Projeto Carnaval na Live – Carros Alegóricos: história e curiosidades – com os artistas Joaquim Augusto (Gugu), Helder e Deusdedith da Mata.

Projeto Carnaval na Live – Carros Alegóricos: história e curiosidades  – sexta-feira (29), às 17h. 

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Dando continuidade ao nosso projeto que tem, entre outros objetivos, produzir conteúdo sobre o nosso carnaval, convidamos os artistas Joaquim Augusto, Helder e Desdedith  para falar da história dos nossos carros alegóricos, dos temas inesquecíveis, dos grandes grandes mestres e das curiosidades dos bastidores. 

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LIVE 72 – AO VIVO – Projeto Carnaval na Live – Rivalidade: Leão X Camelo – com Sylvio Gouveia e Joel Neto .

Dando andamento  ao Projeto Carnaval na Live,  hoje, produzimos conteúdo com os eternos carnavalescos Sylvio Gouveia e Joel Neto, para falar sobre  a ferrenha rivalidade entre O Clube Abanadores ” O Leão” e O Clube Vassouras “O Camelo”. 

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Como uma espécie de “oxigênio” do carnaval antonense, a parir do início da terceira década do século passado (XX), ” O Leão” e “O Camelo” travaram batalhas intermináveis. Na qualidade de ex-presidente “do mais querido, doutor Sylvio relembrou os esquadrões. Já Joel, ex-presidente “do aristocrático”, botou “lenha na fogueira”, dizendo: “fomos o primeiro a sair com o carro alegórico iluminado”. 

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Moisés Nascimento: folião com origem nos “bois” do nosso carnaval…..

Por ocasião de uma das nossas  LIVE(s)  – dentro do Projeto Carnaval na Live – em que realçamos o movimento brincante  dos “bois” na nossa cidade, recentemente,  recebemos uma significativa contribuição do nosso amigo Moisés Nascimento, no que se refere ao contexto histórico do surgimento dessas agremiações.

Sobre o “Boi Ventania”, através do whatsapp disse-me ele:

“Boa noite,  amigo Pilako. Assistir ao replay da live de hoje. No entanto quero lhe dizer que o “Boi Ventania”  teve origem no bairro de  Dr. Alvinho, aos redores de onde nasci.  O criador foi um senhor com o nome era Luiz Pezão.  Aliás, foi ele quem inventou  e também  tocava aquela super corneta. Acredito que este glorioso clube,  o qual me alegrava muito quando criança em suas apresentações em festas no bairro do Maranhão, com a apresentação de cavalo marinho, tenha aí seus sessenta e pouco anos ou mesmo  setenta”. Completou: “esse tal Luiz Pezão, já falecido, era irmão de um primo meu”.

Sobre o “Boi Pernambucano” o amigo Moisés, além de informações importantes, relembrou também algumas “lôas” – algo próprio das brincadeiras desse gênero:

“Já o com relação ao “Boi Pernambucano”,  que teve origem no bairro do Dique,  o  criador,   lembro vagamente porque sua família fora para  São Paulo,  quando eu ainda criança,   era um cidadão chamado  de “Seu” Condena”.

Acrescentando: “Ainda lembro de algumas “lôas” do Boi Pernambucano. Isso eu tinha meus quatro anos”

“Lá  vem dois leiteiros na proa, na frente do pernambucano só escapa quem avoa”

Lôa  do Boi Ventania:

“Lá vem Mateus  com um Rosário e dois “canção”  na gaiola, um na parte de dentro e outro na parte de fora e que o Diabo é nove que dez não ganha bate na jaca do “Vei Medonha”, cabelo pixaim de estopa,  teu pai na carreira e tua mãe na espora”

Concluindo as informações sobre alguns dos nossos “Bois”, o amigo Moisés fez uma revelação pessoas. Disse ele:

“Eu tinha uns quatro anos  e fui fazer um teste como  “caboclo no ventania”  dentre todos  os  meninos, só eu fui aprovado. Mas minha mãe,  evangélica,  não deixou-me participar”.

