MARIA BETÂNIA VITORIANO PEREIRA – a menina de dona Jucélia – por Sosígenes Bittencourt.

Eu conheci, no curso Ginasial,
as 7 Maravilhas do Mundo Antigo:
A Estátua de Zeus, O Colosso de Rodhes,
o Templo de Ártemis, O Mausoléu de Helicarnasso,
As Pirâmides de Gizé, O Farol de Alexandria
e Os Jardins Suspensos da Babilônia.
A menina de dona Jucélia foi uma das 7 maravilhas
de minha adolescência.
A menina de dona Jucélia não me permite ser um adulto definitivamente maduro; vez por outra me rejuvenesce,
me adultesce, fazendo-me adultescente.
Descongela, em mim, um menino que hibernava,
alargando meu passado e me distanciado da morte
às vésperas do crepúsculo de minha existência.

Sosígenes Bittencourt

Depoimento de um discriminado – por Sosígenes Bittencourt

Mario Balotelli, que jogava no Manchester City e agora está no Milan, dá 50% do seu ordenado às crianças pobres da África.

“Eu sou naturalizado italiano, mas sou de Gana. Fui abandonado pelos meus pais e adotado por dois anjos. Sofro de racismo todos os dias.”  Este é um depoimento pungente de uma vítima de racismo, apesar do status que conseguiu, provavelmente, a duras penas.

Quem discrimina negro, discrimina branco. Quem mata um negro, mata um branco. É defeito de caráter. Quem mais discriminou e matou negro no mundo foram os próprios negros africanos. Porém, discriminavam e matavam brancos também. Mario Balotelli é uma pessoa humana, perturbada por desumanos. Agora, piada é o que os políticos africanos fazem com as doações: desviam e roubam. A África é vítima de FALTA DE EDUCAÇÃO e CORRUPÇÃO, o que não faz inveja ao Brasil.

Sosígenes Bittencourt

O 6ª Feirão da Caixa em Vitória acontece na próxima semana!!

Na próxima semana, entre os dias 27 e 29, acontece o 6ª Feirão da Caixa na nossa cidade. Essa é uma oportunidade especial para os antonenses que desejam e sonham com a casa própria. Até lá, estaremos divulgando maiores detalhes sobre o referido evento que será realizado no Vitória Park Shopping. Abaixo, segue alguns informações básicas:

O QUE É O FEIRÃO DA CAIXA?

É um Feirão que a Caixa Econômica Federal organiza anualmente para realizar a venda de milhares de imóveis, em todo o país. O Feirão oferece diversas vantagens exclusivas e ocorre em diversas cidades brasileiras, incluindo as capitais e o interior.

COMO FUNCIONA?

O evento é anunciado com antecedência e, ao saber da data, o comprador precisa começar a se preparar. Para isso, ele deve ir até o feirão, na data divulgada, levando todos os documentos informados e os comprovantes de renda.

 No Feirão serão analisados todos os documentos e será realizada a análise de crédito. Após isso, o comprador poderá escolher o imóvel — novo, na planta, em construção ou usado. Em seguida, conhecerá as opções de pagamento, valores e taxas  de juros praticadas.

QUAIS AS VANTAGENS?

As vantagens para quem participa do feirão são muitas, além de serem diferenciadas. Isso é possível porque muitas construtoras e imobiliárias fazem parceria com o Feirão da Caixa. Por isso, são milhares de opções de imóveis que podem estar na planta, em construção ou prontos. São imóveis de todos os tipos, para diversas faixas de renda e em Vitória e para cidades circunvizinhas.

Serviço:

Evento: 6ª Feirão da Caixa.

Data: 27 a 29 de setembro.

Local: Vitória Park Shopping.

Teatro Silogeu.: XXII MOSTEV começa amanhã!!!

Sob a coordenação geral do produtor cultural Leonardo Edardna, mais conhecido por “Bad Léo”, acontece XXII MOSTEV – Mostra de Teatro da Vitória. O encontro cultural acontece entre os dias 20 e 29 de setembro no Teatro Silogeu José Aragão.

