MOMENTO CULTURAL: A Origem da Saudade – por ALBERTINA MACIEL DE LAGOS

Profª Albertina Maciel de Lagos

– Eis a minha lenda!… Foi assim:
– Lá, no Eden, de um dia já no fim,
quando fora, pelo Eterno, prometido
um Salvador ao mundo já perdido…
de Adão, sulcando o rosto, deslizaram
duas lágrimas que, dos olhos lhe brotaram.

Nisto um Anjo de extrema formosura,
condoído da triste criatura
e, por ela resolvendo interceder,
a lágrima tenta, lesto, recolher!
Mas… eis que, do Anjo, a taça recusando,
as lágrimas tremendo, tremendo, gotejando…
caiem! e… se infiltrando, na terra, lentamente,
em flores, transformaram-se de repente!!!
……………………………………………………………………….
E quando a Aurora o Céu, vinha dourando,
As florinhas foram se multiplicando
roxas uma, outras tinha a alvura
das almas trescalantes de candura.
– Foi assim, a Saudade originada
da primeira lágrima derramada!

(SILENTE QUIETUDE – ALBERTINA MACIEL DE LAGOS – pág. 39).

MOMENTO CULTURAL: ANOS PRIMAVERIS – POR ADJANE COSTA DUTRA

Adjane Costa Dutra

Qual silêncio vaga…
Estrepitosamente pelas alamedas distantes.
Quais vagas alarmantes…
Quantos mistérios meus anos primaveris.
Encafuando-me pelas alamedas da vida.
Qual charco enevoante paira imiscuindo-se nas vielas da noite.
Anos primaveris no semblante de uma pobre criança,
Pelos andrajos da vida…

(TAPETE CÓSMICO – ADJANE COSTA DUTRA – Pág. 36)

MOMENTO CULTURAL: LEI DE CAUSA E EFEITO – POR MELCHISEDEC

Melchisedec

Em nossa passagem pela vida adquirimos várias experiências, estabelecendo certas relações com outras pessoas, contraindo obrigações e responsabilidades. Por deixarmos de cumprir certos compromissos que nos são impostos pela Lei Divina, geramos inúmeras causas que, em alguns lugares e ocasiões vão produzir certos resultados definidos; pois, não devemos esquecer o fato de que é uma Lei da Natureza, que nenhuma força se perde e que não se pode por em ação partícula alguma de energia, em qualquer parte, sem que haja algum resultado da Natureza. Tudo aquilo que fazemos contrário às Leis Divinas, geramos uma causa, que produzirá os efeitos e essa ação de causa e efeito, chamamos de carma.

Carma é o núcleo moral do ser humano que sobrevive à morte e continua na reencarnação, isto quer dizer que depois de casa personalidade, não ficam mais que as causas que esta produziu. Essas causas não podem ser eliminadas até que sejam revistas seus verdadeiros efeitos e destruídas por eles, para que fique restabelecida a harmonia entre os efeitos e as causas.

O carma não cria nem designa nada. O homem é que traça e cria as causas e a Lei ajusta os efeitos e este ajustamento não é um ato em si, mas, a harmonia universal que tende sempre a cobrar sua posição primitiva. É a Lei de Causa e Efeito que dá a cada um de acordo com o seu comportamento diante das Leis Divinas.

O homem colhe os frutos de sua própria semeadura. A Lei de Causa e Efeito opera através da experiência, vida e caráter de um ser em evolução, produzindo o efeito de cada causa e agindo como uma grande força natural, acima de todas as questões humanas. Ela não castiga nem recompensa, apenas coloca as coisas em perfeito equilíbrio, produzindo a harmonia universal.

Essa Lei determina a cada ação, uma reação, portanto, regula esse encadeamento direto e proporcionalmente toda atividade cíclica, física, emocional, intelectual e espiritual. Imprime no homem a consciência do seu estado de ser. Embora seja uma Lei férrea, pode ser atenuada pela prática das boas obras. Ninguém escapa aos seus efeitos e sua manifestação é de absoluta justiça, que fica alheia a toda compaixão ou vingança, determinando que toda transgressão deve ser plenamente preparada. Ela também propicia a cada ser, a liberdade de usar o seu livre arbítrio, a coesão da responsabilidade, a autodeterminação e sentido de responsabilidade, quando a ação se faz ou é feita consciente ou inconscientemente contra ou a favor da Lei. Ela dá corretamente a cada um, a cada grupo solidário, a família e a humanidade, o justo mérito.

É claro que pela Lei ninguém é justificado diante de Deus. Ora, a Lei não é fé, é Lei.

O perdão das ofensas desata as algemas que prendem o ofendido ao ofensor, porém não isenta o ofensor das penas impostas pela Lei.