Eis aí, portanto, alguns registros importantes sobre a nossa história carnavalesca, em particular sobre os bois locais.  A dimensão de um  trabalho de registro, algo tão minucioso e desgastante, em geral, só ganha o  devido reconhecimento com passar dos anos e décadas. Tudo é história. Registrar é preciso…….

Obrigado ao amigo Moisés José do Nascimento.

COVID-19: mais uma peça internacional para o enriquecimento do Museu do Instituto Histórico.

Na manhã de hoje (26), excepcionalmente, a “Casa do Imperador” abriu suas portas para receber uma comitiva da prefeitura local que,  em missão especial, ofertou os primeiros frascos e seringa usados na vacinação contra a COVID-19 em solo antonense.  O chefe do executivo, Paulo Roberto Leite de Arruda, acompanhado de secretários e assessoria de imprensa, comandou a missão, por assim dizer.

O nosso Instituto Histórico e Geográfico é o guardião da cultura local. Sua missão, entre outras coisas, é salvaguardar a história dos nossos antepassados, promover eventos  e educar, sobretudo a população nativa. A  diretoria da instituição  tomou a iniciativa de solicitar esse material (frascos/seringa) por entender que “tudo é história”. Aliás, a manutenção e o enriquecimento  do acervo do nosso museu é uma preocupação constante da sua diretoria.

Liderados pelo professor Pedro Ferrer , presidente da instituição, os membros da diretoria – Cristiano Pilako (vice-presidente), Carlos Freire (tesoureiro)  e Fernando Nascimento (diretor de patrimônio)  – prestigiaram o encontro. Viva o Instituto Histórico da Vitória!

Projeto Carnaval na Live – Rivalidade: Leão X Camelo – com os carnavalescos Silvyo Gouveia e Joel Neto.

Projeto Carnaval na Live – Rivalidade: Leão X Camelo – quarta-feira (27), às 17h. 

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Dando continuidade ao nosso projeto que tem, entre outros objetivos, produzir conteúdo sobre o nosso carnaval, convidamos os carnavalescos Silvyo Gouveia e Joel Neto,  para falar da “eterna” rivalidade entre os Clubes “Leão” e “Camelo”.

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Do Nordeste para todo Brasil: livro de contos mostra a realidade de Pernambuco.

Escrito pelo pernambucano Israel Pinheiro, a obra “Um deus que não passeia sobre as águas” apresenta o impacto das transformações culturais, políticas e econômicas da atualidade

Realidade das periferias, sentimentos contraditórios inerentes ao homem, ambição, crítica ao sistema político e pluralidade. Esses são alguns dos elementos que circundam as histórias presentes no livro “Um deus que não passeia sobre as águas”, escrito pelo pernambucano Israel Pinheiro.

Ao homenagear as belezas de mares infinitos do Nordeste – principalmente nas regiões de Pernambuco, como Recife e Olinda – o escritor apresenta seis contos contemporâneos que retratam, sob o prisma do indivíduo, o peso e o impacto das transformações culturais, tecnológicas, políticas e econômicas da atualidade.

“Como somos filhos da Queda e, como tal, encerramos em nós tantos os afetos elevados quanto os gestos e as ações brutalizantes, talvez nunca tenhamos salvação; sempre seremos a subtração da imagem e semelhança de um Deus que se quer (ou a ele se atribui) a própria encarnação do amor, da tolerância, da paz e da confraternização. Estamos, assim, condenados a sermos um deus que nunca vai poder passear sobre as águas calmas e tranquilas da criação? Desconfio que sim.” (P. 16, prefácio: Um deus que não passeia sobre as águas)

Nesta obra, Israel Pinheiro constrói de forma fidedigna a vida periférica e, particularmente, os sentimentos daqueles que nela habitam. Nos contos não há presença de uma humanidade idealizada, os bons e os maus habitam o mesmo lugar. Todas as histórias mostram a realidade de sentimentos egoístas e imoralidade, além de apresentar um olhar refinado para expressar as pequenas sutilezas da alma humana.

