VISITA DO PRINCIPE D. PEDRO E DE SUA ESPOSA, A PRINCESA D. ESPERANÇA – SETEMBRO DE 1954.
Arquivo do Autor: Arquiles Petrus
Momento Grau Técnico Vitória
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EMPULHAÇÃO BANCÁRIA
Ontem, um funcionário de um banco me telefonou, pronunciando o meu nome assustadoramente errado, me intimando a comparecer numa agência bancária para me inteirar do encerramento de minha conta corrente por falta de movimentação e de uma ação judicial que havia contra mim.
O cidadão foi tão lacônico, tão breve, que eu nem pude perguntar se havia alguma ação judicial movida contra algum assaltante de banco.
Obviamente, o banco deve estar com saudade do tempo em que eu movimentava minha conta corrente, e ele podia beliscar, despudoradamente, o meu salário.
A empulhação é tão hilária que dá, direitinho, para relembrar aqui o dramaturgo alemão Bertolt Brecht: O que é um assalto a um banco, comparado com a fundação de um banco?
Sosígenes Bittencourt
Ricardo Rico
A voz e a interpretação de RICARDO RICO cantando MPB.
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Aldenisio Tavares
A VONTADE DO POVO E A ATIVIDADE GOVERNAMENTAL

O Direito Eleitoral no Brasil, em sua evolução histórica, pode ser dividido em três grandes fases: Período colonial; Período Imperial e Período Republicano até os dias atuais, estando atualmente a refletir a vontade desse povo, com objetivo de valorizar a cidadania democrática.
PERÍODO COLONIAL
O período colonial do Direito Eleitoral Brasileiro compreende desde o descobrimento, tornando-se colônia do Reino de Portugal, até a Independência, em 1822. Nesse período o país era governado por uma monarquia hereditária e vitalícia. Entretanto, nas vilas e cidades fundadas havia organização política republicana, onde o governo era constituído por meio de eleições populares, para os cargos ditos oficiais de: Vereadores, Juiz e Procurador do Conselho.
A presidência de uma vila cabia ao Juiz Ordinário. Os Vereadores compunham a Câmara e o Poder Executivo era exercido pelos Procuradores. Essas eleições eram disciplinadas pelo Código das Ordenações do Reino em determinadas vilas e cidades.
O sufrágio era universal, pois a plebe podia votar. Entretanto, só podiam ser votados os indivíduos pertencentes à nobreza das vilas e cidades e eram denominados homens bons ou republicanos. Portanto, só os nobres e seus descendentes podiam ser eleitos nesse período.
As eleições eram divididas em duas fases: a eleição de primeiro grau e a eleição de segundo grau. Assim, cada cidadão se dirigia à mesa eleitoral e dizia ao escrivão, junto ao seu ouvido, o nome de 06 pessoas. Essas 06 pessoas, chamadas de homens bons, eram quem votavam na eleição de segundo grau.
No segundo grau, os 06 eleitores escolhidos pelo sufrágio universal, escolhiam os membros do Conselho, para os próximos 03 anos. Esses 06 eleitores, após separados em 03 grupos de 02, eram levados a uma casa para escolherem as pessoas da nobreza da vila ou cidade que iriam ocupar os cargos eletivos.
Superada essa segunda etapa ou fase, passava-se ao processo de apuração. Esses 03 grupos entregavam as suas relações ao Juiz mais antigo, que juntava em uma folha de papel denominada pauta, os nomes relacionados pelos eleitores do segundo grau.
Ao Juiz cabia o importante papel de conciliar os nomes, selecionando de acordo com critério de conveniência e praticidade, os governantes dos próximos 03 anos, de maneira que a vila ou cidade fosse melhor governada.
Assim, escolhidos os nomes que iriam compor os 03 próximos governos, o Juiz escrevia em pequenos pedações de papel os nomes dos governantes, separados por cargo e por ano de mandato. Após, colocava cada pedaço de papel em esferas de cera do tamanho de balas de canhão, chamadas de pelouro.
Eram fechadas essas esferas de cera e colocadas em sacos de pano e após, colocadas em cofre de ferro, com 03 fechaduras, cujas chaves eram entregues a 03 vereadores cujos mandatos estava se extinguindo, de forma que para abrir o cofre, seria necessária a presença simultânea dos 03 ex-vereadores.
