Antiga Farmácia Popular, onde Manoel de Holanda teve seu primeiro emprego e escreveu suas primeiras crônicas. Nesse sobrado (hoje tombado pelo Governo de Pernambuco como patrimônio histórico do Estado), morava Martha de Holanda, a escritora mais influente no seu tempo pernambucano. Além de ponto comercial, a Farmácia Popular, uma das mais antigas do Brasil em funcionamento, era ponto de encontro e de tertúlias literárias que contavam com a presença, além de Manoel, de expressivos nomes de nossa literatura: Célio Meira (sogro de Zito Mariano), Jorge Campelo (irmão de Áurea Ferrer), Silvino Lopes (famoso jornalista), Ulisses Pernambucano de Mello (famoso psiquiatra, primo de Gilberto Freyre), entre outros. Na parte superior desse sobrado, que se mantém com seus traços originais, funciona a Academia Vitoriense de Letras. A proprietária é Diva, filha de Manoel de Holanda, que cedeu os direitos de uso à instituição de cultura.
(DO LIVRO “O SOBRADO DE SEU MIRO E OUTRAS CRÔNICAS – MANOEL DE HOLANDA CAVALCANTI – PAG 111)Arquivo da categoria: Sem categoria
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Fragmentos
Rir é iluminar-se sem se maquiar,
sai mais barato do que se pintar.
Sosigenes Bittencourt
Zezé do Forró canta “Não sou Vaqueiro” de Sirano e Sirino
Do novo CD de Zezé do Forró, ouça a música NÃO SOU VAQUEIRO, de autoria Sirano e Sirino.
[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/Não-Sou-Vaqueiro-Zeze-do-Forro.mp3″ text=”Não Sou Vaqueiro – Zezé do Forró” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/Não-Sou-Vaqueiro-Zeze-do-Forro.mp3″]
Aldenisio Tavares
Convite – Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.
Como era nossa Vitória, no inverno ou verão, sem a energia elétrica?
Ao circular pelas ruas centrais da nossa urbe, na noite fria e chuvosa de ontem (20), percebi, paradoxalmente, um movimento estático. Calçamento molhado, portas fechadas, praças desabitadas, bares silenciosos, carros estacionados e nem os mototaxistas, sempre agitados, faziam barulho, através dos escapamentos da suas respectivas ferramentas de trabalho.
Parado no semáforo, do cruzamento da Avenida Silva Jardim com a Rua Joaquim Nabuco, o painel marcava pouco mais de duas dezenas de segundos, na contagem regressiva, indiferente a tudo e a todos e obrigando-me a esperar. Nem precisava, eu estava sozinho, naquela selva de pedra molhada.
Nesse lapso temporal, aparentemente insignificante, deu-me tempo para uma viagem, mesmo que sem sair do canto. Fui a um período, não sei precisar, na Vitória de Santo Antão de antes de 1922, quando, ainda, não dispúnhamos da então moderna energia elétrica já, largamente usada, em outros centros urbanos mais desenvolvidos.
À Vitória de antes, materializada na minha imaginação, não contava com essa invenção de alcance coletivo que mudou, radicalmente, a forma das pessoas se relacionarem, na sociedade moderna. Até então, claridade, após o pôr do sol, só pela obra e graça da lua, sobretudo na cheia, e pelo fogo, graças à combustão da madeira, ainda em abundância, nos quatro cantos da imaginável bucólica Vila de Santo Antão.
Quando estava me aprofundando no ritmo social, vivenciados pelos nossos antepassados santonenses, no inverno ou no verão, durante a noite ou dia, nos conceitos familiares e nas obrigações religiosas com o santo local, o contador do semáforo zerou e a lâmpada vermelha apagou. O verde, acendeu em mim uma obrigação contemporânea, dando-me, imperiosamente, uma ordem: o direito é seu, para seguir, mesmo que, naquele instante, não pugnasse pela volta, para o mundo atual.
Banco do Brasil comenta no blog.
Banco do Brasil: serviço deficitário nos terminais eletrônicos!!
“Boa Tarde, Cristiano! Lamento pelo transtorno. Encaminhei uma notificação pro setor responsável verificar o que está acontecendo na agência e adotar as providências necessárias. Agradeço seu contato”.
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Segundo Forró do Vicariato – Vitória

NO CAIR DA TARDE – Na Voz de JÚNIOR PASSIRA.
Produtora cultural, Herika Araujo, repudia comentários “intolerantes” sobre a Quadrilha Junina Forró Fiá!