Com o objetivo de oferecer um testemunho estético do seu local e tempo, o escritor apresenta uma perspectiva íntima sobre a representação real de Pernambuco. Um deus que não passeia sobre as águas critica os velhos modos de pensar, enquanto, ao mesmo tempo, convida os leitores a questionarem sobre quem somos; para onde vamos e por que fazemos o que fazemos.

Ficha técnica:
Título: Um deus que não passeia sobre as águas.
Autor: Israel Pinheiro
ISBN: 978-65-5531-878-4
Editora: autografia
Altura: 14×21
Páginas: 176
Preço: R$ 40,00

Onde comprar: Amazon; Livraria Travessa e E-commerce Autografia Editora Sinopse: Essa é uma história feita de muitas histórias. Histórias que têm como pano de fundo Recife e suas belezas de mares infinitos. Mas também de um Recife construído pelas bordas, por pessoas postas à margem. Essa é uma obra polifônica. Composta por múltiplas vozes e olhares que ora se afastam, ora se convergem, formando uma costura surpreendente. Olhares tão pesadamente humanos que nos fazem suspeitar da realidade que habitamos. Olhares que nos interrogam e nos convidam a trilhar um ousado caminho: o da crítica. Crítica ao real, crítica à representação do real, crítica aos velhos modos de pensar, sentir e olhar. Crítica capaz de nos trazer um renovo e de nos mostrar caminhos ousadamente inéditos.

Sobre o autor: Cristão de espírito moderno, nascido em 1984, pai de Daniel. O escritor pernambucano Israel Pinheiro é autor do livro “As Histórias que Contei”. Para outras informações ou marcar uma entrevista com o Israel Pinheiro, entre em contato:

LC – AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Gabriela Cuerba | gabi@lcagencia.com.br ou (11) 99427-8151 Genielli Rodrigues | genielli@lcagencia.com.br ou (11) 95094-4793.

Israel Pinheiro é sócio do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão. 

LIVE 71 – AO VIVO – Projeto Carnaval na Live – Músicas e Hinos das Agremiações – Gustavo Carneiro e Aldenisio Tavares.

Dando andamento  ao Projeto Carnaval na Live,  hoje, produzimos conteúdo com os compositores Gustavo Carneiro e Aldenisio Tavares, para falar sobre  das músicas e hinos das agremiações do nosso carnaval.

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Criador das músicas da “Girafa”, do “Coelho”, do “Etesão” e da “Cebola Quente”, Gustavo nos relatou que por ser “girafense da gema” a crianção da Hino “Exaltação a Girafa” acabou sendo a mais fácil. Já Aldenisio, criador das músicas da “Saudade”, dos “Ferreiros”, dos Monges e etc, lembrou  que nossa cidade é uma das mais ricas em músicas genuínas – “são quase 200 músicas”.

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Léo dos Monges e Ceará: Show de Bola!!!

Na qualidade de cliente, na tarde do último sábado (23), estive no Restaurante e Pizzaria do Léo. Como principal “garoto propaganda” do estabelecimento, o amigo Léo dos Monges vem se saindo bem. Já no comando da cozinha,  o experiente “Ceará” continua o “artilheiro” de sempre, ou seja: qualquer prato do cardápio é gol…

O Restaurante e Pizzaria do Léo funciona no prédio do antigo Restaurante “Recanto do Ceará”, localizado no bairro da Bela Vista.

SERVIÇO:

Restaurante e Pizzaria do Léo (antigo Recanto do Ceará).

Horário de funcionamento: terça a domingo – 11h às 23h.

Contatos: 2160-1080 / 9.8564.1651 – @DOLEO.REST

Projeto Carnaval na Live – Músicas e Hinos dos Clubes – com os compositores Gustavo Ferrer e Aldenisio Tavares. .

Projeto Carnaval na Live – Músicas e Hinos dos Clubes do Carnaval da Vitória – segunda-feira (25), às 17h. 

Dando continuidade ao nosso projeto que tem, entre outros objetivos, produzir conteúdo sobre o nosso carnaval, convidamos os compositores antonenses,  Gustavo Ferrer e Aldenisio Tavares,  para falar da cena musical do nosso carnaval.

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Projeto Carnaval na Live – Músicas e Hinos dos Clubes. 

