Novo da Banca: UM VOTO DE APLAUSO COMPLETO!

Foi com alegria que recebi, recentemente, o oficio (244/2017) enviado pela Câmara Municipal da nossa Vitória de Santo Antão. Nele, consta um VOTO DE APLAUSO na direção da minha pessoa, face ao recente lançamento do segundo volume do Livro Apelidos Vitorienses, ocorrido no dia 18 de agosto no espaço para eventos do Vitória Park Shopping.

O requerimento (456/2017) foi de autoria do vereador Edmilson Zacarias da Silva (Novo da Banca),  com aprovação unânime dos seus pares, presentes à Reunião Ordinária da Câmara de Vereadores.

“Nós como representantes do povo vitoriense temos obrigação de tornar público o reconhecimento daqueles que realmente contribui para o desenvolvimento e do bem estar do nosso Município”

“PARABÉNS E SUCESSO”.

Evidentemente que não poderia deixar de fazer esse registro. De antemão externo minha gratidão ao conjunto de legisladores que seguiram e aprovaram a ideia do vereador Novo da Banca. Não à toa, o Edmilson Zacarias da Silva, atual presidente da Casa, também teve o registro da história do seu apelido – NOVO DA BANCA –  no opúsculo mencionado, afinal, ele também é um vitoriense que se tornou mais conhecido pela alcunha do pelo próprio nome.

Aproveito a oportunidade para agradecer e registrar duas observações:

Primeira: o vereador Novo da Banca, no que diz respeito ao convívio com os mais diversos movimentos da cidade (festividades populares, eventos sociais, solenidades cívicos/religiosas e etc) não é daquele tipo de político que poderíamos chamar de “Copa do Mundo”,  ou seja, aquele que só aparece de quatro em quatro ano (ano de eleição). Aliás, já falei isso algumas vezes aqui e também  no  microfone de Rádio Vitória FM, por ocasião de um programa alusivo aos festejos carnavalescos. Ele é um político, na medida do possível,  presente no cotidiano da cidade. Isso, aos olhos dos observadores mais atentos,  revelar um caráter, um estilo, uma conduta diferenciada do conjunto de políticos locais.

Segundo: Além do seu ato de reconhecimento público (Voto de Aplauso), o mesmo – Novo da Banca –, por ocasião do meu contato para agradecê-lo, em ato de “dupla” generosidade, pediu-me que autografasse dezoito livros – com o nome de todos os vereadores (situação e oposição) – para que os mesmos sejam ofertados aos seus pares.

Concluo dizendo: Voto de Aplauso é um reconhecimento extraordinário e importantíssimo para qualquer pessoa que desenvolva seu talento, contudo, quando o mesmo (Voto de Aplauso) oportuna, concretamente, à difusão da ideia (Apelidos Vitorienses)  e ainda proporciona caixa financeiro para mantê-lo em movimento, exponencialmente, o Voto de Aplauso torna-se COMPLETO na sua essência.

UMA GRANDE PERDA – Redação: Jornalista José Edalvo.


Ontem Vitória de Santo Antão amanheceu mais triste. Também pudera, partiu para a eternidade um filho seu que transbordava alegria e, além disso, um dos mais queridos por toda a sociedade local: PAULO IZIDORO DE FREITAS.

Durante os seus 76 anos, três propósitos moveram a sua passagem por este plano espiritual: o amor ao trabalho, o amor à Família e o amor por Vitória de Santo Antão, valores, para ele, só superados pelo seu amor pela vida, pela graça do existir.

Comerciante dos mais antigos de nossa cidade, renovava a cada dia a satisfação de abrir as portas de sua loja, A Girafa Tecidos, para o exercício da labuta diária. Nesse mesmo estabelecimento comercial, ao longo de décadas, além de inúmeros fregueses, recebia freqüentemente amigos vitorienses e de outras terras, que faziam parte do seu vastíssimo círculo de amizades, conquistadas através de sua simpatia, cordialidade e, sobretudo, pela lealdade e solidariedade que ornavam a sua personalidade ímpar.

