Fragmentos de mim mesmo

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Sou um amante da vida nos seus múltiplos aspectos. Aproveito tudo. A tragédia, por exemplo, tem me servido muito na criação de minha arte.

Descobri, através do meu semelhante, que vim ao mundo para fazer graça e viver das graças.

O riso é excepcionalmente benéfico à saúde.

Gosto tanto de mulher que não saberia dizer o quanto nem o que viria em segundo lugar.

Não me casei ainda por causa das outras, mas não me considero imune ao matrimônio.

Não sou gastador nem pirangueiro, mas considero que mais vale um prazer do que cem contos de réis.

Sobre Deus, penso como Camões: “O que é Deus ninguém entende, que a tanto o pensamento humano não se estende.”

Sosígenes Bittencourt

Cineclube Avalovara

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No dia 07 de agosto o Cineclube Avalovara apresentará uma sessão de 3 curtas: (IN)CÔMODOSQUEM MATOU ELOÁ? e INTOLERÂNCIAS DA FÉ, que abordam temas como religião, intolerância, preconceito, gênero e violência.

Na sessão, contaremos com a participação de Fernando Sousa, um dos realizadores do curta “Intolerâncias da Fé”, que nos contará um pouco sobre seu trabalho e o processo de concepção do mesmo. Fernando é um dos diretores e roteirista do curta, além de bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro e Mestrando em Ciências Sociais pela UERJ.

A sessão acontecerá no Silogeu do Instituto Histórico, a partir das 17h, com entrada gratuita.
Nos ajudem a divulgar, compareçam e chamem mais um@!

Filmes:

(IN)CÔMODOS (10 min.) – Direção: Clementino Jr. // Produção: Cineclube Atlântico Negro

Sinopse:
Experimentação documental realizada durante a oficina INCOMODANDO – SOMOS FELA, durante o I SEMINÁRIO FELA KUTI DA UERJ. Criado a partir de depoimentos sobre “em que momento você incomodou?”
Realizado como parte das oficinas MEMÓRIA PORTÁTIL do Cineclube Atlântico Negro

QUEM MATOU ELOÁ? (24 min.) – Direção: Lívia Perez // Produção: Doctela

Sinopse:
Uma análise crítica da espetacularização da violência e da abordagem televisiva em casos de violência contra a mulher, revelando uma das razões pelas quais o Brasil é o quinto país com o maior número de assassinato de mulheres no mundo.

INTOLERÂNCIAS DA FÉ (15 min.) – Direção: Alexandre Borges, Fernando de Sousa e Taís Capelini // Produção: Asha Filmes

Sinopse:
A partir do depoimento de pesquisadores, lideranças religiosas e praticantes de religiões afro brasileiras, Intolerâncias da Fé pretende retratar os conflitos religiosos ocorridos no espaço público e problematizar o tratamento conferido a estes conflitos pela sociedade e por instituições como a escola e a polícia. Os episódios de intolerância religiosa e a exposição de aspectos da luta histórica dos adeptos das religiões de matriz africana e brasileira por legitimação e reconhecimento mostram que “ninguém quer ser tolerado”, e sim respeitado.

SERVIÇO
Cineclube Avalovara exibe “Sessão Intolerâncias”
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 49 min.
Data e hora: 07/08/16, às 17h
Local: Teatro Silogeu do IHGVSA
Entrada Franca

Materialização da igualdade

Testemunha a história que os atentados mais graves aos direitos humanos guardam como fundamento a supremacia da diferença, compreendida como elemento justificador para abolir direitos. Nesse contexto, temos os episódios da escravidão, do racismo, do tratamento diferenciado aos índios e as mulheres e tantos outros que retratam atos de intolerância.

