Momento Cultural: Angelus – por ALBERTINA MACIEL DE LAGOS.

Vai estertorando
o sol em agonia…
O seu fim anunciando
dobra a Ave Maria!
A Natureza chora
no seu luto envolvida…
e a alma se eleva e ora
pela Fé impelida.

Cessa o labutar…
tudo, enfim, silencia
do sino ao reboar
a Ave Maria!
E, do Paraíso,
aos térreos filhos seus,
divinal sorriso
envia a Mãe de Deus!

(SILENTE QUIETUDE – ALBERTINA MACIEL DE LAGOS – pág. 41).

O Tempo Voa – Batizado de Paulinho Lima.

Batizado do amigo Paulinho Lima – Matriz de Santo Antão – 1956. Entre outros:  da esquerda para a direita: Olívia Amorim ( mãe de Toinho Amorim), José Amorim, Dr. Jurandi, minha mãe em pé, meu pai, Chico Congo, em pé Ivanildo Garçom, a senhora de óculos era de Recife ( Lenira) e a outra senhora é prima da minha mãe ( Diquinho, filha de Antonio Menezes e Nãna Pereira).

A BUSCA DA FELICIDADE – por Sosígenes Bittencourt.

O grande obstáculo em ser feliz está na busca da felicidade, é procurá-la onde não está, é buscá-la no mundo, nos seres inanimados. A felicidade está naquilo que depende de você, no abstrato, aquilo que só existe ENQUANTO você produz. Eis o segredo, eis chave, o caminho. O amor não existe ENQUANTO você não produz. Já o mundo não depende de você para existir, ele é concreto. Portanto, o amor é a essência da felicidade. O cineasta Franco Zefirelli disse que “O homem, desde o Egito até nossos dias, é movido por dois sentimentos: A ânsia de amar e o temor da morte.

Não obstante, em que creem os religiosos? O que se lê em João, 14:27, “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”.

Sosígenes Bittencourt

O Parque dos Dinossauros é aqui…..

Entre o céu e a terra há muitas teorias tentando explicar o surgimento do nosso planeta. Dentro desse assunto,  existe também,  algumas explicações dando conta da possibilidade, em algum momento da chamada “linha do tempo”,  da coexistência dos dinossauros e seres humanos.

Outro dia estava num determinado local, esperando uma pessoa, e passei a observar os detalhes e os movimentos de seres vivos que circulavam no meu entorno. Uma galinha e uma lagartixa. Fotografei os dois ao mesmo tempo….

Olhando para  esses dois bichinos atentamente, confesso que fui conduzindo ao mundo mágico da imaginação, só existente na espaçonave da mente. Num é que eles dois se parecem com aqueles bichos dos filmes de Steven Spielberg…

Momento Cultural: A Alvorada – POR GUSTAVO FERRER CARNEIRO.

O sol se descortinava na praia
Brilhando em meus olhos
Caminho só
Ar imóvel, quente
Vento assobiando ardente
Com o som da minha respiração
Um monte de pensamentos
Um toque agudo sibilante
Suspirando com prazer
O nascer de um novo dia
Uma alvorada arredia
De momentos de introspecção

Um aroma gostoso de terra molhada
Ou maresia,
Um delicada lua ornamentando o amanhecer
Em uma fantasmagórica poesia,
Plenitude
O vento zunindo
Um sentimento de dignidade
Uma visão do encanto
Insondável graça no rosto
No perplexo momento
Da percepção da vida.

O que ele diz
estará dentro do seu peito
Todo tempo
Para sempre…

Seja longe, seja perto
Não sabemos o exato, o correto
Para tudo tem um tempo

Mas quando será esse tempo certo?

(MOSAICO DE REFLEXÕES – GUSTAVO FERRER CARNEIRO – pág. 14).

