Faça Parte Dessa História!!

No próximo sábado, dia 28 de julho, acontecerá, no Clube dos Motoristas “ O Cisne” o evento comemorativo que tem por finalidade prestar uma homenagem especial ao Engarrafamento Pitú –  pela passagem dos 80 anos de fundação –  e  celebrar o 39º aniversário do Jornal da Vitória assim como a festeja  39ª edição do tradicional “Forró do Coelho”.

A festa será animada pela Orquestra Jesiel Banda Show. A apresentação de abertura ficará por conta do grupo regional  “Galeguinho de Gravatá”.

Os promotores do evento, José Edalvo e Antônio Freitas, são dois “veteranos” em eventos sociais na nossa cidade. O primeiro é a maior testemunha viva dos acontecimentos mais importantes do nosso município nas últimas décadas. O segundo, é a mais experiente figura quando se trata de eventos festivos dançantes realizado nos salões sociais da nossa polis.

Serviço:

Evento: Festa Jornal da Vitória e do Coelho.

Data: 28 de julho 2018

Local: Clube dos Motoristas “ O Cisne”.

Vendas de mesas na Loja BEM-ME-QUER – 3523-0148 e 9.8845.4581

Momento Cultural: Quem sabe um dia? – Por Egidio T. Correia.

Se for preciso
Eu serei neném
Adormecerei no teu colo,
Acordarei nos teus braços,
E verei novo amanhecer?

Quem sabe um dia,
Quando precisar
Eu serei criança
E cheio de esperança
E aprenderei contigo
O que mais preciso aprender?

Quem sabe um dia,
Quando precisar
Eu serei mais jovem, e então,
Eu brincarei, rirei, cantarei e chorarei contigo
Crerei em tudo, que podereis crê?

Quem sabe um dia,
Quando precisar
Serei mais maduro
Serei tua esperança e o teu futuro,
Ensinarei tudo
O que quiseres me aprender?

Quem sabe um dia,
Quando precisar,
Serei teu homem
Matarei a fome
Dos seus desejos,
E encontrarei entre teus beijos
Tudo que eu preciso ter?

Que sabe um dia,
Por um tempo, serei teu rei,
Mas também serei teu súdito,
Romântico, sábio e muito arguto,
Envelhecerei?

E, quem sabe um dia, dentro de ti,
Mesmo estando aqui
Eu morrerei?

Ou, quem sabe um dia,
Quando eu partir,
Eternamente dentro de ti,
Eu ficarei e viverei?

Egidio T. Correia é poeta.

HORA DE PENSAR – Sosígenes Bittencourt

Eu sempre tenho a impressão de que alegria é bênção e tristeza é padecimento. Por isso, quando estou alegre, penso em Deus, e, quando estou triste, penso em mim. Acho que tudo é resultado da ação do homem, o bem à bondade, e o mal à maldade. Ninguém quer acreditar que tem uma parcela de culpa e, como consequência, um saldo de padecimento. O pecado humano é VONTADE PERMISSIVA DE DEUS. No entanto, Deus não nos abandona, concedendo-nos o DISCERNIMENTO, a perfeita noção do BEM e do MAL.

Sosígenes Bittencourt

Surgimento do Tiro de Guerra: palestra para a turma 2018.

Após três anos consecutivos, cada ano para uma turma diferente, proferimos mais uma  palestra que visa contar o surgimento e a história do nosso Tiro de Guerra. Na manhã de ontem (23), dialogamos com os atiradores da turma 2018. Desde já, contudo, agradeço o convite que partiu dos atuais instrutores:  Sargento Paiva e Sargento Clauberrobson.

Na qualidade de ex-atirador e amigo do Tiro de Guerra vitoriense me sinto feliz em poder estar contribuindo na formação desses jovens soldados. Durante os mais sessenta minutos de conversamos, onde realçamos desde o final da Guerra do Paraguai (1870), passando pelos primeiros passos da confederação do Tiro na nossa cidade (inicio do século XX) e chegando até os dias de hoje, contamos com um grupo atento e ávido por informações.

Narramos também, na ocasião, as pessoas que se destacaram ao longo desses 118 anos de história do nosso Tiro de Guerra – 16 de dezembro 1910. Citamos, entre outros, o Capitão Antônio Melo Verçosa, o poeta Henrique de Holanda, Severino de Lemos Vasconcelos, Tenente Lins e o Major Eudes.

Em fotografias lembramos os prédios na Vitória de Santo Antão que serviram de quartel para o nosso Tiro de Guerra até chegar ao atual, localizado no Alto do Reservatório. Lembramos também as inscrições com as quais o nosso Tiro de Guerra se fez representar: 113, 158, 07-004 (atual).

Atualmente no Brasil existe cerca de 220 Tiros de Guerra. Vinculados à 7ª Região Militar (Pernambuco, Alagoas, Rio Grande do Norte e Paraíba) contamos com 19 unidades. Cerca de 12.000 atiradores, em todo Pais, estão prestando serviço à Pátria, através dos Tiros de Guerra.

Aproveitei também, o oportuno e agradável momento,  para contar algumas histórias curiosas,  ocorridas na minha turma (1986),  que teve como instrutor chefe o então Subtenente Eudes, assim como realçar um pouco da história das praças e ruas da nossa Vitória de Santo Antão.

 Ao concluirmos nossa palestra fomos agraciado pelos  instrutores e pela turma (2018) do Tiro de Guerra com um CERTIFICADO, pelos relevantes serviços prestados ao TG – Exército Brasileiro. Ratifico o agradecimento pela confiança e me coloco, mais uma vez,  a disposição para contribuir com a referida instrução para as novas turmas.

 

 

5ª EAC – Encontro de Adolescente com Cristo.

