
Arquivo do Autor: Cristiano Pilako
Viva a Capital do Forró! – por @historia_em_retalhos.

Quando, em 1776, José Rodrigues de Jesus decidiu voltar para um esquecido pedaço de terra de seu pai, a fazenda “Caruru”, resolvendo ali construir uma pequena capela, ele ainda não sabia, mas estava lançando a semente da futura Capital do Agreste, Caruaru!
O local onde hoje está a cidade de Caruaru começou a tomar corpo, na verdade, quase 100 anos antes, em 1681, quando o governador de Pernambuco concedeu à família Rodrigues de Sá uma sesmaria com 30 léguas de extensão à margem esquerda do Rio Ipojuca.
O avô de José Rodrigues, Simão Rodrigues de Sá, fundou a fazenda “Caruru”, cabendo ao seu neto, porém, bem mais tarde, desenvolver o início da pequena povoação.
Depois da capela, sobreveio o “Poço do Cururu”, ponto de parada para os comerciantes que seguiam para o sertão de Pernambuco ou para a Paraíba, logo surgindo, em seu entorno, as primeiras habitações.
Em 18 de maio de 1857, a cidade é formalmente fundada e, a partir daí, só fez crescer.
Com clara vocação para o comércio, Caruaru consolidou-se como o mais importante centro do interior de Pernambuco.
Não há consenso sobre o significado da palavra Caruaru, mas prevalece que a origem deriva do dialeto dos índios cariris, sendo “caru” equivalente a alimento e “aru aru” a abundância, logo, Caruaru significaria “terra da fartura”.
Em 1909, nasce Vitalino Pereira dos Santos, o seu filho mais ilustre!
Pela arte no barro do Mestre Vitalino, Caruaru ganhou fama internacional (até no Louvre!, ao ponto de a UNESCO conceder ao bairro do Alto do Moura o título de maior “Centro de Artes Figurativas da América Latina”.
Em 2006, a famosa Feira de Caruaru foi considerada pelo IPHAN patrimônio imaterial brasileiro.
Até hoje, Caruaru disputa com Campina Grande/PB quem faz o melhor São João do planeta, oferecendo 30 dias de uma festa vibrante, original e calorosa!
Viva a Capital do Forró! 🪗
Parabéns por seus 166 anos!
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Semana do Museu – IHGVSA e AVLAC – próximo domingo.

AS CRIANÇAS E OS FILÓSOFOS – por Sosígenes Bittencourt.

O professor, filósofo e educador norte-americano Matthew Lipman revelou sua perspicaz observação: Há algo em comum entre crianças e filósofos: a capacidade de se maravilhar com o mundo. O proprietário de um latifúndio não é capaz de se deliciar tanto com toda sua riqueza quanto um filósofo, acocorado no meio da vegetação, sorvento o aroma sui generis de uma plantinha desconhecida.
Sosígenes Bittencourt

A política desestimula muitos, enriquece poucos e corrompe quase todos…..

Deputado Arthur Lira (PP-AL) durante entrevista ao Fernando Rodrigues no Poder360 Entrevita, gravado no estúdio do Poder360 em Brasília.S érgio Lima/Poder360 15-12-2020
Efeito colateral das disputas politicas da última década, todos nós fomos, num só tempo, vitimas e cumplices de uma polarização intoxicante. O “retrato” do resultado que saiu das urnas na eleição presidencial mais recente nos fornece um claro atestado da divisão da sociedade.
O curioso desse momento em que vive o País é que a Câmara dos Deputados, ocupada por parlamentares eleitos com o sentimento do povo, reelegeu seu presidente, Arthur Lira, com 464 votos, ou seja a maior votação da história da referida Casa Legislativa.
Em Pernambuco, ainda na condição de candidatos, os atuais deputados e deputadas não baixaram a temperatura em momento algum. Polarizar era preciso para receberem os sufrágios dos seus respectivos campos políticos/ideológicos. Resumo da ópera: o atual presidente da ALEPE, Álvaro Porto, foi conduzido ao cargo com os votos da totalidade da Casa.

