
A vida em sociedade é dinâmica e estamos todos, no transcurso da nossa particular existência, sujeitos aos altos e baixos. Entender essas variáveis é condição para uma vida mais serena e equilibrada. Muitas vezes, é na dificuldade que se aprende o caminho para o sucesso.
Já na atividade política profissional, ambiente insalubre por natureza, é possível dizer que os ciclos individuais estão intimamente atrelados às conjunturas. E nesse contexto, olhando para o desenho que se apresenta para o processo eleitoral de 2026, é que imaginamos que o “tempo” do atual senador Humberto Costa, na “Casa Alta”, não será renovado.
Mesmo as pesquisas de opinião pública, até aqui, lhe “assegurando” um honroso 2º lugar – lembrando que teremos duas “cadeiras” em disputa – é possível imaginar que sua reeleição é algo improvável.
Na qualidade de observador da cena política, identificamos que ele – Humberto – já perdeu o primeiro embate. Ou seja: não conseguiu, antecipadamente, “mexer” no tabuleiro para rifar a pré-candidatura da ex-deputada Marília Arraes – valendo salientar que as candidaturas ainda serão consolidadas em convenção, mais adiante.
Eleição para o senado com duas vagas em disputas, ser a segunda opção da maioria do eleitorado é um grande ativo. Ao que parece, a expressiva maioria do eleitor pernambucano deseja ver o atual senador pernambucano, Humberto Costa, fora do senado. Possivelmente lhe faltarão votos, para “abocanhar” uma das vagas.
Nas mais diversas rodas de conversas políticas ninguém duvida do raio de influência do atual senador Humberto Costa, mas, também é consenso que há, centrado na sua imagem, uma espécie de representação de tudo que não presta na política.
Segue jogo….Quem vai decidir é povo de Pernambuco…..