O seu amor à família saltava aos olhos de todos os que tinham o privilégio do seu salutar convívio. A união com os seus irmãos (Antônio Freitas e Pedro Queiroz), o carinho que dedicou à sua mãe, dona Dora, durante toda a sua existência, a atenção, o afeto e o acompanhamento da vida dos seus sobrinhos, a ternura, cumplicidade e exemplar harmonia que demonstrava para com a sua esposa, Cristina, onde quer que estivesse, além de revelar a sua sensibilidade no trato com os entes mais queridos, fortaleciam-no a imagem de verdadeira comunhão com a família.

No que se refere à terra querida, Vitória de Santo Antão, Paulo Freitas não escondia a sua satisfação de ter nascido no Berço da Nacionalidade Brasileira e sua identificação com tudo o que diz respeito a esta cidade.

Homem que primava pelas relações sociais, procurou participar de todos os eventos públicos do seu tempo. Na Presidência do Clube O Leão, durante vários anos, viria a revelar sua capacidade gestora na promoção de festas e eventos, destacando-se as “Gincanas Automobilísticas” que promoveu, cuja iniciativa mobilizava festivamente toda a cidade, em inesquecíveis finais de semana.

Quanto aos bailes monumentais que promovia no Clube XVI, além da fina flor da sociedade vitoriense, o evento recebia também pessoas de todas as cidades da região e, até mesmo, da capital pernambucana, atraídas pelos conceituados grupos musicais de sucesso, na época, que os animavam, além de serem enriquecidos por um aparato organizacional impecável e ornados pelo seu indiscutível carisma e espírito cativante e agregador.

Conhecido como “dançarino pé de valsa”, Paulo Freitas tanto promovia como participava efetivamente dessas grandiosas festas. E por falar em dança, após o seu matrimônio com Cristina, desde então era comum ver-se jovens e adultos admirando a maestria do casal bailando na mais perfeita sintonia, em eventos do gênero em nossa cidade, demonstrando toda a sua habilidade na prática dessa belíssima arte.

Ainda à frente do Clube da Praça da Matriz, ele deu também importante contribuição para a nossa festa mais tradicional, o carnaval, e mesmo após deixar o comando do agreiação, continuou dando sua valiosa participação para o sucesso do entrudo. Vale acrescentar ainda que, invariavelmente, mandava confeccionar belíssimas fantasias especialmente para participar do tríduo momesco, e nas últimas décadas, junto com Cristina, formava um dos casais mais lindamente vestidos para a folia de Momo em nossa cidade.

É de justiça destacar, ainda, que a sua participação no nosso carnaval não se limitou ao Leão e ao Clube O Coelho – que tem no seu irmão “Tonho” um dos maiores entusiastas – mas também com a contribuição financeira que dava a outras agremiações através da sua empresa comercial, de onde também canalizava recursos para contribuir com outros eventos da terra amada, como festas religiosas, juninas, etc.

Este seu amor telúrico também se fez revelar através da participação efetiva na imprensa local. No início da última década de oitenta, juntamente com o eminente Jornalista vitoriense Ronaldo Sotero, reeditou por alguns meses o Jornal O Victoriense e, em seguida, durante anos publicou o Jornal O Lidador, através dos quais exaltou o torrão vitoriense e registrou fatos para a história de sua (nossa) cidade, fazendo-o com o mesmo amor, talento e criatividade que demonstrou em tudo o que empreendeu e realizou durante todo o palmilhar de sua existência.

Enfim, como já foi anteriormente registrado nesta crônica pincelada de admiração e de lembranças, somente o seu amor pela vida seria maior do que a sua valorização ao trabalho, a identificação com a terra natal e o seu apego extremo à família. Mesmo porque, quem o conheceu, dele não carrega na retina dos olhos nenhuma imagem de tristeza. Paulo transbordava a alegria de viver e transmitia esse sentimento para as pessoas que com ele conviviam.

É oportuno recordar, ainda, a sua devoção ao catolicismo. Como um filho obediente, desde menino e até o branquear dos cabelos, ia à Missa aos domingos, e a cada dia procurava crescer na Fé, no respeito ao próximo e no exercício da caridade, que procurava praticar anonimamente, como preceitua a Bíblia Sagrada.