Em uma cena que mais parecia o quadro global do “vale a pena ver de novo”, ontem (16), na Assembleia Legislativa de Pernambuco, dos 49 votos possíveis 47 votaram juntos no mesmo candidato para ocupar uma vaga no Tribunal de Contas do Estado.
Sem querer colocar em dúvida as qualificações do novo conselheiro eleito, fico me questionando: num seria as casas legislativas uma espécie de pulmão da democracia? Como é que todos esses deputados com origem, pensamentos e atuações diferentes convergem na mesma direção para assuntos tão importantes? Parlamento num seria o lugar próprio para as divisões e os debates das ideias?
Como podemos observar – pelo menos para os eleitores mais atentos – esses atores políticos realmente conseguem se transformar no período das campanhas políticas em pessoas representativas, mas, ao chegar ao poder, parecem representar apenas e tão somente só os seus interesses e suas conveniências.
Concluo, dizendo: a política desestimula muitos, enriquece poucos e corrompe quase todos…..

190 anos que perdemos 70% do nosso território – Corrida Com Historia…

Ao deixar a condição de “Freguesia de Santo Antão da Mata” para virar “lugar” autônomo, no que tange, entre outras, às questões politicas e administrativa, a partir de 28 de maio de 1812, a então “Vila de Santo Antão” ocupava um território de aproximadamente 4.600 km.
Por ocasião da resolução do Conselho Provincial, ocorrida em 17 de maio de 1833, em que tornou “vila” uma das freguesias pertencente a “Santo Antão” a mesma perdeu parte expressiva do seu território, cerca de 70%, mesmo de depois de anexado o distrito da “Escada” ao de “Santo Antão”.
Mais adiante, perdendo os territórios que hoje compreendem às cidade de Escada e Pombos, Nossa Vitória de Santo Antão possui pouco menos de 350 km de circunscrição territorial. Portanto, exatamente hoje, 17 de maio de 2023, marca os 190 anos que todos os antonenses ficaram mais pobres, do ponto de vista territorial – Corrida Com História…
Veja o vídeo aqui: https://youtube.com/shorts/xsMI8K3LQE0?feature=share

PARA O DIA DO GARI – Sosígenes Bittencourt.
No Dia do Gari, não haverá coleta de lixo no Distrito Federal, local de sujeira moral.
Se todos varressem a frente de suas casas, as cidades acordariam mais higienizadas.
Poluir o meio ambiente é uma forma de lambuzar-se. Ódio e Inveja são lixos mentais. Seja gari de suas emoções.
Sosígenes Bittencourt

Theodomiro Romeiro dos Santos – por @historia_em_retalhos.

Faleceu ontem (14/05), no Recife, um grande personagem histórico: Theodomiro Romeiro dos Santos, o primeiro brasileiro condenado à pena de morte, desde a proclamação da República.
Se você não conhece a sua história, preste atenção, porque ela é impactante.
Durante a ditadura militar, o jovem estudante Theodomiro foi militante do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR).
Natural de Natal/RN, em 27.10.1970, estava no Dique do Tororó, em Salvador/BA, ao lado de outros dois companheiros.
Repentinamente, um jipe chegou e três agentes da ditadura desceram do carro.
Eles conseguiram algemar Theodomiro e o seu amigo Paulo, um ao outro, mas o terceiro militante, Getúlio, saiu correndo.
Em perseguição ao fugitivo, os agentes desviaram a sua atenção dos presos.
Percebendo a distração, Theo abriu a sua pasta e tirou um revólver.
Quando viu que os agentes saíam do carro apontando as armas na direção de seu amigo, disparou, matando o sargento Walder Xavier e ferindo um policial federal.
Aos 18 anos, começava, aí, o longo calvário de sua vida.
Preso, o estudante foi submetido a longas sessões de tortura, especialmente, no pau-de-arara.
Sofreu choques elétricos, afogamentos, teve os seus olhos queimados com éter e passou 33 dias na solitária.
Em 1971, ouviu de um conselho da Justiça Militar que estava condenado à morte.
Era a primeira sentença deste tipo na história da República.
Com forte manifestação contrária, a pena capital acabou sendo comutada para prisão perpétua e, em seguida, para 16 anos de reclusão.
Não sendo beneficiado pela Lei da Anistia, em 1979, após 09 anos preso e correndo sérios riscos de vida, Theo decidiu fugir da prisão, asilando-se na Nunciatura Apostólica, em Brasília.
Após, conseguiu exílio no México e, por fim, na França.
Em 1985, retornou ao Brasil, 15 após o tiroteio do Tororó, sendo recebido pelos amigos.
Estabeleceu-se no Recife e fez concurso para juiz do TRT da 6.ª Região/PE, no qual atuou por cerca de 20 anos, até se aposentar.
Esta é uma história real.
Não é um filme.
A quem interessar, indico o documentário “Galeria F”, de Emília Silveira.
Nossos sentimentos à família. 🙏🏼
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Momento Pitú.
Eita que hoje vai tá cheio de time em campo! Conta aqui pra gente como é que tá essa torcida.

