Fim de Semana Cultural (ESPECIAL):
UM VULTO DE MULHER (poesia) – Por DILSON LIRA

Se tens n’alma recôndita amargura,
que te acorrenta aos grilhões da dor,
incontinente foges do torpor
da tua vida tão vaga e escura.

Se tens do peito amargo sentimento,
de um desejo não realizado,
busca o futuro, esquece o teu passado,
que ameniza mais teu sofrimento.

Mas, se tens n’alma bem viva contigo
uma paixão, um vulto de mulher,
é bem difícil esquecê-la, amigo…

Alguém procura achar a solução,
e enquanto esquecê-la a alma quer,
mais amá-la procura o coração…

Dilson Lira

Fim de Semana Cultural: Tainá (Fotografia)
Por Arquiles Petrus

Lembram da pequena Tainá?

sapatinhos-arquiles-petrus

Foto: À espera da pequena Tainá (clique na foto para ampliar).
Clicada em Agosto de 2012 – por Arquiles Petrus.
ISO 180 – Obturador: 1/200 seg  – Diafragma: F48 – Distância Focal: 58mm

Pois é, olha ela aí:

Taina

Foto: Tainá (clique na foto para ampliar).
Clicada em Janeiro de 2013  por Arquiles Petrus.
ISO 450 – Obturador: 1/25 seg  – Diafragma: F4.2 – Distância focal: 19mm

Arquiles Petrus – Escritor e Fotógrafo vitoriense, membro da
Academia Vitoriense de Letras.

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Fim de Semana Cultural: Indiferença (Crônica)
Por Arquiles Petrus

indiferecaEntre o Céu e a Terra, há tantos mistérios…. e a humanidade segue cega para tantas coisas maravilhosas que Deus tem nos mostrado nas mais simples emanações de seu Amor e Vontade. É uma pena que tantos ainda vivam atrelados a conceitos religiosos, enquanto o Cristo vem nos mostrar a religiosidade do Amor. O Amor é universalista, não uniforme. O Amor une, não separa. Bom seria se todos vivessem o Amor de Deus uns para com os outros. O resto, seria apenas consequência desse amor… Mas não, a humanidade continua vivendo essa indiferença chamada Religião.

Arquiles Petrus – Escritor e Fotógrafo vitoriense, membro da
Academia Vitoriense de Letras.

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Fim de Semana Cultural:
Impressão (poesia)
Por Sosígenes Bittencourt

Da janela, vejo umas meninas bonitinhas que passam.
De tão bonitinhas, nem parecem passar.
Fica sempre alguma coisa bonitinha no ar.

Sosigenes Bittencourt – Escritor vitoriense.

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Fim de Semana Cultural:
Misericórdia divina (Conto)
Por Arquiles Petrus

abismo

Estava habituado com o cheiro fedido daquelas regiões abissais. Eram enormes vales onde centenas, talvez milhares, de gritos uniformes e grotescos de dor e sofrimento misturavam-se aos movimentos pesados, na tentativa de seguir pelo caminho espesso e viscoso já tão conhecido por ele. Sons animalescos se misturavam aos pedidos de piedade, ladainhas sem nexo, que mais pareciam formas de garantir uns aos outros, algum espaço naquelas cavernas escuras e sem cor.

A impressão que dava é que estavam todos noutra realidade, cada qual vivendo o seu inferno interior, confusos, irritados, clamando ódio ao Pai, por estarem em situação nada confortável perante as leis reguladoras do universo Divino.

Homens fardados, como num exercito infernal, erguiam suas lanças para os recém-chegados como quem demarcasse poder. Outros, como num torpor, apenas perambulavam entre os que bebiam daquela lama, numa tentativa de matar uma sede que na verdade não existia.

Entre centenas, talvez milhares, lá estava ele. Vestia uma túnica clara, porém encharcada de lama, envolta por uma corda na altura da cintura. Chorava enquanto segurava o pescoço, na tentativa de respirar o ar denso e fétido, mas essencial, a seu ver, para a sua sobrevivência.

Atordoado, olhava todos os lados como quem aguardasse o pior lhe ocorrer, mas logo voltava sua atenção aos seus próprios tormentos, como forma de pedir perdão ao Criador. Ao fundo, ainda ouvia-se o barulho infernal daqueles que clamavam ajuda; nada podiam fazer, há muito viviam a alimentar seus piores sentimentos de ódio e rancor, fruto de uma existência desregrada, sabe-se lá como.