Por tudo isto, nesta hora de despedida em que um forte sentimento de angustia nos dilacera o peito pela perda irreparável, quero associar-me aos seus familiares na dor e na saudade imorredoura, porém, agradecido a Deus por me ter permitido conviver e partilhar de sua amizade fidalga e poder constatar que a sua energia positiva deixou uma luz de bondade e afeição que jamais se apagará e que o manterá eternamente vivo em nossos corações!

Descanse em paz na morada eterna, amigo!

(O Jornalista José Edalvo é Diretor do Jornal da Vitória)

Segunda Festa da Saudade: Super Oara vai colocar todos para dançar!!

Aos que vivenciaram as boas promoções festivas, ocorridas nos salões dos clubes tradicionais da nossa cidade, convidamos para participar da Segunda Festa da Saudade, que acontecerá no próximo dia 16 de setembro no Clube dos Motoristas “O Cisne” e será animada pela extraordinária Orquestra Super Oara.

O amigo e parceiro Elaque Amaral, líder do grupo, como sempre, não deixará ninguém ficar parado. Ou seja: É FESTA PARA DANÇAR A NOITE TODA!! Do clássico ao popular, da música internacional ao brega rasgado, do forró ao frevo e passando pelo axé, a Super Oara é especialista. Veja o vídeo:

Serviço – 2ª Festa da Saudade.

Local: Clube dos Motoristas “O Cisne”

Dia: 16 de setembro de 2017

Atração: Orquestra Super Oara

Valor da Mesa: R$ 200,00 (quatro pessoas)

Reservas: Cristiano Pilako – 9.9192.5094  – Zap 9.8456.4281

Obs: Não haverá venda de ingressos individuais.

Livros – Apelidos Vitorienses – continuam disponíveis à venda!!

Aos amigos conterrâneos, quer estejam residindo ou não na nossa terra-mãe, informo que ainda possuo exemplares do nosso Projeto Cultural, intitulado “Apelidos Vitorienses”, disponíveis à venda. No volume um, narramos à origem dos seguintes apelidos:

Além do meu apelido (Pilako), catalogamos: Americano, Batifino, Baleado, China Contador, Doutor do Posto, Fernando Diamante, Furão, Giba do Bolo, Heleno da Jaca, João de Qualidade, Lavoura, Mané Mané, Manga Rosa, Matuto, Nanãe, Natal do Churrasquinho, Olho de Pires, Moleza, Pindura, Pirrita, Toco, Tonho Trinpa, Torto e Zé Catinga.

Nesse segundo volume estão: Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Vei Eletricista, Brother, Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val da Banca, Pirraia do Feijão, Pituca, Junior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro, Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho e Neném da Joelma.

Local de venda – Redação do Blog do Pilako – Praça Leão Coroado.

Valor: Volume 01 – R$ 30,00 / volume 02 R$ 30,00

Contato: 9.9192.5094 ou pelo zap 9.8456.4281

Obs: Para as vendas fora da cidade acrescer despesas postais.

Toni Amorim: 50 anos de composições


Homenageamos o compositor vitoriense Toni Amorim, disponibilizando a música “CIÚME, TEMPERO DO AMOR” de sua autoria, interpretada pelo também vitoriense Ricardo Rico. A música é integrante do álbum Toni Amorim: 50 anos de composições.

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Aldenisio Tavares

Segunda Festa da Saudade: um encontro para o público que curte ouvir e dançar ao som das boas músicas!

Dentro de um conceito mais tradicional, voltado para um público mais maduro, que curte uma boa noitada, para se divertir ao lado dos familiares e amigos, a Segunda Festa da Saudade é a opção “da vez”. Nesse contexto, estamos viabilizando o evento, fazendo contato com os conterrâneos que estão sintonizados com o perfil do evento, ou seja: que apreciam ouvir e dançar,  com as boas músicas. Abaixo, portanto, segue um pequeno vídeo do primeiro evento, ocorrido ano passado.

Portanto aos amigos conterrâneos que ficaram interessados em participar desse encontro dançante, favor entrar em contato conosco – apesar de já estarmos fazendo isso. é impostante salientar que  nesse evento não teremos vendas avulsas de ingresso, apenas estamos comercializando “mesa”.

Serviço – 2ª Festa da Saudade.

