O talento do pituzeiro é indiscutivel. E tu, já tá com a casa brilhando pra essa resenha? Conta pra gente.

O talento do pituzeiro é indiscutivel. E tu, já tá com a casa brilhando pra essa resenha? Conta pra gente.




A ação impiedosa do tempo destrói todas as obras humanas de modo tão sutil que nós mesmos somos, sem o pressentirmos, os agentes e pacientes dessas informações.
Dir-se-ia que no campo espiritual existem sedimentos iguais às que se verificam no terreno material.
As gerações sucedem-se deixando camadas sobre camadas de ideias e sentimentos que se concretizam em atos e costumes e marcam a mentalidade de cada época do espírito humano.
Os povos de formação definida, já chegados à maioridade racial, evoluem lentamente, são, por índole, conservadores, de modo que, entre eles, os costumes e as tradições nacionais sobrevivem às gerações.
Nos países novos, etnicamente em gestação, pontos de convergência das migrações de outros povos, é o próprio movimento da população que produz a renovação contínua, incessante e rápida dos costumes com a introdução de usos estranhos e a imitação dos figurinos estrangeiros.
É o que sucede com o Brasil, notadamente depois que os modernos inventos encurtaram as distâncias e nos fizeram vizinhos dos Estados Unidos e da Europa.
Só assim se explica a metamorfose da vida brasileira, hoje com aspectos e modalidades bem diferentes, quando não opostos aos de 20 ou 30 anos atrás.
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Vieram-me à mente essas lucubrações ao meditar sobre o Natal que conheci nos meus tenros anos, cheio de encanto e suavidade.
O Natal do lares enfeitados, onde se reuniam famílias e se formava ambiente de intensa alegria, vivendo os moços, os velhos e as crianças momentos de verdadeira felicidade, ao som do harmônio e da flauta, à mesa frugal, ou nos salões onde se achava o presépio armado e adrede preparado para receber a visita do pastoril elegante.
O Natal dos carros de bois rangendo saudosamente pelas estradas, conduzindo as famílias dos engenhos que vinham “à rua” para ouvir a Missa do Galo.
O Natal das barraquinhas aristocráticas, cercadas de cadeiras para as famílias, donde mocinhas feiticeiras trocavam olhares discretos com os moços janotas da cidade, que se desmanchavam em amabilidades e tudo faziam para enviar uma prenda à sua predileta.
O Natal em que se ouvia o canto pausado do Glória a Deus nas alturas, por ocasião da missa tradicional, a que o povo assistia com o máximo respeito e silêncio religioso.
Natal dos fandangos, das lapinhas vistosas, dos presépios animados.
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Hoje, o Natal está desfigurado.
Sente-se que desapareceram o misticismo, a poesia, a beleza mágica de outrora.
É um Natal frio, vário, sem o encanto de outras eras.
É que as aspirações, os sentimentos, as ideias de hoje são bem diferentes dos que formavam o ambiente de nossa infância.
Tudo passa sobre a Terra.
Prof. José Aragão
Sob o pseudônimo de Fausto Agnelo.
Texto publicado no Jornal O Vitoriense, 31 de dezembro de 1939.


Foto registrada durante confraternização natalina do trabalho social de alfabetização para crianças carentes, realizado diariamente na residência de dona Anita (2023).


Antes de ser chamado de “Largo da Estação” o espaço, hoje, conhecido como Praça Leão Coroado, foi o escolhido pelos nossos ancestrais para servir de embarque e desembarque, para os passageiros que se deslocavam ao Recife nas antigas carruagens.

Com a chegada do trem, a partir de 1886, nosso lugar ganhou semblante de cidade grande. Hotéis, restaurantes e tantos outros empreendimentos ganharam vida, no entorno da Estação Ferroviária.
Agremiação carnavalesca vinculada à chamada “Educação Patrimonial”, A SAUDADE, que todos os anos vem realçando datas e passagens marcantes do nosso lugar, em 2026, exaltará os 140 da chegada da “Estrada de Ferro”.

