Carnaval 2026 – Na Saudade, a Gente Brinca Melhor!!!

Assim sendo, não perca o passo:

Desfile da Saudade

Dia – segunda-feira de carnaval – dia 16/02

Hora – 21h

Atração:  Orquestra Super Oara e Trio Asas da America

Kit – $105 à vista ou em até 3X no cartão (3X$35).

Locais de vendas: Escritório do Blog do Pilako, vendedores autorizados e pelo DISK SAUDADE – 9.9188.3054.

EU E O AMIGO PAULO LIMA – por Sosígenes Bittencourt.

Eu e o amigo Paulo Lima em Feijoada da ABTV, em 2015. Dois amigos sem inimigo nenhum. Dois estudantes do tempo da tabuada e o lápis com borracha. Dois ex-alunos do Colégio Municipal 3 de Agosto, tutelados pela disciplina moral do bacharel Mário Bezerra da Silva, no tempo da palmatória e dos argumentos de Matemática. Duas testemunhas dos Carnavais das alegorias, neblina de confetes e corrupio de serpentinas, cloreto de etila acondicionado em lança-perfume, da estridência de clarins e as disputas de orquestras de frevo na Praça Duque de Caxias.
Reminiscências e evoé!
Sosígenes Bittencourt

1ª edição da Corrida Saúde Mental – homenagem a Greidison Nascimento.

Dentro do contexto das comemorações alusivas ao “Janeiro Branco”, movimento que busca alertar, debater e dialogar sobre a saúde mental, individual e coletiva, aconteceu na manhã do domingo (11), a primeira edição da “Corrida Saúde Mental”.

O evento teve como ponto de concentração, partida e chegada o Pátio da Antiga Estação Ferroviária e teve como percurso algumas  vias centrais da nossa cidade.

O ponto alto do evento, por assim dizer, ocorreu por ocasião das palavras do organizador, Cleiton Nascimento, que expressou, entre outras coisas, o sentimento de perda, vivenciado recente, pelo trágico falecimento do seu irmão, Greidison, também idealizador do evento e corredor consagrado, dentro e fora da nossa cidade.

Parabéns a toda equipe organizadora pelo evento.

Carnaval 2026 – Urso Branco realizou seu ensaio no sábado…

Dando sequência aos ensaios de rua, visando o Carnaval 2026, na noite do sábado (10), foi a vez da Agremiação Carnavalesca “Clube Urso Branco” realizar sua prévia.

Saindo do bairro da Mangueira, local que  encontra-se sua sede, o desfile percorreu as vias centrais da cidade. Animado por orquestra de frevo, nossas lentes registraram a passagem pelo Pátio da Matriz. Veja os vídeos:

Corrida Com História – 140 anos da chegada do trem…

Desde o seu surgimento, ocorrido na Inglaterra, no alvorecer do século XIX, o trem, foi sinônimo de desenvolvimento. No Brasil, não foi diferente. O apito da locomotiva, entre outras coisas,  simbolizava futuro, novas oportunidades e segurança.

Na então “Cidade da Vitória” sua operação deu-se inicio a partir do sábado, 09 de janeiro de 1886, há exatos 140 anos. Do Recife, além das autoridades, a imprensa, “homens de negócio” e outros convidados o trem chegou “carregado de expectativa”.

Na cidade, não se falava em outra coisa. Recebidos pelas autoridades locais, um almoço foi realizado no armazém da estação. Muitos fogos, músicas e “vivas” para celebrar aquele acontecimento histórico.

Impactada pelos efeitos da chegada do  trem, nosso lugar se transformou-se numa metrópole. Em todas as áreas – sociais, urbanísticas, econômicas e políticas – a sociedade antonense evoluiu e avançou.

No nosso quadro Corrida Com História de hoje, destacamos a passagem dos 140 anos da chegada da “Estrada de Ferro” em nosso lugar, momento que nos proporcionou a conjugação do verdadeiro sentido do chamado desenvolvimento econômico.

Veja o vídeo aqui: https://www.instagram.com/reel/DTSTIs6DhrH/?igsh=a294ZW04eGRqemJ2

PENSANDO NA VIDA – por Sosígenes Bittencourt.


1) Organize-se, não agonize.
2) Remédio para ansiedade é atitude.
Remédio para timidez é caridade.
3 Depressão passa, saia pra vida.
4 Olhe com bons olhos para iluminar o seu corpo.
5 Aprenda com o sofrimento o que é felicidade.
6 Estude. Tudo, sem estudo, é nada.
7 Acreditar em Deus e na Salvação da Alma não faz mal a ninguém, é lucro certo.

Sosígenes Bittencourt

5ª edição da Corrida e Caminhada da Vitória – 26 de abril….

🎉 Edição especial celebrando os 400 anos de fundação da Vitória de Santo Antão! 🎉

🏃‍♂️✨ 5ª Corrida da Vitória – 26 de abril de 2026 ✨🏃‍♀️
Corrida 7km – Caminhada 3km
Concentração às 5h – Largada às 6h

🏆 PREMIAÇÕES

Troféu do 1º ao 5º colocado – masculino e feminino.

Categorias:
* Geral
* Local
* Faixa Etária:
– Até 39 anos
– 40 a 49 anos
– 50 a 59 anos
– 60 a 69 anos
– 70+ anos

Maior equipe:
🏆 Troféu para grupo/assessoria local e visitante.

Sorteio de 2 relógios ⌚️ Garmin para os participantes do evento

⚠️ Não haverá premiação em dinheiro.

📝 INSCRIÇÕES

🌐 On-line: www.uptempo.com.br
📞 Grupos: 81 9 9198-0437
🏬 Presencial: Loja Monster Suplementos – Rua Valois Correia, 96 – Matriz – Vitória.

💸 1º LOTE

* Kit completo: R$ 95,00
* Kit sem camisa: R$ 80,00

Benedito Pereira Caetano – por @historia_em_retalhos.

Todo estudante de Direito já ouviu falar desse caso.

O país vivia a ditadura do Estado Novo (1937).

Em 29 de novembro de 1937, Benedito Pereira Caetano (foto) desapareceu após uma festa em Araguari/MG, carregando consigo 90 contos de réis.

Ele devia a familiares e ninguém o viu partir.

Os últimos a serem vistos com Benedito foram os seus primos Sebastião José Naves e Joaquim Rosa Naves, ambos lavradores, analfabetos, casados e pais de família, que moravam com a mãe viúva, dona Ana, de 66 anos.

O tenente Francisco Vieira dos Santos, conhecido como “Chico Vieira”, assumiu o caso e passou a sustentar que os irmãos Naves haviam matado Benedito para roubá-lo.

Faltava apenas uma confissão.

Presos, Sebastião e Joaquim foram levados a um matagal.

Amarrados nus em um pau de arara, tiveram os corpos untados com mel para atrair abelhas e formigas.

Foram espancados e privados de água e comida.

Sebastião teve dentes arrancados com alicate.

Nada foi suficiente para a desejada confissão.

Diante da resistência, o tenente prendeu a mãe dos irmãos.

Dona Ana foi despida, espancada e violentada sexualmente na presença dos filhos.

Mesmo sob tortura, ela suplicou:

“Não confessem o que não fizeram”.

Após dois meses de suplício, os irmãos cederam.

Joaquim “confessou” em 12 de janeiro e Sebastião em 3 de fevereiro de 1938.

Foram obrigados a encenar uma reconstituição do crime, cavando buracos onde teriam escondido o dinheiro.

Nada foi encontrado.

Não havia arma, corpo, nem dinheiro.

Apenas a falsa confissão.

O caso foi a júri popular e, por duas vezes, os jurados absolveram os dois irmãos.