Local: Clube dos Motoristas “O Cisne”

Dia: 16 de setembro de 2017

Atração: Orquestra Super Oara

Valor da Mesa: R$ 200,00 (quatro pessoas)

Reservas: Cristiano Pilako – 9.9192.5094  – Zap 9.8456.4281

Obs: Não haverá vendas de ingressos individuais.

Amigo Luciano: um talento “made in Vitória”…..

Em recente e casual encontro com o amigo Luciano, ocorrido no Restaurante Varanda do Tadeu Souza, tomei conhecimento, mesmo que de maneira superficial, através das suas abreviadas palavras e por fotos no aparelho celular, do seu trabalho acadêmico no qual  prospecta a restauração do nosso Mercado de Farinha. Um trabalho extraordinário! Perfeitamente aplicável,  onde não se perdeu de vista os conceitos históricos e o uso prático,  transitando, paralelamente, pelo requinte e o conforto. Algo, podemos assim dizer, sintonizado, também, com a modernidade e o futuro.

Para a confecção de todo esse trabalho, realizado com a orientação dos professores, confidenciou-me o amigo Luciano: “Pilako,  o seu blog foi de fundamental importância. Os registros fotográficos, antigos e atuais assim como as informações históricas e os seus comentários foram  de grande  utilidade  na construção do contexto deste trabalho”.

Concluo essas linhas dizendo que nossa cidade, Vitória de Santo Antão, possui talentos em praticamente todas as áreas. O amigo Luciano, naturalmente,  é uma das materializações dessa afirmativa. Parabéns!!!

PITÚ ocupa 1° lugar na pesquisa Marcas que eu Gosto 2017

Cachaçaria é líder absoluta pelo 14° ano consecutivo 

 O sabor da cachaça genuinamente pernambucana se mostra cada vez mais marcante no paladar dos consumidores. Em mais uma edição da pesquisa Marcas que eu Gosto, a Pitú ocupa o 1° lugar da categoria “Aguardente” e do setor “Bebidas”, pelo 14° ano consecutivo. O levantamento foi realizado pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), que rastreou os mercados de Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, em busca das marcas e dos produtos mais queridos entre os consumidores, contemplando 12 setores divididos em 50 categorias. Por ser uma cachaça para todos os gostos, a Pitú é líder no mercado das regiões Norte e Nordeste, e líder absoluta em exportação de aguardente, mantendo-se entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas no mundo.

Na avaliação de Alexandre Férrer, presidente da Pitú, o diferencial da cachaçaria pernambucana é a proximidade com o consumidor. “É um orgulho sermos reconhecidos em um prêmio tão conceituado como é o Marcas que eu Gosto. A qualidade atestada de nossos produtos, a tradição da marca e a memória afetiva do público, aliadas às nossas assertivas campanhas de marketing que dialogam com eventos populares, datas comemorativas, vaquejadas e jogos de futebol, por exemplo, proporcionam uma identificação imediata do público com os nossos produtos. O consumidor permanece fiel à marca Pitú. E o segredo de ser a aguardente mais querida é estar sempre perto dos nossos clientes, interagindo em diferentes mídias online e off-line com dinamismo, humor e criatividade – que, por sinal, é a nossa marca registrada. Esse reconhecimento é mais uma conquista em nosso portfólio e nos deixa sempre muito felizes”, comemora. Nas redes sociais, a Pitú já passa dos 900 mil curtidores no Facebook (www.facebook.com/PituOficial), rumo a 1 milhão, e no Instagram tem mais de 23 mil seguidores (www.instagram.com/pituoficial_), comprovando que as estratégicas de comunicação da empresa estão no caminho certo.

A variedade de formatos e produtos da Pitú, a exemplo das garrafas de 600 mililitros e 1 litro, lata e latão de 350 e 473 mililitros, as versões premium Pitú Gold e Pitú Vitoriosa, como também a Pitú Cola, a vodca Bolvana e a bebida do Frei, fazem com que a marca esteja presente entre todas as classes sociais, faixas etárias e gêneros. Além disso, a Pitú se destaca quando o assunto é inovação, e um exemplo disso é o Kit Caipirinha. O conjunto traz copo, amassador de limão, uma garrafa de Pitú tradicional e duas latinhas de 350 ml, sendo uma da tradicional e outra da Pitú sabor limão.