Em vidas anteriores desperdiçamos a Energia Divina, cometendo erros, criando assim nosso carma. Com um vida limpa e atitudes corretas, poderíamos equilibrar o grau vibratório da Energia, aperfeiçoando nosso espírito e as nossas criações humanas. O carma é o agente purificador das nossas faltas e o resultado das ações praticadas, coisa que precisa ser eliminada de duas maneiras: a primeira consiste em analisar todos os acontecimentos, para compreendê-los e corrigi-los, aceitando com resignação os efeitos das causas, para que seja permitido consumir de maneira mais rápida desses efeitos, e os erros possam ser eliminados e faça valer todo o seu potencial energético positivo e adquirir a capacidade de movimentar esse potencial energético positivo, transformando tudo aquilo que pode e deve ser transformado.

O que seu sexto sentido permite entrar em contato com as forças da natureza e em sintonia com essas forças conquistar o domínio do mundo concreto.

O Ser evoluído adquire a capacidade de saber quando deve ou não, prevalecer sua vontade.  Sua própria evolução está no cumprimento exato das Leis e rio desempenho de sua missão.

Quando finalmente o pensamento se volta para Deus, a criatura começa mudar de atitude diante da Lei, então começa a sua regeneração.

A Lei permite que se processe a purificação gradual do Ser humano e se estabeleça a idade de ouro.

Os efeitos de uma ou mais causas, pode ser pessoal ou coletiva. Pessoal, diz respeito às faltas do indivíduo. Coletiva, quando se prende aos atos praticados por uma coletividade, de uma família, de uma sociedade, de um país ou de toda humanidade.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 20 a 22).

Momento Cultural: Vitória, princesa matuta! – por Henrique de Holanda

Henrique de Holanda Cavalcanti (3)

VITÓRIA,
minha terra!…
Princesa original
da família real
de Pernambuco!
Toda essa burguesia que se encerra
dentro de ti, dentro de tua gente,
vem do Brasil caduco,
deste velhinho doente,
burguês e visionário.
No seu progresso cívico e moral,
a burguesia é um mal hereditário
Não há preservativo p’ra esse mal.

VITÓRIA,
minha princesa matuta,
garotinha “mignon”, vaidosa e linda,
repetindo, contente,
a grande história de Tabocas;
gloriosa na luta,
p’ra aquele que não a conhece ainda.
Olho o teu céu…
este teu céu bonito,
a boina azul, presente do Infinito;
para a tua cabeça de criatura,
dona da formosura,
amena e singular;
dos dias de sol quente
e da noite dolente
de luar…

Cidadezinha elegante, bem nutrida,
sagaz, insinuante, bem vestida…
tuas florestas de árvores viçosas
nos mostram bem que a natureza quis
aos vestidinhos verdes,
muito lindos,
especialmente vindos
do atelier mais “chic” de Paris…

Vitória linda,
extremamente minha!
De ti, me veio a vida
e, mais ainda,
uma infância de risos e inocência.
– O b-a bá, cantado…
as resingas constantes do recreio,
o Catecismo onde encontrei a essência
mais preciosa desse meu passado!
O meu passado…
….dos cavalos de pau pela Rua do Meio
do gamelo no ar, do peão de ponteira,
do fandango, do anzol, das cavalgadas,
do desafio ao sol, apostando carreira,
dos barcos de papel nas enxurradas!…

Terra sentimental!
Eu ainda te escuto
na voz emocional de Siá Tomásia!…
Siá Tomásia…
a mãe preta que Deus mandou p’ra mim,
as histórias mais lindas me contava
e me embalava, assim:

“Bichinhos do mato, tinô,
anda de gibão, tinô,
pezinho calçado, tinô,
outro no chão, tinô.”

Vitória dos meus dias,
onde bendigo as minhas incertezas,
onde minh’alma se compraz com a dor!
tu me embalas nas tuas alegrias,
para divinizar minhas tritezas,
terra do meu amor!

Vitória,
calçadinha de lírios e verbenas,
é a choupana rústica da glória
onde reside a grei dessas morenas
que lá do céu mandada
quis, p’ra Vitória,
o poético esplendor
de inspirar muito amor
e de ser sempre amada!

Vitória!
Um cofre de guardar ventura.
A menina gentil, boa e inocente,
inteligente e pura,
virgemzinha “da silva”…
e essa gente
essa gente ruim só abre a boca
para falar do “flirt”
Ah! que ideia louca!
Que história!
Mas que povo patife!
Da princesa Vitória
Com o príncipe Recife.

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 17 a 20).

Momento Cultural: O bailado das sombras – por Henrique de Holanda

Henrique-de-Holanda-Cavalcanti-3

As sombras não são mais
que um segredo da terra
aos ouvidos da luz:
– queixas, desilusões, suspiros, ais,
que o coração da natureza leva
e que ninguém traduz.