Segunda-feira – 25 de janeiro – às 17h –

Transmissão pelo Blog do Pilako.

LIVE 70 – AO VIVO – Projeto Carnaval na Live – os Bois da Vitória – Bad Léo e convidados.

Dando andamento  ao Projeto Carnaval na Live,  hoje, produzimos um conteúdo com produtores e diretores do segmento dos bois da nossa cidade. Participaram conosco dessa live 4 agremiações: Boi Geraba – Leonardo Edardna, Boi Vitoriense – Josa, Boi Ventania – Rato, e Boi Pernambucano – Nado.

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Com história diversas, tivemos a oportunidade de colher detalhes e informações sobre essa cultura carnavalesca da nossa cidade. Entre outros detalhes, do sonho de criança, por Bad Léo, surgiu o Boi Geraba. Da cultural de “pai pra filho”, mantem-se vivo, co  mais de meio século, o Boi Vitoriense.

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Vereador André Carvalho e professoras se reúnem com Secretário de Educação por renovação dos contratos.

O vereador André Carvalho (PDT) e representantes da Associação dos Professores Contratados de Pernambuco (Asprope) se reuniram com o secretário da pasta de Educação da cidade, Carmelo Souza, nessa quinta-feira (21). O objetivo do encontro foi para pleitear a renovação dos contratos da Seleção Simplificada para cargos municipais, feita em 2019.

A classe busca, além da renovação dos contratos, a manutenção do 13º e férias, se apoiando no que estabelece o Estatuto da Magistratura.

“Tentamos sensibilizar a administração pública para saber se é do interesse deles que haja a renovação, porque assim teremos a economia do dinheiro público. Se as profissionais já estão treinadas, e já estão no quadro, por que colocar comissionados no lugar?”, pontuou o vereador.

Durante o encontro, o secretário da pasta afirmou que seria necessário um parecer da procuradoria para ver a questão legal orçamentária, para que uma resposta definitiva seja dada na próxima quinta-feira (28).

Durante a conversa entre o secretário, o vereador e as representantes, uma das professoras que se encontravam em frente à Secretaria de Educação, que esperavam uma resposta sobre a reunião, passou mal. Aparecida, educadora de alunos especiais, já se encontra bem. “A ansiedade de quem trabalha é muito grande. As mães desses alunos também estão ansiosas, visto que é um trauma para os alunos ter uma troca de professora dessa forma repentina”, comentou André Carvalho sobre o ocorrido.

Informações Assessoria. 

Por solicitação do Instituto Histórico, o Exército começa fazer o levantamento topográfico do Monte das Tabocas.

No conjunto da circunscrição territorial antonense, podemos dizer que a porção que abriga o Sítio Histórico do Monte das Tabocas é a mais emblemática. Palco do evento sangrento travado entre os luso-brasileiros e flamengos, em 03 de agosto de 1645, o mesmo, desde sempre, ocupa espaço de destaque na agenda oficial do nosso Instituto Histórico.

Pois bem, não é segredo para ninguém que o Monte das Tabocas nunca recebeu a devida atenção dos nossos governantes, seja por falta de conhecimento ou mesmo por desdém à história da nossa cidade. O “Monte”, como popularmente é chamado, por  intermédio da diretoria do Instituto Histórico, entrou no “radar” do Exército Brasileiro.

Apenas a título de informação, nos últimos anos, várias missões do Exército Brasileiro, inclusive algumas lideradas por general, juntamente com a diretoria do Instituto Histórico, vistoriaram a “Casa do Imperador” e o “Monte das Tabocas”. Fruto dessas incursões é que ficou patenteado o desejo do Exército Brasileiro em inserir o nosso  “Monte”, juntamente com o Parque Histórico Nacional Guararapes, Forte do Brum e etc,  no mega projeto – “Memória Militar” – Origens do Exército”.  

Saindo do papel para o mundo real – por solicitação da diretoria do Instituto Histórico ao Exército Brasileiro –,  dias atrás,  uma equipe, comandada por um tenente, “acampou” no Monte das Tabocas para fazer um levantamento topográfico da área. Informações  preliminares seguem na direção do que já era esperado, ou seja: nosso  sítio histórico também foi acometido da chaga das  invasões e ocupações irregulares, tão recorrentes em nossa cidade.