Por ocasião de uma das nossas postagens da segunda (19), realçando o entusiasmo e à animação do grupo vitoriense, que representa a Quadrilha Junina Forró Fiá, alguns comentários surgiram – logo abaixo. A produtora cultural e uma das articuladoras do projeto, Herika Araujo, classificou-os como “mal educados e intolerantes”. Leia-os abaixo e entenda a polêmica!!
“Querido Pilakinho desde quando daças inventadas são manifestações culturais?
Essa Trupe que se denomina de Quadrilha Junina (drilha) de nada tem de elementos juninos. As figurantes mais parecem vestidas de ciganas (carnaval tem hora certa), do que matutas…..
Amigo Pilako esse passos de ginastica não são de raiz junina, são, na verdade, parte da horrenda arte moderna, que, onde chega, destrói o belo.
Esses jovens, na verdade, estão embuidos da melhor energia do mundo: a boa vontade; porem, induzidos a erro pela mídia, e etc… a acreditarem que “isso”
que fazem seja algo cultural de verdade. lastimo!
Quem de nossa sociedade pode brincar dessa forma? pulando,e etc?? rsrsrs
“Falácias não cessam de ser falácias porque se tornam modas”.
Os jovens ai, que pulam..perfazendo uma verdadeira aula de “aeróbica” nada de cultural produzirão ao longo do tempo:
Parturient montes; nascetur ridiculus mus. [Horácio, Ars Poetica 139] : As montanhas estarão em trabalho de parto; nascerá um ridículo rato”
Pedro Cesar de Araujo.
“HAJAM PENICOS; TIPOS DE QUADRILHAS QUE NÃO TEM NADA HAVER COM NOSSAS TRADICIONAIS QUADRILHAS .
PARA MIM NÃO PASSA DE LIXO”.
JORDANIA.

Queridos, acredito que vcs estão fazendo confusão no conceito de Cultura. Algo muito comum em um país como o nosso, onde somos e temos uma péssima educação. O reflexo disso encontra-se, também, na forma de expressarmos uma simples opinião.
Os comentários acima poderiam até gerar um debate sadio sobre o que é TRADIÇÃO, MANIFESTAÇÃO POPULAR e CULTURA. Mas infelizmente não existe nenhuma brecha. A única cultura que pode ser debatida aqui, é a da má educação e da intolerância. O movimento foi chamado de LIXO! O grupo limitado a uma trupe de carnavalescos fazendo ginásticas! E que fosse, pois a ginasta esta presente nas BALIZAS das Bandas Marciais das escolas públicas e muitos jovens da Forró Fiá tb são de bandas marciais. E que maravilha trazer as cores, o brilho, a energia e a alegria do CARNAVAL , para as coreografias das quadrilhas juninas. Qual problema disso? Certamente, o problema está em fazê-lo para diminuí-los.
A EXPRESSAO CULTURA TRADICIONAL não passa de uma forma de expressão. “Não existe”, na prática de uma sociedade, a “cultura tradicional”. Ela fundir-se-á sempre. Cultura tradicional vc só poderá encontrar, por exemplo, em pacotes turísticos (montados para esse fim) e grupos específicos CRIADOS para tal fim. Ou ainda, em alguma sociedade secreta que exista no planeta q FIELMENTE repassem seus modos de fazer, criar e produzir. O que não é o caso da Quadrilha Junina Forró Fiá. Eles representam a CULTURA DE QUADRILHAS que é uma CULTURA NORDESTINA. A forma como cada sociedade ou grupo se manifesta, a cerca dos seus modos de fazer, criar e produzir É CULTURA TAMBÉM. E cada sociedade ou grupo tem sua leitura, e é por isso que muitas CULTURAS NORDESTINAS e NO MUNDO permanecem vivas. NÃO TEMOS QUE HIERARQUIZAR AS CULTURAS em seus modos de fazer, criar e produzir muito menos rotular os que as praticam por terem outros fatores envolvidos.
Atualmente encontramos diversos conteúdos falando sobre nossas “culturas musicais” que distorcem valores, instigam à violência, sexualidade precoce entre jovens etc. O que cabe um debate! Mas chamar de LIXO e de jovens alienados, um movimento sadio de dançar, de se expressar, de manifestação popular e ainda se utilizar de escrita rebuscada, é muita falta do que fazer e uma necessidade extrema de aparecer.
A CULTURA das DRILHAS q tb foi criticada aqui, tem fortalecido o movimento junino, principalmente no envolvimento da juventude e principalmente quando se utiliza uma TRILHA TRADICIONAL, como foi o caso do evento e que fez com que as pessoas dançassem QUADRILHA TRADICIONAL NAS RUAS.
Não tenho nada pessoal com a opinião de ninguém. Ocorre que em respeito aos comentários e prints que tenho recebido, principalmente dos próprios adolescentes e organizadores que sentiram, inicialmente, orgulho da matéria, estão se sentindo expostos e constrangidos, dessa forma seria impossível não replicar. Espero que seja dado um espaço para uma carta aberta da diretoria da Forró Fiá em repudio aos comentários cruéis, desnecessários e preconceituosos. Opinião sobre um assunto é uma coisa, a matéria não fala sobre cultura, fala sobre um grupo que fez um lindo movimento e ainda faz uma sensibilização sobre políticas públicas para fortalecer o movimento de quadrilha do município.
Concluo dizendo: uma vaia bem grande para aqueles que utilizam de forma inadequada o direito da livre expressão.
HERIKA ARAUJO.
VAMOS DANÇAR FORRÓ – NILDO VENTURA
Para Elias, mais 21.170 dias de vida!