O Tempo Voa: Festividades – 3 de agosto – 1974.

O TEMPO VOA – FESTIVIDADES DO DIA 3 DE AGOSTO DE 1974.

Instituto Histórico de Jaboatão dos Guararapes – 50 anos.

Em comitiva representativa do nosso Instituto Histórico e Geográfico, comandada pelo presidente professor Pedro Ferrer, prestigiamos, na noite do sábado (13), a solenidade que comemorou o Jubileu de Ouro de fundação do Instituto Histórico de Jaboatão do Guararapes.

Bem concorrido e com a presença de diversas autoridades locais, como também comitivas de vários institutos pernambucanos o evento congregou pessoas vinculadas à causa da preservação histórica. Ao microfone, oradores se reversaram para, entre outras coisas, parabenizar os diretores e sócios do instituto anfitrião pela demonstração de perseverança e dedicação com a histórica cidade do Jaboatão do Guararapes.

“Alto da Boa Vista” – Corrida Com História.

Denominada por Praça 13 de Maio no inicio do século XX, uma das localidades próxima ao centro comercial mais elevada da nossa cidade, antes, era conhecida como “Alto da Boa Vista”. Lembremos que no século XIX, com os pés finados no “Alto da Boa Vista” era possível se avistar os quatro cantos da então emergente “Cidade da Vitória”.
Nesse contexto, dentro do Projeto Corrida Com História, justamente no dia 13 de maio revelamos essa informação aos antonenses que, diga-se de passagem, desconhecida quase que pela totalidade das pessoas. Aos poucos, como muita paciência e pesquisa, estamos “descobrindo” uma Vitória de Santo Antão esquecida, por assim dizer.
Veja o vídeo aqui: https://youtube.com/shorts/w47HRAgJOaQ?feature=share

135 anos da abolição formal da escravidão no Brasil – por @historia_em_retalhos.

13 de maio de 2023. – 135 anos da abolição formal da escravidão no Brasil.
É importante conhecermos os antecedentes do 13 de maio de 1888, que resultaram na assinatura da Lei n.° 3.353/1888, a chamada Lei Áurea.
A extinção do tráfico internacional de escravos (Lei Eusébio de Queirós – 1850), a assinatura das leis do Ventre Livre (1871) e dos Sexagenários (1885), esta última, de autoria de Rui Barbosa, a participação dos escravos na Guerra do Paraguai (1864-1870), o crescimento e a pressão do movimento abolicionista brasileiro, o temor da eclosão de uma grande insurreição, com base na experiência do Haiti (1791/1804), e, principalmente, a pressão internacional da Inglaterra, com vista a interesses mercantis, foram os antecedentes históricos que ensejaram a assinatura da Lei Áurea pela princesa Isabel, na sua terceira e última regência, enquanto o seu pai, o imperador Pedro II, estava fora do Brasil.
Definitivamente, não houve generosidade ou concessão alguma.
É fundamental revermos a visão romantizada que se criou em torno desse momento da história.
Ao longo de quatro séculos, aproximadamente, 5 milhões de africanos atravessaram o Atlântico para estarem sujeitos à forma mais brutal e perversa de relação humana no Brasil.
O Brasil foi o último país independente do continente americano a abolir a escravidão, o que expõe, às vísceras, a nossa dívida com esse passado tenebroso e com um presente que ainda insiste em manter vivo o impiedoso racismo na sua forma estrutural.
É uma triste constatação, mas a escravidão é a mãe dos 4 (quatro) principais males que afligem a sociedade brasileira:
– o racismo,
– o autoritarismo,
– o machismo e
– o patrimonialismo.
Sejamos justos: existe uma história do negro sem o Brasil.
Mas não existe uma história do Brasil sem o povo negro.
13 de maio é um dia de resistência.
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Lei Paulo Gustavo – Hérika e Pablo no lançamento….

Convidados pelo Ministério da Cultura, dois dos nossos atuantes produtores culturais, Hérika Araújo e Pablo Dantas, estão participando ativamente do evento de lançamento da Regulamentação da Lei Paulo Gustavo, há muito aguardada pelo setor.
O evento está acontecendo na capital baiana – Salvador – e contou (abertura) com a participação do presidente da Lula e também de expressivas autoridades no âmbito da cultura nacional.
Ressaltemos que a classe artística, por ocasião da pandemia, foi o segmento que primeiro teve suas atividades suspensas e o último a se restabelecer plenamente. O evento em Salvador, além do ato solene, também tem como objetivo capacitar produtores culturais de todas as regiões do Brasil para fazer chegar, com rapidez e sem burocracia, os recursos para os verdadeiros interessados. Para Vitória de Santo Antão, segundo a produtora Hérika Araújo, está prevista a chegada de recurso na ordem de um milhão de reais. Um VIVA! Para Lei Paulo Gustavo……

Momento Pitú – Pitú lança produtos na feira de negócios APAS Show em São Paulo.

A PITÚ participará em mais um ano da APAS Show, a maior feira de alimentos e bebidas das Américas que está em sua 37ª edição. O evento conhecido por ser um dos maiores no segmento do mundo acontecerá entre os dias 15 e 18 de maio, na Expo Center Norte, em São Paulo. Em fase de expansão do portfólio e renovação de embalagens, a PITÚ aproveitará o seu stand aberto e acolhedor na APAS Show para apresentar novidades em primeira mão aos visitantes da feira.
Os lançamentos da empresa na feira, como explica o diretor industrial e presidente da PITÚ, Elmo Ferrer Carneiro, serão: a nova cachaça PITÚ Mel e Limão, a versão em lata da sua mais nova aguardente PITÚ Amarelinha, a embalagem menor da lata de PITÚ Cola – agora envasada em 269 ml e entrando para a recém-lançada linha de bebidas ice PITÚ REMIX e, por fim, a embalagem com layout especial de 85 anos que estampará uma remessa de 10 milhões de unidades da lata de 350 ml da cachaça branca.
“A PITÚ foi pioneira no envase de aguardente em lata no Brasil e essa embalagem tem importante participação no nosso faturamento atualmente. Os lançamentos que estamos trazendo para o mercado vêm também nesta linha de envase, aumentando nosso portfólio e incentivando o consumo de misturas à base de cachaça”, indica o presidente.
O diretor comercial da PITÚ, Alexandre Ferrer, explica que o stand tem o principal objetivo de receber clientes ativos, estreitar relacionamento com o público consumidor e também com prospects das outras regiões do Brasil.
“É sempre muito frutífero participar da APAS. A ideia do stand é fazer com que os negócios se iniciem em um clima leve, de confraternização em mesa de bar, com conclusão e fechamento posterior ao evento. Os nossos representantes estarão recebendo os visitantes e a clientela que estará de passagem pela feira para conhecer o portfólio da PITÚ e degustar os produtos em um ambiente receptivo e acolhedor. A feira é um ponto de captação para novos parceiros do Sudeste e de todo o Brasil. Se comparado há cinco anos, quando a PITÚ participou pela primeira vez da APAS, o mercado de São Paulo cresceu bastante”, detalha.
LANÇAMENTOS DA PITÚ NA APAS
PITÚ Mel e Limão – Uma conhecida mistura dos consumidores agora se tornou o novo coquetel alcoólico da PITÚ. Com 17,5% vol., delicioso sabor e aroma pela qualidade dos componentes, traz facilidade a quem prefere degustar a cachaça com a mistura dos sabores do mel e do limão.
PITÚ Amarelinha em lata – A “Amarelinha” é uma aguardente composta com extrato natural e aroma de carvalho, produzida com o mesmo blend e qualidade da aguardente PITÚ. Com Teor Alcoólico de 38% vol., tem coloração dourada e sabor suave. A bebida foi lançada no ano passado na versão engarrafada e agora, na APAS, será lançada em embalagem de lata.
PITÚ Cola agora é REMIX – Mistura de aguardente de cana com refrigerante à base de cola, bebida gaseificada refrescante, com teor alcoólico de 5% vol., a PITÚ Cola terá lançamento da sua lata de 269 ml, com novo rótulo e em embalagem menor, entrando para a família da linha de bebidas ice PITÚ REMIX.
Lata comemorativa aos 85 anos da PITÚ – A cachaçaria pernambucana está comemorando, em 2023, 85 anos de história, desde que foi fundada em 1938 por Joel Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Moraes e José Ferrer de Moraes no município de Vitória de Santo Antão, interior de Pernambuco, e que hoje é referência nacional e internacional quando o assunto é cachaça. Para celebrar a data, a PITÚ lançará embalagem da sua lata de 350 ml da tradicional cachaça branca com o selo comemorativo ao aniversário de 85 anos durante a APAS Show.