Umas sombras vêm, outras vão,
num bailar esquisito,
como alguém que, a sofrer,
transfigura a expressão
e diz guardar em si,
todo o bem do Infinito…

E assim, misteriosamente,
em tudo está contida,
nos caminhos, nos lagos, nas alfombras,
no destino da gente,
no esplendor da vida,
a dança enigmática das sombras.

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 16).

Momento Cultural: A Missão de uma Estrela – por ALBERTINA MACIEL LAGOS

Profª Albertina Maciel de Lagos

Para a mui querida, Maria Stela de Oliveira Freitas (Telinha)

Uma estrela, conheço, pequenina
térreo astro-humana criatura;
a sua luz a todos ilumina
em gestos de Bondade e de Ternura!

No entanto, o Sofrer que desanima…
a sua alma encheu de Amargura;
mas a Fé que alenta e reanima
a sua Dor transforma em Ventura!

Sorridente, jamais se desviou
da Senda que o Eterno nos traçou
do Sinai, no Decálogo divinal.

Um dia… aureolada, a Stelinha,
luzirá com a Luz que não definha,
na posse, feliz, da Pátria Eternal!

(SILENTE QUIETUDE – ALBERTINA MACIEL LAGOS – pág. 38).

Momento Cultural: Ser Filha de Maria – por Corina de Holanda

Corina de Holanda

Ser “Filha de Maria” é ser na terra,
Quase aquilo que os anjos são no céu;
Viver do amor que só pureza encerra
Contemplando a Jesus quase sem véu…

Ser d’Ele irmã, viver ao lado seu
Na intimidade que o pavor desterra;
Dizer: Meu bom Jesus, sois todo meu!
Ao pecado eu declaro guerra.

É possuir dos títulos o mais belo.
É ter, num traço azul, puro e singelo,
Fonte perene de eternal poesia…

Ser “Filha de Maria”, é tanta cousa
Sublime, tanta, que dizer não ousa,
Por ser bem pobre a minha fantasia.

(Entre o céu e a Terra – 1972 – Corina de Holanda – pág. 37).

Momento Cultural: ANEIS BRILHANTES – por ADJANE COSTA DUTRA

Adjane Costa Dutra

Vagas lembranças formam um elo de anéis brilhantes…
Formação de cadeias luminosas, esferas, eras.
Anéis fremitamente brilhantes deslizam no meu olhar,
do amor distante.
Círculos, semi-círculos, anéis, entre corpúsculos.
O mundo gira em anéis disformes,
nas vagas lembranças,
de um elo perdido.

(TAPETE CÓSMICO – ADJANE COSTA DUTRA)

MOMENTO CULTURAL: LEI DE TRANSFORMAÇÃO – por MELCHISEDEC

Melchisedec

É a Lei da morte. Ela prevê quando um corpo deixa de ser útil à Lei de Evolução, desintegrando-o, porque se deteve no caminho do progresso. Tudo nasce, tudo existe e tudo se transforma.

A evolução do Ego depende da evolução dos seus veículos, e se não obtiver novos e mais perfeitos veículos, por meio de sucessivas mortes e nascimentos, terá seu progresso prejudicado. É uma máxima oculta que diz: “Quanto mais a miúdo morremos, melhor poderemos viver”. É que cada nascimento nos proporciona uma nova oportunidade. Para os que creem na imortalidade da alma, a morte não significa o fim da existência individual. A verdadeira vida é a do espírito imortal. Ao nascer, tomamos a vida na matéria; ao morrer, recuperamos a vida espiritual.

O espírito preexiste ao nascimento do corpo e subsiste após a morte física, para continuar animando os outros veículos, noutros planos de existência. O espírito, no misterioso Umbral diante do Tribunal do Carma, recorda o fim de uma jornada no planeta terra e o começo de outra no mundo espiritual. É a grande surpresa do encontro de si mesmo. Cada um terá que se ver, tal como viveu, espelhando-se na cristalina luz do mundo astral.

Ninguém morre no sentido de acabamento total. Desaparece a matéria física, porém, fica o espírito, pleno de vida extraterrestre e imortal. A morte é uma Lei fatal, inexorável, infalível, que nos atingirá a todos, sem exceção nem privilégio. Estejamos, pois, preparados para o momento final, quites conosco e com as contas da vida. Só assim, poderemos enfrentar, sem receio, o contato com o plano espiritual que nos espera mais dias, menos dias.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 36).

