Faltando praticamente uma semana para o “D” das eleições gerais 2026, que ocorrerão no próximo dia 04 de outubro, podemos dizer que as disputas majoritárias, visando o Palácio do Planalto e o do Campo das Princesas, seguem abertas.
Lula e Flávio Bolsonaro dominam o pedaço. No meu modesto entendimento, dois projetos que não somam para o Brasil de hoje. Dois Projetos que não dialogam com as agendas de futuro, estrategicamente necessárias ao mundo competitivo e fluído, como bem pontuam os especialistas.
Regida pelo retrovisor do “terror” as referidas postulações se sustentam pelo ódio e pelo medo semeando, na prática, a desesperança. Do restante do conjunto das candidaturas, incrivelmente, até aqui, não se ouviu sequer uma frase de efeito, na qual se possa, pelo menos, se “iludir”. Essa, possivelmente, seja eleição presidencial, pós-redemocratização, com o pior cardápio de candidaturas.

Já na terra dos altos coqueiros, na qual a polarização tem outro sentido político, João e Raquel disputam o voto palmo a palmo, segundo as últimas pesquisas de opinião divulgadas.
O fato novo da última semana – “faz sem ela saber” – já ratificou seu poder destrutivo em desfavor da governadora, candidata à reeleição. Com raras exceções, os políticos “mudam” na campanha para tentar agradar a gregos e troianos. Ao que parece, o “chá de simpatia” que Raquel foi orientada a tomar, certamente indicado pelos seus marqueteiros, venceu antes do prazo imaginado. É visível sua inquietação….
Já no campo adversário, simultaneamente, João comemora! A estratégia do contra-ataque funcionou. Mesmo em cima de um fato requentado, ocorrido em 2025.
Em ato continuo, à vista de Lula, principal “aposta” da campanha do PSB por aqui, que irá acontecer amanhã, sexta-feira (25), indiscutivelmente, tem o poder de animar ainda mais a tropa do adversário da governadora.
Diga-se, também, que em Pernambuco a disputa pelas duas vagas ao senado segue em “modo emoção”. Das cinco candidaturas, incialmente, competitivas, ao que parece, restaram apenas 3 no ringue. Duas pelo campo da esquerda e uma pelo campo da direita. Os candidatos que optaram por defender o “voto hibrido”, até aqui, foram rejeitados pelo eleitorado pernambucano. Segue o jogo……
