
(Na fotografia, as falecidas professora Damariz, minha geratriz, e minha inesquecível tia Ricardina).
É do físico e filósofo francês Blaise Pascal, a síntese do sentimento que desanimou e levou a vida do meu pai: A maior carência do homem é poder fazer tão pouco por aqueles que ama.
Contudo, sua riqueza era dentro do coração, não no mundo. A riqueza invisível e interior do meu pai o identificava, resumida na sentença latina “Homo doctus in se divitias semper habet” (O homem instruído carrega sempre a riqueza dentro de si).
Paterno abraço!
Sosígenes Bittencourt
