Momento Cultural: A Alvorada – POR GUSTAVO FERRER CARNEIRO

Gustavo Ferrer Carneiro

O sol se descortinava na praia
Brilhando em meus olhos
Caminho só
Ar imóvel, quente
Vento assobiando ardente
Com o som da minha respiração
Um monte de pensamentos
Um toque agudo sibilante
Suspirando com prazer
O nascer de um novo dia
Uma alvorada arredia
De momentos de introspecção

Um aroma gostoso de terra molhada
Ou maresia,
Um delicada lua ornamentando o amanhecer
Em uma fantasmagórica poesia,
Plenitude
O vento zunindo
Um sentimento de dignidade
Uma visão do encanto
Insondável graça no rosto
No perplexo momento
Da percepção da vida.

O que ele diz
estará dentro do seu peito
Todo tempo
Para sempre…

Seja longe, seja perto
Não sabemos o exato, o correto
Para tudo tem um tempo

Mas quando será esse tempo certo?

(MOSAICO DE REFLEXÕES – GUSTAVO FERRER CARNEIRO – pág. 14).

Martins – O Apaixonado do Brega

Hoje disponibilizamos a música “Minhas Qualidades”, de autoria de Martins. A música é integrande do álbum “Martins – O Apaixonado do Brega”.

[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/martins_apx.mp3″ text=”Martins – Minhas Qualidades” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/martins_apx.mp3″]

Aldenisio Tavares

Internauta Alexandre Rogério no blog

Comentário postado na matéria “Denuncia ao Tribunal de Justiça de Pernambuco.“.

Fico feliz em outra entidade do nosso segmento faça também essa denuncia contra a falta de respeito em cumprir legislação vigente do nosso País em prol da Pessoa com Deficiência deste órgão, Pasmem, do Poder Judiciário, que é Juizado Especial Cível e Criminal de Vitória de Santo Antão.

Nós da ADVISA, reivindicamos acessibilidade plena deste Juizado desde 2007, chegando até a Ouvidoria e nunca conseguimos exito, que foi matéria já publicada nesse conceituado Blog do Pilako, esperamos que a AACDV consiga, porque já é hora de resolver esse problema e perdura quase 10 anos e ninguém faz nada!!!!

Vale salientar que esse imóvel onde funciona o Juizado é alugado, não seria justo e digno se alugar um imóvel com mais acessibilidade? Fica essa pergunta ao Tribunal de Justiça de Pernambuco.

Alexandre Rogério

EDUCAÇÃO MUSICAL – Abordagem e noção básica referente a arte de compor. (PARTE 7)

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Conforme estamos observando todo processo no que diz respeito, da construção e produção de poemas, versos e estrofes, onde o foco do produto final resultará na composição de uma canção, estruturada pela melodia solfejada oralmente, instrumental – sopros, teclas ou cordas – ou mentalmente, o que precisamos é saber trabalhar de forma bem simples, evitando complicar este momento fluídico e belo, referente ao trabalho do cérebro no momento da mensagem. Por exemplo: cérebro, mãos (caneta), papel (letra) ou, cérebro, Laringe (voz), mãos (caneta), papel (letra). Vamos dizer que o exemplo apresentado, seja uma fórmula para denominar este processo, porque está tudo no abstrato. Quando o compositor prepara sua obra, não conseguimos ver a execução deste processo, apenas a obra pronta.

O modo de estarmos apresentando estes detalhes, é justamente, para descomplicar a abordagem referente a técnica da arte de compor. Estamos trabalhando a abordagem dos instrumentos de sopros, onde não estamos esquecendo dos instrumentos harmônicos, tais quais: Violão, Teclado, Baixo, Guitarra, Acordeon. O objetivo que estamos buscando, é que quando compormos, seja um poema, uma poesia, uma letra de uma canção, ou uma melodia em uma peça – partitura – para um instrumento de sopro, saibamos e tenhamos uma noção mesmo que simbólica, de todo processo da técnica composicional e, a essência que não podemos esquecer nem perder, é o respeito por todos que compõem. Quando estamos fazendo a referência quanto a quantidade das estrofes, em uma letra de uma canção, deixamos a critério da fluidez mental de cada compositor. O que estamos buscando, é a simplicidade em todo processo de preparação do momento de colocarmos a idéia no papel e, conseguirmos bons resultados composicionais.