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Assim, como mecanismo de reparação de desigualdades históricas sofridas por grupos de minorias discriminadas historicamente e vítimas da exclusão sócio econômica, é essencial a efetivação de estratégias que promovam o direito à igualdade.  São as chamadas ações afirmativas que devem ser implementadas pelo Poder Público e a sociedade. Parcerias entre o Poder Público e a comunidade são capazes de assegurar aos grupos particularmente desfavorecidos uma posição de igualdade, removendo barreiras de acesso às oportunidades. Portanto, a criação de ações que visem a disponibilização igualitária de espaço para todos é um desafio cultural que deve ser encarado, na busca por uma sociedade justa e igualitária.

Lourinaldo Júnior

Momento Cultural: A ILUSÃO – por José Miranda

Jos+® Tiago de Miranda

Para vivermos nós contentes pela vida
sem essa mágoa que tortura tanto a gente
da culpa de Eva no Édem, um dia nascia.
O Senhor deu-nos a ilusão constantemente.

Quanto seria: a alma por tudo entristecida
e o coração ensimesmado e até doente
se a ilusão fosse deste pélago banida
se não houvesse, não o sonho doce e ingente!

De assalto sem se esperar conta do destino
a ilusão toma para nos dar prazer na dor
para nos fazer o espiamento pequenino.

Da nau de crença a vela enfuna com vigor
e fortifica quando sofre, o coração:
toda beleza está da vida na ilusão.

José Tiago de Miranda, vitoriense, nascido a 9 de junho de 1891 e faleceu a 29 de maio de 1960. Foi professor primário na Vitória, em Moreno e em Limoeiro, exercendo, em todas as cidades, o jornalismo. Foi proprietário e diretor de O LIDADOR a partir de 1932 até sua morte. Cronista, poeta e jornalista de alto valor. Seus filhos (Ceres, Péricles e Lígia) reúnem em volume muitas de suas crônicas e poesias, em livro “Antologia em Prosa e Verso”, comemorando o centenário de seu nascimento, aos 9 de junho de 1991. Do casamento, com D. Herundina Cavalcanti de Miranda, houve ainda um filho, Homero, falecido logo após a morte do Prof. Miranda.

Momento PITÚ

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E aê, bora da um mergulho?

Eita, que aí é resenha que não acaba mais. Segundo o nosso Pituzeiro Ricardo Torres, na casa do Dr. Ataíde Júnior, lá em Belém do São Francisco, no interior de Pernambuco é assim que banda toca: Piscina de Pitú gigante. Será que tá massa? 😛

Simbora que hoje é dia de resenha! 

PITACO ESPORTIVO

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Alguém me pergunta: – Professor, o senhor gosta tanto de futebol, é comentarista, cronista, por que o senhor deixou de jogar bola?

Eu respondo: – Por 3 motivos:

1º) Não gosto de ninguém correndo atrás de mim.

2º) Se for homem, piorou.

3º) Para me dar pontapé, Deus me defenda!

Depois, uma observação: no Brasil, não se joga na bola, joga-se na canela. Portanto, não se pratica futebol, é futecanela. Observe-se um jogo na Europa e uma partida do Campeonato Nacional Brasileiro. Este é um dos motivos pelos quais o Brasil não conquistou mais Copas do Mundo. O bom jogador faz malabarismos para não esbarrar no adversário, ele se concentra na bola.

Olímpico abraço!

Sosígenes Bittencourt

Momento Cultural: Perto do mar, anoitecia… por Célio Meira.

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Perto do mar, anoitecia…

Corria o mês de novembro,

– Era Dia da Bandeira,

fomos ver a lua cheia,

ao lado da ribanceira.

Depois, descemos. Na praia,

ficamos a reparar:

– Havia esteira de prata,

nas águas mansas do mar.

Ali, olhando o mar, a lua,

recebemos a lição:

– Jesus Cristo está presente,

na glória da criação.

(migalhas de poesia – Célio Meira – pág. 25).

Momento Cartório Mais

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Doce Mel – Edu & Maraial

eduOuça a música Doce Mel, de autoria do compositor Edu Luppa, música que foi consagrada pela banda Calypson.

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Aldenisio Tavares