A MENTE E O CORAÇÃO – por Sosígenes Bittencourt

Se você sentir uma pontada no coração, preste atenção. Ele deve estar desapontado com o que você está pensando.

Pensar é muito rápido, por isso você deve parar para pensar no que está pensando.

O coração não ama, ele é o termômetro do amor. A mente é que ama. Ódio e inveja são lixos mentais, seja gari de suas emoções, higienizando sua mente.

Pense nisso e vá ser feliz. Infeliz do homem que trabalha, durante a semana, para ser feliz no domingo. Felicidade não tem hora marcada. Felicidade é agora.

Sosígenes Bittencourt

Eleições municipais – por @historia_em_retalhos.

Em 1988, o Recife vivenciava, uma vez mais, o calor de uma disputa municipal.

De um lado, estava Joaquim Francisco, candidato favorito, que já havia sido prefeito da cidade (biônico), nomeado pelo governador Roberto Magalhães.

Joaquim fazia uma campanha forte, embalada pelo jingle “Voltei Recife”, inspirado no frevo clássico de Luiz Bandeira (1958).

Do outro lado, estava Marcus Cunha, velho aliado do prefeito Jarbas Vasconcelos, e que tinha como companheira de chapa a combativa Cristina Tavares.

O PT lançou Humberto Costa e o PDT foi de João Coelho, pai do atual candidato Daniel Coelho.

Pois bem.

Naquele momento, Pernambuco era governado pela segunda vez por Miguel Arraes e o seu apoio e peso político seriam decisivos para o sucesso do bloco de esquerda.

Ocorre que Arraes trazia consigo uma rusga do passado.

Em 1982, já de volta do exílio, esperava ser o indicado pela oposição para disputar o Governo do Estado, o que não aconteceu.

Jarbas (e a maioria) preferiu Marcos Freire.

Arraes não esqueceu.

Tanto na eleição municipal de 1988, quanto na disputa de 1990, quando o próprio Jarbas disputou o Governo do Estado e perdeu para Joaquim, Arraes não se empenhou nas campanhas: fazia corpo mole, sumia dos comícios e quase não ia às ruas, dando o chamado “apoio da boca pra fora”.

Era pública e notória a sua falta de engajamento.

Como resultado, Joaquim Francisco sagrou-se vitorioso em ambas as eleições, fato que redundou, quatro anos mais tarde, no rompimento definitivo de Jarbas e Arraes, em 1992, quando este último lançou o seu neto Eduardo Campos, ainda com apenas 27 anos, na disputa pelo Palácio do Capibaribe.

Em meio ao calor da campanha de 1988, o jornalista Magno Martins abordou Arraes em Brasília e indagou-lhe sobre a falta de empolgação com a campanha de Marcus Cunha.

Arraes, então, soltou a seguinte resposta:

“Meu filho, eu já me candidatei a tanta coisa em Pernambuco e nunca me empolguei com as minhas candidaturas, imagine com a dos outros”.

E saiu gargalhando pelo Salão Verde da Câmara…

Pérolas das eleições municipais.
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Eleições 2024 – Internet – valores impulsionados pelos candidatos a prefeito…..

Com a internet ganhando cada vez mais protagonismo nas disputas eleitorais, tanto nas capitais como nas cidades do interior, um conjunto de novos profissionais vem se destacando e ganhando cada vez mais espaço no mercado de trabalho político. Trata-se da turma jovem, especializada no mercado das mais diversas vendas e publicidades nas redes.

Nesse contexto, após uma rápida navegada,  apenas, nas  prestações de conta dos três candidatos majoritários da nossa cidade podemos constatar um volume de recursos expressivo,  naquilo que conhecemos como “impulsionamento de postagem”. Nesse quesito, o candidato André Carvalho foi o que mais investiu: Veja os valores:

André Carvalho – R$ 30.000,00

Paulo Roberto – R$ 22.35200

Victor – R$5.000.00

Na medida do possível, estaremos atentos às respectivas prestações de contas do conjunto de candidaturas da nossa cidade.

Eleições 2024 – Live Política – jornada concluída!

Ao término da Live Política realizada ontem, quinta-feira (03), fechamos o ciclo de entrevistas atinentes ao pleito municipal de 2024. Vale lembrar que convidamos os três candidatos  ao cargo de prefeito da Vitória e postulantes à Casa Diogo de Braga dos mais variados campos políticos ideológicos e partidários.