A cada ano, as chaves passavam sucessivamente aos vereadores cujos mandatos terminavam. Ao final de cada ano, os oficiais da Câmara Municipal publicavam um edital convocando o povo e os homens bons para a abertura dos pelouros.
No dia marcado, um menino de até 07 anos de idade era escolhido para enfiar a mão em cada compartimento do saco para sortear um pelouro. Assim eram designados os governantes do ano seguinte. Após, o saco era guardado no cofre novamente.
Sorteados os pelouros, os nomes eram levados ao conhecimento do ouvidor-geral, que expedia a chamada carta de confirmação de usanças, correspondente as atuais diplomações dos candidatos eleitos. A posse dos eleitos ocorria no 1º dia de janeiro do ano seguinte. Tinha-se, assim, o processo eleitoral na fase Colonial do país.
PERÍODO IMPERIAL
Com a independência do Brasil no ano de 1824, foi outorgada a Constituição, onde em seus artigos 90 a 97 dispunha sobre o sistema eleitoral. A escolha dos deputados e senadores da Assembleia Geral e dos membros dos Concelhos Gerais das Províncias ocorreria por eleições indiretas. Nesse período eram escolhidos os chamados eleitores de província, os brasileiros no gozo dos direitos políticos e os estrangeiros naturalizados. Nessa fase muitas pessoas eram proibidas de votar em razão da idade, da profissão e da renda anual auferida.
Para ter direito de ser votado para o cargo de deputado, além de ser brasileiro nato, professar a religião do Estado, tinha que ter renda mínima anual de 400 mil réis. A partir de então o Brasil passou a editar sua própria legislação eleitoral, surgindo diversos diplomas legais.
PERÍODO REPUBLICANO
O período republicano é dividido em 02 períodos: da Proclamação da República até a Revolução de 1930; e desta até nossos dias. O 1º período é marcado por uma legislação eleitoral esparsa e o segundo período pelas grandes codificações eleitorais e pela influência de 03 Constituições Federais.
Primeiro Período Republicano
Proclamada a República, foi promulgada a Constituição de 1891 que passou a prever normas referentes ao Direito Eleitoral Federal, surgindo o Congresso Nacional composto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, com eleições simultâneas em todo o país. Com a Constituição de 1891 surgiu à inelegibilidade para os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República.
Segundo Período Republicano
Com o término da Revolução de 1930, em 1934 foi promulgada a Constituição cuja principal inovação foi determinar que a Justiça Eleitoral torna-se ser órgão do Poder Judiciário. Essa Carta Política atribui aos juízes vitalícios jurisdição eleitoral em sua plenitude e estabelece a competência privativa da Justiça Eleitoral para o processo das eleições em todos os níveis, dispondo também sobre direitos políticos, alistamento eleitoral e as inelegibilidades. Atualmente, o processo eleitoral acha-se fortemente judicializado, visando proporcionar paridade de armas aos concorrentes aos cargos eletivos e que os eleitos realmente expressem a manifestação da vontade popular.
Conclusão
Percebe-se que ao longo da história, o Direito Eleitoral tem sofrido importantes modificações, com a finalidade de alcançar um aperfeiçoamento, para propiciar que a atividade governamental cada vez mais reflita efetivamente a vontade do seu povo.
O Código Eleitoral ainda vigente, datado de 15 de julho de 1965, em seu artigo segundo diz, verbis: “ Todo poder emana do povo e será exercido, em seu nome, por mandatários escolhidos, direta e secretamente, dentre candidatos indicados por partidos políticos nacionais, ressalvada a eleição indireta nos casos previstos na Constituição e leis específicas.”
A Constituição Federal de 1988, em seu artigo primeiro, parágrafo único, dispõe, ad literam: “ Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.”
Atualmente, os dispositivos que cuidam do Direito Eleitoral expressam de forma direta e forte que no Brasil todo o Poder Emana do Povo que em seu nome será exercido por representantes eleitos por este Povo, de forma direta ou indireta.