João Bosco do Carmo.

http://lattes.cnpq.br/8222363703321930

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

CINECLUBE AVALOVARA

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Estamos em outubro, cerca de três meses de Governo Temer e o país está em ebulição. Até o momento, segundo a UNE – União Nacional dos Estudantes , são contabilizadas 57 universidades, 961 escolas e IF’s ocupados pelos estudantes em todo o Brasil. Em algumas delas, servidores e discentes estão entrando em greve. No Centro Acadêmico de Vitória, da Universidade Federal de Pernambuco, nada disso é diferente. Inicialmente ocupado por cerca de 20 estudantes no último dia 17, instalados no prédio administrativo, fala-se que agora este número chega a cerca de 900, após greve estudantil deflagrada no último dia 20, todos se revezando, com total apoio dos docentes, para resistirem até terem suas vozes ouvidas e reivindicações atendidas. Não se trata simplesmente de levantar bandeira contra ou a favor da PEC 241/2016 e da MP 726/2016; queremos, acima de tudo, exigir que elas sejam amplamente discutidas com a sociedade. O Cineclube Avalovara acredita nesta ideia, apoia todas as ocupações estudantis e, por isso, estaremos levando nossa próxima sessão, no dia 30, às 17h, para o CAV / UFPE Centro Acadêmico de Vitória, em parceria com o CAV r_EXISTE e apoio do Fincar (Festival Internacional de Cinema de Realizadoras).

Na ocasião, estaremos apresentando o Circuito Cineclubista FINCAR, uma parceria com a Federação Pernambucana de Cineclubes. “A equipe do festival entende os cineclubes enquanto espaços de resistência artística e política e a parceria também é uma forma de valorizar as existências dos mesmos”.

Foram selecionados seis filmes de curta-metragem, de diferentes nacionalidades, estilos e gêneros, porém, todos com algo em comum: realizados por mulheres. Cinema nas suas mais diversas linguagens sob a ótica feminina mundial. São eles:

– ENTRE ANDARES [de Aline van der Linden e Marina Maciel, Pernambuco, 2016]
– CIALO OBCE [Corpo Estrangeiro, de Marta Manuska, Polônia, 2016]
– HALAHACHES [de Alejandra Jaramillo, Chile, 2015]
– LA PETITE ACADIENNE [A Garota Acadiana, de Gabrielle Provost, Canadá, 2015]
– FRAU IM MOND [Mulher na Lua, de Kasia Prus, Reino Unido/Polônia, 2016]
– DO PORTÃO PARA FORA [de Letícia Bina, São Paulo, 2016].

Após as exibições, faremos um debate com as presenças especialíssimas de Maria Cardozo, jornalista, curadora e diretora artística do FINCAR; e Pedro Severien, cineasta, diretor do longa “Todas as cores da noite” (2015) e mestre em Produção de Cinema e Televisão pela Universidade de Bristol, na Inglaterra. Convide mais um, venha ocupar a nossa universidade e reivindicar nossos direitos conosco! Ocupe o CAV!

Contamos com a presença e divulgação de todos/as!

IV Semana da Consciência Negra do IHVSA

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Há quatro anos, o Instituto Histórico vem desenvolvendo e realizando diversas ações em prol da Educação das Relações étnico-raciais. Ao longo desse tempo, buscamos trazer a problemática étnico-racial para o centro dos debates para depois desconstruí-la. E isso foi e está sendo importante. Durante este mês de novembro, realizaremos mesas redondas, lançamento de livros, shows, oficinas de teatro, penteados e capoeira. Ações em prol da promoção da diversidade étnica e cultural do nosso povo. Esperamos contar com a participação de todos/as, afinal a sua participação marca o seu envolvimento e comprometimento com o Instituto e com os eventos que ele promove.