Com espetáculos para público de todas as idades, a MOSTEV é um evento consolidado na nossa cidade.  O mesmo recebe o incentivo e apoio de empresas locais e do governo do Estado. Eis aí um projeto vitorioso da nossa Vitória de Santo Antão. Então, lembremos: “a arte é longa, a vida é breve”.

PROGRAMAÇÃO:

UMA DEFINIÇÃO DE MIM – por Sosígenes Bittencourt.

Uma das melhores definições de mim não é minha, é do escritor e pensador inglês Chesterton (1874-1936): O homem SÃO é aquele que tem a tragédia em seu coração e a comédia em sua cabeça.

Mas, explicou: A comédia do homem sobrevive à sua tragédia.

Chesterton também dizia: “O que amargura o mundo não é excesso de crítica, mas a ausência de autocrítica”.

Contudo, é bom salientar que a crítica está presente no coração do homem, mas, quanto a sua autocrítica, olha-se no espelho, sorri e faz piada. O homem é condescendente com os seus erros e atroz com os erros alheios, por isso julga mal.

Comediante abraço!

Sosígenes Bittencourt

Eu não tenho lá muita moral pra falar de ninguém, sabe? – por Manoel Carlos.

Mas vi uma multidão de super católicos no domingo passado pulando ao som de músicas (católico-bahianas) numa caminhada com o título de “E A FAMÍLIA COMO VAI?” Pularam, pularam e acho até que rezaram também (até porque ninguém é de ferro). Mas fico imaginando uma coisa: serviu para que?  Alguém se converteu?  Se fossem chamados a jejuar a mesma multidão iria? Se fossem chamados a rezar o Rosário, iriam?

Os Padres organizadores, quase todos que votaram nos candidatos abortistas para presidente,  tem moral ou unção para falar em família ou em fé em Deus?  Os ditos padres parecem que gostam de acender uma vela para Deus e a outra para o diabo.

Muitos do ditos “padrecos” que foram para a dita caminhada da família são defensores da teologia da libertação: apoiam o PT, PSOL. PSTU, MST, e nunca levantaram a voz contra o movimento LGBT e também nunca vi condenarem o aborto. Como podem admiradores das trevas conduzirem à luz?

Se, realmente, houver de existir a figura humana de um anti Cristo, com certeza, na figura de padres desse naipe, o mesmo terá seguidores fiéis para tentar destruir a Igreja de Cristo!  Temos, quiçá, a cidade mais violenta do Estado; o consumo de drogas é imenso, mas a fé católica parece ser incapaz de ter e de combater essa realidade.

A Semente  – palavra de Deus que tudo transforma –  parece não ter um campo fértil pra germinar na nossa cidade, e, penso Eu, seja devido à falta de padres que creiam no inferno, que creiam na Eucaristia, que creiam no silencio, que creiam na mortificação da carne, enfim, que sejam católicos de verdade.

Quanto a Semente, lembro aqui o grande Padre Vieira, que espetacularmente assim pregou:

 (…) Que coisa é a conversão de uma alma, senão entrar um homem dentro em si e ver-se a si mesmo? Para esta vista são necessários olhos, e necessária luz e é necessário espelho. O pregador concorre com o espelho, que é a doutrina; Deus concorre com a luz, que é a graça; o homem concorre com os olhos, que é o conhecimento. Ora suposto que a conversão das almas por meio da pregação depende destes três concursos: de Deus, do pregador e do ouvinte, por qual deles devemos entender que falta? Por parte do ouvinte, ou por parte do pregador, ou por parte de Deus?