Ao longe, próximo ao grande abismo, via-se surgir uma grande luz, fazendo centenas daqueles moribundos se retraírem e correrem assustadas em suas tocas ou cavernas, tamanha a luminosidade daquelas Criaturas Emissárias de planos mais elevados do orbe. Outros sequer percebiam a Caravana, continuavam alimentando seus próprios tormentos, como numa dimensão inalcançável.

O cortejo seguia em procissão, tateando no chão repleto de formas humanas e animalescas, que se arrastavam como lagartos, a procura do precioso liquido, como se houvesse de achá-lo.

O moribundo sentiu-se atordoado, há muito percebia aquela Luz, mas sempre ficava acuado num canto, como quem segurasse suas próprias pernas, mergulhado no remorso do seu próprio arrependimento; naquele momento o Emissário se aproximava estendendo uma das mãos num tom de socorro, enquanto o Divino Olhar lhe transmitia a mais pura misericórdia. Venha comigo, disse o Emissário, chegou sua hora.

Judas, acuado, levantou-se com muita dificuldade, mas logo desfaleceu aos braços do Emissário, tamanha a plenitude daquele momento.

(…)

Arquiles Petrus – Escritor vitoriense, membro da
Academia Vitoriense de Letras.

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Fim de Semana Cultural:
VATICÍNIO (poesia) – Por Valdinete Moura

Se teu olhar brilhar como as estrelas,
E o coração pulsar desesperado,
Divinamente estás enamorado
E teu olhar terá mais que beleza.

Encontrarás refúgio encantado
Em um mundo de luz e profundeza
Plenificado em paz e sutileza
No aconchegado abraço da amada.

Terás, então, teu canto mais sublime
Mais harmonia e cor em teu sentir,
Alento que te guie e ilumine.

Se falta forças em hora desgarrada
E mesmo se a dor te consumir
Seja porto seguro tua amada.

Valdinete Moura é escritora,
membro da Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência

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Fim de Semana Cultural:
Perfeição (poesia) – Por Marcone Melo

Quero viver uma vida
Cheia de emoções
Cantar todos os dias
Uma nova poesia

Amar o amor
Sentir o calor
De nunca morrer
Não saber sofrer

Correr e não cansar
Saltar e não cair
Não ganhar e não perder
Ser grande por viver

Sorrir de alegria
Chorar de emoção
Cantar feliz a perfeição
Dessa nova canção

Uma luz no horizonte
No entender e na razão
Essa canção que toca
Deus criou Deus abençoou.

Marcone Melo – É poeta vitoriense.

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Fim de Semana Cultural:
Pro mundo ouvir (poesia) – Por José Bezerra de Oliveira

Você pode dizer
Pro mundo todo ouvir:
“O meu amor
Não descuida de mim:
Dorme mais tarde;
Acorda mais cedo
E faz o trabalho
Mais rápido
Para pensar mais em mim”.

José Bezerra de Oliveira é poeta.

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Fim de Semana Cultural:
REENCARNAÇÃO (poesia) – Por Marcone Melo

Nascida numa velha primitiva mina
Corre milênios rolando pelas pedras
Na descida de uma cachoeira emoção e evolução
Em busca da perfeição

Percorrendo toda terra
Germinando esse solo sagrado
Do homem para o nascimento
Os vegetais e árvores crescendo

Indo desaguar no mar
O sol aquecendo evaporação e precipitação
A terra chuva trazendo
Faz lembrar reencarnação

Pois tudo é transformação
De moléculas e paixão vivida
Revividas em todo coração
Do homem em evolução

É princípio origem da criação
Água que vem do céu
Que corre pelo chão pro céu voltar
Na chuva retornar

E a terra voltar é como reencarnar
A mesma essência
Em corpo matéria renovada
Pra nova vida experimentar

Sete vezes setenta vezes
Que precisar o homem receber
O perdão pra renascer
Oportunidade à esclarecer

O caminho da iluminação
Justiça divina é reeencarnação
Lei da natureza
Que espera do tempo à salvação

Quem não tem pressa em aprender à lição
Sofre nas reencarnações
Aprende pela dor
O que não viveu com amor

Tem que amar para resgatar
Aquele último centil
E se libertar de reencarnar
Para a felicidade conquistar

Marcone Melo – É poeta vitoriense.