Comprovando sua preferência, a Pitú conquista em todas as edições, desde a criação dos prêmios pernambucanos, a classificação de aguardente mais lembrada pelo público consumidor de cachaça, sendo líder absoluta, também, no Top Marcas, no Marcas Preferidas e no JC Recall de Marcas.

Nosso Tiro de Guerra “convoca” seus ex atiradores para uma “missão” cívica.

Os atuais instrutores do nosso Tiro de GuerraSubtenente Sidiclei e Sargento Clauberrobson, juntamente com o nosso eterno comandante,  Major Eudes,  estão “convocando” os ex atiradores para formar um pelotão, com vistas ao desfile cívico do próximo dia 7 de setembro, em nossa cidade.

Para ilustrar a ideia e animar os “velhos soldados de guerra”,  segue, abaixo, um dos vídeos que gravamos em edições passadas.

Portanto, caso você seja um ex atirador do nosso Tiro de Guerra e tenha ficado  com vontade  de desfilar conosco,  no próximo dia 7 de setembro, favor entrar em contato com o Tiro de Guerra, através do telefone 3523-3307, para dá o nome e confeccionar a camisa.

Livros – Apelidos Vitorienses – continuam disponíveis à venda!!

Aos amigos conterrâneos, quer estejam residindo ou não na nossa terra-mãe, informo que ainda possuo exemplares do nosso Projeto Cultural, intitulado “Apelidos Vitorienses”, disponíveis à venda. No volume um, narramos à origem dos seguintes apelidos:

Além do meu apelido (Pilako), catalogamos: Americano, Batifino, Baleado, China Contador, Doutor do Posto, Fernando Diamante, Furão, Giba do Bolo, Heleno da Jaca, João de Qualidade, Lavoura, Mané Mané, Manga Rosa, Matuto, Nanãe, Natal do Churrasquinho, Olho de Pires, Moleza, Pindura, Pirrita, Toco, Tonho Trinpa, Torto e Zé Catinga.

Nesse segundo volume estão: Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Vei Eletricista, Brother, Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val da Banca, Pirraia do Feijão, Pituca, Junior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro, Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho e Neném da Joelma.

Local de venda – Redação do Blog do Pilako – Praça Leão Coroado.

Valor: Volume 01 – R$ 30,00 / volume 02 R$ 30,00

Contato: 9.9192.5094 ou pelo zap 9.8456.4281

Obs: Para as vendas fora da cidade acrescer despesas postais.

Trânsito da Vitória: A BAGUNÇA CONTINUA!!

Passados os oito primeiros meses da nova administração da AGTRAN, por incrível que pareça, ainda não consegui enxergar uma luz no fim do túnel. Traduzindo: A AGTRAN CONTINUA ENGARRAFADA! Até o presente momento o amadorismo é a ordem do dia.

Se havíamos, na gestão anterior, mesmo que pontualmente, no sentido coletivo, avançado, hoje, praticamente, voltamos à “estaca zero”. Para exemplificar: o monitoramento eletrônico dos semáforos. Se os contratos celebrados, entre a referida empresa com a municipalidade,  estavam bem acima dos preços praticados no mercado, conforme me falou o próprio prefeito,  tudo bem! Foi correto estancar essa “sangria”. Mas deixa-los (semáforo) sem monitoramento, evidentemente,  não foi alternativa mais acertada! Aliás, os atuais gestores já deveriam ter aberto um novo processo licitatório para habilitar outras empresas (prestando o mesmo serviço – ou melhor)  com preços menores. Isso é  a governança.  Ou seja: Fazer mais com menos.

Existem inúmeras ações que AGTRAN já deveria ter implementado,  sem gastar “rios de dinheiro”- se realmente estivesse empenhada em avançar no coletivo, na chamada mobilidade urbana. À retirada do estacionamento, que fica em frente à Casa dos Pobres (ao lado da Igreja Assembleia de Deus) é apenas um exemplo do que já deveria ter ocorrido. Hoje (30) pela manhã, mais uma vez, fiquei “enganchado” naquela retenção “crônica”. Não sei se  é falta de capacidade ou interesse de agir? Só sei que a cidade não pode parar, por conta gestões lerdas…..