No final de semana – sábado e domingo (21 e 22) – aconteceu o 5ª EAC – Encontro de Adolescente com Cristo – promovido pela Igreja Nossa Senhora do Livramento. Meu filho Gabriel foi um dos cento e quinze que fez parte do grupo. Eis aí, uma ação que merece aplausos de toda sociedade.

Independente da doutrina, reunir e dialogar com adolescentes e aproxima-los dos ensinamentos de Jesus Cristo é algo louvável, nesse mundo cada dia mais “coisifivado”,  sobretudo para essa faixa etária da população.

Assim sendo, segue nossos parabéns aos promotores e organizadores do referido encontro. Por ocasião da missa que marcou o encerramento do evento religioso, ocorrido na Quadra do Colégio Nossa Senhora das Graças, que teve como celebrante o entusiasmado Padre André, o mesmo recebeu uma caloroso “parabéns pra você”,  em função da passagem da data natalícia que “caiu” justamente no domingo, dia 22 de julho. Veja o vídeo.

Henrique Filho: “ele é meu amigo”…….

Dias atrás ao circular pelo Recife, em um semáforo, fui abordado por uma vendedora de água mineral e pipoca, algo muito comum de uns anos pra cá. Pois bem, quando a simpática moça se aproximou observei, de maneira rápida, que no recipiente que ela usava para acomodar as garrafas de água mineral havia um adesivo do jovem político Henrique Queiroz Filho.

Perguntei:

– moça você conhece esse cidadão, Henrique Queiroz Filho?

Disse ela, com um sorriso nos lábios e com toda convicção:

– sim! Ele é meu amigo…..

Completei:

-posso bater uma foto?

Ela fez pose e disse:

-fique a vontade….

Nesse ínterim, o sinal abriu e fui obrigado a seguir. Pensei comigo: a campanha do amigo “Queiroz Filho” tá “pegando vento” no Recife. Mas, em ato continuo, lembrei que a poucos metros do local que falei com a referida moça fica o escritório político do velho cacique Henrique Queiroz. Bom! Na “guerra eleitoral” é melhor ficar próximo dos que estão mais próximos do que deixar que os outros se aproximem e subtraiam  mais um sufrágio da hipotética cesta eleitoral……..

Momento Cultural: ROSEIRA DE MINHA MÃE – Por Célio Meira.

Faz tantos anos… minha mãe velhinha,
no jardim a plantar lindas roseiras:
La France… Paul Meron… rosa amarela…
Rosa alemã… rosa marfim…
Mas, de todas, a mais alta, a mais bela,
era a roseira Amélia do caramanchão,
que lhe enchia de perfume o rosto delicado,
que lhe roubava todo o coração.

 

Ela ensinou-me a rezar,
e a bendizer as roseiras.
Quando ela morreu, fiz da rosa Amélia,
– Sorriso de Maria da graça de uma flor
– lembrança de um materno coração
A perfumada flor de meu brasão.

 

Roseira Amélia… rosa Amélia,
traçaste minha sina… meu destino.
És meu emblema… és o meu escudo.
As roseiras plantadas pelas mães,
não ferem as mãos dos filhos,
porque os seus espinhos,
são espinhos macios de veludo…

 

de MIGALHAS DE POESIA

Célio Meira

Museu Cais do Sertão: um espaço de rara beleza!!!

Em recente passagem pela Capital Pernambucana estive no Museu Cais do Sertão. O espaço, na expressão da palavra,  harmoniza o velho e o novo em um espetáculo que busca revelar à simplicidade da vida do sertanejo, ao passo que transita num universo tecnológico e futurístico sem perder a alma da ideia.

O movimento dos peixes,  circulando naquilo que representa o Rio São Francisco para a Região Nordeste, delineando toda extensão do equipamento cultural –  que vez por outra somos obrigados a “cruzar o rio” –   na qualidade de visitante, nos faz sentir vontade de mergulhar.

Como um dos maiores  propagandista da nossa terra, do nosso jeito e da nossa música o Rei do Baião, Luiz Gonzaga, recebeu o merecido destaque. Observar as capas dos seus LPs e ouvir suas músicas no referido ambiente é sentir, verdadeiramente, “Orgulho de Ser Nordestino” –  como bem alardeava uma peça publicitária local.

Com relação ao espaço, de maneira geral,  poderíamos dizer que é um belo cartão de visita pernambucano para qualquer turista, seja ele de qualquer continente. Apenas, como nota fora do tom,  sublinho um detalhe,  por assim dizer……

Na sala de projeção – diga-se de passagem, muito bem equipada – um filme com duração de 16 minutos tenta contextualizar o visitante. Confesso que fiquei decepcionado com o roteiro. Na minha modesta opinião,  não diz coisa com coisa. Nem se socorreu da chamada linha do tempo para contar a vida do sertanejo –  seu calvário e suas vitórias –  nem retratou a visão holística do sertão atual. Deu-me a impressão de que o curta-metragem aprofunda e ratifica o tão incômodo preconceito contra o povo nordestino – antecipadamente peço desculpas aos produtores se não tive alcance para entender a mensagem.  Para concluir  lembro a obra do compositor santonese,  Aldenisio Tavares, que bem dialoga com sentimento do povo da nossa região, afinal, sentenciou ele: “ O Nordeste Mudou”.

Instituto Histórico: reunião e ampliação do museu.

Aconteceu na manhã do domingo (22) mais reunião ordinária do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. Na pauta do encontro o presidente da instituição, professor Pedro Ferrer, selecionou diversos assuntos. Prestação de contas, posse de novos sócios e a reunião festiva alusiva ao dia 3 de agosto foram discutidas. Ao final,  os sócios foram convidados a supervisionar os trabalhos de ampliação de um dos espaços do nosso museu.