Pensar e Sentir

 

Sentimento é pau-mandado, depende do pensamento. O coração é o termômetro da emoção, a mente é que ama.

Pensar é tão rápido que você pensa que SENTIU e NÃO PENSOU. É preciso pensar no que se sente, mas, sobretudo, pensar no que se pensa. Pensar naquilo que se pensa é filosófico, é indagação de relação de causa e efeito.

Sosígenes Bittencourt

Internauta J.S. Machado comenta no blog

Comentário postado na matéria “O dia 3 de Agosto também é um dia para reflexão.“.

Não há o que se comemorar, a não ser aos masoquistas. Apenas precisamos refletir com bastante senso crítico. Os bravos guerreiros das Tabocas expulsaram os holandeses e deixaram quem e o que por aqui? Não creio que sendo colonizado pelos holandeses o Brasil seria uma “holandinha”, até porque, com exceção dos Estados Unidos, toda colonização é sempre para usurpar, e não para compartilhar riquezas, que o digam os países africanos colonizados por ingleses, franceses e portugueses. Uma coisa porém é certa: o espírito com que os portugueses chegaram aqui foi apenas para trapacear os índios, estuprar as índias, surrupiar toda riqueza na nova terra e nada mais que isso. Essa cultura de gostar de levar vantagem em tudo, a famosa “Lei de Gérson.” chegou ao através da esquadra de Cabral. Na escola os brasileiros são ensinados desde criança que aqueles trapaceiros que trocavam espelhos por ouro foram heróis. Dava prá se esperar algo de bom como fruto dessa “educação”? Hoje vemos essa motivação dos colonizadores entranhada na nossa população e, principalmente nos seus representantes (os políticos). Hoje nossa cidade é dominada por Liras, Querálvares e Queirozes. Sinceramente, eu preferiria que os holandeses tivessem ganho a Batalha das Tabocas, pois esses sim, deixaram um importante legado em nosso país, e creio muito que pior do que é certamente não seria.

J.S. Machado

Momento Cultural: Negro – por Henrique de Holanda

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Homem negro: se o sol – nessa ansiedade bruta
de quem quer e não pode, – o teu corpo procura,
com o instinto cruel de te vender na luta,
a queimar, ainda mais, a tua pele escura…

Se resistes ao sol, nessa heroica disputa,
fertilizando a terra estéril, seca e dura,
esta cor a tingir a tua carne impoluta
é a rija encrustação de tua rude bravura.

Nem o branco encoraja e nem o negro assombra.
Tanto nos vale a luz, quanto nos vale a sombra.
Desta cor morrerás e morrerás exangue

na luta, que nos dá, pelo teu maior gosto,
a flor que floresceu do suor do teu rosto,
e o fruto que nasceu do vigor do teu sangue!…

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 23).

Momento Grau Técnico Vitória

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Com a visão de se tornar um Centro de Excelência, o Grau Técnico se preocupa em levar uma estrutura física e de alto nível, aliada a uma equipe pedagógica preparada, para atender o aluno da melhor forma possível. ‪#‎GrauTécnico‬

SERVIÇO
Grau Técnico Vitória
Rua Henrique de Holanda, 1210 – Centro
Vitória de Santo Antão (Antiga BR232).
TEL: (81) 3526.4099

TRANSPARÊNCIA E ÉTICA SEM MISTIFICAÇÃO

NA SUÉCIA, JUÍZES E POLÍTICOS SÃO “CIDADÃOS COMUNS”

“A transparência nos atos judiciais do poder.” Esta é a teoria e a prática para a democracia sem arrogância, sem mentira, sem ditadura enrustida. Esta é uma ética moral, aquilo que foi ensinado e, exemplarmente, aprendido, sem mistificação.

As pessoas estão embevecidas com a LIBERDADE que pensam ter, sem a SEGURANÇA que precisavam ter. Liberdade sem segurança é loucura. (Freedom without security is madness).

Sosígenes Bittencourt

Zezé “O Boêmio”

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José Mendes Carneiro Filho, mais conhecido como Zezé “O Boêmio”, nasceu em 04/08/1938 há exatos 77 anos, aqui em Vitória de Santo Antão, mais precisamente no bairro da Mangueira, filho do casal, José Mendes Carneiro e Severina Mendes Carneiro. Foi no bairro da mangueira onde viveu sua infância e juventude, quando aos 23 anos, em 1961 resolveu partir para a cidade de São Paulo, fazendo o caminho de muitos nordestinos, chegando na capital paulista, logo arranjou emprego na fábrica da SAMBRA onde trabalhou por alguns anos, e foi então trabalhar em uma tradicional padaria do português Florindo Amorim, no ano de 1965 uniu laços matrimoniais com dona Iva Maria Carneiro, sua companheira a mais de 50 anos e que lhe deu cinco filhos, Regina; Mauricio “in memoriam”; Carlos; Cláudia e Andréia, os três primeiros nascidos em São Paulo, época em que trabalhou na empresa CAIO fabricante de carroceria de ônibus e em seguida teve seu passe “comprado” pelo CORINTHIANS, onde trabalhou no boliche e no trânsito do Club e conheceu vários craques do time dentre eles “Rivelino”. Certa vez foi chamado a presidência do Club e foi indagado por qual time torcia, e com a maior sinceridade respondeu “sou Palmeirense de Coração” o presidente já sabendo, acatou a resposta e mandou que voltasse ao trabalho, pouco depois deixou o Corinthians para ir trabalhar de 1972 a 77 com o Sr. Raja um comerciante libanês, período em que coleciona uma porção de histórias pitorescas, além das frases em árabe, que nós, de tanto ouvirmos aprendemos algumas, eis que em 1977 resolve regressar para Vitória e com suas economias, compra uma mercearia que pertencera a o Sr. Papa-Rama, localizada no largo do canal da Mangueira onde Zezé, com seu carisma e simpatia fez do lugar um ponto de encontro de amigos e onde surgiram boas amizades, um verdadeiro reduto de boêmios, que depois de alguns anos, transferiu-se para o lado de sua casa, atrás do colégio polivalente, já não tendo mais as características de um bar, e sim de um Club de amigos onde foram comemorados vários aniversários e diversas confraternizações de final de ano. Por toda essa história eu convoco todos os amigos a parabenizar “O Boêmio” por seu aniversário, ele que nos ensinou tudo sobre música e o que é ser um verdadeiro boêmio!

João do Livramento.

Momento Cultural: Oração – Por Corina de Holanda

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(Adaptação)

Ó São João Bosco, “que da juventude
Sóis Pai e Mestre” e tanto trabalhastes,
Para levá-la à trilha da Virtude…
E que com tanto zelo batalhastes

Na luta pelo bem das almas, rude
Foi o labor a que vos entregastes,
Possuído dessa fé que não ilude,
E pela qual, montanhas derrubestes

Erguidos pelo mal… vinde ajudar-nos
A vencer as paixões, a respeitar-nos
Com o desassombro próprio de um cristão.

Ensinai-nos a amar a Eucaristia,
A merecer o auxílio de Maria
E a respeitar do papa a orientação.

1972

(Entre o céu e a Terra – Corina de Holanda – 1972 – pág. 27)