Placa de trânsito no chão: ATÉ QUANDO TEREMOS QUE CONVIVER COM ESSE DESCASO?

Aproximando-se à conclusão dos seis primeiros meses de atuação da nova gestão municipal, sob o comando do prefeito Aglailson Junior, é natural que os munícipes já comecem esboçar alguma insatisfação. Todos nós sabemos – até porque foi público e notório – que o governo anterior, nos últimos meses, de fato, abandonou o leme administrativo,  nas mais variadas frentes.

Fruto de várias matéria em nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako, à época do fato, por exemplo, denunciamos que foram os próprios gestores do Governo de Todos, no último semestre de administração, que “convocaram” os ambulantes para ocupar as calçadas do centro comercial, sobretudo à Avenida Mariana Amália. A nova gestão, até o presente momento, vem fazendo “vista grossa” e empurrando o problema com a “barriga”.

Entre outras tantas “broncas”  que a nova gestão ainda não “entrou em campo” para jogar, encontra-se o nosso caótico trânsito. Devemos destacar que não obstante a AGTRAN já haver majorado os preços da chamada “zona azul”, continuamos sendo a cidade pernambucana com menos agentes de trânsito nas ruas, tanto do ponto de vista real como proporcional – se comparado ao numero de veículos matriculados no município.

Apenas para ilustrar o que realço, no que diz respeito ao comando acéfalo da AGTRAN, há dias que uma placa de trânsito que regulamenta à proibição do estacionamento,  em frente a uma escola, na Praça Diogo de Braga – Igreja Batista – encontra-se no chão. Não me interessa os motivos pelos quais ela caiu! Gostaria de saber o porquê ela não foi colocada no seu devido lugar?

Não podemos achar que isso é normal, apesar, infelizmente,  de ser comum na nossa cidade. O diretor da AGTRAN, senhor Elmir Nogueira, precisa explicar a população o que está faltando para as coisas acontecerem na prática, afinal, recurso financeiro não é o problema do órgão administrado por ele, haja vista o seu salário ser de dez mil reais (R$ 10.000,00).

Nosso município, Vitória de Santo Antão, não é uma cidade qualquer. Somos a Capital de Zona da Mata e precisamos nos comportar com tal. Portanto, mais uma vez, cobro atuação efetiva aos gestores municipais, sobretudo nas questões relativas ao caótico trânsito local.

Esta entrada foi publicada em A Lupa, Editorial. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

Uma resposta a Placa de trânsito no chão: ATÉ QUANDO TEREMOS QUE CONVIVER COM ESSE DESCASO?

  1. Roberto disse:

    A nossa Vitória tá uma nojeira, esgoto correndo a céu aberto na Primitivo de Miranda, barragem de merda no final da estrada nova, ambulantes tomaram as calçadas da Mariana Amália e desafia-se uma rua que Não tenha Buracos. E Juninho só quer saber da campanha de Aglaílson Victor.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *