Salve engano, no feriado de Corpus Christi a tradicional confecção dos tapetes de serragem realizados pelos católicos da nossa cidade, esse ano (2019), chegou à décima edição. Em algumas cidades do país a manifestação de fé é bem mais antiga.
Esse ano, além de todas as atividades vinculada à data, a Paróquia de Santo Antão também realizou, entre os dias 17 e 20 de junho, o 1º Tríduo Eucarístico – em preparação à solenidade de Corpus Christi e ao Congresso Eucarístico Nacional.
Segue, portanto, alguns registros fotográficos dos tapetes confeccionados no Pátio da Matriz.
Com relação ao conteúdo postado recentemente em nosso blog, realçando o estado físico e suas utilizações do Mercado Público da cidade de Gravatá, assim se posicionou a nossa amiga Roberta Urquiza:
“O Mercado Público de Vitória de Santo Antão é uma edificação histórica e bela, como sabemos o estado de conservação do referido imóvel é muito precária, somados a essa situação temos todo o entorno do mercado invadido por um comercio de barraqueiros que invadiu as vias públicas irregularmente. Sucessivas Gestões Públicas se sucedem sem haver o enfrentamento do problema….já está passando da hora da população se mobilizar e exigir das autoridades uma alternativa que livre o centro da cidade de tão degradante cenário. Vamos nos mobilizar…”
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COMEMORAÇÃO DA SEMANA DA PÁTRIA – foto registrada em 07 de setembro de 1977 – Praça Duque de Caxias – entre outros: Mário Bezerra, Evandro e doutor Ivo Queiroz.
Das três maiores festas anuais, o São João é a mais singela e tradicional. O Ano Novo nos trespassa de tristeza, porque sugere a contagem do tempo e amontoa os mortos. Abrimos álbum de retrato e botamos pra choramingar. O Carnaval é uma festa perigosa, de extravasar frustrações. O pessoal só falta correr nu pela rua.
O São João é uma festa mais pacata, que relembra nossas tradições mais atávicas, nossas raízes culturais. Lembro-me do São João das ruas sem calçamento. O mundo parecia um terreiro só. As mulheres cruzavam as pernas, enfiavam as saias entre as coxas, para ralar omilho e o coco, enquanto os homens plantavam o machado nos toros de madeira para fazer as fogueiras. À tardinha, a panela virava uma lagoa de caldo amarelo onde fervia o maná das comezainas juninas. A meninada ensaiava o jeito de ser homem e mulher. De chapéu de palha, bigode a carvão e camisa quadriculada, era quando podíamos chegar mais perto das meninas sem levar carão nem experimentar a sensação de pecado. O coração se alegrava quando sonhávamos com a liberdade de adultos que teríamos um dia. Batia uma gostosíssima impressão de que estávamos bem próximos de fazer o que não podíamos fazer. Os ensaios de quadrilha relembravam a tristeza do último dia. Pois um ano durava uma eternidade, as horas eram calmas, podíamos acompanhar a réstia do sol e contar estrelas. Pamonha, canjica e pé de moleque eram tarefas de dona de casa prendada, de quem o marido se gabava. Tudo era simples e barato, ninguém enricava com a festa. A novidade era a radiola portátil, e os conjuntos eram pobres de tecnologia, mas os instrumentos ricos de som e harmonia, manuseados com habilidade e gosto, na execução do repertório da festa do milho. Quando São Pedro se ia, ficava um aroma de saudade na fumaça das derradeiras fogueiras e no espocar dos últimos fogos.
SOZINHO, MAS NÃO SÓ:
Reflexões hupomônicas chá da vida.
Reflexões que nos fazem compreender as situações da vida, nossas atitudes, nossos relacionamentos, nossos desafios e medos, e como podemos vencer tudo isso. Muito mais que um livro, uma viagem ao nosso interior, explorando as nossas capacidades de saber vencer diante das adversidades. Nesta obra você encontrará uma trilha que te ensinará o valor de saber ter resignação, a importância de saber ter perseverança, a paciência como uma arte fundamental nos momentos das adversidades. Um livro que convida o leitor a refletir sobre o valor de saber lutar contra os obstáculos da vida.
