A grande expectativa dos próximos dias reside no resultado da eleição presidencial, que ocorrerá no domingo, dia 25. Ao que parece, dentro do que mostram os resultados das pesquisas de opinião pública, divulgadas até aqui, o Brasil está literalmente dividido ao meio.
É verdade que uma parte considerável desse contingente de eleitores prefere, por várias razões, não comparecer ao local de votação ou quando o faz, opta pelo sufrágio nulo ou branco, que também faz parte do jogo democrático. O “voto facultativo”, no meu modesto entendimento, também seria um instrumento inteligente de aferição, no que se refere ao interesse dos brasileiros por esse modelo de política atual…..
Aliás, o “voto branco”, para um bom entendedor, reflete múltiplas interpretações. Uma delas, por assim dizer, seria à mensagem de não haver sido contaminado, por nenhum dos lados, dessa campanha de ódio e terror intencional. Ou mesmo, não encontrar uma opção palatável no “cardápio eleitoral” disponível…
Mas argumentos não faltam às equipes dos postulantes e dos milhões de seguidores de que o “outro lado é mais danoso ou perigoso” para o futuro do Brasil. Uma eleição, conforme atestam as pesquisas eleitorais, que será decida pelo nível de rejeição. Uma pena…..
Para concluir, espero que no domingo (25) o pleito ocorra dentro da mais tranquila normalidade. Até porque, independente do lado que triunfe nas urnas, ao que parece, seremos obrigados a conviver com essa tóxica e doentia polarização política por mais 4 anos. Que aliás, se mantém vazia de conteúdo programático e recheada de ódio gratuito. Algo que adoeceu e continua produzindo transtornos das mais variadas ordens à parcela significativa da nossa sociedade.