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Fim de Semana Cultural:
A Dor do Oxigênio (poema) – Por Sosigenes Bittencourt

O menino nasceu tão novo
que nem sabia que estava nascendo.
O velho morreu tão velho
que nem sabia que estava morrendo.
Mas, ambos sofreram a dor do oxigênio.
Um, o oxigênio que o invadia.
O outro, o oxigênio que lhe fugia.

Sosigenes Bittencourt – Escritor vitoriense.

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Fim de Semana Cultural:
Pro mundo ouvir (poesia) – Por José Bezerra de Oliveira

Você pode dizer
Pro mundo todo ouvir:
“O meu amor
Não descuida de mim:
Dorme mais tarde;
Acorda mais cedo
E faz o trabalho
Mais rápido
Para pensar mais em mim”.

José Bezerra de Oliveira é poeta.

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Fim de Semana Cultural:
Meu Reino por Fernanda Costa -Por Sosigenes Bittencourt

Na direção que eu olho, vejo Fernanda Costa.
Meu Reino por Fernanda Costa!
Se for mentira, eu não sei que diga.
Quanto quer de aposta?
Já não sonho com outra coisa, parecendo um bobão.
Dá vontade, às vezes, de sair de pista afora,
ir bater no Morro do Alemão.
O Brasil joga contra a Argentina, ganha a peleja,
mas tô nem aí, pelejando pra dormir,
noite inserena, só pensando em Morena.
Viro para a esquerda, viro para a direita,
nenhuma posição me ajeita.
Na parede do quarto, vejo sua silhueta,
meu sonho é Morena.
Não, Morena, não vá para Istambul,
não vá pra Turquia,
venha pro Norte, fique no Sul,
para nossa alegria.
Eu sinto o cheiro de travesseiro dos seus cabelos,
o gosto açucarado dos seus beiços, mesmo sem vê-los,
de tão embeiçado por você.
Não, não vá para o lado de lá,
Glória Perez não pode deixar.
Salve, Jorge! Salve, Jorge!
É artimanha de Lídia, é caborge!
Salve, Jorge! Salve, Jorge!
É malvadeza de Russo, é caborge!

Sosigenes Bittencourt – Escritor vitoriense.

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Fim de Semana Cultural:
REENCARNAÇÃO (poesia) – Por Marcone Melo

Nascida numa velha primitiva mina
Corre milênios rolando pelas pedras
Na descida de uma cachoeira emoção e evolução
Em busca da perfeição

Percorrendo toda terra
Germinando esse solo sagrado
Do homem para o nascimento
Os vegetais e árvores crescendo

Indo desaguar no mar
O sol aquecendo evaporação e precipitação
A terra chuva trazendo
Faz lembrar reencarnação

Pois tudo é transformação
De moléculas e paixão vivida
Revividas em todo coração
Do homem em evolução

É princípio origem da criação
Água que vem do céu
Que corre pelo chão pro céu voltar
Na chuva retornar

E a terra voltar é como reencarnar
A mesma essência
Em corpo matéria renovada
Pra nova vida experimentar

Sete vezes setenta vezes
Que precisar o homem receber
O perdão pra renascer
Oportunidade à esclarecer

O caminho da iluminação
Justiça divina é reeencarnação
Lei da natureza
Que espera do tempo à salvação

Quem não tem pressa em aprender à lição
Sofre nas reencarnações
Aprende pela dor
O que não viveu com amor

Tem que amar para resgatar
Aquele último centil
E se libertar de reencarnar
Para a felicidade conquistar

Marcone Melo – É poeta vitoriense.

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Fim de Semana Cultural:
Aquela Palavra (poesia) – Por José Bezerra de Oliveira

Fique um momento comigo,
A vida inteira.
E quando me perceber triste,
Diga aquela palavra
Que só você sabe
Não fazer sentido
Em outra boca.

José Bezerra de Oliveira é poeta.

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Fim de Semana Cultural:
Poeminha de burburinho (poesia) – Por Di Ozzi Candido

Foto: APublica.org

Laranjas é um real!
Olha a pipoca: tem salgada e doce!
Vamos levar tia, os morangos são do dia
uma trouxa é três se levar duas faço por cinco!

Joãozinho toca a bola pra mim!
Joãozinho, cuidado com o Tiago logo atrás d’ôce!