No início da noite de ontem (29),  ao caminhar pelo centro comercial, registrei outro problema recorrente,  que aborrece a todos. Com inteligência, ação integrada e um pouco de boa vontade se evitaria inúmeros transtornos no trânsito local.  E o é melhor de tudo:  sem  precisar investir “um real” sequer,  pata sua solução.

Na Rua Senador João Cleofas de Oliveira – única via de ligação entre os bairros Matriz/Centro/Livramento (nesse sentido) – na qual já existe uma placa regulamentando que não se pode nem parar, ontem,  um caminhão estacionou,  em horário de “pico”,  descarregou mercadorias na calçada, sem ao menos ser “incomodado” por um agente de trânsito ou fiscal da prefeitura, no que diz respeito ao ordenamento do comercio local.

Esses são apenas exemplos de problemas “clássicos” que ocorrem na nossa cidade. Poderia citar inúmeros. Aliás, para esses problemas aventados as soluções seriam de caráter meramente paliativas. Pois, nossa cidade, Vitória de Santo Antão, para o trânsito,  está precisando de profissionais competentes, com capacidade comprovada para prover ações integradas. Mas, ao que parece, na atual gestão municipal teremos o mesmo “modus operandi” da gestão anterior:  ou seja: os problemas serão levados com a barriga.

Reviravolta na ação judicial envolvendo a prefeitura e o Centro Social União e Trabalho.

Com relação a disputa pela posse do prédio público, localizado em Terra Preta, travada entre o Centro Social União e Trabalho – Ozias Valentim – com a atual gestão municipal, comandada pelo prefeito Aglailson Junior, recentemente, por uma decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco a mesma (posse) volta para municipalidade.

“Diante do exposto, presentes os requisitos constantes do art. 4º, caput e §7º da Lei nº 8.437/92, defiro o pedido de suspensão dos efeitos da liminar proferida nos autos do processo nº 0001140- 28.2017.8.17.3590, limitando a eficácia da presente decisão suspensiva até ulterior manifestação de órgão colegiado deste Tribunal. Publique-se. Cumpra-se. Recife, 18 de agosto de 2017. Des. Leopoldo de Arruda Raposo Presidente do TJ-PE PODER JUDICIÁRIO ESTADO DE PERNAMBUCO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete da Presidência”

A decisão não é definitiva. Novos capítulos virão. Sobre este assunto, aqui no blog, estão convidados a se posicionarem as partes envolvidas, ou seja: os representantes legais do Centro Social União e Trabalho e da Prefeitura.

Segue, abaixo, decisão judicial.

EDUCAÇÃO MUSICAL – A importância do solfejo na formação musical do músico. (PARTE 4)

Um ou, uns dos segredos, pode ser também, a calma no momento da pronúncia das notas e dos números, porque temos que ouvir internamente no momento da pronúncia, as mudanças das notas no fechamento e na abertura labial. Os ouvidos devem está bem atentos juntamente com o cérebro, para não perder esta associação entre cérebro/ouvidos/lábios/língua/laringe. Partindo deste princípio, teremos a participação dos pulmões, que estão determinando a força para o corpo humano trabalhar em harmonia, junto com o coração, pois será prazeroso e, bombeará o sangue de forma bem natural, trazendo uma sensação de paz e tranqüilidade, sem precisarmos de esforços bruscos. Referente a ansiedade, genéticas, patologias, afastamento instrumental, órgãos internos do corpo humano e, as suas funções, de forma fisiológica conforme estamos abordando, nos apresenta de forma complementar, no que diz respeito, que o ser humano ao encontrar-se em ação no momento da execução do solfejo, quem observá-lo, contemplará apenas a parte externa, porque todo este processo executório,  estará internamente.