Autor: Hupomone Vilanova
Gênero: Livro de autoajuda
Ser um Hupomone
Significado do Termo: O termo grego traduzido por “perseverança” é hupomonē, que expressa a ideia de suportar ou permanecer firme sob circunstâncias difíceis. Poderia ser traduzido por “paciência” ou “esperança”. Na literatura grega, ele é atribuído a uma atitude de perseverança agressiva e desafiadora ao enfrentar dificuldades e infortúnios. Revela coragem, persistência e disposição diante do sofrimento. Essas ideias expressam bem o significado principal do termo hupo (“sob”) e menō (“permanecer”), ou seja, “permanecer sob” pressão, sem desistir.
Nota do autor.
Sozinho, mas não só – reflexões hupomônicas chá da vida. Dias atrás, ganhei um presente especial. Um livro. Um livro que vai muito além do que nele está escrito. Uma obra ampla que, verdadeiramente, conjuga teoria e prática. Reinventar-se, por assim dizer, é a coluna vertebral da mensagem final do opúsculo.
Imagino que aprender com os próprios erros seja o caminho mais seguro para avançarmos no sentido do auto-melhoramento, distanciando-nos, assim, cada vez mais, do ponto da inflexão original. Para os que conseguem dialogar consigo mesmo e subir nessa tortuosa escada, indiscutivelmente, a vida ganha outro significado.
“Mesmo que todos me abandonem, eu não me abandonarei”. Essa é a frase de um guerreiro de verdade, que primeiro conseguiu vencer todos os conflitos internos, mastigou-os, engoliu-os, digeriu-os e retirou deles a energia necessária para alimentar suas necessidades e continuar caminhando e melhorando, em todos os sentidos.
Do limão uma limonada. Da derrota à Vitória. Esse é o meu amigo Hupomone Vilanova.
Como já é tradição, a Pitú lançou três milhões de latinhas de 350 ml da sua cachaça branca com embalagem de São João em todas as regiões do País. O período festivo tem grande expressividade para a empresa, que espera um incremento nas vendas da aguardente.
A ilustração especial traz referências dos principais elementos juninos, como fogueira, balões e bandeirolas, com criação assinada pela agência Ampla Comunicação. Alexandre Ferrer, presidente da Pitú, explica que a ideia da criação de latinhas temáticas é estreitar a relação de afetividade entre a marca e os apreciadores da Pitú, sendo uma forma de registrar na memória momentos especiais e comemorativos.
A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao século XIII. O papa Urbano IV, na época o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège, na Bélgica, recebeu o segredo da freira agostinianaJuliana de Mont Cornillon, que teve visões de Cristo demonstrando desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Por volta de 1264, em uma cidade próxima a Orvieto (onde o já então papa Urbano IV tinha sua corte), chamada Bolsena, ocorreu o Milagre de Bolsena,[2] em que um sacerdote celebrante da Santa Missa, no momento de partir a Sagrada Hóstia, teria visto sair dela sangue, que empapou o corporal (pano onde se apoiam o cálice e a patena durante a Missa). O papa determinou que os objetos milagrosos fossem trazidos para Orvieto em grande procissão em 19 de junho de 1264, sendo recebidos solenemente por Sua Santidade e levados para a Catedral de Santa Prisca. Esta foi a primeira procissão do Corporal Eucarístico de que se tem notícia. A festa de Corpus Christi foi oficialmente instituída por Urbano IV com a publicação da bula Transiturus em 8 de setembro de 1264, para ser celebrada na quinta-feira depois da oitava de Pentecostes.
O Jogo do Bicho parece ser a coisa mais honesta do mundo. Desonestos são nossos sonhos. O Jogo do Bicho é um serviço de mais garantia do que o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Desonesto é sonhar com cobra e dá jacaré.
Um dia, eu sonhei com DOIS CAVALOS. Mandei a empregada jogar, ela embromou, perdeu o cambista. De tarde, deu 44 e 43 nos dois primeiros prêmios. Ou seja, os dois CAVALOS que a BURRA deixou de jogar, pois iria ganhar uma gorjeta.
