Decálogo das proibições de Carnaval – por Sosígenes Bittencourt.

Chamar pela mãe do próximo, quer precise, quer não precise.
Beber fiado no Sábado de Zé Pereira e assinar vale nas cinzas.
Pular o frevo com os pés à altura do rosto do adversário.
Arengar com a Polícia.
Jogar fezes e urina nos olhos do analista.
Vender cerveja quente em copo de geleia e sanduíche de pão dormido com mortadela de matéria plástica.
Fazer-se de bêbado para tirar enxerimento com o Rei Momo.
Motorista sem cabeça dirigir carro sem capota.
Cheirar loló sem tirar a pressão arterial.
Guardar lugar nas cinzas penitenciais, quem enviou alguém às areias cemiteriais.

Sosígenes Bittencourt

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