CARNAVAL E CARNAVALIZAÇÃO

Você pode brincar Carnaval, não pode carnavalizar a vida. Carnaval é uma festa, não é uma lei, é escolha, não é obrigação. Brincar Carnaval não significa impor seu ritmo, sua vontade à vontade dos outros, submeter os demais aos seus caprichos.

O Carnaval teve origem na Grécia, foi adotado pela Igreja Católica e popularizou-se na Europa sem nenhuma correlação com pornografia. Pornografia é desrespeito e sempre será. Você não pode extrapolar os limites de sua liberdade ao ponto de atropelar o direto do seu semelhante. Ninguém pode estar obrigado a ouvir tudo que você queira dizer ou fazer em qualquer lugar ou a qualquer momento. Sequer uma Música Clássica. Se você desfilasse tocando Bach ou Beethoven, não estaria cometendo uma pornografia, mas estaria obrigando o seu semelhante a ouvir aquilo que ele não queria.

Respeito ao próximo deve ser coisa ensinada na tenra idade e vivenciada no dia a dia. Respeito quando é imposto, mediante punição, é sinal de que as pessoas não foram educadas para respeitar. Por isso, tanta estranheza. Proibir pornografia não tem a ver comCENSURA, tem a ver com RESPEITO. Zelar pela educação das crianças é questão até de Saúde Pública.

É que a Imoralidade no Brasil foi dessubjetivada, passando a fazer parte de nossa cultura. Por isso, tanto arrepio mediante sua proibição.

Sosígenes Bittencourt

PEDIMOS PASSAGEM

Ouça a música “PEDIMOS PASSAGEM“, composta por  Edileuza Bezerra Santos, na voz de Erika Borges. A música é integrante do CD VITÓRIA,  CARNAVAL DE PERNAMBUCO – Grandes Momentos – CD produzido por Aldenisio Tavares e Cristiano Pilako para o carnaval de 2006, uma coletânea de músicas gravadas por blocos e clubes carnavalescos.

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Aldenisio Tavares

Prefeitura declara guerra ao mosquito Aedes aegypti.

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A prefeitura da Vitória de Santo Antão não dá trégua aos “foliões mosquitos”. Neste carnaval eles não terão trégua. Sombra que é bom, para uma pausa na folia, já era. Os “foliões mosquitos” que amam assistir ao desfile da rua Imperial vão amargar um sol insuportável, pois a prefeitura pelou todas as árvores. E pelam por maldade ou ruindade ou incompetência. João do Livramento, rapaz dedicado e esforçado, vitoriense de quatro costados tentou demonstrar ao funcionário que iniciava as peladas (podas) que fizesse o serviço após o carnaval; que as copas das árvores seriam sombreiros para os “foliões mosquitos” durante os festejos momescos.

-Não, ordem, são ordem. O chefe mandou, está mandado.

-Quem o chefe?

-O chefe, é o chefe. Mandem brasa meninada, metam a foice… O chefe mandou.

João ficou matutando, será que o chefe sofre de MICROCEFALIA e odeia tanto os mosquitos a ponto de desalojá-los da rua Imperial?

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Pedro Ferrer