MENTIRAS ESPETACULARES – por Sosígenes Bittencourt 

A minha geração sempre foi alvo de duas mentiras espetaculares: O Brasil é o país do futuro, e o mundo vai se acabar. O “futuro” seria a “prosperidade”, e o mundo iria ser engolido por uma coivara de fogo, ou inundado por um gigantesco maremoto. O futuro não chegou, o mundo não se acabou, e a gente se acabando.

Sosígenes Bittencourt 

deputado Henrique Queiroz foi condecorado na Assembleia Legislativa do Estado.

Da Vitória de Santo Antão, ontem (05), partiu uma comitiva representativa do nosso Instituto Histórico e Geográfico para prestigiar a Sessão Solene, ocorrida no Plenário da Assembleia Legislativa do Estado,  homenageando o deputado Henrique Queiroz pelos seus 40 anos de vida parlamentar.

Na ocasião o deputado Henrique Queiroz recebeu,  também,   do Governador Paulo Câmara,  a Medalha e o Diploma da Ordem do Mérito dos Guararapes, diga-se de passagem a maior comenda do Poder executivo de Pernambuco.

 

Pitú vence mais uma edição do prêmio TOP Marcas em 1° lugar – Cachaça é mais lembrada entre os consumidores

A Pitú, cachaça mais consumida nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, segunda do País e líder absoluta em exportação do produto há quase três décadas, conquistou, em mais uma edição, o primeiro lugar do 13° Prêmio TOP Marcas. No ranking da pesquisa de opinião pública realizada pelo conceituado Instituto JM Consultoria e Pesquisa, em parceria com o Jornal Vanguarda de Caruaru, a Pitú se destaca na categoria Bebida e no segmento Aguardente. A cachaça é a mais lembrada pelos consumidores caruaruenses desde 2010, há exatos oito anos consecutivos.

Em 2018, a indústria genuinamente pernambucana, situada no município de Vitória de Santo Antão, na zona da mata de Pernambuco, completou oito décadas de história com muitos motivos para celebrar. A empresa está em sua terceira geração de gestores e mantém os ‘pilares’ da família nas relações diárias. O planejamento eficiente na sucessão familiar do negócio, os investimentos contínuos em inovação tecnológica, programas de sustentabilidade e ações de marketing, garantem a qualidade do produto e refletem no posicionamento da marca diante o segmento. A companhia está entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas do mundo, comercializando, em média, 98 milhões de litros de cachaça por ano, dos quais 2% representam as vendas no exterior.

“Eu faço parte da terceira geração da empresa, e hoje já existe a quarta. O nosso produto passou a ser um sinônimo de cachaça, e o reconhecimento na categoria Bebida do consagrado prêmio TOP Marcas é o resultado de muita dedicação e empenho de todos que já passaram pela administração da empresa, desde a geração do meu avô até as atuais que permanecem e as que estão começando a adentrar no negócio. O destaque vai para o padrão de qualidade de nossos produtos, a assertividade das nossas campanhas de marketing, a responsabilidade socioambiental em todas as nossas atividades, os investimentos em recursos humanos para proporcionar um ambiente saudável aos nossos funcionários e colaboradores e, claro, a fidelidade dos clientes, fornecedores e consumidores finais com a nossa marca Pitú”, explica Alexandre Ferrer, presidente da indústria.

Lata comemorativa aos 80 anos

Em comemoração ao marco de 80 anos, a Pitú lançou uma edição especial de sua tradicional lata de 350 ml da “branquinha”, com layout especial de aniversário que traz referências de produtos e materiais gráficos da época da criação da cachaça, dando uma estética “retrô” à embalagem. O acabamento fosco e a aplicação de um pantone dourado mostram o quanto uma marca com oito décadas de vida consegue se manter com um espírito jovem.

Mercado externo

Sendo a indústria brasileira líder na exportação de cachaça, a Pitú domina o mercado europeu, sendo a Alemanha o país de maior consumo. Por ano, a Pitú comercializa no exterior 1,7 milhão de litros, dos quais 1,5 milhão são apenas para a Alemanha, que desde 1970 engarrafa e distribui a bebida para toda a Europa. Além do velho continente, a Pitú também está presente em outros países (Estados Unidos, Canadá, México, Chile, China, Japão, Índia, Israel, Emirados Árabes, Tailândia, Austrália, África do Sul, Angola, Guiana Francesa, Peru, Argentina) e em mais de 40 lojas de duty-free espalhadas por todo o mundo.