No entanto, sob a égide da Constituição autoritária de 1937, não se reconhecia a soberania dos veredictos.
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Abusando do autoritarismo, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais anulou as absolvições e condenou os dois irmãos a 25 anos de prisão por latrocínio.
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Em 1946, após 8 anos e 3 meses de cárcere, Joaquim e Sebastião obtiveram livramento condicional.
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Joaquim, destruído pelas sequelas das torturas, foi para um asilo, morrendo dois anos depois, aos 41 anos, como indigente.
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Sebastião continuou lutando para provar a sua inocência.
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Recebeu um telegrama com uma pista e viajou até Nova Ponte/MG, acompanhado de um repórter e um policial, encontrando o “morto” dormindo tranquilamente na fazenda do pai.
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Benedito estava vivo.
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Havia fugido das dívidas e vivido 15 anos sob um nome falso.
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Em 1960, o STF reconheceu o direito à indenização por erro judiciário, garantindo reparação a Sebastião e aos herdeiros de Joaquim.
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Isso é o que ocorre quando a tortura vira método de investigação, marca própria das ditaduras.
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A quem interessar, recomendo o filme “O caso dos irmãos Naves”, de Luiz Sérgio Person.
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Fonte: @culturajuridica_oficial

https://www.instagram.com/p/DTNaV9_EVmq/?igsh=MTY5NHo1dGJjMzdj

DANÇA BENEFICENTE – por Sosígenes Bittencourt.

Active seniors in Buenos Aires

Mulher é danada pra gostar de idoso. Sobretudo, quando o cidadão é fogoso ou caridoso. No ritmo da amizade, a dança torna-se beneficente, ambos amparados pela recíproca caridade.

Isto, sim, é que é bom para próstata e menopausa, sem efeito colateral. Como dizia Nietzsche: Tudo que se faz por amor, se faz além do Bem e do Mal.

Sosígenes Bittencourt

Vida Passada… – Araujo Torreão – por Célio Meira.

Na terra pernambucana, no dia 25 de março de 1945, nasceu Antônio Augusto de Araujo Torreão. E na cidade de São Luiz, no Maranhão, onde o pai, Basílio Quaresma, exerceu, a partir de 1855, o alto cargo de desembargador, fez o curso de preparatórios. Inclinado à carreira das armas, preferiu o mar à terra firme. Matriculou-se na antiga Academia de Marinha, vestindo a blusa de marinheiro, e mais tarde, aos 23 anos de idade, envergou a farda de gurda-marinha, conta um biógrafo, realizando a bordo da corveta Baiana, viagem de instrução.

Quando em 1864, as forças brasileiras, coadjuvadas por Venancio Flores, el colorado, invadiram o Uruguai, combatendo Aguirre, el blanco esteve, Araujo Torreão, na linha combatentes. E no ano seguinte, desencadeada a guerra do Paraguai, esse pernambucano, de apagada memória, e bravo como o gaúcho Marcílio Dias, pertenceu ao numero dos que bateram, heroicamente, pela honra da Pátria.

Na famosa batalha naval do Riachuelo, travada a 11 de junho de 1865, encontrava-se, Araujo Torreão, no quadro dos oficiais da corveta Mearim. Num dado momento, nessa luta memorável, viu, esse corajoso filho do Nordeste, narra o historiador do Galeria Nacional, um companheiro, defensor de uma peça, rolar no convés, ensanguentado. Rápido, conhecendo a tragédia do seu destino, Araujo Torreão o substituiu, combatendo, sem tréguas, o inimigo perigoso.

Não desmentiu, o filho, a bravura do pai, que quarenta e um anos antes, se batera, ao lado de Pais de Andrade e de Frei Caneca, pela vitória das armas da Confederação do Equador. Firme, inspirado pelo patriotismo, e iluminado pela fé, defendeu, nesse posto de morte, a peça abandonada. E decorrido pouco tempo, teve a mesma sorte do glorioso camarada. Caiu ferido. Tingiu-se vermelho a madeira da embarcação. Sobre essa  arma de guerra correu, espadanado, o sangue pernambucano. E junto desse troféu da Pátria, Araujo Torreão se amortalhou na glória.

Tinha o guarda-marinha de Pernambuco, nesse dia histórico, vinte anos de idade. Era, quase, uma criança.

Recordemos, aos aprendizes de marinheiro do Recife, e aos oficiais da armada brasileira, no dia de hoje, e no Dia do Marinheiro, o nome do guarda-marinha da corveta Mearim, na epopeia naval de Riachuelo.

Célio Meira – escritor e jornalista. 

LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica.

Setembro de 1939 – Célio Meira.