Aldeia antonense: mais três atores no mundo jurídico local.

Tudo na vida é uma questão de referência. Por exemplo. Quando estou dialogando com “Seu” Orlando de Souza Leão, que já está próximo de completar nove décadas de vida, ouço  sempre ele dizer: “mas você ainda tá muito jovem…”. Na outra ponta, nesse contexto, hoje (02), pela manhã, quando estive conversando com três jovens operadores do direito – Jodalvo, Natália e Mariano – pude observar que não estou tão jovem assim.

Pois bem, semana passada, encontrei o amigo Mariano Ageu. Sempre simpático, o mesmo convidou-me a conhecer o seu mais novo espaço compartilhado de trabalho. Tenho por Mariano um carinho especial. Por ser amigo próximo do seu pai – Javan Ageu – acompanho sua trajetória de vida desde a tenra idade.

Em visita de cortesia, hoje, acabei encontrando,  também,  Natália Vieira. Outra pessoa que conheci bem jovem,  ainda na qualidade de estudante de direito. Fomos vizinhos por algum tempo.  Atualmente a mesma reside em Recife. Ela é filha da cirurgiã dentista Elma Lúcia e neta da professora Lúcia Vieira.

Fechando o trio, por assim dizer, o filho do saudoso e inesquecível “Doutor Jodalvo” que, por coincidência,  também o conheci ainda criança, circulando pelo bairro da Matriz. Nesse primeiro contato, além do nome – Jodalvo Sampaio Couto Filho -, ele, de maneira subliminar,  revelou-me haver herdado do pai  o melhor, isto é: o coração maior que o corpo e o sentimento de justiça. 

Confesso que o preparo intelectual do “Jodalvinho” me impressionou. Com atuação na área jurídica familiar pareceu-me  ser daqueles  advogados  que “não investe no conflito”. Ou seja: “não tenta apagar incêndio com gasolina”.  Como faço com todas as pessoas que me chamam a atenção pelo talento –  de pronto –  lhe convidei para confeccionar  artigos para o nosso jornal eletrônico,  com abordagem nos mais diversos assuntos (pauta livre) , sobretudo no que se refere à memória afetiva com as suas raízes,  até porque ele foi obrigado, ainda na década de 1990, morar em Recife para estudar.

Portanto, concluo essas despretensiosas linhas sendo obrigado a dizer que essas “crianças” cresceram, amadureceram e se profissionalizaram e nos dias de hoje se configuram em  atores importantes no chamado mercado de trabalho,  desenvolvendo suas habilidades em várias  praças e também  na “aldeia”  jurídica da nossa Vitória de Santo Antão. Boa sorte ao trio…..

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