Vale lembrar, também, que foi através do trem que muitas orquestras de frevos, agremiações visitantes e turistas chegaram para construir e enriquecer a história do nosso grandioso carnaval.



Na nossa Vitória de Santo Antão a festividade mais esperada é o Carnaval. Animado, famoso e tradicional, a referida celebração popular também projeta a cidade para todo estado de Pernambuco.
No contexto dos desfiles das agremiações locais, “A SAUDADE” joga no time das mais esperadas. Como diz o trecho da música: “na segunda-feira o carnaval é de primeira. A Saudade tá na rua é festa a noite inteira”….


No mesmo estilo, com a animação de sempre e preservando os sentimentos mais genuínos, através da música, em 2026, a Orquestra Super Oara comandará a festa.
Jogando brilho no desfile e embelezando a cidade, o “Concurso de Adereço de Cabeça” da SAUDADE promete movimentar a cena, sobretudo no público feminino.
Assim sendo, não perca o passo:
Desfile da Saudade
Dia – segunda-feira de carnaval – dia 16/02
Hora – 21h
Atração: Orquestra Super Oara e Trio Asas da America
Kit – $105 à vista ou em até 3X no cartão (3X$35).
Locais de vendas: Escritório do Blog do Pilako, vendedores autorizados e pelo DISK SAUDADE – 9.9188.3054.


Morreu ontem, dia 20, aos 85 anos, o cantor Lindomar Castilho, conhecido como o “rei do bolero”.
O que poucos lembram, porém, é do terrível crime que marcou para sempre a sua vida: o assassinato de sua ex-mulher, Eliane de Grammont, no ano de 1981.
Castilho e Eliane conheceram-se no ano de 1979, nos corredores da gravadora RCA, em São Paulo.
Ele já era conhecido como o “rei do bolero”, enquanto ela ainda ensaiava os primeiros passos na carreira como cantora.
Iniciaram um relacionamento e, quando pensaram em casar, decidiram que Eliane abandonaria a carreira artística, para se dedicar exclusivamente ao lar.
O casamento não prosperou.
Devido às agressões e e às crises de ciúme, alimentados pelo alcoolismo de Lindomar, Eliane, aos 25 anos, pediu a separação, o que fora rechaçado pelo marido, que passou a persegui-la.
Na tentativa de retomar a carreira artística, Eliane começou a se apresentar com Carlos Randall, primo de Lindomar, despertando em seu ex-marido a desconfiança de que os dois tinham um relacionamento amoroso, situação que se agravou quando Randall também se separou da mulher.
Na madrugada de 30 de março de 1981, enquanto cantava a canção “João e Maria” (Chico Buarque), no Café Belle Époque, em São Paulo, Eliane foi alvejada por Castilho em pleno palco com cinco disparos fatais.
A cantora faleceu na hora, deixando a filha Lili de Grammont com apenas dois anos de idade.
Lindomar tentou fugir, mas foi contido.
Preso em flagrante, foi condenado a 12 anos e 2 meses de prisão em júri popular.
Depois de cumprir a pena, sendo seis anos em regime semiaberto, ganhou a liberdade em 1996.
A morte de Eliane causou forte comoção e reforçou debates sobre a violência contra a mulher, ainda incipientes naquele início dos anos 1980.
Até hoje, este feminicídio permanece como um dos episódios mais chocantes da história cultural brasileira, tanto pela violência, quanto pelo local onde aconteceu: um palco, durante uma apresentação.
Apesar do crime, Lindomar Castilho construiu uma carreira de sucesso, sendo a voz de “Você É Doida Demais”, tema de abertura da série Os Normais, e do clássico brega “Tapas e Beijos”.
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Um casal de médicos pernambucanos, meus caros amigos, Neyton e Patrícia Santana, em visita à Grécia há poucos dias, ambos interessados na milenar cultura grega, sabendo da minha estima e escritos em que faço analogia de textos clássicos da Grécia Antiga com autores dos nossos dias, trouxeram-me como lembrança uma pequena pedra do sítio sagrado de Termópilas. “O meu desejo, ao visitar a Grécia”, disse-me Patrícia, “foi conhecer menos a Grécia instagramável e mais a Grécia berço cultural ocidental. Mas elegemos como um dos locais a ser visitado Termópilas, pois lá se deu a história de um rei destemido que, ao lado de seus melhores soldados, deu sua vida para refrear um exército inimigo que vinha não para preservar, mas para destruir. Hoje o local é pouco valorizado. A estátua de Leônidas, o herói, que despertou o sentimento de Nação entre os gregos, está em meio a uma auto-estrada. Mas o seu grito corajoso ecoa.”
O ato de Termópilas, embora tenha sido uma derrota tática, foi uma vitória moral. A lição de atualidade que resultou da Batalha de Termópilas, ocorrida em 480 a.C., de que nos fala a médica pernambucana, é de uma grandeza incomensurável, exemplar e de grande atualidade. Reside na disposição de arriscar a vida e a liberdade para confrontar um poder profundamente enraizado, corrupto e brutal. Tornou-se um dos exemplos mais celebrados de heroísmo e sacrifício militar, segundo seus historiadores, a partir do maior de todos: Heródoto. (A sua obra ilumina o que foi essa Guerra que durou apenas três dias). Fez parte das Guerras Greco-Persas e ficou famosa pela atuação de um pequeno contingente de gregos que enfrentou o vasto exército persa. Eram 300 heróis contra mais de 7.000 invasores fortemente armados. A dra. Patrícia fala-me da atualidade simbólica dessa guerra. Termópilas transformou-se no símbolo mítico de resistência desesperada, remete à ideia de uma luta final e incansável contra um poder avassalador.
Na minha casa guardo com carinho uma pequena pedra trazida do Monte das Tabocas (Vitória de Santo Antão), cenário de uma batalha há exatos 380 anos, crucial confronto de 3 de agosto de 1645. Esse evento marcou o início da Insurreição Pernambucana, onde forças luso-brasileiras venceram os holandeses invasores, consolidando a resistência e o sentimento nativista que levaria à expulsão holandesa do Brasil. Abriu caminho para futuras vitórias, como as dos Guararapes, segundo o historiador José Aragão Bezerra Cavalcanti.