Com informações da assessoria de imprensa. 

Momento Cartório Mais

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É comum as pessoas se perguntarem qual é a diferença entre divórcio e separação. De forma simplificada, podemos considerar a separação judicial uma etapa anterior ao divórcio. Após a separação, os ex-cônjuges já não precisam mais manter os deveres do casamento, como fidelidade e a coabitação, contudo, somente após o divórcio as partes poderão se casar novamente.

Confira no Código Civil, a partir do artigo 1.571, mais detalhes sobre esse assunto: https://goo.gl/rcJDmA.

Fonte: Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Momento Cultural: A Alvorada – POR GUSTAVO FERRER CARNEIRO

Gustavo Ferrer Carneiro

O sol se descortinava na praia
Brilhando em meus olhos
Caminho só
Ar imóvel, quente
Vento assobiando ardente
Com o som da minha respiração
Um monte de pensamentos
Um toque agudo sibilante
Suspirando com prazer
O nascer de um novo dia
Uma alvorada arredia
De momentos de introspecção

Um aroma gostoso de terra molhada
Ou maresia,
Um delicada lua ornamentando o amanhecer
Em uma fantasmagórica poesia,
Plenitude
O vento zunindo
Um sentimento de dignidade
Uma visão do encanto
Insondável graça no rosto
No perplexo momento
Da percepção da vida.

O que ele diz
estará dentro do seu peito
Todo tempo
Para sempre…

Seja longe, seja perto
Não sabemos o exato, o correto
Para tudo tem um tempo

Mas quando será esse tempo certo?

(MOSAICO DE REFLEXÕES – GUSTAVO FERRER CARNEIRO – pág. 14).

CONVERSANDO BESTEIRA

Um dia, eu voltava de Caruaru, de manhãzinha, depois de uma noitada com duas amiguinhas e haver adormecido no Hotel Continental, quando percebi que dirigia por outra estrada. Aí, interpelei um matuto:- Aqui, vai pra onde?

Aí, o matuto: – Vai pra Campina Grande!

Aí, eu engrenei uma marcha a ré e fui procurar Encruzilhada, uma cidadezinha do tamanho de uma encruzilhada. Lá, eu comi uma carne de sol com macaxeira tão gostosa que me danei a conversar besteira. Uma delas foi assim: – Você sabe por que a mulher do burro é uma besta?

Aí, as meninas: – Sei não, mestre.

Aí, eu: – Porque, quanto mais burro, mais besta ela fica.

Abestalhado abraço!

Sosígenes Bittencourt

Vanildo de Pombos

A inesquecível interpretação e a saudade da voz marcante de VANILDO DE POMBOS, cantando a música Vaquejada da Vitória, composta por Samuka VoiceBenedito de Cachoeirinha e Aldenisio Tavares.

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Aldenisio Tavares

IV Semana da Consciência Negra do IHVSA

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Há quatro anos, o Instituto Histórico vem desenvolvendo e realizando diversas ações em prol da Educação das Relações étnico-raciais. Ao longo desse tempo, buscamos trazer a problemática étnico-racial para o centro dos debates para depois desconstruí-la. E isso foi e está sendo importante. Durante este mês de novembro, realizaremos mesas redondas, lançamento de livros, shows, oficinas de teatro, penteados e capoeira. Ações em prol da promoção da diversidade étnica e cultural do nosso povo. Esperamos contar com a participação de todos/as, afinal a sua participação marca o seu envolvimento e comprometimento com o Instituto e com os eventos que ele promove.

Com informações da assessoria de imprensa.