Corre, menino! Vai te lavar que o angu
já tá na mesa: pra não esfriar.
Lava somente o focinho e os pés pra não gastar muita água

Será que sou castigado ou bendito?
(Pensa o poeta, atormentado, ouvindo a voz do mundo)
E em seguida verte uma lágrima
Perplexa, humana, compadecida
Uma lágrima para a altura que é viver
Parece até Deus

A vida, como se fosse o mundo inteiro, ladra em seu peito
em sussurros que são gritos mansos.
– A poesia não me deixa em Paz!
(Conclui sorrindo interiormente: para não parecer mesquinho).

Di Ozzi Candido é escritor e poeta,

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Fim de Semana Cultural:
Pro mundo ouvir (poesia) – Por José Bezerra de Oliveira

Você pode dizer
Pro mundo todo ouvir:
“O meu amor
Não descuida de mim:
Dorme mais tarde;
Acorda mais cedo
E faz o trabalho
Mais rápido
Para pensar mais em mim”.

José Bezerra de Oliveira é poeta.

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Fim de Semana Cultural:
SONETO DO DESEJO (Poema) – por Luciene Freitas

E foi observando em um espelho alheio
Que vi a imagem, desejada, que não tive.
Busquei por tantas eras consolo, esteio,
Equilíbrio para uma alma, em declive.
Vi naquela figura de santa, tão formosa
Olhos ternos, profundos, infinitos de doçura.
Dos meus vazios o medo, da vida desditosa
O fim, em fortaleza de travas tão seguras.
A mulher ausente, o desconsolado pranto
O desespero, nas noites de busca, traduz
Eu era sombra sussurrando amor, tanto!
Firmes passos, compassados, me induz
A rever a figura, recoberta por um manto,
Esboço difuso, desmanchando-se na luz!

Luciene Freitas é Escritora vitoriense, autora de dezenas de livros,
entre adultos e infantis.

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Fim de Semana Cultural:
Olhares – Horto de Dois Irmãos (Fotografia)
Por Arquiles Petrus

Foto: Pelicano (clique na foto para ampliar).
Clicada em 28 de Outubro de 2012  por Arquiles Petrus.
ISO 200 – Obturador: 1/200 seg  – Diafragma: F4.9 – 78 mm

Foto: Pelicano  (clique na foto para ampliar).
Clicada em 28 de Outubro de 2012  por Arquiles Petrus.
ISO 400 – Obturador: 1/160 seg  – Diafragma: F4.7 – 49 mm

Foto: Macaco (clique na foto para ampliar).
Clicada em 28 de Outubro de 2012  por Arquiles Petrus.
ISO 800 – Obturador: 1/250 seg  – Diafragma: F4.9 – 84 mm

Foto: Águia (clique na foto para ampliar).
Clicada em 28 de Outubro de 2012  por Arquiles Petrus.
ISO 800 – Obturador: 1/160 seg  – Diafragma: F5.9 – 180mm

Foto: Ema (clique na foto para ampliar).
Clicada em 28 de Outubro de 2012  por Arquiles Petrus.
ISO 400 – Obturador: 1/200 seg  – Diafragma: F4.9 – 107 mm

Foto: Ave (clique na foto para ampliar).
Clicada em 28 de Outubro de 2012  por Arquiles Petrus.
ISO 800 – Obturador: 1/250seg  – Diafragma: F4.9 – 84 mm

Foto: Babuíno Sagrado (clique na foto para ampliar).
Clicada em 28 de Outubro de 2012  por Arquiles Petrus.
ISO 400- Obturador: 1/160seg  – Diafragma: F4.9 – 84 mm

Foto: Anta (clique na foto para ampliar).
Clicada em 28 de Outubro de 2012  por Arquiles Petrus.
ISO 400 – Obturador: 1/80 seg  – Diafragma: F4.9 – 78 mm

Foto: Macaco (clique na foto para ampliar).
Clicada em 28 de Outubro de 2012  por Arquiles Petrus.
ISO 800 – Obturador: 1/200 seg  – Diafragma: F4.6 – 33 mm

Foto: Macaco Aranha (clique na foto para ampliar).
Clicada em 28 de Outubro de 2012  por Arquiles Petrus.
ISO 100 – Obturador: 1/200 seg  – Diafragma: F4.9 – 84 mm

Foto: Mata (clique na foto para ampliar).
Clicada em 28 de Outubro de 2012  por Arquiles Petrus.
ISO 100 – Obturador: 1/100 seg  – Diafragma: F3.0 – 4 mm

Arquiles Petrus – Escritor e Fotógrafo vitoriense, membro da
Academia Vitoriense de Letras.

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