemos com ele foi um tempo de aprendizagem, todos nós aprendemos como ele e o livro é um exemplo disso”, concluiu Chico José.

O evento acontece no Bloco B da Uninassau, no bairro das Graças, no Recife, na segunda-feira (15/08), às 19h00 e o autor vai bater um papo com o jornalista Almir Vilanova que atualmente é editor e apresentador do ABTV 1° Edição e vai conversar com os presentes sobre o mercado de trabalho para telejornalismo no interior do Estado.

O autor – Além de ser o primeiro livro a falar da TV Asa Branca é também o primeiro de Luís Boaventura. Nascido no Recife, em 1984, tem orgulho de ter o título de cidadão vitoriense. Formou-se em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela AESO e fez mestrado em Extensão Rural e Desenvolvimento Local na UFRPE. Como estagiário, atuou em TV e Assessoria de Imprensa. Depois de formado iniciou sua carreira como repórter do programa Auto Motor, pela TV Clube Pernambuco. Em 2006, entrou para a TV Asa Branca. Foi enviado como repórter para inaugurar a sucursal de Serra Talhada. Em Caruaru foi repórter e produtor de reportagens. Em 2008, passou a ser o primeiro produtor e Editor de Rede da emissora, onde permaneceu até 2012. Trabalhou também como Editor na TV Globo Nordeste, passando por todas as redações – locais e de rede – na emissora, do Globo Comunidade, Nordeste Viver e Preservar, ao Jornal Nacional, sendo a maior parte do tempo como Editor do Bom Dia Pernambuco e do Jornal Hoje. Em 2014, tornou-se também professor de Telejornalismo no Centro Universitário Maurício de Nassau – Uninassau, no Recife.

Serviço:

Lançamento do Livro – ABTV Fazendo História

Quando: 15/08/16 às 19h

Onde: Auditório Roque Brito, térreo do Bloco B da Uninassau

(Rua Guilherme Pinto, 400 – Graças – Recife – Em frente ao restaurante Portal do Derby)

convite

SEGUNDO DIA DOS PAIS SEM MEU PAI

sosi

A morte do meu pai foi cercada de jovens chorando. Um pranto que demonstrava o liame sentimental que estabeleceu com seus sobrinhos, netos e bisnetos. Foi a revelação do quanto pode eternizar a memória sentimental dos amparados. Foi isto que foi, o amor doação, a vida, o sacrifício doado à busca de proteção que o amor tanto procura.

O luto ensina mais do que as festas. O luto desperta os sentimentos mais nobres da alma: a compaixão, o perdão, a solidariedade. As festas JUNTAM, mas o luto UNE. As festas promovem ALEGRIA, mas o luto desperta a AJUDA, num entrelaçamento entre dar e receber, que funda a humildade, uma virtude que ensina e engrandece o homem.

Do físico e filósofo francês Blaise Pascal, vem a síntese do sentimentalismo que desanimou e levou a vida do meu pai: A maior carência do homem é poder fazer tão pouco por aqueles que ama.

Simônides queria dar mais. Contudo, sua riqueza era dentro do coração, não no mundo. A riqueza invisível e interior do meu pai o identificava, resumida na sentença latina HOMO DOCTUS IN SE DIVITIAS SEMPER HABET (O homem instruído carrega sempre a riqueza dentro de si).

Tomara que, por influência, seja eu possuidor de alguma riqueza interior que me permita sobreviver aos desafios da existência.

Agora, meu pai, és detentor de um segredo só a ti revelado. Tu eras como nós somos, e nós seremos como tu és.

Sosígenes Bittencourt