Mas o tempo urge! Precisamos recuperar o “bonde da história” –    perdido pelos nossos gestores  ao longo de décadas –   e transformar  o nosso Monte das Tabocas em  um espaço de visibilidade, preservando suas características e realçando o seu valor histórico. Vale salientar também que por solicitação do presidente do Instituo Histórico, professor Pedro Ferrer, a secretaria municipal de  cultura, através do seu diretor, Leonardo Edardina, se colocou a disposição,  contribuindo com apoio logístico para que o trabalho fosse/seja realizado.

Avante! O Monte das Tabocas precisa de uma corrente positiva para alcançar o seu patamar de destaque, algo que nunca lhe foi oportunizado……

Início da imunização na nossa “aldeia”: tudo é história….

Desde a sua decretação pela OMS, as noticias diárias da pandemia do novo coronavírus nos colocaram – em estado de espanto –   no canto da parede. Nesses poucos mais de 10 meses de “bombardeio”  – num sei quando ainda isso vai acabar –  um turbilhão de sentimentos trafegaram em nossas mentes. Mas nenhum deles foi  mais forte do que o fio de esperança que teima em resistir….

Nesse mundo globalizado, sobretudo no campo das informações, saber que a o processo de vacinação em massa já alcançou um punhado de países não deixa de ser um alívio. Com efeito, o Brasil também entrou no grupo.

Para nós – antonenses – o “mundo mudou” na ultima terça-feira, dia 19 de janeiro de 2021, ao iniciarmos na nossa “aldeia” o processo de imunização contra a COVID-19, tendo como protagonista – a primeira pessoa a ser vacinada – a  técnica em enfermagem Maria de Fátima Santana, 56 anos, funcionária  do Hospital Santa Maria.

É bem verdade que nesse primeiro momento não existe vacina para todo mundo. Apenas 2.170 doses – duas doses por pessoa – serão aplicadas em 1.085 indivíduos  que estão dentro da contemplação, definida pelo Ministério da Saúde – profissionais de saúde e idosos. Aos demais antonenses resta  manter as medidas de distanciamento, usar máscaras, higienizar as mãos e esperar a sua vez –   mais próximo que nunca!

De tão marcante e auspicioso se configura esse evento – vacinação contra a covid-19 em nossas terras –, pelo menos para mim,  sugeri ao eminente presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitoria, professor Pedro Ferrer que,  oficialmente, solicitasse à secretaria de saúde local o primeiro frasco da vacina e a primeira seringa (devidamente higienizada) para que, doravante, faça  parte do acervo do nosso museu. Registrar é preciso, afinal Tudo é História….

Projeto Carnaval na Live – Os Bois da Vitória – Bad Léo e convidados.

Projeto Carnaval na Live – Os Bois da Vitória – sexta-feira (22), às 17h. 

Dando continuidade ao nosso projeto que tem, entre outros objetivos, produzir conteúdo sobre o nosso carnaval, convidamos o diretor do “Boi Gereba”, Bad Léo, para construir conosco esse momento em narraremos a história das agremiações “Boi Vitoriense” e “Boi Ventania”. 

Projeto Carnaval na Live – Os Bois da Vitória. 

Sexta-feira – 22 de janeiro – às 17h –

Transmissão pelo Blog do Pilako.

LIVE 69 – AO VIVO – Projeto Carnaval na Live – história dos bichos no carnaval da Vitória – Pilako.

Dando largada ao Projeto Carnaval na Live,  hoje, produzimos uma live  em que narramos, entre outras coisas,  o inicio da  história do carnaval dos bichos em nossa cidade que ocorreu justamente em 1925.

Nesse projeto – que segue  até o final de fevereiro – teremos a  oportunidade de receber “atores” de todas as áreas da nossa festa maior – Carnaval da Vitória. Hoje procuramos fazer uma apresentação do projeto e seus objetivos assim como, de maneira geral, realçar a história do nosso carnaval.

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