Execução da vereadora Marielle Franco: até agora nada!!!

 

Amanhã, dia 14 de abril, completa um mês da morte da parlamentar carioca, Marielle Franco. O seu assassinato repercutiu bastante, não só pela brutalidade, mas pelo simbolismo e pelas bandeiras de luta que a mesma pautava como ativista social. Independente de qualquer coisa a sua história de vida inspira outras pessoas do mesmo extrato social, do qual ela emergiu.

Mesmo com intervenção federal na segurança do Estado do Rio de Janeiro, ao que parece, a rotina de violência continua inalterada. Apresentar à sociedade os assassinos, os mandantes e explicar as motivações desse crime, de maneira técnica esclarecedora, seria acender uma luz no fim do túnel,  para os que sonham com um país menos violento.

Na divisão do estado moderno, proposto pelo pensador e político iluminista Montesquieu, lá no século XVIII, que teve como objetivo desidratar o poder das monarquias absolutistas e lotear as decisões governamentais, sob a ótica dos três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – suponho que o maior equilíbrio social deriva justamente da correta aplicação das leis. Sem a punição justa e equilibrada aos malfeitores a sociedade não evolui.

Portanto, independente do viés político-ideológico que se possa empanar esse crime brutal, não seria razoável imaginar que práticas dessa natureza  – execução em via pública – contribuam para uma sociedade mais justa.  Justiça com as próprias mãos nos remetem aos tempos bárbaros. Aliás, algo que não se coaduna com mundo civilizado que almejamos.

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