As forças luso-brasileiras, lideradas por combatentes como Antônio Dias Cardoso, usaram táticas de guerrilha e o terreno favorável para surpreender os holandeses, que, apesar de estarem mais armados, foram derrotados. Essa ação foi para eles inexplicável, segundo documentos históricos. “A vitória consolidou a resistência e inspirou a luta pela libertação do Brasil.” A bravura e o sacrifício dos “300” de Termópilas e dos heróis de Tabocas tornaram-se um símbolo de determinação em lutar pela liberdade. São epítomes de verdadeiro heroísmo — o sacrifício pessoal máximo pela causa da liberdade: a essência do épico. Os dois combates devem ser vistos no contemporâneo como um símbolo duradouro da coragem, honra e sacrifício inabalável em face de adversidades esmagadoras.
A pedra de Termópilas e a pedra do Monte das Tabocas são iguais, com uma diferença: na batalha do Monte das Tabocas, entre os nossos heróis, não houve traidores.
Marcus Prado – jornalista


(Brasil pior no dia seguinte)
O Flamengo perde 4 pênaltis na disputa pela Taça Intercontinental, contra o Paris Saint-Germain.
O Brasil é um país que consegue amanhecer pior no dia seguinte.
No Brasil, é proibido Tráfico de Drogas. Não obstante, haja tráfico em presídio e delivery de drogas.
Valha-nos, Deus!
Sosígenes Bittencourt


Registro fotográfico de celebração religiosa na Capela de São João Batista, em 1978 – “Seu” Zezé Mariano e familiares.


