RECORDANDO O MAESTRO ADERALDO AVELINO DA SILVA NO SÁBADO DE ZÉ PEREIRA.

O próximo dia 25/02/2017, estará completando um ano que o Maestro Aderaldo foi sepultado no Cemitério de São Sebastião em Vitória, PE, no dia 25/02/2016 e, nos deixou. O sábado de Zé Pereira, será  marcado por um dia festivo, no entanto, para todos os músicos da Cidade da Vitória de Santo Antão, PE, tanto os que estão na ativa, quanto os que estão inativos com suas participações no Cenário Artísticos Carnavalescos, é muito importante que considerem este dia e, analisem, pois todos conhecimentos técnicos e práticos instrumentais, devemos tudo isso ao Maestro Aderaldo. Todos os músicos da Vitória, PE, que executam instrumentos de sopros, de percussão, e, são das décadas de 60, 70, 80 e 90, são filhos musicais do grande Maestro Aderaldo.

Analisando sem fazermos uma generalização, o Município da Vitória, PE, de modo geral, acreditamos que seus habitantes em seu meio familiar, existe alguém que estudou ou, pelo menos já viu, ouviu, assistiu algum ensaio pelas janelas da sede da Euterpe Musical 03 de Agosto, ou, simplesmente, sentados no espaço físico da própria sede nas noites dos ensaios ou, acompanhou alguma saída de rua com a  Orquestra executando as Marchas Carnavalescas, as Alvoradas, as Retretas, com a Orquestra marchando inesquecíveis  Dobrados nas ruas da Vitória, PE. Sem esquecermos também, dos músicos que estão hoje na Marinha do Brasil, na Aeronáutica, no Exército Brasileiro, na nossa Briosa Polícia Militar do Estado de Pernambuco, compondo os Corpos Musicais destas Unidades Militares. Devemos considerar os esforços realizados pelo Maestro Aderaldo Avelino da Silva (Seu Aderaldo), nos esforçando para que a música orquestral vitoriense tenha mais Qualidade, mais Harmonia, mais Timbre, mais Expressão, para que os ouvintes: Espectadores e  Telespectadores, possa ouvir, admirar e entender, o que está sendo executado pelo Corpo Musical e, respeitando também as Obras dos Compositores.  Obrigado  Maestro Aderaldo! Seu trabalho na Terra das Tabocas e  de Mariana Amália, jamais será esquecido. Descanse em paz. Fica com Deus. Amém!

João Bosco do Carmo.

Ex-Aluno; Ex-Componente; Ex-Trombonista da Euterpe Musical 03 de Agosto do Maestro Aderaldo Avelino da Silva (in memoriam).

Vanessa Graziella: Uma foliã da SAUDADE


A estudante e foliã Vanessa Graziella logo cedo entra no clima de carnaval e este ano não poderia ser diferente comemora seu décimo baile no asfalto, ou seja, aos 10 anos de idade quando sentiu pela primeira vez o gostinho de brincar na Saudade, nunca mais parou.

Pensando em uma maneira para registrar este momento ela posou para fotos na praça do livramento e dividiu conosco alguns dos clicks.

Ela usa uma blusa que estampa a figura de um leão simbolizando a homenagem que a Saudade faz este ano ao Centenário da Praça Leão Coroado.

 

Caipirinha Pitú recebe turistas no Aeroporto do Recife

Os turistas que aterrissam na terrinha do frevo com sede de Carnaval estão podendo sentir o gostinho da folia degustando drinks de Caipirinha. A cachaçaria Pitú montou um quiosque na área de desembarque nacional do Aeroporto Internacional do Recife nesta semana pré-Carnaval, onde um grupo de barmans está servindo a tradicional bebida preparada com a aguardente pernambucana, limão, açúcar e gelo, até o Sábado de Zé Pereira (25/02). O espaço assinado pela Ampla Comunicação está decorado com layout que traz referências personagens marcantes dos festejos de Momo, entre eles a La Ursa, os bonecos gigantes de Olinda, o Galo da Madrugada e o Caboclo de Lança, estampando a mensagem “Brinque na paz. Lapada, só de Pitú. #vivaaresenha”. 

Momento Cultural: Ao som dos Clarins – por GUSTAVO FERRER CARNEIRO

Gustavo Ferrer Carneiro

Uma batalha????

De um lado homens da palha

Rosa na boca

Óculos escuros

Fardão ricamente bordado

Entorpecido de cachaça

Caminhando sob sol escaldante

Repique de chocalhos

Desfilando sua majestada em lanças

Na batida de um baque virado

Do outro lado

Um exército de séquitos

Roupa de mescla

Lanço vermelho no pescoço

Sandália de couro

Bacamartes em punho

8 polegadas na cintura

Armados até os dentes

Ao som de oito baixos

Zabumba e triângulo

Repicando ao pé de uma serra

Descendo o morro,

Um grupo de caboclinhos

Com seus penachos coloridos

Pés descalços

Estalos de arcos

Num batuque ensurdecedor

Negros cantam

As som dos tambores silenciosos (???)

Evocando ancestrais africanos

Afoxés mágicos

Entidades desconhecidas

A cavalaria avança

Cavalos marinhos, caluas e ursos

Papangus gritando

Repique de Castanholas?

A La ursa quer dinheiro

Quem não der é pirangueiro

Um galo gigante canta a beira do rio

Acordando menestréis e boêmios

Rebuscando amores perdidos

O som dos clarins

Inunda essa magia

Buscando uma energia

Não se sabe de onde

Exaltando toda a paixão e “frevor”

Esse “Frevor”

Espora afiada sobre a tristeza

Batuque incansável

Sob um corpo cansado

Entretanto incontrolável

Sem conseguir segurar

Arrastando multidões

Cegas levadas por um instinto

É a Síntese da alma

De um povo que acredita

Que a cultura supera barreiras

Vencendo toda e qualquer batalha

É Pernambuco no coração

Um Brasil inundado de emoção

Nessa batalha cultural

Oh quarta-feira ingrata,

É carnaval…

(MOSAICO DE REFLEXÕES – GUSTAVO FERRER CARNEIRO – pág. 22 e 23).