
De ontem para hoje (07), saiu mais uma rodada de pesquisa de opinião pública, realçando os índices de intenção de voto aos prováveis postulantes à cadeira mais importante do Palácio do Campo das Princesas. Espiando os números, nada de novo. Mas para quem precificava que a eleição seria um “passeio” para João Campos, é possível dizer que a governadora Raquel Lyra vem “mexendo no placar”.
No meu modesto entendimento, continuo achando que eleição segue aberta. Ninguém pode “enterrar”, antecipadamente, um candidato(a) com a caneta na mão. Tem muita água para rolar. A brincadeira está apenas começando….
Melhor assim, eleição apertada não deixa de ser uma espécie de “chá de bússola” para o vencedor. Triunfar com folga, normalmente, provoca um tipo de amnésia seletiva. Ou seja: acabam esquecendo-se de tudo e todos…
Eleições apertadas sempre provocam uma valorização maior ao conjunto de apoiadores. Sejam postulantes perdedores, lideranças regionais ou até mesmo aos suplentes de vereador das cidades pequeninas.

Aqui na nossa Vitória de Santo Antão, o número de postulação com DNA antonense deverá crescer. Além dos já detentores de mandatos – uma cadeira na Câmara Federal – Iza Arruda – e três na ALEPE – Henrique Filho, Aglaílson Vitor e Joaquim Lira –, teremos: Socorrinho da APAMI, André Carvalho e Túlio Arruda para o parlamento estadual. Já para o federal: Sandro da Banca e Josias da Militina completam o time.
Levantando a bandeira da governadora, candidata à reeleição, todos, menos as candidaturas vinculadas à liderança do atual prefeito Paulo Roberto, esse já se declarou um “soldado” do bisneto de Doutor Arraes.
Ao que tudo indica, em 2026, teremos um animado volume de campanha na nossa cidade. De um lado, o prefeito e seus filhos “brigando” por João. Do outro lado, todos os outros, com a “faca nos dentes”, empunhando a bandeira da governadora Raquel Lyra.

Dentre tantas curiosidades e incoerências que poderíamos elencar, relacionadas à posição dos nossos ilustres e legítimos representantes, duas são mais comentadas. Isto é:
os “Querálvares” fora do palanque dos “Arraes” e o Joaquim Lira sem o apoio do Paulo Roberto.
Aliás, mais adiante, no transcorrer dos próximos meses, teremos várias oportunidades de fazer comentários sobre as movimentações políticas/eleitorais, envolvendo os atores locais. Por exemplo:
quem quiser acredite que há uma briga entre o prefeito Paulo Roberto e o ex-prefeito Elias Lira. Ao que parece, dizem os entendido, essa peça teatral já foi planejada, desenhada e ensaiada. Estão, apenas, colocando-a em prática. 2028 é logo ali……
