QUEM QUER SER VIZINHO DE BANCO EM CIDADEZINHA DO INTERIOR?

Quem quer morar vizinho a uma Agência Bancária numa cidadezinha do interior?

Contam que foram assaltar um banco num desses lugarejos pacatos, munidos de metralhadora portátil e Ar-15, e um menininho saiu correndo para avisar. Quando chegou à Delegacia, havia dois policiais desanimados, munidos de três-oitão, sem gasolina na viatura e os salários atrasados.

Aí, o menininho: – Polícia, polícia, tem assaltante roubando o banco!

Aí, os policiais: – Assaltante de banco?! Ainda bem que você veio avisar – e deram o pira pelo quintal da Delegacia.

Se for mentira, tem lógica suficiente para ser verdade. A verdade não precisa de lógica, já é verdade, mas a mentira tem de ter imaginação, tem de ter fundamento.

Outro dia, uma crente relatou que ouviu um estrondo tão grande, de madrugada, que pensou que era o Apocalipse.

Um outro morador contou que os assaltantes disseram que estavam trabalhando e o serviço era rápido. Nesses dias, pedem para se qualificar como profissionais a fim de contribuir e se aposentar pelo INSS.

Quem quer ser vizinho de banco em cidadezinha do Interior?

Sosígenes Bittencourt

MPV – EVANDRO MONTENEGRO – Por Aldenisio Tavares

EVANDRO MONTENEGRO – nasceu na Vitória de Santo Antão, Pernambuco, no dia 18 de junho de 1956. No carnaval de 1999, fundou com irmãos e amigos da Rua Major Lins, antiga caixinha, o bloco da Tesoura. Profissionalmente, trabalhou nos correios e muitos anos, no antigo Bandepe, Compôs o frevo-canção “Carnaval na Tesoura”, gravado por Paulo da Banda Real. Foi para as NUVENS em 2015.

O HOMEM ACHA A PAZ CHATA

A guerra é o cúmulo da insanidade coletiva, é a única disputa em que não há vencedor. A guerra é a legalidade do crime. Pergunta a quem perdeu um filho, sobre a vitória. Quem foi o vencedor da guerra que levou um ente querido? Os latinos diziam: SI VIS PACEM PARA BELLUM, ou seja, se queres a paz, prepara-te para a guerra. Por que não disseram SI VIS PACEM PARA PACEM, se queres a paz, prepara-te para a paz.

O homem acha a paz chata, por isso inventou a guerra, que é mais emocionante. O mundo conspira contra a paz, seduzido pelos motivos de sofrimento. O ser humano é um escravo cerebral das sensações, dependente químico das emoções existenciais mais impactantes. Acha mais emocionante a luta do que a comunhão. Gosta da paixão, embora sofra, desprezando o cultivo do amor, que é manso e sereno. Quando alguém mais brando diz que ama, o contemplado se abusa, enjoa. Prefere alguém prepotente que disfarça, atordoa, fere. Os cristãos disputam Jesus no grito, se dividem em nome do Senhor. O ninho dos profetas, a pátria das religiões é um barril de pólvora. Os regimes teocráticos são assassinos. As Coreias, desenvolvidas, reconstruídas com base na disciplina e na educação, sentem saudade da guerra, arengam tanto quanto as cubatas africanas, antros de ladrões, analfabetos e miseráveis. A mídia vende mais desastres ecológicos, conflitos humanos, crimes, catástrofes, porque o coração humano se emociona e prestigia. Por mais que o mundo produza bens e serviços, evolua científica e tecnologicamente, a paz parece, a cada aurora, mais distante.

Caótico abraço!

Sosígenes Bittencourt

MPV – Maestro Aderaldo

MAESTRO ADERALDO AVELINO DA SILVA – nasceu no dia 15 de dezembro de 1932. Foi professor de música na cidade do menor – Pacas,  depois, por quase 40 anos, foi regente da Banda EUTERPE 3 de agosto da Vitória de Santo Antão,PE em parceria com o seu aluno Ivanildo Freitas, compôs o frevo da rua “Comadre Nora no Coelho”. Foi para as NUVENS em 2015.

EDUCAÇÃO MUSICAL – Na qualidade de reflexão na alfabetização da EJA. (PARTE 4)

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O trabalho com a música associado ao Ensino Regular, tem demonstrado resultados satisfatórios, no que diz respeito, a formação de cidadãos do futuro. Diversos Projetos Sociais em várias Regiões e Estados do Brasil, tem formado  cidadãos.  A Educação Musical e a Educação de Jovens e Adultos (EJA), pode fazer parte deste mesmo objetivo pedagógico, e, passo a passo este Corpo Discente que em razão a vários fatores sociais, foi impedido que chegasse a cursar o Fundamental (I) e o (II), como também, o Nível Médio dentro dos padrões regulares, conforme a regência do MEC – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA.  Tendo a oportunidade de continuar através da (EJA).

A finalidade desta simples abordagem apresentada, é justamente, para que possamos refletir no que é possível uma Ciência Humana denominada de música, ter uma profundidade e abrangência, na área da alfabetização, porque para algumas pessoas, a música é apenas diversão, no entanto, sabemos que a música no nível educacional, não ficará apenas em executar simplesmente, uma escala de Dó Maior ( C ), de Sol Maior ( G ), em um Violão, Contrabaixo, Teclado, Cavaquinho, Trombone, Sax, Trompete, mas estimular e preparar  o Corpo Discente participante da EJA, a sentir o prazer de aprender a Ciência Pedagógica, contida na Educação Musical. Este prazer direcionado ao fator aprendizagem, fluirá  na Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, Física, Química, Biologia e demais disciplinas. Sabemos que estes benefícios surgirão a longo prazo, devemos trabalhar e esperar os resultados.

João Bosco do Carmo.

http://lattes.cnpq.br/8222363703321930

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

Latinhas carnavalescas da Pitú já estão nas ruas

As latinhas carnavalescas da Pitú já estão em circulação em todo o mercado do País. A cachaçaria pernambucana distribuiu 3 milhões de unidades de 350 ml da aguardente tradicional com o layout especial de Carnaval. Este ano, a estampa traz elementos marcantes da folia momesca, entre eles a La Ursa, os bonecos gigantes de Olinda, o Galo da Madrugada, o Caboclo de Lança e outros símbolos da festa. A ilustração, com as cores vermelho, amarelo e preto, foi desenvolvida pela agência Ampla Comunicação. A partir desta semana, os colecionadores de latinhas temáticas já podem adquirir mais uma para o acervo. 

Momento Cultural: Caveira – por Henrique de Holanda

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Da nudez em que vive na demência,
traduzes bem o desmoronamento.
lar que serviu de abrigo à inteligência
e onde hoje reside o esquecimento.

Outrora tu vivias na opulência:
carne, vaidade, amor, deslumbramento,
beijo, pecado, embriaguez, ardência,
e hoje, de tudo isso, o isolamento.

No mundo, tu viveste mascarada.
Hoje, porém, com a face descarnada,
Tens do teu rosto a máscara caída…

Retrato original da humanidade:
Ressaca para toda a eternidade
depois da grande dança desta vida!…

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 12).