Minha avó dizia que a gente só deveria jogar quando SONHASSE ou VISSE um bicho? Certa vez, eu perguntei a minha avó: – Vovó, sonhar com bicho é possível, mas a senhora já viu um elefante no corredor de sua casa?
Acompanhado de amigos, dias atrás, mais uma vez estive no Mercado Público da vizinha cidade de Gravatá. No intervalo da prosa, da boa música, do petisco e de algumas doses de água que passarinho não bebe circulei pelo entorno do referido equipamento público.
Antes, porém, devo lembrar que a circunscrição territorial que hoje chamamos de Gravatá foi parida pela então Vila de Santo Antão. À época, 1833, por decisão do governo provincial, perdemos as terras que vão de Gravatá até Bonito e, como forma de compensação, recebemos parcela das terras que pertencia ao Cabo, ou seja: incorporamos o então distrito de Escada. O tempo passou e tudo virou cidade independente. Dito isto, portando, quero dizer que, em boa medida, somos partes de um mesmo corpo, isto é: a comparação é pertinente.
Por mais que incomode, sobretudo aos mais velhos, somos obrigados a reconhecer que cidade de Gravatá, no que se refere à educação coletiva e civilidade, avançou muito mais que a protegida pelo Glorioso Santo Antão. Ficando apenas no quesito organização dos espaços na feira-livre, Vitória, em relação à Gravatá, é o mesmo que comparar a Suécia com a Venezuela.
Bancos padronizados, espaço para circulação, feirantes cadastrados e pagando seus respectivos valores com regularidade, mercados limpos e organizados, dignos de receber visitantes de qualquer parte do planeta para entender o verdadeiro DNA do Nordeste Brasileiro. A feira-livre da cidade de Gravatá, além de um agradável espaço de compras, é, também, um cartão postal dedicado ao turista.
Tanto no entorno quanto na parte interna dos referidos equipamentos públicos – Mercado Cultural – que foi construído em 1919, ou seja, depois do nosso (1913), existe organização, limpeza e ordem. Lá, tem programação festiva para o ano inteiro. A gastronomia é outra atração à parte. Além do bode, da tanajura e da tripa de porco o camarada ainda pode saborear rapadura e mel de engenho, sem esquecer de tomar umas lapadas de aguardente – expressões autênticas do Nordeste Brasileiro.
Pois bem, fico me perguntando: o quê Gravatá tem e nós não temos? Porque Gravatá pode e nós não podemos? De quem é a culpa? Será que somos tão mal educados assim que não conseguimos sequer manter um espaço público saudável?
Com relação ao estado físico do nosso Mercado de Farinha poderíamos, facilmente, apontar os culpados. Mas, hoje, irei fazer diferente, dizendo: imagino que se continuarmos elegendo os mesmos administradores para tomar conta dos destinos do nosso município, dificilmente teremos alguma modificação, tanto no conceito quanto na forma. Isso, já tá mais do que provado!!!
Em função da nossa recente postagem na coluna “O Tempo Voa”, realçando o tempo pretérito da nossa polis, dois bons antonenses, respectivamente, revistaram seus passados vivos, arquivados e bem preservados.
“RUA DUQUE DE CAXIAS, CIDADE DE VITÓRIA DE SANTO ANTÃO-PE Caminhei muitas vezes por essa rua comercial de Vitória. Nela vislumbrei carnavais monumentais. Tomei muita injeção de penicilina na Farmácia Brasil. Nesse espaço urbano pude ver a linda comemoração da Copa do Mundo de 1962, nos ombros de meu pai. Para mim era a rua mais importante do mundo. E Vitória era meu universo. A Rua Duque de Caxias, ali reside uma das fontes de minhas saudades dos tempos de criança.”
Lucivanio Jatoba
“Exatamente. Também tenho ótimas lembranças, especialmente a enxurrada próximo ao meio fio, as lutas de orquestra do Camelo e Leão, os carros de rolimãs nas calçadas. Brinquei muito na praça Duque de Caxias. Hoje , já na idade madura, tenho plena consciência do quanto estás experiências infantis são ou foram importantes para o ser adulto que somos”.