Filhos são relógios, por onde contamos o tempo.
Quanto mais jovens, mais envelhecemos.
O menino: – Pai, estou com medo.
Eu: – Começaste a sentir a dor da alma.
O menino: – O que é alma?
Eu: Para ter alma, não precisa explicação.
O menino: – Pai, eu penso que quando o senhor era menino, o mundo era preto e branco.
Eu: – Cometeste o teu primeiro poema.
O menino: – Pai, eu estava com saudade.
Eu: – Saudade é um sentimento que não morre quando se mata. É a gente matando saudade e morrendo de saudade.
O menino: – Pai, uma menina me beijou.
Eu: – Cuidado, meu filho, eu ainda não estou na idade de ser avô.
Sosígenes Bittencourt


Evento: 17 de dezembro de 1961.
64 anos do incêndio mais mortal da história do Brasil.
A assombrosa tragédia na Boate Kiss, em 2013, chocou o país quando 242 jovens morreram vítimas de um incêndio.
O que pouco se comenta, porém, é que, cinco décadas antes, um terrível incêndio criminoso causou a morte de 503 pessoas, entre elas, 300 crianças, mais do que o dobro de vítimas da Kiss.
O fato aconteceu em 17 de dezembro de 1961, na Praça do Expedicionário, em Niterói, no Rio de Janeiro.
Naquele mês, o Gran Circus Norte-Americano chegava a Niterói, anunciando ser o maior e mais completo circo da América Latina.
A montagem do equipamento demandava bastante tempo e mão de obra, o que fez com que o dono, Danilo Stevanovich, contratasse cerca de 50 trabalhadores avulsos.
Entre eles, Adílson Marcelino Alves, o “Dequinha” (foto), que tinha antecedentes criminais e apresentava problemas de saúde mental.
Dequinha trabalhou apenas dois dias e foi demitido por Danilo, assim que foram descobertos os seus antecedentes criminais.
Inconformado, porém, passou a rondar as imediações do circo.
No dia da estreia, em 15 de dezembro de 1961, o circo estava lotado e Dequinha tentou entrar no espetáculo sem pagar o ingresso, sendo impedido pelo domador de elefantes Edmilson Juvêncio.
No dia seguinte, 16 de dezembro, Dequinha continuava a perambular pelas imediações e passou a provocar o arrumador Maciel Felizardo, que era apontado como o responsável por sua demissão.
Seguiu-se uma discussão e Felizardo agrediu Dequinha, que reagiu e jurou vingança.
Era a senha da tragédia.
No dia 17 de dezembro, Dequinha reuniu-se com José dos Santos, o “Pardal”, e Walter Rosa dos Santos, o “Bigode”, com o plano de atear fogo no circo.
Chegou a ser advertido, porém estava decidido: queria vingança e dizia que o dono do circo tinha uma dívida para com ele.
Com três mil pessoas na plateia, às 15h:45min, faltando apenas 20 minutos para o espetáculo terminar, começou o incêndio.
Em poucos minutos, o circo foi completamente devorado pelas chamas, porque a lona, que chegou a ser anunciada como sendo de náilon, era, na verdade, de tecido de algodão, revestido de parafina, um material altamente inflamável.
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Por uma infeliz coincidência, naquele dia, a classe médica do Rio de Janeiro estava em greve e o maior hospital de Niterói estava fechado.
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Desesperada, a população arrombou as portas do hospital e os médicos foram convocados por meio do rádio.
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O presidente João Goulart deslocou-se imediatamente para Niterói.
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Sem outra alternativa, o Estádio Caio Martins foi transformado em uma oficina provisória para a construção rápida de caixões, com carpinteiros da região trabalhando dia e noite, e, pasmen, sem mais terrenos disponíveis em Niterói, foi necessário solicitar-se uma área no município vizinho de São Gonçalo para enterrar os corpos.
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Dequinha foi preso cinco dias depois, assim como os seus cúmplices “Bigode” e “Pardal”, sendo condenado a 16 anos de prisão e 6 anos de internação em manicômio judiciário.
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Onze anos depois, em 1973, ele fugiu da penitenciária e foi encontrado morto com 13 tiros no alto do morro Boa Vista, também em Niterói.
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Niterói jamais esqueceu dessa tragédia.
