Em Vitória, disputa por um assento na ALEPE segue “pegada”!!!

Com histórico positivo em ocupar vários assentos na ALEPE, nas  mesmas legislaturas e por décadas consecutivas, Vitória de Santo Antão, em 2026,  ao que parece, manterá escrevendo esse capitulo no mapa da geopolítica pernambucana.

Sem nenhum demérito a outras candidaturas ou mesmo outros municípios, atualmente,  temos 3 deputados concorrendo à reeleição – Henrique Filho,  Joaquim Lira e Aglaílson Vitor. 

Na categoria de “não detentores de mandatos”, mas com viabilidade eleitoral, temos:  André Carvalho, Socorrinho da APAMI e Túlio Arruda.

Segundo previsões mais otimistas, apontadas por alguns  “cientistas políticos populares” de plantão, poderemos, nesse pleito, em função dos arranjos eleitorais e  partidários, ao abrir as urnas,  alcançarmos o número de 5  parlamentares eleitos,  com  domicilio eleitoral antonense.

Numa previsão mais pessimista, por assim dizer, segundo esses mesmos “cientistas”, poderíamos encolher nossa representação na ALEPE para apenas 2 cadeiras.

Das três candidaturas que nunca ocuparam uma cadeira na ALEPE, a vitória eleitoral e política de André ou Socorrinho, indiscutivelmente, teriam  a capacidade de  influenciar fortemente o pleito municipal de 2028. Alteraria a configuração das forças do tabuleiro político local.

Observaram, também, que a postulação de Túlio Arruda, independente de êxito eleitoral, enfraqueceu o projeto de reeleição do deputado Joaquim Lira.

Em ato contínuo, vencendo ou não em 2026, o Joaquim Lira, em função da possível diminuição  de sufrágios  no seu principal reduto,  sairá desidratado, visando   o seu projeto para 2028, ou seja: disputar a prefeitura da Vitória como candidato “natural”. Com efeito,  ficará  muito mais dependente das “bênçãos” e da boa vontade do atual prefeito Paulo Roberto, que hoje “encena” um racha e uma briga com os “amarelos”.

De olho nesse cenário futuro e com boas chances de emplacar a reeleição, o deputado Vitor segue, segundo comentários, com “um olho no padre e outro na missa”, ou seja: refuta briga e racha verdadeiro no grupo político de  Elias/Paulo,  com medo de    perder o status de principal opositor.  A tão desejada polarização poderia mudar, mesmo que fosse um projeto “montado”. Nesse caso, não custa nada lembrar as palavras de uma velha raposa política que dizia:  “em política, até as brigas são combinadas”. 

No geral, a vitória eleitoral nas urnas de 2026 dos nossos “legítimos representantes”,  tem a capacidade  de ratifica espaço de poder e visibilidade política para os que lutam por um lugar ao “sol” na terra dos altos coqueiros. Mas, lembremos, que  a disputa pela maior votação no reduto da Vitória de Santo Antão, definirá, em parte, os rumos da sucessão municipal de 2028. Segue o jogo….

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