Momento Cultural: A chave – por Stephen Beltrão

Stephem Beltrão

Artur achou uma chave
Perdida no meio da grama
Levou a chave pra casa
E guardou embaixo da cama.
Artur, aos oito anos,
Sonhava achar um tesouro
Podia ser uma botija!
Uma bolsa, uma moeda de ouro
Quem sabe, achasse uma mala?
Recheada de dinheiro?
Ser rico naquela idade,
Ser dono do mundo inteiro!
Mas, achou uma chave velha
Que só lhe deu curiosidade.
A chave era da terra?
Era do céu?
Era de uma casa?
Pertencia a um castelo?
Ou abria os portões de alguma cidade?
Passou dias pensando… Pensando.
O que vou fazer com esta chave?
Jogá-la de uma ponte?
Arremessá-la de uma janela?
Veio-lhe então uma ideia!
– Vou guardar essa chave.
Por que tanta agonia?
Um dia, vou achar a porta
Que tenha a fechadura,
Que essa chave abria.

* Premiada no V Concurso Grandes Nomes da Nova Literatura Brasileira – São Paulo, SP – 2003.

Momento Cultural: Lágrimas Fenomenais – por ALBERTINA MACIEL DE LAGOS

Profª Albertina Maciel de Lagos

No ofegante caminhar de minha vida,
nesta luta constante
de cair e levantar,
mas… sempre sonhando
ou, mais forte, e meditar…
eis, que, um dia,
de chofre, deparei;
junto a uma cruz carcomida
da deserta estrada,
ao solo exposta, abandonada
coberta de poeira
a sorrir para mim,
macabramente,
– uma caveira!

Como se fora por um raio, então ferida,
fiquei, assaz apavorada,
e, contra o medo reagindo,
resolvi apanhar
aquela carcassa inerte, fria,
assim, exclamando:
– Caveira, és bem um espelho
onde se vê, em cinzas refletida,
a humana vaidade, vã e fementida!
E, elevando o crânio à altura dos meus olhos,
mais estarrecida fiquei
quando notei
algo fenomenal:
– das óbritas enormes, vazias,
corriam a cintilar,
dua lágrimas fugidias
como que irisadas,
a zombar da morte,
da escura
e triste sepultura!

Entre a coragem e o medo, perguntei:
– Que!… uma caveira inda a chorar?!…
E, no recesso do meu peito,
uma voz intensa, aguda
como o trovão, logo ecoou:
– É que ela (coitada)! ainda chora
um Amor sublime, puro,
que o mundo ignora
e que, na terra lhe ficou!

(SILENTE QUIETUDE – ALBERTINA MACIEL DE LAGOS).

Momento Cultural: Canção antiga – por Henrique de Holanda

Henrique-de-Holanda-Cavalcanti-3

Eu te amei tanto…
foste meu tudo:
– um lírio da Judéia
que teceu de perfume um manto
e, bem de leve, de mansinho, mudo,
vendou-me os olhos e envolveu-me a ideia…

E como um passarinho esvoaçaste
sobre a minha existência outrora calma.
A mais linda canção tu me ensinaste
porque entraste, cantando, na minh’alma.

Resolveste fugir do meu destino.
Desviaste do meu, o teu caminho
e deixaste, num louco desatino,
meu triste coração sofrer sozinho…

Hoje és somente uma ave sem guarida;
o amargurado sonho que sonhei;
uma folha seca na haste de minha vida,
a cantiga mais triste que cantei…

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 14).

Momento Cultural: FERROCOSMOGONIA – por ADJANE COSTA DUTRA

Adjane Costa Dutra

Ferrocosmogonia, ferrovia…
na central da insurreição,
primeiro vagão, meu coração,
cosmos-estação, confusão…
Três vagões da insurreição:
1ª estação… passagem ao cosmos-inferno,
ouço apitos, ouço gritos.
2ª estação… passagem ao purgo-inferno,
Talvez a incerteza, talvez a certeza.
3ª estação… passage ao macro-cosmos edênico…
Agonia, cosmos-ferrovia nos três vagões da insurreição.

(TAPETE CÓSMICO – ADJANE COSTA DUTRA – pág. 30)

MOMENTO CULTURAL: LEI DE MISERICÓRDIA OU REMISSÃO – por MELCHISEDEC

Melchisedec

É a lei que revela o Amor de Deus, e estende a sua Divina Misericórdia às criaturas, desde que elas estejam dispostas a se submeterem à Vontade Absoluta do seu Criador.

Quando o Divino Mestre Jesus disse: “Ninguém vai ao Pai, senão por mim”, quis dizer que ninguém conseguirá a libertação, senão através dos seus ensinamentos. Um tal compromisso deve implicar num gesto de mudança radical de atitudes diante das Leis Cósmicas.

Conseguindo essa transformação interior, e tendo se colocado voluntário, racional e moralmente sob a Lei de Misericórdia ou Remissão, cessarão todos os efeitos, já que não haverá mais causa e poder-se-á viver em perfeita harmonia com as Leis Divinas.
Um novo ser surgirá para viver uma nova vida integral, tendo anulado todos os resultados da velha personalidade.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 22 e 23).