Esses dispositivos legais, de tão belos e sensíveis que são mais lembram poemas humanitários e sociológicos, que letras frias da lei. Por tamanha e evidente sensibilidade, com amplo sentido de justeza, merece e deve ser respeitado.
Portanto, a Lei Eleitoral convida o povo brasileiro, cidadãos eleitores, a fazerem valer seus dispositivos legais, a fim de não permitir que esse Poder que lhe emana e lhe pertence, possa continuar sendo mal empregado, em evidente detrimento dos interesses coletivos, de fortes consequências negativas para a dignidade e a qualidade de vida da sua gente. O Brasil, efetivamente, pertence ao Povo Brasileiro e por ele deve ser protegido.
Oswaldo Gouveia
advogado e professor universitário
RECORDANDO COSME DO TROMBONE – Trombonista e arranjador da Orquestra Venenosa da cidade da Vitória de Santo Antão, PE, e, Ex-Aluno do Maestro Aderaldo Avelino da Silva (in memoriam).

Não podíamos esquecer de relembrarmos o dia 09/04/2017 (domingo), onde uma figura que contribuiu com a cultura vitoriense, carnavalesca, cívica, e, orquestral, que faleceu em 08/04/2016, sendo sepultado no Cemitério de são Sebastião nesta cidade da Vitória de Santo Antão, PE, em 09/04/2016, no sábado a tarde. Estamos nos referindo a José Cosme dos Santos, conhecido no cenário musical vitoriense, por Maestro Cosme da Orquestra Venenosa, onde o mesmo arranjava e orquestrava as músicas carnavalescas, organizando-as, para que tudo que fosse trabalhado durante os ensaios, seria executado no Bloco ETsão, conforme os foliões vitorienses viram no último carnaval de 2016 ao vivo, ou, através da Internet, por meio do vídeo, no Jornal Eletrônico, Blog do Pilako da cidade da Vitória de Santo Antão. PE.
Aos componentes da Orquestra Venenosa, ao seu irmão Joselito – Ex-Trombonista da Euterpe Musical 03 de Agosto, do Maestro Aderaldo Avelino da Silva (in memoriam), a família de modo geral, e, a todos músicos, seja de sopros ou cordas que o conheceram, meus sentimentos. Jamais esquecerei a última conversa que tivemos no dia 25/02/2016, no Cemitério de São Sebastião em Vitória, PE, no sepultamento do Maestro Aderaldo Avelino da Silva, sobre alguns assuntos referentes as minhas pesquisas musicais, que infelizmente, não tive a oportunidade de colocarmos em prática. Teus esforços na música para colocar a Orquestra Venenosa nas ruas da Vitória de Santo Antão, PE, com a tua execução no Trombone de Vara, com seu próprio estilo de soprá-lo, jamais os foliões esquecerão, como também, a minha pessoa, onde tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente na Euterpe Musical 03 de Agosto, do Maestro Aderaldo Avelino da Silva (in memoriam), com a Sede localizada na Rua da Águia, ao lado do Centro Espírita, no bairro da Matriz. No ano de 1987 a 1994, onde participamos em diversos eventos. Descanse em paz amigo Cosme! Deus ti abençoe! Amém!
João Bosco do Carmo
Ex-Aluno, Ex-Trombonista, Ex-Componente da Euterpe Musical 03 de Agosto do Maestro Aderaldo Avelino da Silva (in memoriam).
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Fonte: @cnj.oficial
Momento Cultural: Condicional – por Stephen Beltrão
O Tempo Voa: Inauguração de Tipografia (1969)
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E o coração

Eu me lembro dos anos… fico me lembrando…
e o coração tum tum tum tum…
A gente era criança… descobriu o sexo…
foi uma alegria tão grande que a gente ficou desconfiado,
e o coração tum tum tum tum……
2001 2002 2003 2004 2005
Todo ano faz um ano que fazia um ano…
Quando a gente vê, é de noite… Quando a gente vê, é de dia…
Aí, chove; aí, faz sol…
e o coração tum tum tum tum…
A gente fica doido que chegue o fim do ano…
2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
Chega o Carnaval, passa…
Chega o aniversário, passa…
e o coração tum tum tum tum…
Morre gente, a gente fica olhando assim…
O morto calado, frio, duro, parece que nunca viveu…
A gente fica olhando, olhando…
Os dias vão passando um atrás do outro…
O tempo vai empurrando a gente,
consumindo a gente, escaveirando os mortos,
e o coração tum tum tum tum…
Microscopicamente, milimetricamente, quase invisíveis,
mudos, no escuro, uma careta de gozo,
espermatozóides, flagelos bólides, semoventes,
praticam atletismo pela Trompa de Falópio…
e o coração tum tum tum tum…
Eu nem sei que horas são,
se é de tarde, agora, se é de noite…
que horas são?