Características dos produtos

A Pitú é uma aguardente de cana pura, transparente, de sabor marcante e teor alcoólico de 40% vol. É acondicionado em vários tipos de embalagens: garrafas retornáveis de 600 ml (caixas com 12 e grades com 24 unidades), garrafas de 965 ml (caixas com seis e grade com 12 unidades) e latas de alumínio com 350 ml, 473 ml, 710 ml (pacotes com 12 unidades).

Pitu Gold – 100% envelhecida, em barris de carvalho americano, onde permanece até atingir seu sabor inconfundível e sua coloração dourada. Com teor alcoólico de 39% vol. e acondicionada em garrafas de 1L.

Pitu Vitoriosa –  Envelhecida por 5 anos em barris de carvalho francês e refinada em barris de carvalho americano, onde ocorre o aprimoramento da qualidade sensorial e harmonização de cor e aromas. Teor alcoólico de 39% vol. e acondicionada em garrafas de 750ml.

Pitu Limão – Coquetel de aguardente de cana e limão. Com teor alcoólico de 30% vol., envasado em lata de alumínio com 350 ml, comercializado em pacotes plásticos com 12 unidades.

Pitu Cola –  Mistura de aguardente de cana com refrigerante à base de cola, bebida gaseificada refrescante, com teor alcoólico de 5% vol. Acondicionamento em lata de alumínio de 350 ml em pacote com 12 unidades

Do Frei – Bebida alcoólica mista composta de vinho, suco de maçã e de morango, xarope de morango, com teor alcoólico de 11% vol. Envasada em vasilhame de vidro, em litro de 900ml, é comercializada em caixa de papelão (litro).

Bolvana – Vodka suave e cristalina, tridestilada. Com teor alcoólico de 38% vol., acondicionada em garrafas de 965ml.

 

Premiunização da Cachaça é Mais sofisticada

A brasileiríssima cachaça alçou também novos voos, sendo apreciada não apenas pelo seu valor, mas por sua qualidade. As destilarias têm investido em tecnologias avançadas que envolvem desde o plantio até a produção da cachaça, gerando uma bebida cada vez mais elaborada que é envasada em embalagens diferenciadas e sofisticadas.

Seguindo a tendência mundial de Premiunização de produtos, a Pitu possui dois produtos em seu portfólio que se encaixam nessa avaliação: a Pitu Gold e a Pitu Vitoriosa.

Para ser considerada Premium, a cachaça precisa ser envelhecida em barril de madeira por pelo menos um ano.

A Pitú Gold, Cachaça Premium, é envelhecida em barris de carvalho americano por dois anos, e a Pitu Vitoriosa, Cachaça Extra Premium, é envelhecida por no mínimo cinco anos em barris de carvalho francês. Após esse período, a Vitoriosa é transferida para barris de carvalho americano, onde ocorre o aprimoramento da qualidade sensorial do produto através do refinamento e da harmonização de aromas e cor. Como símbolo máximo de sofisticação, a Vitoriosa é o produto conceito da marca pernambucana.

Momento Cultural: ALMA CÂNDIDA – por ADJANE COSTA DUTRA.

Minh’alma cândida é como uma criança que foge de um jardim

de flores brancas.

A noite vagueia, oh! alma por entre as praças.

Minh’alma cândida é como uma criança que procura canto e não se encontra.

Dorme meu corpo e minh’alma cândida visita o templo de

outras almas perdidas.

Na penumbra da noite, oh! minh’alma cândida,

Se tu encontrásseis outra alma e numa íntegra essência

Formásseis e candismo do amor…

(TAPETE CÓSMICO – ADJANE COSTA DUTRA – pág. 59).