
Encontro de amigos: Gilvan, Sandro, Fernando Moura e Cristovão – ano não registrado.

Encontro de amigos: Gilvan, Sandro, Fernando Moura e Cristovão – ano não registrado.
Um brinde à parceira Tita e outro à pituzinha, que tão sempre de parabéns!


*Quem exige amor, nunca é correspondido. Ninguém ama na marra.
*O aposentado anda com medo de que o aposentem do recebimento.
*No Brasil, a Esquerda e a Direita já não se matam pelo poder, entram em conchavo no poder.
*O controle remoto é recente, mas a sabedoria é remota.
*A galinha é uma inflação, inflada pela ração irracional que lhe dão.
*Uma vidente me disse que eu enricaria na velhice. Então, ainda estou muito jovem.
*Um dia, minha mãe descobriu que eu não mentia, fazia poesia.
*Quer saber o que são fragmentos? Estilhace um copo no chão.
Fragmentado abraço!
Sosígenes Bittencourt

Disponibilizamos a música “Minhas Qualidades”, de autoria de Martins. A música é integrante do álbum “Martins – O Apaixonado do Brega”.
Aldenisio Tavares

Escutei muito essa frase na minha juventude: “quando a pessoa começa a receber homenagens é porque já está perto de morrer”. Por uma questão lógica a frese tem certo sentido. Explico: Homenagens, quando espontâneas e pelo critério do merecimento, normalmente, confere-se às pessoas mais maduras que já tiveram “tempo” de prestar algum tipo de serviço à sociedade ou mesmo à causa que defende, naturalmente, por se identificar com a mesma. Deve-se sublinhar também o sentimento daqueles que tiveram a iniciativa no que se refere à sintonia da chamada “justa homenagem”, por assim dizer.
Nesse sentido, contudo, realço e estendo meus parabéns, também, a diretoria da Companhia dos Monges em Folia e da coordenação da Pastoral Familiar da Paróquia Santo Antão por haverem me escolhido como homenageado em 2020, nas suas respectivas promoções carnavalescas.

Pelos “Monges”, que no seu último desfile exaltou a palavra “saudade” como tema central da sua apresentação, fui escolhido para representar esse sentimento, aliás muito presente nos folguedos de momo. Qual folião não sente saudade dos carnavais de outrora e de pessoas com as quais já caíram na folia?
Pela “Pastoral da Matriz”, que esse ano chegou à quinta edição consecutiva do seu “Baile de Máscaras das Famílias”, promoção digna de todos os elogios, imagino ser minha pessoa a representação de uma das agremiações carnavalescas que mais se preocupara em promover um evento momesco levando sempre em consideração os bons costumes, dentro dos mais caros conceitos familiares.
Portanto, por tudo e principalmente por esses dois reconhecimentos públicos de duas importantes instituições carnavalescas da nossa cidade – “Baile de Máscaras das Famílias” e “Monges em Folia” – o Carnaval 2020 ficará marcado nas prateleiras da minha memória como um momento extramente marcante. Aliás, não é todo carnavalesco que recebe, num só carnaval, duas gratificantes lembranças momescas espontâneas. Obrigados a todos!!!

Para quem não se lembra – pouquíssima pessoas se ligaram – em 2019 o feriado de amanhã – 06 de março – Data Magna do Estado – ocorreu justamente na chamada “quarta-feira ingrata”, ou seja quarta-feira de cinzas. Por força da tradição a “quarta de cinzas” já é feriado mesmo…..
Pois bem, na qualidade de historiador, compositor e folião, de maneira antecipada, juntamente com o amigo e renomado compositor, Aldenisio Tavares, confeccionamos uma canção para exaltar a feliz coincidência, pois em nenhum outro lugar da federal, uma vez que o feriado foi estadual, não foi dia “oficialmente enforcado” em pleno final da folia , num país em que o ano só começa após o carnaval – por assim dizer.

Diz o refrão da música: “viva viva Leão Coroado, foi ele quem deu esse feriado”….(música já gravada e fazendo parte do mais novo trabalho de Aldenisio Tavares – lançado recentemente.
Por falar em “Leão Coroado”, gostaria de dizer que na nossa cidade, em 1917, inaugurou-se uma praça com esse nome para, oportunamente, comemorar-se o centenário da chamada Revolução Pernambucana, ocorrida em 1817, e que só veio a ser reconhecido oficialmente como feriado estadual – através da Lei nº 16.059 – em 08 de junho de 2017 – 200 ano depois.
Para não me alongar muito, em outra ocasião, narrarei o envolvimento dos nossos conterrâneos nesse evento – Revolução Pernambucana – que aliás, não foram dignos das nossas tradições de lutas, tais como à Batalha das Tabocas, à Guerra dos Mascates e Guerra do Paraguai e etc…..Vamos curtir o feriado…….



Lá, pelas quebradas do meu coração,
onde o eco de todas as tristezas
vive a gemer…
foge, dolentemente,
uma caravana inteira de ilusão…
Do meu peito por sobre as asperezas
e sem nada temer,
ficou uma esperança unicamente…
Nela a minha ventura se condensa;
ao seu lado, sereno, hei de seguir;
em si, as minhas mágoas se sumiram…
Ela toda, a grande indiferença
que me anima a sorrir
das outras esperanças que partiram!…
Ao lado dela, pelos mais caminhos,
da vida, pelas trilhas sinuosas,
seguirei, a calcar muitos espinhos,
como se fosse andando sobre rosas…
(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 13).
Que tal escolher ser um Campeão a partir de agora e acreditar no potencial que existe dentro de você? Desafie-se e busque superar os obstáculos, pois nada nesse mundo será capaz de impedir você de chegar nos melhores lugares. Escolha FAMAM – A Sua Nova Faculdade.


Registro fotográfico realizado no dia 03 de agosto de 1950, por ocasião da inauguração do Busto do Pe. Felix Barreto. Na ocasião, falava o autor do projeto – José Bonifácio de Holanda Cavalcanti.
Uni-duni-tê, a escolhida foi… AS TRÊS!


No tempo de eu menino, completamente desintoxicado, fui logo aprendendo com meu próprio nome: que um S entre duas vogais tem som de Z, e que acentuam-se as palavras proparoxítonas. Daí, minha paixão pelo próprio nome, apesar de apelidado de Salsicha.
Sosígenes Bittencourt

JOÃO CAVERNA E EDILMA ao vivo no CD e DVD ALÉM DO LIMITE, Canta ROBERTO CARLOS.
João Caverna e Edilma – Além do Limite
Aldenisio Tavares

Por ocasião da passagem do desfile da nossa agremiação carnavalesca pela frente do Teatro Silogeu, na noite da segunda-feira de carnaval, esse ano, ocorrida no dia 24 de fevereiro, um cenário foi preparado para um registro histórico. Lembrando que em 2020, a SAUDADE homenageou a passagem dos 70 anos de fundação do nosso Instituto Histórico e Geográfico.

Pois bem, ladeados por diretores e sócios da “Casa do Imperador” o professor Pedro Ferrer, presidente da instituição, enfiado numa fantasia, esperava efusivamente pelo momento. Com bolo, champanhe, velas acesas e mesa requintada – tudo que a auspiciosa ocasião exigia – o professor usou da palavra para transmitir aos foliões antonenses, através do potente som do Trio Asas da América, um pouco da importância daquela casa para toda comunidade vitoriense. A Orquestra Super Oara, num só tempo, executou a música composta pelo também sócio do Instituto, Aldenisio Tavares – musica-tema 2020.
Na qualidade de sócio do Instituto, há quase duas décadas, e diretor da agremiação carnavalesca já citada, me senti duplamente realizado. Diz um ditado que é muito difícil se valorizar aquilo que não conhecemos. Concluo essas linhas, dizendo: o nosso Instituto Histórico precisa ser mais visitado pelos próprios vitorienses!!!!

O folião Helder Neri, em 2020, recebeu o título de Homenageado do Carnaval da Vitória. Independente de qualquer avaliação, o amigo Helder Neri é um autêntico folião. Festeiro de primeira hora, Helder tem currículo para receber todo e qualquer destaque no nosso mais importante folguedo.
Na qualidade de pessoal importante na engrenagem promocional do Engarrafamento Pitú, Helder atua de maneira acessível a todas as promoções festivas da nossa cidade. Portanto, o carnaval 2020, para o folião e carnavalesco Helder Neri, certamente será lembrado como um dos mais importantes da sua vida.

Escancaro a janela de meus sonhos
E me debruço sobre o mundo, rindo,
Ao ver que até nos pantanais medonhos
Estrelas se refletem, traduzindo
A presença de Deus em tudo… Brindo
Então, com meus cantares mais risonhos,
O esplendor dessa lua que, surgindo
Enche de luz recantos tão tristonhos…
E já nem sei onde demore a vista:
Se no infinito azul, em que artista
Faz das estrelas trono da beleza,
Ou se na terra, mares e montanhas,
Rios, vales, florestas… Que tamanhas
Maravilhas pôs Deus na Natureza!
Agosto de 1972

CORRIDA DE JUMENTO (1977). Foto registrada na Praça da Matriz, em frente ao Clube Abanadores “O Leão”.


Filhos são relógios que temos.
Quanto mais jovens, mais envelhecemos.
O menino: – Pai, estou com medo.
Eu: – Começaste a sentir a dor da alma.
O menino: – O que é alma?
Eu: Para ter alma, não precisa explicação.
O menino: – Pai, eu penso que quando o senhor era menino, o mundo era preto e branco.
Eu: – Cometeste o teu primeiro poema.
O menino: – Pai, eu estava com saudade.
Eu: – Saudade é um sentimento que não morre quando se mata. É a gente matando saudade e morrendo de saudade.
O menino: – Pai, uma menina me beijou.
Eu: – Cuidado, meu filho, eu ainda não estou na idade de ser avô.
Sosígenes Bittencourt