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Algumas curiosidades:
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– a fuga da elefanta “Samba”, paradoxalmente, acabou salvando muita gente. Com a sua força, o animal rasgou um buraco na lona, abrindo um caminho para mais pessoas passarem. Outros, porém, com menos sorte, acabaram morrendo ou tendo ossos quebrados pelo animal.
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– o saudoso palhaço Carequinha ajudou no financiamento para a construção de um cemitério em São Gonçalo para enterrar as vítimas do incêndio.
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– o pregador “Profeta Gentileza”, nome pelo qual ficou conhecido José Datrino, motorista de caminhão, afirmou que, no dia da tragédia, recebeu um chamado à vida espiritual, que o mandava abandonar o mundo material e dedicar-se apenas ao plano espiritual, decidindo, a partir daquela data, residir no exato local onde acontecera o incêndio.
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– a quem interessar, recomendo o livro “O Espetáculo Mais Triste da Terra – O incêndio do Gran Circo Norte-Americano”, de Mauro Ventura.
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Aos 21 de anos de idade, o pernambucano Francisco Antônio Raposo matriculou-se, ao tempo da Regência, na Escola Militar. Vestiu, moço, a farda de soldado e a conservou por toda vida, honrando-a, nos cargos de confiança do governo.
Amando a carreira perigosa das armas, estudioso, possuindo, em elevado grau, o sentido da disciplina, galgou todos os postos, na hierarquia da caserna. Em 1839, era 2º tenente, e sete anos decorridos, mereceu a promoção ao posto imediato. Doze anos mais tarde, tinha, na túnica, os galões de capitão. E, antes dos 40, atingiu o posto de major.
Prestigiado no sei das classes armadas, querido entre os camaradas, obteve, Antônio Raposo o coronelato, em 1864. Engenheiro civil e militar, dedicou-se, também, ao magistério. E na mesma escola onde foi discípulo, subiu à cátedra, conta um biógrafo, ensinando física e matemática. Homem austero, de elevada moral, governou, aos 53 anos de idade, a província de Mato Grosso. E na terra mato-grossense, narra um historiador, exerceu, mais tarde, o comando geral das armas.
Conferiu-lhe o governo, em 72, os brilhantes galões de brigadeiro. Serviu no Arquivo Militar, e esteve na Europa à frente de comissões importantes. Regressando à pátria, coube-lhe a honraria de dirigir, na Côrte, o Arsenal de Guerra.
Jubilado, na Escola Militar, não se refugiou na vida inativa. Aceitou, a esse tempo, a direção da Escola Politécnica. Governou, o velho soldado pernambucano, de boa estirpe, essa famosa escola, cheia de tradições, sem perder os aplausos e a confiança do poder público.
Não se enamorou, nunca, da política, o velho militar. Viveu, sempre, para o exército. Mereceu, do monarca brasileiro, pelos serviços relevantes prestados à nação e à pátria, a honra de um baronato. Foi agraciado com o título de barão de Caruauru.
Morreu no dia 23 de março do ano de 1880, aos 63 anos de idade. Morreu tranquilo, na certeza absoluta de que bem servira ao governo e à terra natal.
Na história militar do Brasil, o nome do Brigadeiro Francisco Antônio Raposo lembrará , atreves dos tempos, aos jovens militares, a honestidade e a disciplina.
Honrou o país e o estrangeiro, o nome de Pernambuco.
Célio Meira – escritor e jornalista.
LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica.
Setembro de 1939 – Célio Meira.



Contemplada pelos pares e diante dos familiares do Padre Rento – Patrono de uma das cadeiras (23) da AVLC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência -, a acadêmica Leila Medeiros apresentou-se, no sentido da ratificação da sua condição de Imortal.
O evento aconteceu na manhã do último domingo (14) e ocorreu no Salão Nobre do Instituto Histórico da Vitória. Na sua “Defesa Acadêmica”, a doutora Leila Medeiros viajou pela vida, pela obra e pelo legado religioso do Monsenhor Renato da Cunha Cavalcanti.
O encontro integrou o conjunto de ações da AVLC que, entre outras finalidades, tem como objetivo manter viva a história de baluarte antonenses que enriquecem a terra Osman Lins.


Ponte do Dique – registro fotográfico de 1964.
