2º LOTE DE KITS DA SAUDADE JÁ TÁ NA RUA!!!

 

Passada a campanha publicitária da SAUDADE visando às vendas do primeiro lote, a partir de ontem (03), já estão disponíveis à venda os kits do segundo lote ao preço de $100,00 – à vista ou em 5 vezes no cartão. Esse preço segue até o dia 19 de fevereiro.

Assim sendo, você que se decidiu em brincar na SAUDADE no carnaval 2020, no qual estaremos homenageando à passagem dos 70 anos de fundação do nosso Instituto Histórico, e perdeu a promoção do primeiro lote é bom procurar logo um dos nossos pontos de vendas: Óticas Diniz, vendedores autorizados e Escritório do Blog do Pilako – televenda zap (9.9192.5094).

Obs: NA SAUDADE, A GENTE BRINCA MELHOR!!!

E por falar em tristeza – por Sosígenes Bittencourt.

Eu sou meio ruim de tristeza. Pelo contrário, carrego uma certa alegria n’alma que, muitas vezes, confundem com falta de seriedade. Porque o importante não é a tristeza que você sente, mas o que você pode fazer com a tristeza que sente. Tristeza longa, duradoura é depressão. É caso clínico. Eu prefiro a tristeza que é caso cínico. Dizia, o dramaturgo Nelson Rodrigues, que “não se faz literatura, política e futebol com bons sentimentos.”

Por exemplo, a tristeza, para mim, é motivo de literatura. Eu recebi um grande conselho do poeta alemão Wolfgang Goethe: Faz da tua dor um poema, e ela será suavizada.

Sosígenes Bittencourt

Ensaio de rua do “Urso Branco”….

Visando o seu desfile a agremiação carnavalesca “Urso Branco” promoveu, na noite do sábado (01), seu ensaio de rua. Percorrendo as  ruas centrais da nossa cidade, o “Urso” reuniu um bom número de foliões, Na passagem pela Estação Ferroviária nossas lentes registraram a movimentação do publico que dançavam e pulavam ao  o som  do legitimo ritmo pernambucano.

Primeira reunião ordinária do ano do Instituto Histórico da Vitória.

Na manhã do domingo (02) a diretoria e o corpo de associados do Instituto Histórico e Geográfico  da Vitória reuniram-se na “Casa do Imperador” no sentido da promoção da primeira reunião ordinária do ano de 2020.

Na pauta, entre outros assuntos atinentes à formalização de novos convênios, o professor Pedro Ferrer, presidente da instituição, externou um esboço da programação festiva do ano em curso voltada às comemorações da passagem dos 70 anos do nosso Instituto Histórico.

MULHER BEIJA RÉU QUE LHE DESFECHOU 5 TIROS EM JULGAMENTO – por Sosígenes Bittencour.

A mulher que tomou 5 balaços do namorado, em Venâncio Aires, RS, foi ao julgamento do réu, rogando ao juiz permissão para beijá-lo. Totalmente empinada e morta de saudade, anestesiada pela paixão, taca-lhe um salivado beijo na sessão. Até, aqui, não se sabe se tomou um tiro de raspão na cabeça, comprometendo-lhe a razão. A policial que aparece na fotografia, tomando conta do casal, mostra-se prostrada e sisuda de indignação.

Segundo Micheli, Lisandro sempre foi muito bom para ela e só resolveu matá-la, porque ela arengou, mostrando-se arrependida pelo transtornou que lhe causou, garantindo que ele já pagou pelo que fez, embora não haja pago um tostão por penitência. O réu, que não é besta, pediu mais uma chance ao corpo de jurados, e o “Equivocado de Defesa” disse que o maior interesse deve prevalecer, que é o da vítima, atrás de nova chance de amar e ser amada (não de ser assassinada). Aí, Lisandro, muito aperreado, disse que nunca mais voltaria para aquele inferno, desconhecendo ser, ele próprio, o Cão em figura de gente.

Um comentarista, na internet, diagnosticou como mais um caso de Síndrome de Estocolmo, um transtorno sentimental que faz a vítima, que tomou tabefe na fisionomia, ficar paquerando o seu agressor. Outro internauta, obviamente, baseado em José Luiz Datena e Cardinot, redigiu que Michele estaria “flertando com a morte”.
Talvez, Micheli se baseie no fato de Lisandro ser péssimo de pontaria, com uma arma na mão – o que não evita de mirar em sua cabeça e acertar no seu coração.  Melhor seria, serem condenados a morar no presídio, em celas separadas, com direito a visita de casal, assistida por carcereiro, de plantão, e policial.  Muitos leitores que acompanharam a publicação no Jornal Folha do Mato, já o atiraram no lixo.

Sosígenes Bittencourt

Missão Cultural seguiu à “Quinta do Galo”…..

Na noite de ontem (30), por mais uma vez, a “Corriola da Matriz” empreendeu uma “Missão Cultural” com destino ao Recife para prestigiar o evento de caráter carnavalesco, intitulado “Quinta do Galo”, promovido pelo Clube de Máscaras Galo da Madrugada. Como sempre, o evento aconteceu na sua sede – Palácio do Galo.

Para os vitorienses que se identificam com a brincadeira de momo, participar da “Quinta do Galo” é mergulhar num  oceano pernambucanidade. Entre muito frevo e animação vários grupos raízes da nossa cultura adornam e dão molho ao encontro.

Assim sendo, mais uma vez, recomendo aos foliões e carnavalesco antonenses uma passagem pela “Quinta do Galo”. Na noite de ontem, quem comandou a festa foi a tradicional conjunto “Quinteto Violado”…

Caldinho do Nelson: o caldinho de todas as torcidas!!!

Do  programa global que realça o cotidiano do futebol pernambucano surgiu o famoso “Caldinho do Tiago”. Na nossa terra, Vitória de Santo Antão, para falar de futebol e tantos outros tipos de assuntos, de maneira descontraída e animada, agora, o endereço certo é o “Caldinho do Nelson”, localizado na Praça da Restauração – também conhecida como “Praça do Jacaré”.

Nelson é dessas pessoas agradáveis por natureza. Simpático, prestativo e responsável Nelson é um guerreiro de todas as horas. Torcedor “chato” do tricolor do Arruda – Santa Cruz –, no seu caldinho,  ele quer agregar amigos de todas as torcidas…Por ocasião da inauguração, ocorrida na última quarta (29) estivemos para tomar umas e outras….

Instituto Histórico – Exposição “Carnaval 70” – dia 14 de fevereiro – entrada gratuita!!

Nosso museu expande-se, cresce. Finalizamos uma reforma-ampliação do SETOR DO CARNAVAL. Começaremos a montar a EXPOSIÇAO CARNAVAL 70. Chegado o momento dos antonenses valorizarem e divulgarem nosso MUSEU.

“Museu é lugar onde a cidade (a história) se reconta. Rebrota. Onde ela nos faz crer que, para além do mero contorno do corpo, existimos. Criamos uma identificação com aqueles fatos e pessoas que ali estão, que nos antecederam em ideias, pensamentos e sentimentos. Que ajudaram a criar “o imaginário daquilo que imaginamos que somos”, como definiu o poeta Ferreira Gullar. É dentro da plenitude deste imaginário que o Museu nos reaviva a memória e o fulgor da boa aula”.

Professor Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico da Vitória.