Ao fazermos uma simples comparação, podemos dizer, que o discípulo é o envelope e, todo o procedimento interno, é a carta escrita com todos o movimentos fisiológicos, onde compõem a mecânica do solfejo.  Podemos encontrar outra técnica, outra abordagem, porém a fonte de força e energia contida nesta característica principal, é a respiração, onde o fator gerador principal, são os pulmões. Porque ao pensarmos em uma canção, recorremos rapidamente ao instrumento de sopro? Porque é tão “difícil” produzirmos melodias, sem o auxílio do instrumento de sopro? Qual é a técnica oficial para conseguirmos sucessos, para copiarmos as melodias sem auxílio do instrumento de sopro? Acreditamos, que pode existir uma técnica pessoal, individual, porém ao começarmos o trabalho da pronúncia das notas musicais, subindo e descendo a escala de DÓ a SI, depois com o auxílio do DÓ ao DÓ, estaremos no caminho certo em busca da perfeição.

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João Bosco do Carmo

http://lattes.cnpq.br/8222363703321930

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

Livros – Apelidos Vitorienses – continuam disponíveis à venda!!

Aos amigos conterrâneos, quer estejam residindo ou não na nossa terra-mãe, informo que ainda possuo exemplares do nosso Projeto Cultural, intitulado “Apelidos Vitorienses”, disponíveis à venda. No volume um, narramos à origem dos seguintes apelidos:

Além do meu apelido (Pilako), catalogamos: Americano, Batifino, Baleado, China Contador, Doutor do Posto, Fernando Diamante, Furão, Giba do Bolo, Heleno da Jaca, João de Qualidade, Lavoura, Mané Mané, Manga Rosa, Matuto, Nanãe, Natal do Churrasquinho, Olho de Pires, Moleza, Pindura, Pirrita, Toco, Tonho Trinpa, Torto e Zé Catinga.

Nesse segundo volume estão: Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Vei Eletricista, Brother, Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val da Banca, Pirraia do Feijão, Pituca, Junior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro, Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho e Neném da Joelma.

Local de venda – Redação do Blog do Pilako – Praça Leão Coroado.

Valor: Volume 01 – R$ 30,00 / volume 02 R$ 30,00

Contato: 9.9192.5094 ou pelo zap 9.8456.4281

Obs: Para as vendas fora da cidade acrescer despesas postais.

Momento Cultural: Nesse café recifence (poesia) – por Rildo de Deus

No tempo que eu era elfo
e não sentia cheiro da morte,
comia flor e semente,
nozes, muitas nozes

Bebia néctar nas flores,
vivia na luz do sol
QUENTE
Topei certa vez com uma vampiro
Que me achou pelo rastro
de meu sangue ardente
Bebeu-me a vida
Depois limpou a boca
como se limpa precedendo a lapada
do quartinho de aguardente

Gula vampiresca,
estupidez de ignorantes
No meu corpo só corria ambrosia
Comida de deuses

Ela caiu envenenada
Melhor que tivesse me engolido,
como fazem com os bois,
as serpentes.
Fomos amaldiçoados,
mesmo assim, eu inocente
Aqueles dente afiado
me tirou o sangue ardente

Já era, eu imortal,
elfo só tem precedente
Vampiro é tipo fino
Pena que come gente

Entre os vampiros
me considerarão pária.
Entre os elfos
eu caminhava pueril.
Era um ser do dia,
beijava girassóis,
Imortal, ser como um rio,
Pincel, pincéis, rouxinóis
Considerado entre eles
não é o que foi transformado
Mas, o que se tornou, por si;
Nobre, bonito, inteligente
A primeira noite que passei acordado,
foi por causa que me cresciam os dentes;
caninos felinos,
Unicúspides, alvo, crescentes

Grito, pro sol quando ele nasce:
Não me mate!
Me salve! Me salve! Me Salve!
Mãe foi quem desceu
logo, seu nome é Aurora
Só olhava e dizia:
Se afaste!, se afaste!, afaste!

Tu eis filho meu,
por Eu eis amado
Você agora é notívago
do escuro faça seu reinado
Nas trevas tem luz,
você precisa encontrar
Espelho não tem, ali não procure
Primário e secundário, reflexo você já perdeu

Seja feliz meu filho,
todo mudou e você cresceu
Agora eis vampiro
Vá embora, vá embora
Já amanheceu.

Rildo de Deus é Escritor e Estudante de Filosofia da UFPE

Segunda Festa da Saudade: música de qualidade para se ouvir e dançar!!

