Paulo Nascimento e a Banda Real

Paulo Nascimento e a BANDA REAL no CD “Me Faz Feliz“, com a composição deJoão Caverna, a música COCO DA CABRA, com a interpretação de Alcir Damião, Nici e Paulo Nascimento.

[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/bandareal.mp3″ text=”Banda Real – Coco da Caba” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/bandareal.mp3″]

Aldenisio Tavares

Momento Cultural: ESPAÇO – por MELCHISEDEC

Melchisedec

Para nós, seres humanos, o nosso espaço no cosmos, começou a três milhões e quatro centos mil anos, porém, só a trinta mil anos, começamos a entender onde vivíamos e o que éramos.

Conquistamos o fogo, iniciamos plantio das sementes, aprendemos lidar com os animais, aplicamos nosso primitivo talento para criar os instrumentos de trabalho, usando a pedra, depois descobrimos o ferro e o bronze que permitiam um avanço significativo na nossa arte de fazer as coisas.

Com o ajuntamento das pessoas, formamos as tribos, as comunidades agrícolas que foram evoluindo até a formação das cidades.

Nesse vasto espaço cósmico, a nossa memória parece confinada no estreito lugar do planeta em que vivemos. Pouco a pouco vamos aparecendo em forma de escritos históricos para dizer à posteridade o que fomos, o que somos e o que seremos.

Hoje, todas as pessoas de quem ouvimos falar, viveram e lutaram em algum ponto deste planeta.

Todos os reis, sábios, nobres e plebeus, batalhas, guerras, migrações, invenções, tudo que há nos livros, sobre a história do homem, aconteceu aqui.

Dentro desse imenso espaço do universo de onde emergimos, somos um legado de vinte bilhões de anos de evolução cósmica.

Agora vemos nosso planeta à beira da destruição. As máquinas mortíferas inventadas pelo homem para sua própria destruição. É a inversão de valores.

A maldade tomou conta do coração do homem. Agora temos que melhorar a vida na terra e conhecermos o universo que nos criou, sem desperdiçar nossa herança de vinte bilhões de anos numa autodestruição insensata.

O que acontecer no próximo milênio, dependerá do que fazemos aqui a agora, usando a nossa inteligência e a nossa vontade para salvar o planeta.

Lembremos que: “há mais coisas entre o céu e a terra de que supõe vã filosofia”.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 61).

Paulo Nascimento e a Banda Real

Paulo Nascimento e a BANDA REAL no CD “Me Faz Feliz“, com a composição deJoão Caverna, a música COCO DA CABRA, com a interpretação de Alcir Damião, Nici e Paulo Nascimento.

[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/bandareal.mp3″ text=”Banda Real – Coco da Caba” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/bandareal.mp3″]

Aldenisio Tavares

SOS PRAÇA DUQUE DE CAXIAS – RESGATE

Há 925 dias (18/08/2014 – 28/02/2017) – 132 segundas-feiras, 132 terças-feiras, 132 quartas-feiras, 132 quintas-feiras, 133 sextas-feiras, 134 sábados, 133 domingos, 135 semanas, 02 anos e 06 meses, 925 alvoradas, 925 crepúsculos vespertinos, 925 noites, 30 luas cheias, 30 luas minguantes, 30 luas novas, 30 luas crescentes e 26 feriados, oficial, nacionais – 22.200 horas , estamos em vigília ejetando sinalizadores, à Prefeitura, de PROTESTO E REIVINDICAÇÃO, para restituir um bem CULTURAL, PATRIMONIAL, dos residentes e nativos .

Sr. José Aglailson Filho, PERMITIDO, AUTORIZADO, através da cidadania de seus “proprietários” -o povo-; como gestor-zelador público, para um mandato transitório; não olvides ou desprezes que, estás numa administração pública -diretor maior o povo -, a prefeitura não é bureaux ou office sede de seus negócios, não se iluda ou delire com a varanda -sacada- do paço municipal porque não é o balcão do palácio de buckingham, e, esse município não é quinhão ou extensão de suas propriedades e muito menos da sua família.

Os nativos desta terra clamam pela restituição da NOSSA PRAÇA “DUQUE DE CAXIAS”, arborizada e ajardinada, conforme a mesma configuração e medidas desde sua inauguração.

Vós já ciente do apocalipse, continuo a mascar as ações de destruições – desfiguração, devastação, extirpação, desolação e naufrágio -, daquele espaço patrimonial; sendo os autores krakens, empedernidos, originado, respectivamente, pelos governos populistas, como toda a dinastia sempre foi, de seu pai sr. José Aglailson e complementadas pelo governo do sr. Elias Lyra -a cria.

Os habitantes -nativos e residentes- foram apartados, forçadamente, do bom costume da nossa cultura, de sentar para descanso reflexivo e uso como lazer naquele tradicional local, herança memorial, que faz parte da história da terra.
Aquele jardim público – memorial, foi erguido com o peso do dinheiro pago pelos contribuintes de impostos, da época, por 03 gerações como avós, bisavós e trisavós; queremos SIM a perpetuação daquele espaço inalterado e com a mesma extensão desde sua inauguração.

Código Penal – CP – DL-002.848-1940 Dos Crimes Contra o Patrimônio Capítulo IV
Dano Art. 163 – Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia:
Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.
Dano Qualificado
Parágrafo único – Se o crime é cometido:
Inciso III – contra o patrimônio da União, Estado, Município . . . (Alterado pela L-005.346-1967)

Eu, no gozo dos meus direitos à *cidadania, peço ao Ministério Público Federal a apuração das responsabilidades e aplicação das punições aos condenados.

SE INTERESSAR POR TUDO O QUE É DE TODOS (Carlos Augusto Ayres de F. Britto, é membro da Academia Bras.de Letras Jurídicas, foi Pres.do STF, também foi Pres. do TSE, é Pres. da Comissão Especial de Defesa da Liberdade de Expressão da OAB e membro da Academia Sergipana de Letras).

*fiscalização, controle, cobrança, denúncia, representação, queixa e acionamento do poder judiciário.

JORDANIA