SAIBA MAIS SOBRE A PITÚ – Sendo uma das maiores indústrias de aguardente do Brasil, a PITÚ engarrafa e comercializa milhões de litros por ano. É a cachaça mais consumida nas regiões Norte e Nordeste, a vice-líder do País. A PITÚ está em sua quarta geração de gestores e mantém investimentos contínuos em inovação tecnológica, programas de sustentabilidade e ações de marketing, que garantem a qualidade do produto e refletem no posicionamento da marca diante do segmento.
A cachaça pernambucana se mantém entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas no mundo. Na Europa, a PITÚ comanda o mercado e tem a Alemanha como o país líder em consumo. Outros países do Velho Continente, também importantes para a marca, são: Áustria, Grécia, Espanha, Suíça e Bélgica. Nos demais continentes a PITÚ também está presente em alguns países, como: Argentina, Canadá, África do Sul, Estados Unidos, México.
SOBRE A APAS SHOW – Mais do que uma feira, a APAS Show é uma verdadeira fonte de negócios através do relacionamento com expositores, geração de conexões e das diversas palestras com profissionais de ponta do setor supermercadista. É o maior evento de alimentos e bebidas das Américas e a maior feira supermercadista do mundo. Com o conceito “Além de Alimentos”, a APAS será um momento para compartilhar conhecimentos sobre alimentos, bebidas, tecnologia, inovação, logística, finanças, infraestrutura e equipamentos de última geração.
Em 2022, foram 819 expositores, sendo 185 de 22 países diferentes e R$ 30 milhões em negócios. Nessa mesma edição, última realizada, foram 60.398 visitantes, 11.464 empresas representadas e 111.571 visitas geradas, além de 689 reuniões, 140 empresas brasileiras, 27 compradores internacionais de 30 países, 3.684 congressistas, seis auditórios temáticos e mais de 70 palestras.
SERVIÇO:
ALÉM DE ALIMENTOS
EXPO & CONGRESSO
Datas: 15 a 18 de maio de 2023
Local: Expo Center Norte, São Paulo – SP
Mais informações: https://apasshow.com/
Rodrigo Brol – um guerreiro que venceu o inimigo mais temido e valente de todos!!!

Imagine manipular alimentos gostosos todos os dias, concomitantemente com a necessidade de perder o excesso de peso acumulado por décadas? Essa realidade vivida pelo amigo empresário Rodrigo Brol, hoje, é algo que faz parte do passado.
Lembro-me, certa vez, que conversamos sobre o assunto. Dizia-me ele que já estava disposto seguir para mesa de cirurgia para perder os quilos indesejados. Eis que em dezembro de 2020 o mesmo resolveu agir numa caminho diferente. Várias quedas, como ele mesmo revelou-me, mas em outubro de 2021, finalmente, encaixou um conjunto de ações que o fez, de lá para cá, se livrar de 42 quilos indesejados e viver uma outra vida, sob todos os pontos de vista.

Rodrigo foi acompanhado por alguns profissionais da área, com destaque para Bruno Damásio, que lhes forneceram as condições necessárias para alcançar os seus objetivos.
Mas, independente de tudo e todos, nada seria possível se o dito cujo – Rodrigo Brol – não tivesse incorporado o guerreiro que estava dentro dele. Aliás, existe uma frase que diz: “motivação é uma porta que se abre por dentro”.

Nesse contexto, convidado à participar da 2ª Edição da Corrida e Caminhada da Vitória, mas que por motivo de viagem não pode comparecer, na manhã de ontem (10), estive no seu restaurante – Carnes & Galetos – para lhe condecorar, por assim dizer, com a medalha do evento, no sentido da sua expressiva e saliente vitória pessoal.

Rodrigo, nesses últimos meses, mostrou-se um verdadeiro guerreiro, ou seja: venceu o mais temido e valente de todos os oponentes, Rodrigo venceu ele mesmo, para descortinar um mundo novo que havia dentro dele. Parabéns! Amigo Rodrigo, pela prova inequívoca e inquestionável da sua força de vontade!!!

Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião – por @historia_em_retalhos

O ano era 1926 e a coluna comandada pelo ex-militar Luís Carlos Prestes peregrinava pelo interior do país, buscando mobilizar a população contra o governo do então presidente Arthur Bernardes.
Naquele momento, as forças oficiais agiam de maneira muito precária, sendo o combate à coluna, todavia, uma prioridade máxima para o governo.
Paralelamente, as caatingas nordestinas eram palco da atuação feroz de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, o mais temido e violento cangaceiro da história.
Para os interesses do governo, portanto, a equação seria simples: o melhor cenário seria um conflito armado entre esses dois “causadores de problemas”, com baixas nos dois lados.
Sem publicizar as suas intenções, Bernardes acatou as ponderações do seu ministro Setembrino de Carvalho e autorizou a formação do chamado “Exército Patriótico”.
Inicialmente, financiou e armou o deputado Floro Bartolomeu, que, à frente de um efetivo de 2 mil homens, fracassou na missão.
Era a vez de Virgulino e um personagem muito importante entra em cena: o padre Cícero Romão.
Padre Cícero sabia do carisma que exercia sobre o povo, bem assim que Lampião, religioso que era, o reverenciaria.
Lado outro, o padre não era apenas um religioso, mas também um líder político.
Exercia grande influência na região do Cariri, além de ser possuidor de terras e imóveis.
Ter Lampião sob o seu controle, como forma de apaziguar os ânimos, faria crescer, ainda mais, o seu poderio político.
Foi assim que o cangaceiro atendeu ao chamado e compareceu a Juazeiro do Norte.
Ali, recebeu das mãos do religioso a patente de capitão das forças patrióticas, além de armas, munições e cem contos de réis.
Passado algum tempo, porém, as coisas mudaram.
Lampião foi percebendo a fragilidade da patente recebida, que não era respeitada pelos militares, e concluiu que fora enganado.
Sem titubear, quebrou o acordo e não devolveu nada do que recebera.
Para completar, em 1927, a Coluna Prestes dissolveu-se, adentrando em território boliviano.
Resumo da ópera: o conflito armado jamais aconteceu.
Lampião continuou a sua saga por mais 12 anos, até ser assassinado, em 1938, em Sergipe.
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PITIBA: saúde e leveza através dos seus produtos…..

Desde a chegada do português Diogo de Braga ao nosso torrão, a partir da 3ª década do século XVII, segundo os livros que contam a história dos nossos antepassados, somos vocacionados ao trabalho no campo. O tripé original – plantar, regar e colher – sempre foi uma das marcas mais salientes do povo antonense.
A feira livre da nossa cidade, possivelmente, é uma das atividades da chamada cadeia produtiva mais antiga que temos notícias. E bem verdade que em algum momento da linha do tempo também fomos, entre outras, referência no gado de corte e nos engenhos de cana de açúcar.

Nas últimas décadas o mercado varejista dos chamados hotifruti vem produzindo grande transformações. Com tradição nesse segmento, Vitória de Santo Antão continua se destacando no abastecimento para toda região e também para estados vizinhos.
Sintonizada com as novas exigências do mercado, entre outras, destacamos a empresa genuinamente vitoriense que atua no ramo há mais de 40 anos, ou seja: PITIBA.

Distribuindo saúde e leveza através dos seus produtos, recentemente, tivemos a oportunidade de conhecer melhor um pouco da sua atividade (empresa PITIBA) e constatamos que a mesma se coloca como um importante elo entre o campo e mesa dos consumidores que, aliás, vai muito além da circunscrição territorial antonense. Sendo assim, registro, aqui, as minhas melhores impressão da referida empresa – como já falei – genuinamente vitoriense.
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“Voto de Aplausos” – organização da 2ª Edição da Corrida e Caminhada da Vitória!!!

Registro o recebimento do oficio nº 079/2023, enviado pelo Poder Legislativo da Vitória de Santo Antão, proposto pelo vereador Carlos Henrique Queiroz Costa e aprovado pela unanimidade dos seus pares, que alude VOTO DE APLAUSOS, ratificando o sucesso da organização da 2ª Edição da Corrida e Caminhada da Vitória.
Assim sublinhou o parlamentar Carlos Henrique: “foi mais uma vez de grande sucesso de público, congregou muita gente de outras cidades, vários turistas, haja vista que muitos passaram a conhecer Vitória de Santo Antão através deste grande evento esportivo”.

Na qualidade de organizador do referido evento, agradeço ao vereador Carlos Henrique por haver registrado esse momento nos anais do parlamento local e a todos os vereadores pelo acompanhamento no sentido do VOTO DE APLAUSOS. Obrigado!

O Tempo Voa: Monte das Tabocas.

Visita ao Monte das Tabocas – entre outros, o prefeito José Alexandre, Joaquim Augusto de Siqueira e Renato Uchoa – ano não registrado.