Já está marcado para o próximo dia 16 de setembro a Segunda Festa da Saudade. O evento dançante acontecerá no Clube dos Motoristas “O Cisne” e será animado por dois conjuntos musicais. Abrindo a festa o Grupo “Quinteto Dourado”, liderado pelo amigo Edmilson Silva, executará o melhor da chamada “Jovem Guarda”. Aliás, por ocasião da primeira edição do evento (2016), o referido grupo musical lançou um CD Ao Vivo, gravado na festa.

Na qualidade de melhor orquestra de baile do Nordeste e uma das melhores do Brasil, a SUPER OARA, nossa parceira, comandará a festa, como sempre, para não deixar ninguém ficar parado. Com um repertório extraordinário – que vai de “A a “Z” – o sempre animadíssimo Elaque Amaral manterá o ritmo. Aliás, cantar e tocar em Vitória é motivo de muita alegria, como ele mesmo diz: “ em Vitória eu me sinto em casa”.

Com relação à venda das mesas, para a Segunda Festa da Saudade, já estamos “em campo”. Os que marcaram presença, ano passado, já confirmaram e  alguns estão até adquirindo mais de uma mesa, para levar familiares e amigos. Portanto, esse é um evento que estamos buscando juntar pessoas mais “maduras”,  que curtem as velhas e boas canções, tais quais nos bailes de antigamente. Veja o vídeo:

Serviço – 2ª Festa da Saudade.

 Local: Clube dos Motoristas “O Cisne”

Dia: 16 de setembro de 2017

Atração: Orquestra Super Oara

Valor da Mesa: R$ 200,00 (quatro pessoas)

Reservas: Cristiano Pilako – 9.9192.5094  – Zap 9.8456.4281

Obs: Não haverá vendas de ingressos individuais.

CURIOSIDADE TRIBUTÁRIA: Execução Fiscal Municipal.

A partir de hoje, vez por outra, nosso amigo advogado tributarista, Ivair Queiroz, irá contribuir com artigos de utilidade pública, que visão alertar os internautas (contribuintes) no que diz respeito ao fisco federal, estadual ou municipal. Segue, portanto, abaixo, o primeiro artigo:

Em conversa amistosa com um servidor da prefeitura local fui informado que a secretaria de finanças, através de seus procuradores, está a todo vapor no que se refere ao acionamento jurídico, com o propósito de exigir dos contribuintes os tributos vencidos.

Neste contexto, vários contribuintes da nossa cidade vêm recebendo CITAÇÕES da Justiça informando que a prefeitura através de sua procuradoria vem ingressando com AÇÃO DE EXECUÇÃO contra aqueles, que em sua maioria correspondem aos tributos IPTU, ISS, TAXA DE POLÍCIA entre outros.

A Ação de Execução é a maneira que o Poder Executivo Municipal tem de cobrar aos contribuintes os créditos tributários atrasados, dessa forma é necessária que o cidadão comum fique atento para os procedimentos que devem ser adotados após ser CITADO, pois, se não for tomadas as providencias – apresentação dos Embargos no prazo estipulado no corpo da Citação – a Justiça poderá procurar outras formas de satisfazer a Execução. Como por exemplo: bloquear valores em conta bancárias, veículos, Imóveis e outros bens.

Verifiquei que no nosso município os valores das Execuções Fiscais, em sua maioria, são relativamente baixos, dessa forma o contribuinte, em princípio, deve se dirigir a Procuradoria Municipal e procurar quitar a referida dívida através de pagamento à vista ou até mesmo parcelado, assim feito o próprio fisco municipal, conforme fui informado, está solicitando à justiça a suspensão do Processo de Execução, até a quitação total da dívida.

No entanto, nesse contexto, devemos ficar atentos, pois podem existir situações em que o valor cobrado apresente inconsistência por alguns motivos, tais como: prescrição, tributos já pagos ou até mesmo valores majorados de maneira desproporcional, sendo este o caso, contudo, o contribuinte deve procurar um Advogado de sua confiança para que este analise o caso concreto e veja se será necessário apresentar uma defesa Judicial ou Administrativa. FICA A DICA!

Por: Ivair Queiroz de Albuquerque