Registremos, contudo, que alguns candidatos e candidatas, em função do convite formalizado,  nem resposta me enviaram. Outros até agradeceram, mas “inventaram” uma desculpa qualquer para não participar. Faz parte do jogo. Contudo, quero acreditar que, para a história da cidade,  o saldo final tenha sido positivo. Construímos um bom material para “engordar” o já rico acervo local.

Vale lembrar que somos uma cidade de médio porte e rica em vários aspectos,  mas pobre – muito pobre – quando o assunto  é veículos de comunicação comprometidos com a informação política democraticamente produzida.

Portando, termino essa jornada já com os olhos voltados para o próximo pleito, no sentido da contribuição ao processo para escolha dos nossos legítimos representantes aos cargos estaduais e federais.

Em ato contínuo, aproveito para agradecer a todos os internautas que nos acessaram, acompanharam e  comentaram, assim como  para os que,  também,  nos abordaram nas ruas  parabenizando  pelo trabalho realizado. Vamos em frente…

Eleições municipais: silenciar é o mais prudente…

Na campanha eleitoral presidencial, imediatamente anterior (2022), vivenciamos um debate excessivamente tóxico. Tanto por parte dos postulantes quanto nos mais diversos espaços de convivência social. Aparentemente, todos tinham opiniões formadas  e certezas  absolutas  do que verbalizavam.

Com efeito, se prospector, naquela ocasião,  que os dois maiores  lideres políticos do País  iriam continuar sendo o centro do debate político,  no pleito municipal que se avizinhava.

O pleito chegou  (2024) e com ele uma constatação: Lula e Bolsonaro não estão, através dos seus respectivos apoios, fazendo a diferença eleitoral que, antes,  se imaginava.

O curioso é que os temas que eram  “tão importantes” em 2022, agora, os eleitores, aparentemente, nem lembram mais. Agremiações partidárias, antes antagonistas, agora, nos pleitos municipais,  desfilam a bordo das mesmas coligações e comungam dos mesmos objetivos. Detalhe: vestidos nas mesmas cores….

Já os eleitores, ativistas convictos nos grupos de WhatsApp,  que antes vociferavam, com eloquência, palavras de ordem  para salvar a nação das garras dos “comunistas e genocidas”, agora, nas eleições municipais, aparentemente, foram incorporados ao sistema municipal  de plantão em que, ao que tudo indica,  opinar poderá ser fatal. Isto é: silenciar é o mais prudente.

Lembremos que a vida acontece na nossa rua, no nosso bairro e em nossa  cidade. Mas o Brasil continua precisando de todos nós….

POLÍTICA NÃO É COISA PARA AMADORES….

 

 

 

Sucessão municipal bem peculiar – por @historia_em_retalhos.

Em 2012, há 12 anos, o Recife viveu uma sucessão municipal bem peculiar.

O PT governava a cidade há 12 anos.

O então prefeito João da Costa, afilhado político do ex-prefeito João Paulo, buscava a sua recondução no cargo.

Ocorre que o partido entrou na corrida eleitoral rachado, o que ensejou a realização de prévias internas.

Nas prévias, no dia 20 de maio, o prefeito João da Costa venceu o outro postulante, o então deputado federal Maurício Rands.

Todavia, a Executiva Nacional não reconheceu a lista dos filiados aptos a votar e anulou o resultado das prévias.

Um novo pleito foi marcado para o dia 3 de junho, mas Rands anunciou a desistência da sua candidatura, abrindo espaço para o senador Humberto Costa, tendo João Paulo, agora desafeto de João da Costa, como vice.

O desgaste foi tanto que Rands, um quadro importante da agremiação, acusou o PT de autoritarismo, deixou a legenda e anunciou a saída da vida pública.

Correndo por fora, o PSB apenas observava.

Acompanhando toda a confusão e com imenso faro político, o então governador Eduardo Campos enxergou que era o momento de romper com o PT e lançar candidatura própria.

Lançou, então, o seu secretário de planejamento Geraldo Júlio, que era, até então, um desconhecido.