E o coração tum tum tum tum…
Sosígenes Bittencourt
Palhaço Ternurinha canta “A Festa dos Insetos”
Dando continuidade ao especial de músicas infantis, em comemoração do dia das crianças, hoje trazemos o PALHAÇO TERNURINHA cantando a música A Festa dos Insetos.
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Gostou da música? – Baixe a MP3
Aldenisio Tavares
JUDÔ- EXAME NACIONAL DE ARBITRAGEM
No último final de semana (22 e 23/04), na cidade de Aracaju / SE, durante a realização do Campeonato Brasileiro de Judô Região II – 2017, foi realizada uma etapa do Exame Nacional de Arbitragem.
Nesse evento, realizaram e foram aprovados no exame, os árbitros da FPJU, Fabiano Rocha e Luciene Silva, para a categoria de “Árbitro Nacional B” e Francisco Fernandes, para a categoria de “Árbitro Nacional C”.
Parabéns a todos! Continuem sempre em busca de novos conhecimentos.
Fonte: Federação Pernambucana de Judô
Jornal O Vitoriense já esta nas ruas
Curso Analista em Mídias Sociais 2017
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O Estatuto da Pessoa com Deficiência alterou o Código de Trânsito Brasileiro para deixar claro que as autoridades podem fiscalizar estacionamentos privados de uso público e multar quem não respeita as regras. Conheça a lei:http://bit.ly/1JMXtSJ
Fonte: @SenadoFederal
Momento Cultural: Nesse café recifence (poesia) – por Rildo de Deus

No tempo que eu era elfo
e não sentia cheiro da morte,
comia flor e semente,
nozes, muitas nozes
Bebia néctar nas flores,
vivia na luz do sol
QUENTE
Topei certa vez com uma vampiro
Que me achou pelo rastro
de meu sangue ardente
Bebeu-me a vida
Depois limpou a boca
como se limpa precedendo a lapada
do quartinho de aguardente
Gula vampiresca,
estupidez de ignorantes
No meu corpo só corria ambrosia
Comida de deuses
Ela caiu envenenada
Melhor que tivesse me engolido,
como fazem com os bois,
as serpentes.
Fomos amaldiçoados,
mesmo assim, eu inocente
Aqueles dente afiado
me tirou o sangue ardente
Já era, eu imortal,
elfo só tem precedente
Vampiro é tipo fino
Pena que come gente
Entre os vampiros
me considerarão pária.
Entre os elfos
eu caminhava pueril.
Era um ser do dia,
beijava girassóis,
Imortal, ser como um rio,
Pincel, pincéis, rouxinóis
Considerado entre eles
não é o que foi transformado
Mas, o que se tornou, por si;
Nobre, bonito, inteligente
A primeira noite que passei acordado,
foi por causa que me cresciam os dentes;
caninos felinos,
Unicúspides, alvo, crescentes
Grito, pro sol quando ele nasce:
Não me mate!
Me salve! Me salve! Me Salve!
Mãe foi quem desceu
logo, seu nome é Aurora
Só olhava e dizia:
Se afaste!, se afaste!, afaste!
Tu eis filho meu,
por Eu eis amado
Você agora é notívago
do escuro faça seu reinado
Nas trevas tem luz,
você precisa encontrar
Espelho não tem, ali não procure
Primário e secundário, reflexo você já perdeu
Seja feliz meu filho,
todo mudou e você cresceu
Agora eis vampiro
Vá embora, vá embora
Já amanheceu.
Rildo de Deus é Escritor e Estudante de Filosofia da UFPE














