Presidente do nosso Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer, não esquece sua Vitória de Santo Antão.

Fui visitar o Monte Branco (Mont Blanc) nos Alpes franceses. Trinta minutos de rodagem, saindo de Genebra. saímos da Suiça e entramos na França, aliás voltamos à França, semana passada estávamos em Lyon. Chegamos a Chamonix. Esta charmosa cidade abriga o maciço onde se encontra o Monte Branco e outras atrações geográficas. Apesar do enorme frio (- 13º C), não deu para esfriar a cuca atormentada com as palhaçadas recentes dos nossos políticos. Há pessoas eufóricas com as “novidades”. Esquecem o Brasil e pensam em sua paróquia, em suas beatas. Esqueçamos as estrepolias dos nossos antropófagos devoradores do dinheiro do erário.

Chamonix fica encravada em um profundo vale. Como a grande maioria das cidades europeias, a limpeza e a pontualidade são marcantes. Cidade encantadora, belas construções, jardins floridos e um silêncio “ensurdecedor” de quebrar nossas mais sensíveis fibras nervosas. Que saudade da Matriz de Santo Antão com seus paredões sonoros enxovalhando nossos ouvidos. Não importa, para semana, se Deus quiser, estarei de volta.. Subimos a uma altitude de 3.480 metros. Neve, só neve. Visão deslumbrante, maravilhosa.. A grandeza do Senhor manifesta-se no máximo e no mínimo. Subimos de teleférico. Deu-me arrepio e medo. A caixinha balançava, pendurada no cabo. O bondinho ou caixinha,, era um bondinho, ínfimo bondinho, comparado com o abismo que se projetava abaixo. Li há pouco no nosso blog, (nosso) um artigo de um conterrâneo que vagueia alegremente pela Espanha, Carvalho. Ele expressa claramente e muito bem escrito os sentimentos que vão em nossos corações e mentes: quanto tempo perdido com nossa trilogia satânica de gestores: IEA. Quanto potencial, material e humano, desperdiçado.
A edificação das torres que seguram os cabos do teleférico é obra extraordinária. Vale conhecê-la. Impressionou-me tanto quanto a bela paisagem polar. Está lá de pé, Investimento que gera empregos, impostos e mais benefícios. O Carvalho sonha com o turismo na República das Tabocas. Sonho também e procuro fazer minha parte no Instituto Histórico com o apoio dos sócios e da diretoria. Desanimei do poder público….
Regresso com boas ideias. Vou analisá-las com os companheiros e tentar concretizá-las.

Seguem fotos da beleza das geleiras e abismos nevados.


Abraço aos leitores do blog.

Pedro Ferrer

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