
Carnaval da criançada de 1960. Estão na foto: Jandira, Antonio Ferrer, Joel Neto , Aurinha, Elminho e Ieda. Foto: Acervo pessoal de Joel Neto.


Carnaval da criançada de 1960. Estão na foto: Jandira, Antonio Ferrer, Joel Neto , Aurinha, Elminho e Ieda. Foto: Acervo pessoal de Joel Neto.



Mantendo a tradição da última década, acontece nesse sábado, 21 de janeiro, no Restaurante Gamela de Ouro a 10ª edição da reunião festiva promovida pela Associação de Blocos de Trio da Vitória. O evento terá inicio às 11h e contará, além dos foliões, com autoridades, diretores de agremiações, representantes dos mais variados veículos de comunicação e atrações musicais.
Na ocasião, os diretores da ABTV irão destacar os 25 anos de atuação da referida instituição no carnaval antonense e também celebrará uma homenagem póstuma ao carnavalesco Helder Neri. As pulseiras/convites encontram-se nas mãos dos diretores dos blocos afiliados a ABTV – Associação dos Blocos de Trios da Vitória.
Serviço:
Evento: 10ª Edição da Feijoada da ABTV.
Local: Restaurante Gamela de Ouro.
Dia e hora: Sábado (21/01), a partir das 11h.


Agora é com vocês, Nação! Comentem e compartilhem essa resenha.


Xicão Xukuru e a criminalização do direito ao território.
Este é Francisco de Assis Araújo, o Cacique Xicão, mais um mártir da luta da causa indigenista neste país.
Xicão nasceu no sítio Cana Brava, bem no centro do território Xukuru, nos municípios de Pesqueira e Poção, Pernambuco.
Ascendeu ao cacicado, conseguindo mobilizar, de 1989 até 1998, diversas forças em torno da luta do seu povo Xukuru do Ororubá, quando, então, foi assassinado em razão de sua atuação política.
A sua liderança passou a ganhar notoriedade ainda nos trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte.
Devidamente organizadas, as lideranças indigenistas conseguiram derrubar o inciso V do art. 26, que repassaria aos estados e municípios as terras dos aldeamentos extintos, fragmentando a luta em um nível nacional.
Como principais vitórias, as conquistas hoje consagradas nos arts. 231 e 232 da CF, que são o escudo fundamental dos direitos indígenas.
O cacique tinha algo que despertava a ira de fazendeiros e posseiros: desenvolvia um trabalho de base, conhecia cada uma das 23 aldeias e fomentava a conscientização de seu povo.
Após séculos de apagamento, os Xucurus obtiveram conquistas territoriais importantes, como Pedra D’água, Caípe, Sítio do Meio e Tionante.
Essas conquistas, porém, tiveram, como consequências, ameaças, violência e mortes.
Como um prenúncio do mal que o aguardava, Xicão viu serem assassinados o indígena Everaldo Rodrigues e o procurador da Funai Geraldo Rolim (ambos crimes não resolvidos).
No dia 20 de maio de 1998, os seus inimigos alcançaram o objetivo maior.
Xicão foi morto com seis tiros a queima-roupa, na frente da casa de sua irmã.
O cacique tornou-se mártir e manteve acesa em seu povo a chama da luta pelo território.
Em 2004, a banda Mundo Livre S/A grava a canção “O Outro Mundo De Xicão Xucuru”:
“Numa faixa de terra de 28 mil hectares/ localizada no agreste pernambucano/ habitam cerca de 8 mil seres da espécie humana/ Eles não querem vingança/ eles só querem justiça/ querem punição para os covardes /assassinos de seu bravo Cacique Xicão”
A quem interessar, recomendo “Xukuru – Filhos da Mãe Natureza”. 📚
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A tradicionalíssima Procissão do Glorioso Santo Antão fechou com “chave de ouro” o ciclo de mais uma festividade dedicado ao nosso padroeiro. Comandada pelo Padre Josvilvado, Pároco da Matriz, a “Festa de Santo de Santo Antão” é um dos mais precisos patrimônio da nossa terra que foi desbravada pelo português de Diogo de Braga em 1626.

No feriado da terça-feira (17) registramos, em vídeo, vários momentos do importante acontecimento religioso.




Em 19 de janeiro de 1982, morria, precocemente, aos 36 anos, causando forte comoção no país, Elis Regina, considerada, por muitos, a maior cantora brasileira da história.
📷: Arnaldo Barros
Fonte: @revistacontinente
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Aproveitando o feriado municipal dedicado ao nosso Glorioso Santo Antão, Padroeiro da nossa Vitória de Santo Antão, promovemos mais uma edição do original projeto “Corrida Com História”. Na ocasião, realçamos as três “moradas” do santo em nossas terras.
Fundado pelo português Diogo de Braga, em 1626, o nosso lugar foi agraciado com uma capela rudimentar e sua construção deu-se no conjunto do primeiro ajuntamento de pessoas, em local ainda não incerto, por assim dizer.
A segunda igreja certamente foi construída entre o final do século XVII e inicio do XVIII, segundo informações não documental no centro onde hoje conhecemos como Praça Don Luís de Brito, na Matriz – nas imediações onde hoje encontramos a “Pirâmide”. Registros históricos afirmam que a mesma foi demolida em 1973. O atual prédio da Matriz de Santo Antão, após anos em obras, foi inaugurada em 1881.
Portanto, eis aí, um abreviado histórico das 3 moradas – oficial – dedicadas ao nosso Glorioso Santo Antão, revelada em mais um “Corrida Com História”.
https://youtube.com/shorts/6lnDgwtkXqE?feature=share


Em 18 de janeiro de 1934, nascia, em Sete Lagoas/MG, Mauro Faccio Gonçalves, o inesquecível Zacarias, célebre integrante do grupo “Os Trapalhões”.
O personagem era um tímido e ingênuo mineirinho, que se vestia e comportava-se de modo infantil.
Em razão disso, caiu nas graças das crianças brasileiras que passaram a adorá-lo.
Mauro morreu em 1990, aos 56 anos, deixando uma legião de fãs.
Durante muitos anos, especulou-se que ele teria falecido, prematuramente, de AIDS.
Os seus familiares sempre negaram o boato.
Feliz de quem cresceu ao som daquela risada inconfundível.
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A Guerra do Paraguai era assunto dominante nas rodas políticas e sociais, na segunda metade do século XIX. Girava no país a campanha “Voluntários da Pátria” que visava arregimentar soldados para combater o inimigo. Vitória de Santo Antão não esteve ausente desta campanha. Vários jovens alistaram-se para partir para o campo de batalha com destaque para uma jovem, Mariana Amália do Rego Barreto. Segue a mensagem por ela proferida aos antonenses.
-É esta a alocução a que ontem nos referimos na notícia que nos foi transmitida da Vitória; a qual alocução foi recitada pela Jovem Heroína Pernambucana D. Mariana Amália do Rego Barreto, no dia 16 de setembro ao povo daquela cidade:
“Caros patrícios! briosa mocidade vitoriense !
Aqui tendes a vossa frente a vossa patrícia, em cujo coração predominou tanto o amor da pátria ultrajada, que a obrigou a preferir aos gozos de uma vida tranquila, ao amor paterno, às carícias dos parentes, os rigores, os trabalhos e as fadigas da batalha, ou perseguindo o inimigo com as armas empunhadas, ou cuidando dos feridos nos hospitais de sangue.
E vós, caros patrícios, a quem adornam as vestes do homem, deixareis de acompanhar, como voluntários da pátria, a vossa jovem patrícia que varonilmente vos vem convidar como voluntaria da pátria? Não certamente: não devo supor em vós tanto desânimo, tanta falta de patriotismo! Eia! vamos, vamos para o Paraguai: vamos unir-nos aos nossos compatriotas que ali nos esperam; vamos unir as nossas vozes, e com eles cantar os hinos em louvor da vitória, que acabam de alcançar contra estes selvagens, que tantos insultos e roubos tem praticado, que tanto tem injuriado a pátria comum!
O nosso e excelso monarca o Sr. D. Pedro II, despregando-se das delícias da corte, seguindo para o campo da honra, não fez um apelo a todos os brasileiros?
Certamente que sim.
Ele Disse: eu cá vou ir vós deveis seguir-me.
E o que fazemos, meus caros patrícios ?
Reuni-vos, vinde alistar-vos; marchemos !
O amor da pátria está acima de tudo: ela exige de nós esse dever.
A nossa honra está empenhada, é preciso que a resgatemos!
Mocidade briosa, herdeira de heróis pernambucanos, segui o exemplo desta jovem, vossa patrícia, que ora vos fala; não hesiteis um só momento. Segui-me, vamos acabar para sempre o poder do bárbaro déspota do Paraguai, Inimigo da religião, da honra, da humanidade ; vamos levar a civilização e a liberdade ao mísero povo que jaz mergulhado nas trevas do mais hediondo fanatismo !
Cumprido, pois este dever, dever sagrado e reclamado, voltaremos triunfantes ao seio da pátria natal, onde cheios da gloria, abraçaremos a nosso pais, parentes e amigos.
Vitorienses, avante, não vos demoreis; estou a vossa frente, marchemos!
Viva a religião católica romana! Viva o sr D. Pedro II!
Viva a Constituição do Império!,
Viva o Exmo. Presidente da Província!
Vivam os voluntários da pátria”!
Diário de Pernambuco – ed. 217 – 22 de set. de 1865
Professor Pedro Ferrer – presidente do IHGVSA.