Com o slogan “foi Geraldo que fez” e impulsionado pela popularidade do governador, no mês seguinte, Geraldo já estava tecnicamente empatado com Humberto e disparou na liderança nas pesquisas posteriores, vencendo a eleição no primeiro turno.

Um detalhe: Humberto tinha o apoio da presidente Dilma, mas não contou com a presença do maior nome do PT, o ex-presidente Lula, que não visitou o Recife durante a campanha, amargando o 3.° lugar (atrás do tucano Daniel Coelho).

Esta eleição entrou para a história por consolidar a hegemonia de Eduardo Campos em PE, pondo fim a 12 anos de administração do PT na capital.

Eduardo tinha como projeto político disputar a Presidência em 2014, mas foi tragicamente impedido em razão do acidente aéreo que o vitimou.

Hoje, é o PSB que governa o Recife há os mesmos 12 anos, podendo chegar a 16 anos, caso o atual prefeito João Campos seja reeleito no próximo domingo.
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PENSANDO NA VIDA – por Sosígenes Bittencourt.

Dinheiro muito, eu tenho pouco, mas dinheiro pouco, eu tenho demais. Eu nunca me casei na minha vida. Namorei tanto que caiu meu cabelo todinho e não tive coragem de me casar. Sou um covarde matrimonial.
Não me caso com mulher sem vergonha para não me aperrear, não me caso com mulher decente para não aperreá-la. Também não me casei ainda por causa das outras. Quer dizer, caso com uma? E as outras?
Quanto à saúde, a culpa é do tempo, não tem organismo que aguente. Há duas coisas incompreensíveis na vida: nascer sem pedir e morrer sem querer. Contudo, bulhufas para a morte. Eu não posso passar a vida inteira me preocupando com aquilo que só irá acontecer uma vez na vida. Afinal, não tem mais jeito, o jeito que tem é viver.
(22 de Maio de 2006)
Sosígenes Bittencourt

Atos políticos em Vitória: um shopping de irregularidades!!!

Estamos percorrendo os últimos dias da campanha eleitoral em nossa cidade. Desde o período dedicado às chamadas convenções partidárias – em  que acompanhei presencialmente as três majoritárias  – estamos atentos aos mais diversos lances.

Por opção, não compareci a nenhum ato de rua. Nem para prefeito, nem para vereador. Mas estou observando, através das mídias digitais, os movimentos dos postulantes, dos mais diversos partidos.

Recentemente, tomamos conhecimento de dois incidentes graves, envolvendo sinistro de trânsito, nas últimas duas grandes  “caminhada/carreata”,  ocorridas em nossa cidade.

Também pelas redes sócias escutei, atentamente, o posicionamento do renomado professor Rômulo Tadeu atinente aos “abusos e excessos”, em várias cidades,  praticados pelos “simpatizantes/integrantes/contratados”, articulados  pelos senhores candidatos e coordenadores de campanha,  para “abrilhantar” os respectivos atos políticos. Veja o vídeo.

 

Apenas a título de reflexão, não podemos imaginar que  um determinado sujeito/candidato,  que se propõe a gerir uma cidade e/ou  legislar num parlamento,  sejam os mesmos que, em campanha, “fechem os olhos” para os  promotores de infrações das mais diversas tipificações.

São por essas e outras que, infelizmente, continuamos pedindo ao nosso Padroeiro, Santo Antão, que interceda por nós. Fica difícil de acreditar que os nossos candidatos estejam realmente preocupados com o melhoramento, de maneira geral,  do nível educacional da nossa gente, sobretudo com as próximas gerações de eleitores. Falar é fôlego…..

Boa iniciativa: Torneio de Xadrez em Vitória….

Promovido pelo Clube Vitoriense de Xadrez, aconteceu na tarde do  domingo (28), nas dependências do Teatro Silogeu José Aragão (Matriz), um torneio que reuniu um bom número de participantes.

Em ambiente de muita concentração e silêncio, nossas lentes registraram alguns “lances”. Parabéns ao professor Me. Wlisses Guimarães Souza, pela iniciativa. 

O 10º Encontro das Amigas da Vitória foi um sucesso!!!