Ao consultor vitoriense Elias Martins, que com muita propriedade expõe números e projeções da nossa Vitória de Santo Antão, em função de mais uma passagem de data natalícia, comemorada hoje, 30 de maio, desejo-lhe mais 21.170 dias de vida.
Momento Cartório Mais – Vitória

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Momento Cultural: LEI DE JUSTIÇA – por MELCHISEDEC

No transcurso das existências, o Ser Humano desenvolve muitas qualidades boas e más. As boas são registradas no Corpo Causal, as más são gravadas nos veículos inferiores. A Lei da Justiça dá como herança cada Ser Humano, o fruto das suas próprias ações. Os efeitos das más ações se esgotam necessariamente nos planos inferiores, porque suas vibrações pertencem a matéria desses planos e não podem ser registradas no Corpo Causal. Por conseguinte, sua energia se atualiza por completo em seu próprio nível e se relaciona com a vida astral e física do Ser Humano, o que ocorre na presente existência ou nas vindouras.
Uma boa ação ou um bom pensamento produz também efeitos benéficos nos planos inferiores, porém, é no Corpo Causal que seu efeito se torna permanente e elevado, com poderosa influência na evolução do Ser Humano.
Toda vez que o Ego reencarna, encontra-se frente ao mal, até que consiga vencê-lo, eliminando dos seus corpos inferiores todos os resquícios do mal.
(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 14).
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Momento Pitú.

Silvio Serralheiro é destaque empresarial.
Recentemente o amigo empresário vitoriense, Silvio Serralheiro, recebeu o Prêmio Destaque Empresarial na vizinha cidade de Glória do Goitá. Esse tipo de notícia, para quem o conhece e goza da sua amizade, é motivo de alegria. Silvio é um sujeito “sangue bom”. Portador de um estilo próprio, é guerreiro e avança com naturalidade, nas mais diversas áreas de que atua. Portanto, segue nossos parabéns ao amigo Silvio Serralheiro.
Compositor Aldensio Tavares: virando mais uma folha do calendário.
Hoje é dia de parabenizar nosso colunista, Aldenisio Tavares, por mais uma passagem natalícia. Na qualidade de consagrado compositor vitoriense, Aldenisio, tornou-se uma espécie de patrimônio vivo dos antonenses. Do carnaval ao religioso, do brega ao forró e do romântico à batida descartável, Aldenisio, com sua versatilidade e sensibilidade, já musicou, em verso e prosa, nossa Vitória de Santo Antão nas mais diferentes configurações. Parabéns amigo!! Que a natureza lhe conceda pelos menos mais uns cem anos de vida!!!










