Lembremos: “Longa é a arte, tão breve a vida!”

Dias atrás, no Pátio da Matriz, um grupo de pessoas com pensamentos e vidas bem diferentes, de maneira casual, reuniu-se para bebericar e jogar conversa fora. Na cabeça das pessoas mais jovens esse tipo encontro – de tão comum – não tem o mesmo significado. Com o tempo e as obrigações que a vida adulta impõe, independente da atividade exercida, determinados tipo de programa começa rarear.

São nessas oportunidades, com conversas produtivas e em alto nível,  com respeito e educação, que se pode trocar experiência sem que haja, necessariamente, a intenção de suplantar o entendimento  alheio. Aliás, vencer discussões é algo démodé.

De resto, lembremos: “Longa é a arte, tão breve a vida!”

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