Aconteceu no sábado (28), no Restaurante Gamela de Ouro, mais um evento (10º) que tem como título “Encontro das Amigas da Vitória”. Idealizado, lá atrás, por Graça Arruda que,  após décadas morando fora do País, nutria o desejo  de reencontrar as amigas da juventude o mesmo tornou-se um tradicional “ponto de encontro” de gerações de antonenses.

Após várias coordenações, em 2024, o evento aconteceu sob a batuta da festeira Flávia Verçosa. Seguindo o mesmo formato, com almoço, conjunto musical e orquestra de frevo o mesmo agradou a “gregos e troianos”

Para marcar a décima edição, a participante Jane Valentim confeccionou e ofertou um estandarte,  no sentido de  realçar ainda mais  o sentimento do encontro.

Ao final, a amiga Flávia Verçosa, usou o microfone para agradecer o apoio dos patrocinadores e, principalmente, a presença de todos. Veja os vídeos:

Festividade anual dedicada ao folclore nacional – por @historia_em_retalhos.

28 de agosto de 1998.

Era mais uma noite de festa no tradicional Colégio Marista São Luís, zona norte do Recife.

Como de costume, a escola realizava uma festividade anual dedicada ao folclore nacional, na qual os alunos eram estimulados a se organizarem para apresentar no ginásio manifestações ligadas à cultura popular.

Quadra lotada: corpo docente, discente, funcionários, pais, responsáveis e demais familiares.

Sob a condução do professor Edvard Bernardo, tudo caminhava para mais uma noite de brilho e interação entre os estudantes.

Quando do aproximar-se das 19h, porém, uma notícia trágica irrompe no pátio da escola.

O aluno do terceiro ano Gustavo Freitas Galvão de Albuquerque havia falecido.

Por razões até hoje desconhecidas, Guguinha, como era conhecido, decidira pôr fim à própria vida.

Ninguém estava preparado para o impacto chocante daquela notícia e o clima de consternação foi geral: o que o levaria a tal medida?

Muito querido, irreverente, talentoso para a música e com um fino senso de humor, Guguinha não apresentava nenhum sinal aparente de que algo internamente o afligia.

Àquela altura, nem parentes, nem amigos, imaginavam que ele carregava consigo aquela intenção.

Imediatamente, a direção da escola determinou a suspensão da festividade.

Em noite muito inspirada, o professor de matemática Fábio Rabêlo chamou para si a responsabilidade, parecendo estar predestinado para aquele momento. Apanhou o microfone e acalmou os alunos concluintes na quadra auxiliar ao ginásio principal.

Guguinha encerrou a sua breve jornada quando acabara de completar 17 anos.

Partira cedo, em uma vida efêmera, mas muito intensa.

Para todos os presentes naquele 28 de agosto, uma coisa é certa: quem viveu aquela noite jamais a esqueceu.

A turma concluinte de 1998 do Colégio São Luís, da qual este subscritor fez parte, ganhou o nome “Turma Guguinha”.

Agradeço aos amigos @tarcisiodcamara e @ctjc_3 (Cássio) pela troca generosa de recordações e pela cessão das fotografias.

À memória de Guguinha e a todos aqueles que com ele conviveram, eu dedico este retalho de hoje.

#seprecisarpeçaajuda🎗️ #setembroamarelo💛
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NOTA – Victor – candidato a prefeito da Vitória.

Victor apresenta propostas inovadoras para Vitória de Santo Antão

O deputado estadual Victor (PSB), candidato à Prefeitura da Vitória de Santo Antão, tem apresentado propostas inovadoras e estruturantes no seu programa de Governo. Destaques para a construção do Hospital Municipal da Vitória, criação da Clínica para crianças com Transtorno do Espectro Autista, abertura de mil novas vagas em creches e construção do novo estádio do Carneirão.

Victor era um dos convidados para as sabatinas promovidas pelo Blog, mas por conta de compromissos assumidos anteriormente não pode participar. “Não pude estar presente para apresentar minhas propostas e discutir o futuro da cidade, por conta de agendas políticos na cidade e na Assembleia, mas me coloco à disposição para outras datas”, disse Victor.

Uma das propostas mais importantes é a que destina que 50% dos cargos de liderança sejam ocupados pelas mulheres. “Temos esse compromisso com as mulheres para que eles ocupem lugar de destaque no nosso governo a partir de 2025”, afirmou.

ASSESSORIA.