Primeiramente, por parte de Deus, não falta nem pode faltar. Esta proposição é de fé, definida no Concílio Tridentino, e no nosso Evangelho a temos. Do trigo que deitou à terra o semeador, uma parte se logrou e três se perderam. E porque se perderam estas três? — A primeira perdeu-se, porque a afogaram os espinhos; a segunda, porque a secaram as pedras; a terceira, porque a pisaram os homens e a comeram as aves. Isto é o que diz Cristo; mas notai o que não diz. Não diz que parte alguma daquele trigo se perdesse por causa do sol ou da chuva. A causa por que ordinariamente se perdem as sementeiras, é pela desigualdade e pela intemperança dos tempos, ou porque falta ou sobeja a chuva, ou porque falta ou sobeja o sol. Pois porque não introduz Cristo na parábola do Evangelho algum trigo que se perdesse por causa do sol ou da chuva? — Porque o sol e a chuva são as afluências da parte do Céu, e deixar de frutificar a semente da palavra de Deus, nunca é por falta: do Céu, sempre é por culpa nossa. Deixará de frutificar a sementeira, ou pelo embaraço dos espinhos, ou pela dureza das pedras, ou pelos descaminhos dos caminhos; mas por falta das influências do Céu, isso nunca é nem pode ser. Sempre Deus está pronto da sua parte, com o sol para aquentar e com a chuva para regar; com o sol para alumiar e com a chuva para amolecer, se os nossos corações quiserem: Qui solem suum oriri facit super bonos et malos, et pluit super justos et injustos. Se Deus dá o seu sol e a sua chuva aos bons e aos maus; aos maus que se quiserem fazer bons, como a negará? Este ponto é tão claro que não há para que nos determos em mais prova. Quid debui facere vineae meae, et non feci? — disse o mesmo Deus por Isaías. (…)

Todos lá presentes são mais santos que Eu, mas mesmo os santos podem ser admoestados por pecadores.

Manoel Carlos. 

O Anjo da Vitória – por Josebias Bandeira.

Monumento localizado na Praça 03 de Agosto. Bairro do Livramento-Vitória de Santo Antão- Pernambuco-Brasil.Esta Magnifica estátua de ferro que representa o Anjo Gabriel segurando a trombeta, possui 2.20 metros de altura e foi encontrada próxima ao Recife , após um naufrágio de um navio de bandeira americana, em 1878.

A peça foi leiloada e comprada pelo então tenente-coronel da Guarda Nacional Belmiro da Silveira Lins ,o Barão de Escada, que a repassou para o primeiro Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Luis Raimundo da Silva Brito.Durante uma visita à Paroquia de Santo Antão,em 1902, o arcebispo resolveu doar o monumento do anjo para homenagear a vitória na Batalha das Tabocas. Em 27 de Janeiro de 1905 , o monumento foi erguido em homenagem à vitória dos Lusos-Brasileiros sobre os Holandeses, na Batalha das Tabocas em 03 de Agosto de 1645.

Existe uma lenda que entrou para o folclore local, que Quando o anjo tocar a trombeta o mundo irá acabar. Esta imagem foi captada pela lente da minha Câmara fotográfica durante um passeio sentimental pela minha querida terra mãe Vitória de Santo Antão.
Acervo do cartofilista Vitoriense

 Josebias Bandeira de Oliveira

LEMBRANÇAS DE UM ENCONTRO EM LISBOA – por Marcus Prado.

A TELEFONISTA do Hotel, em Lisboa, transfere uma ligação telefônica interna para o meu apartamento. Eu estava, escrevendo uma carta de agradecimento a uma família que me deu hospitalidade na sua histórica casa de campo existente entre Torres Vedras e Cadaval, no coração do oeste de Portugal. A casa, com um alpendre que faz lembrar o chalé de Serafim e Marieta Moura, na Praça Diogo Braga, localiza-se perto de uma serra, do campo coberto de vinhas e de pomares, além de bosques, parreira se olivedos que se estendem numa beleza rara até o mar. Ali, eu conheci a paz do campo, a infinita paz que só encontrei até hoje nos campos antonenses da Mata.

Trata-se de Isabel, uma jovem e bem informada arquiteta portuguesa do Alentejo, que ama a Fotografia como arte maior. Avisa-me que está à minha espera para jantar e troca de ideias sobre um longo ensaio fotográfico que desejo produzir sobre os traços da arquitetura portuguesa dos séculos XVIII e XIX, em Olinda, no Recife, na Vitória de Santo Antão e em algumas cidades antigas do sertão de Pernambuco. Não a conhecia pessoalmente mas ouvi falar de seu interesse sobre o assunto, principal motivo do nosso encontro marcado há mais de um ano.

Marcus Prado – Jornalista