Descarrego de aguardente transportada por burros em aconretas. Observar no frontispício o letreiro J. Cândido & Cia. Pitú. (Foto de Pierre Verger, 1947) – do Livro REPÚBLICA DA CACHAÇA Vitória de Santo Antão – 1870-1970 – pág 186.
Arquivo do Autor: Arquiles Petrus
Momento Grau Técnico Vitória
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VIOLÊNCIA NO CARNAVAL DE VITÓRIA – PE
Não seria de estranhar violência no Carnaval de qualquer cidade que se embriaga, ouvindo música que trata a mulher como objeto sexual. Uma “lapada na rachada”, ou seja, a comparação do coito com uma carnificina. E a mulherada põe óculos escuros, mira o smartphone e se requebra para o mundo, como se estivesse num céu aberto. É o culto à“bundomania” nacional com o quadril em rotação sexual. Os decibéis são ensurdecedores para ninguém ter que parar para pensar. Éproibido sofrer, e refletir sobre o que se está fazendo, pode suscitar constrangimento. Nada é feito para espantar a tristeza, mas paraescondê-la.
Este discurso parece preconceituoso e de cunho moral, com ressaibos de puritanismo, mas não é. Pergunte a uma senhora que perdeu o seu filho, e ela responderá: “Eu disse tanto a meu filho que deixasse essa vida. Coração de mãe não se engana.”
No tempo de eu menino, havia um ditado que concluía: Por trás de toda desgraça do mundo, há três coisas, e, às vezes, as três juntas:dinheiro, bebida e mulher.
Eu acrescentaria que não são as três coisas em si, mas a maneira comoaprendemos a lidar com elas.
Misericordioso abraço!
Sosigenes Bittencourt
Toni Amorim: 50 anos de composições

Homenageamos o compositor vitoriense Toni Amorim, disponibilizando a música “CIÚME, TEMPERO DO AMOR” de sua autoria, interpretada pelo também vitoriense Ricardo Rico. A música é integrante do álbum Toni Amorim: 50 anos de composições.
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Aldenisio Tavares

