Casualmente, na noite de ontem (15), encontrei-me com o amigo Régis do Amendoim no Pátio da Matriz. Bom de papo e sempre atencioso comigo tomamos assento no espaço organizado pelo pessoal da paróquia para um lanche e papear um pouco. Por feliz coincidência, hoje, segunda-feira, 16 de janeiro de 2023 o homem do amendoim mais famoso da nossa cidade está virando a página de mais primavera. São 67 anos de muitas histórias. Desde a infância, quando mesmo começou a vender pipoca e amendoim pelas ruas da cidade até os dias atuais, na qualidade de chefe de família e pessoa querida e conhecida nos quatros cantos da Vitória. Parabéns Reginaldo!!!


Organizada pelo atleta “Davi Corredor”, na manhã do domingo (15), aconteceu a 3ª edição da Corrida de Rua de Santo Antão. Sintonizada com os festejos alusivos ao padroeiro da cidade – O Glorioso Santo Antão – o evento iniciou às 6h do domingo, com a tradicional concentração em frente à Igreja do Rosário, e teve a largada anunciada por volta das 7h.

Com um bom número de atletas inscritos, o evento contou com a participação de atletas de várias cidades do entorna da Vitória. Registramos os vencedores – masculino e feminino – na categoria geral.

Ao final, o amigo “Davi Corredor” demonstrou sua satisfação, no sentido da organização e também na perspectivas da próxima edição, dizendo: “para o ano tem mais…”


Escrevendo mais um capitulo da história do nosso carnaval, no contexto pós-pandemia de COVID-19, o Clube dos Motoristas “O Cisne” promoveu o seu primeiro ensaio de rua, visando o carnaval 2023.
“Puxado” pelo “calhambeque abre-alas” – um dos símbolos da agremiação – e animado pela Orquestra Ciclone, comandada pelo Maestro Givaldo, o “Cisne” seguiu pelas ruas centrais da cidade “juntando” foliões, muitos dos quais ansiosos para o início das festividades momescas na nossa cidade, como bem demonstram as imagens, abaixo. Veja o vídeo.






INSCRIÇÕES AQUI: http://www.corridadavitoria.com.br/
