Mesmo sem apresentar um futebol brilhante, nessa copa de 2026, o selecionado argentino avançou para ser finalista. Disputa que ocorrerá no próximo domingo (19), contra o selecionado espanhol, que na última partida contra o time francês apresentou uma aplicação tática quase perfeita.
Pois bem, não acompanho futebol no dia dia. Mas em se tratando de copa do mundo, que é algo muito maior do que apenas futebol, na medida do possível, procuro atualizar-me, nas estatísticas e curiosidades.
Evidentemente que torci pela Seleção Brasileira. Torcemos e vibramos, também, por Cabo Verde, em virtude das nossas relações ancestrais, aqui, anteriormente, já devidamente explicada e relacionada.
Com relação aos oito finalistas da Copa da FIFA 2016, soprei para os “deuses do futebol” contemplar, com o título de 1º lugar, aqueles que nunca haviam levantado a taça de campeão do mundo. Não funcionou. A lógica prevaleceu.

Dos quatro semifinalistas, por assim dizer, usei uma razão lógica “protecionista”, isto é: uma final entre a Espanha e a Inglaterra, pois, cada qual, possui apenas um título de campeão do mundo. Minha torcida não funcionou: entrou água pela metade….
Nessa altura do campeonato é impossível não reconhecer que a Argentina possui um plantel de jogadores torcedores, ou seja: vestem a camisa como se estivessem na arquibancada. E isso, mesmo sem apresentar um futebol de excelência, dentro de campo, vem fazendo a diferença.
Apenas a título de comparação, na última década, no que se refere às disputas da Taça Libertadores, os times brasileiros, frente aos argentinos, foram absolutos.
No entanto, no que se refere às competições envolvendo as respectivas seleções (Brasil X Argentina), os nossos irmãos sul-americanos nos suplantaram com facilidade.
Apenas focando no futebol regional (América do Sul), fica-nos, pelo menos, uma dúvida: por qual motivo, nos últimos tempos, os times brasileiros seguem avançando na mesma proporção que a seleção canarinha continua despencando?

