
Pensada e articulada pelas lideranças católicas da nossa cidade e financiada pelo sentimento de gratidão dos fiéis de então, o “Obelisco da Matriz” – um monumento em forma de “Pirâmide”- eternizou a homenagem dedicada a Jesus Cristo, por ocasião da passagem do século XIX para o XX.
O papo é reto: ninguém pode amar, preservar e cultuar aquilo que desconhece. O sentimento só chega depois do conhecimento.

Pois bem, munido de informações históricas e pessoais, hoje, sexta-feira, 26 de dezembro, pela manhã, ao final de mais um treino de corrida, fiz questão de realizar um registro, junto ao referido monumento histórico.
Explico:
No final de ano de 1967, exatamente no dia 26 de dezembro, nasceu o décimo-primeiro filho do casal Zito e Anita. Dentro do clima natalino, resolveram, naquela ocasião, que o garoto deveria se chamar Natalício.

Sem qualquer inconveniência do avô materno, o intelectual Célio Meira, por ocasião de uma visita, ainda na maternidade, ao saber da decisão – o nome do garoto seria uma homenagem ao Natal – sugestionou outro nome, sem mudar o sentido da homenagem, dizendo:
“Já que vocês querem fazer uma homenagem ao Natal, porque não homenagear o verdadeiro símbolo do Natal que é Jesus Cristo? Coloquem o nome Cristiano no garoto”.
58 anos se passaram. Hoje, temos, pelo menos, duas homenagens concretas e diretas ao filho Deus em nossa cidade: uma de concreto (o “Obelisco”) e outra de carne e osso ( eu). .
